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Foram encontradas 50 questões.

Estátuas e cofres, e paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela do quinto andar
Nada é fácil de entender
Dorme agora
É só o vento lá fora
Quero colo! Vou fugir de casa
Posso dormir aqui com vocês?
Estou com medo, tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três
Meu filho vai ter nome de santo
Quero o nome mais bonito
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade, não há
Me diz, por que que o céu é azul?
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim
Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém

Eu moro em qualquer lugar
Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com meus pais
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade, não há
Sou uma gota d’água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não o entendem
Mas você não entende seus pais
Você culpa seus pais por tudo, isso é um
absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer?

RUSSO, R. Pais e filhos. Disponível em:
https://www.letras.mus.br/renato-russo/
75858/. Acesso em: 20 fev. 2022.

A letra acima inicia-se com uma narrativa, mas ao longo do texto o que predomina é:

 

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– Vê uma completa!

Quando o cardiologista lhe perguntou se comia frutas e verduras, Jorjão inflou o peito e respondeu de bate-pronto:

– Couve e laranja toda quarta.

– Algo mais, Seu Jorge?

– Claro, Doutor. Também aos sábados.

Lucas Oliveira Campos Verzola | São Paulo/SP Disponível em: http://biblioteca.piracicaba. sp.gov.br/site/wp-content/ uploads/2021/11/Microcontos-de-Humor- 2021.pdf. Acesso em: 23 fev. 2022.

Para produzir o efeito humorístico pretendido no texto, o autor recorre, principalmente

 

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“Com a fé de quem olha do banco a cena
Do gol que nós mais precisava na trave
A felicidade do branco é plena
A pé, trilha em brasa e barranco, que pena
Se até pra sonhar tem entrave
A felicidade do branco é plena
A felicidade do preto é quase

Olhei no espelho, Ícaro me encarou
Cuidado, não voa tão perto do Sol
Eles num guenta te ver livre, imagina te
ver rei
O abutre quer te ver de algema pra dizer:
Ó, num falei?!

No fim das conta é tudo Ismália, Ismália
Ismália, Ismália
Ismália, Ismália

Quis tocar o céu, mas terminou no chão
Ela quis ser chamada de morena

Que isso camufla o abismo entre si e a humanidade
plena

A raiva insufla, pensa nesse esquema
A ideia imunda, tudo inunda
A dor profunda é que todo mundo é meu
tema”

(Ismália – Emicida, 2019) - Adaptado

*Ícaro: personagem da mitologia grega
*Ismália: poema de Alphonsus de Guimaraens
Fonte do texto: www.letras.mus.br. Acesso
em: 22 fev. 2022.

I – Pela leitura do texto de Emicida e considerando o contexto de produção da canção, é possível inferir que Ismália representa a mulher negra que sofre com a exclusão social.

II – A compreensão da relação intratextual estabelecida com a figura mitológica de Ícaro e com a personagem Ismália do poema de Alphonsus de Guimarães é fundamental para a compreensão do texto de Emicida.

III - A polissemia presente na palavra Ismália confere um efeito de sonoridade ao texto.

IV – O verso “Que isso camufla o abismo entre si e a humanidade plena” estabelece uma relação semântica de alternância com relação ao verso anterior.

V – Pelos versos da segunda estrofe, é possível inferir que o autor faz alusão ao preconceito existente com relação à ascensão social da população negra no Brasil.

É possível afirmar que estão INCORRETAS as sentenças expostas em:

 

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Miúdos’ que falam ‘brasileiro’ em

Portugal – Sérgio Rodrigues.

A reportagem publicada nesta quarta (10) no Diário de Notícias de Lisboa acrescenta uma página de comédia – agridoce, mas engraçada – ao novelão dos encontros e desencontros entre as variedades de português faladas aqui e em Portugal.

“Há crianças portuguesas que só falam ‘brasileiro’”, anuncia o título com alarme. O subtítulo explica: “Dizem grama em vez de relva, autocarro é ônibus, rebuçado é bala, riscas são listras e leite está na geladeira em vez de no frigorífico”.

O curioso fenômeno que faz os miúdos soarem como pequenos brasileiros tem explicação mais simples do que aquele abordado pelo escritor português Valter Hugo Mãe no romance “A Máquina de Fazer Espanhóis”. Afinal, a língua no presente caso é a mesma – ou não?

A reportagem resume assim o problema do deslocamento linguístico: “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento – à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros”.

Sim, a raiz do fenômeno está naquilo que “a maioria das crianças portuguesas vê nos ecrãs de tablet, computador ou telemóvel”. Luccas Neto, 36 milhões de seguidores, é citado como o principal desencaminhador linguístico de tuguinhas.

Como António, 4 anos, que “começou a dar sinais há já algum tempo. Ao princípio, a família até achava alguma piada à forma como ele falava (...). Mas à medida que o tempo foi passando, a educadora de infância começou a preocupar-se e foi dando sinais, porque o menino não conseguia dizer os r’s nem os l’s”.

Claro que há muito alarmismo e superficialidade nessa abordagem – como é habitual quando o jornalismo, espelhando o senso comum, trata de temas linguísticos–, para não falar do antibrasileirismo que parece andar em alta na cultura portuguesa. De todo modo, recomenda-se pôr a questão em perspectiva.

Será que pais brasileiros deixariam de se preocupar se, num hipotético – e impensável – caso reverso de imperialismo cultural via Youtube, seus herdeiros em idade pré-escolar começassem a engolir vogais e a chamar a camisa do Flamengo ou do Corinthians de camisola?

Não acho justo acusar a reportagem do DN de xenofobia, embora ela exale sem dúvida um nacionalismo rançoso. O texto até busca algum equilíbrio por trás do ar assustado.

Seu maior mérito nesse sentido é dar voz à linguista Catarina Menezes, que relativiza o problema. “Quando eu era menina havia o mesmo pânico social com os livros do tio Patinhas, que eram traduzidos em português do Brasil”, lembra.

A professora propõe ver no caso uma oportunidade de ampliar a consciência das novas gerações sobre a linguagem, debatendo as diferenças com naturalidade em sala de aula, “porque aí também existe uma interculturalidade que não existia”.

Bingo. Como a que há na Inglaterra diante da influência avassaladora do inglês americano. Português europeu e português brasileiro são duas vertentes da mesma língua – uma falada por 10 milhões de pessoas, a outra por uma multidão mais de 20 (vinte!) vezes maior. Um amigo meu diz, com alguma maldade, que “sem o Brasil o português seria uma espécie de búlgaro”.

Estamos diante de um fato que não se pode abafar, com sua história complexa – o imperialismo sempre inclui a volta do cipó de aroeira – e suas oportunidades de inseminação cultural. Aos interessados no tema, recomendo a leitura do texto integral do DN, que está aberto a não assinantes.

Disponível em https://www1.folha.

uol.com.br/colunas/sergio-rodri-

gues/ 2021/11/miudos-que-falam-brasi-

leiro- em-portugal.shtml Acesso em: 25

fev. 2022.

Para construção do sentido global do texto, é correto afirmar que o autor

 

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Observe o trecho abaixo, retirado de um artigo científico:

Observando a luta por igualdade de gênero e seus efeitos sobre o processo eleitoral, três considerações são dignas de registro: a primeira é de que é impossível falar em tratamento igualitário entre homens e mulheres sem compreender as causas da profunda desigualdade que estrutura as opções dos eleitores antes mesmo da possibilidade de escolha dos candidatos. Se a baixa representatividade das mulheres na ALBA (Assembleia Legislativa do Estado da Bahia) permanece gerando efeitos negativos para as lutas do movimento feminista na Bahia, uma avaliação que contemple suas causas – sociais e econômicas, precisam de um diagnóstico mais contundente.

SILVA TEIXEIRA, Erica; ZAIDAN

DE CARVALHO, Alexandre Douglas.

Mulheres na assembleia legislativa da

Bahia no pós-1988. Revista Eletrônica

Direito e Política, Programa de Pós-

-Graduação Stricto Sensu em Ciência

Jurídica da UNIVALI, Itajaí, v.16, n.1,

1º quadrimestre de 2021. Disponível em:

www.univali.br/direitoepolitica - ISSN

1980-7791. Acesso em: 23 fez 2022.

De acordo com Fiorin e Savioli (2008), o discurso dissertativo de caráter científico deve ser elaborado de maneira a criar um efeito de sentido de objetividade, pois pretende dar destaque ao conteúdo das afirmações feitas ao enunciado e não à subjetividade do enunciador. Sendo assim, para neutralizar a presença do enunciador, recomenda-se evitar certos procedimentos linguísticos, tais como:

 

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Exclusão escolar no Brasil atinge mais as

meninas, diz pesquisa do Fundo Malala

À CNN, a doutora em educação e integrante do Malala Fund no Brasil, Cleo Manhas, disse que meninas assumiram mais responsabilidades no período da pandemia

Um estudo do Fundo Malala apontou que a taxa de exclusão escolar no Brasil aumentou de forma drástica desde o início da pandemia de Covid-19.

Em entrevista à CNN, a doutora em educação e integrante da Rede de Ativistas pela Educação do Malala Fund no Brasil, Cleo Manhas, avaliou que a desigualdade se acentuou durante esse período.

“Somos onze ativistas de diferentes organizações que compõem o Malala Fund e constatamos que recaem maiores responsabilidades sobre as meninas”, afirmou.

Entre elas, por exemplo, estão as atividades domésticas e mesmo fora de casa. “Aliado a isso, problemas de acesso à internet fizeram com que elas perdessem muitas aulas e acabaram desistindo da escola”.

A especialista analisou que não há um plano de ação do Ministério da Educação “para busca ativa de quem não retornou às aulas”. “Temos uma realidade complicada e difícil de ser mapeada porque soubemos agora, nos últimos dias, que há falta de acesso aos dados do censo escolar”.

Cleo defende a adoção de um plano de ação nacional e mais investimento em recursos orçamentários e de infraestrutura para as escolas, com o objetivo de minimizar os efeitos da pandemia.

“A realidade das escolas públicas é de que são superlotadas e sem infraestrutura para receber alunos durante a pandemia e resolver questões aprofundadas”, disse. “O peso da responsabilidade recai de diferentes formas entre meninas e meninos, sobram funções de cuidado às meninas, como de irmãos menores, cuidar da casa, são elas as mais vulneráveis à gravidez na adolescência, recai com mais força sobre meninas e negras, nossas desigualdades se aprofundaram”, completou.

Garcia, A.; Campos, B. CNN Brasil – São

Paulo. Disponível em: cnnbrasil.com.br/

nacional. Acesso em: 24 fev. 2022.

Durante a leitura do texto, o leitor é levado a compreender que:

I – a exclusão escolar atinge mais as meninas, pelas responsabilidades assumidas no período da pandemia.

II – muitas meninas abandonaram a escola, sobretudo pela falta de acesso à internet.

III – a desigualdade se acentuou durante o período da pandemia; muitas meninas desistiram da escola porque a responsabilidade com atividades domésticas e problemas de acesso à internet determinaram a perda de muitas aulas. Esta exclusão escolar é inerente à falta de recursos nas escolas públicas.

IV – falta um plano do Ministério da Educação para minimizar os efeitos da pandemia e resolver os problemas das escolas públicas, desde o levantamento dos(as) estudantes que não retornaram às aulas, até investimentos em infraestrutura para as escolas.

São assertivas as alternativas:

 

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De acordo com a sintaxe da norma padrão da Língua Portuguesa, no período composto as orações podem ser coordenadas ou subordinadas. No caso das orações subordinadas, elas são classificadas de acordo com as funções sintáticas que desempenham com relação à oração principal. Com base nessa informação, analise a tirinha abaixo:

Enunciado 3134770-1

Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada presente no primeiro quadrinho: “Você disse que o filme deu a louca na rainha era um filme emocionante”:

 

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O envio de e-mails facilita a comunicação e registro de ações dentro de uma instituição, mas um envio para destinatários de maneira errada pode expor a privacidade de endereços de destinatários para quem não deveria ter acesso a essas informações. Sobre o controle de privacidade de destinatários de um e-mail, considere as afirmações abaixo:

I – O campo “Para” é onde se coloca os destinatários principais da mensagem;

II – O campo “Cc” serve para enviar uma cópia da mensagem para um ou mais destinatários, mas oculta os destinatários que receberam as cópias da mensagem;

III – O campo “Para” pode ter somente um destinatário;

IV – O campo “Cco” envia cópia da mensagem para os destinatários e deixa público todos os endereços que receberam a mensagem;

V – O campo “Cco” oculta os endereços dos destinatários que receberam a mensagem.

São CORRETAS as afirmações:

Questão Anulada

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Recentemente, a particularidade de uma data do mês de fevereiro de 2022 teve grande repercussão nas mídias sociais.

As pesquisas sobre o significado de “22/02/2022” para a astrologia e numerologia dispararam nesta terça-feira (22), e centenas de casais aproveitaram para ir ao cartório e começar uma vida nova em um dia tão singular. Mas, afinal, o que a data significa? Nada, necessariamente. Mas o dia é especial para quem gosta de simetrias e curiosidades com números – não só para os supersticiosos [...]. Para datas simétricas, é preciso ignorar espaços, traços e barras (22/02/2022, então, fica como 2 2 0 2 2 0 2 2).

COSTA, L. Palíndromos e ambigramas: por que a data 22/02/2022 é tão especial? Superinteressante. Disponível em https://super.abril.com.br/cultura/palindromos-e-ambigramas-por-que-a- -data-22-02-2022-e-tao-especial/. Acesso em: 28 fev. 2022.

A data em questão exemplifica um palíndromo: algo que independente da ordem da leitura (tanto da esquerda para a direita quanto o contrário) pode ser compreendido da mesma forma. É claro que, no caso de datas, tal como consta no trecho da matéria publicada no site da Revista Superinteressante indicada acima, é preciso ignorar as barras.

No quadro a seguir, estão reunidas as datas do período 2001-2070 que também são palíndromos.

Enunciado 3134787-1

De acordo com as informações presentes no quadro, é correto afirmar que:

Questão Anulada

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Considere as seguintes afirmações:

1 – O produto de um número real por um número irracional é sempre um número irracional;

2 – O produto de um número irracional pelo seu inverso, é sempre um número natural;

3 – A soma de dois números irracionais é sempre um número irracional.

É correto afirmar que as alternativas verdadeiras são:

Questão Anulada

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