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Freitas (2012), em “A Diversidade Cultural como Prática na Educação”, aborda as noções de multiculturalismo, interculturalismo e educação escolar. Além disso, defende que tais conceitos são fundamentais para a compreensão da temática da diversidade cultural.
As colunas que seguem apresentam os referidos conceitos e suas definições.
| 1 – Educação Multicultural | ( ) Reconhece a possibilidade de convivência das diferentes culturas e suas respectivas formas de organização dentro de uma mesma sociedade. |
| 2 – Educação Monocultural | ( ) É edificada sobre a ideia de uma cultura universal que reproduz códigos e valores de uma cultura dominante, conservadora, que não atinge a todos, mas que reforça a desigualdade e a dominação. |
| 3 – Multiculturalismo | ( ) É o não reconhecimento da diferença, quando em uma determinada situação social a diversidade está absolutamente visível e há uma escamoteação da realidade. |
| 4 – Invisibilidade Social | ( ) deverá ter ou construir como princípios o respeito e a convivência com as diferenças. |
A sequência numérica, de cima para baixo, que corresponde pela correta relação entre as colunas é:
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Em “Como enfrentar a indisciplina na escola”, Parrat-Dayan (2008) discorre sobre os remédios contra a indisciplina e nos apresenta a pesquisa de Lewuin, Lippit e White (1999), que mostra a relação entre o tipo de líder, o clima social e a eficiência de um grupo. Na pesquisa, os autores distinguem três grupos que são dirigidos em função de três estilos diferentes: autoritário, democrático e laisse faire.
Com base nessa passagem, considere as duas colunas de acordo com os grupos e suas respectivas definições de:
| 1 – Grupo Autoritário | ( ) A tensão e a agressividade são elevadas e os participantes são frustrados e insatisfeitos pela ineficiência do grupo. |
| 2 – Grupo Democrático | ( ) Existem muitas tensões, uma grande frustação e uma porcentagem elevada de agressão. Os participantes não se mostram satisfeitos e oscilam entre a apatia e a rebelião. |
| 3 – Grupo Laissez faire | ( ) Existem menos tensões, a agressividade não é grande e pode se expressar sem degradação e a satisfação é elevada. |
A sequência numérica, de cima para baixo, que corresponde pela correta relação entre as colunas é:
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No livro “A Diversidade Cultural como Prática na Educação”, Freitas (2012) discorre sobre o reconhecimento de que existem, no interior de uma mesma sociedade, diferentes culturas. Assim, a cultura escolar pode se apresentar de duas formas, que são elas: (1) comprometida com o respeito e a dignidade dos diferentes segmentos sociais que a compõem ou (2) responsável pela manutenção dos inúmeros preconceitos, sejam eles de classe, gênero, raça, credo e outros que a própria dinâmica social vai produzindo.
Segundo a autora, cada tipo de cultura escolar recebe um nome que, respectivamente, corresponde às tipologias já citadas, sendo elas:
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Na obra de Parrat-Dayan (2008), “Como enfrentar a indisciplina na escola”, a autora realiza uma contextualização histórica sobre a origem da indisciplina. Segundo a autora, “a indisciplina relaciona-se com um conjunto de valores e expectativas que variam ao longo da história, entre culturas diferentes, nas diferentes classes sociais”. (PARRAT-DAYAN, 2008, p. 19). Com base no excerto, a autora define a criação da indisciplina como uma criação:
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Segundo pesquisa da OCDE (2013), os professores brasileiros declaram gastar 20% de seu tempo de aula mantendo a ordem em sala. Tal informação destaca a importância do tema da indisciplina no contexto escolar. Nesse contexto, Parrat- Dayan (2008), autora do livro “Como enfrentar a indisciplina na escola”, destaca em sua obra algumas alternativas para se estabelecer a disciplina, dentre elas:
I – Participação do estudante no estabelecimento de normas que sejam poucas e claras;
II – Oferecer ao estudante a possibilidade de explicitar o que devem e o que não devem fazer e os procedimentos rápidos e eficazes para corrigir seu não-cumprimento;
III – Reelaboração constante das regras;
IV – Ter um estudante escolhido pelos demais como mediador.
Conforme o que preconiza a referida autora,
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Segundo o Manual de redação da Presidência da República, de 2018, um dos problemas da redação oficial são os chamados erros de paralelismo. Esses dizem respeito à inconsistência na apresentação de ideias gramaticais. Dentre os enunciados que seguem, o único que atende a essa recomendação, bem como está de acordo com a norma-padrão, é:
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Ao redigir um documento oficial, o órgão público, como comunicador da mensagem, deve atentar-se ao uso adequado da linguagem com base no padrão culto formal da Língua Portuguesa prezando sempre pela transparência e clareza da redação. Com base nessa informação, analise os períodos:
I – “Conforme acordado na última reunião, encaminho anexo os documentos necessários para dar seguimento ao processo licitatório”.
II – “Seguimos as orientações do documento oficial onde está explícita a necessidade de anexar todos os arquivos ao processo”.
III – “Após a análise dos recursos interpostos, segue anexo o resultado final do processo seletivo.”
IV – “Informamos que a decisão do órgão competente foi tomada com base na lei onde são fixadas as penas para casos como esse”.
V – “Encaminho em anexo as atas para apreciação do Conselho”.
Considerando as orientações dispostas no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta os trechos com construções que DEVEM SER EVITADAS na redação oficial:
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Considere os parágrafos da crônica “Queixa de defunto”, de Lima Barreto:
Antônio da Conceição, natural desta cidade, residente que foi em vida, na Boca do Mato, no Méier, onde acaba de morrer, por meios que não posso tomar público, mandou-me a carta abaixo que é endereçada ao prefeito. Ei-la:
Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Doutor Prefeito do Distrito Federal. Sou um pobre homem que em vida nunca deu trabalho às autoridades públicas nem a elas fez reclamação alguma. Nunca exerci ou pretendi exercer isso que se chama “os direitos sagrados de cidadão”. Nasci, vivi e morri modestamente, julgando sempre que o meu único dever era ser lustrador de móveis e admitir que os outros os tivessem para eu lustrar e eu não.
http://www.dominiopublico.gov.br/
download/texto/bi000173.pdf Acesso em:
22 fev. 2022.
O Manual de redação da Presidência da República, em sua terceira edição, de 2018, faz considerações sobre o emprego das formas de tratamento, no vocativo. Na hipótese de aplicarmos as prescrições desse documento à crônica, publicada em 1920, seria correto afirmar que
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O tratamento de dados pessoais de crianças e de adolescentes deverá ser realizado em seu melhor interesse, nos termos deste artigo e da legislação pertinente, para tal:
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Ao serem implementadas investigações para saber o que os indivíduos precisam em matéria de informação ou, então, para saber se as necessidades de informação dos usuários de um sistema de informação estão sendo satisfeitas de maneira adequada, está se realizando um/uma:
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