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A fim de desincumbir-se do seu papel, o diretor assume uma série de funções, tanto de natureza administrativa, quanto pedagógica. Do ponto de vista pedagógico, compete-lhe as atividades de
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A tendência à avaliação padronizada leva professores, escolas e consequentemente os Supervisores Pedagógicos a uniformizar procedimentos avaliativos. Atuando como mediador de um trabalho, que vai em busca da superação e da quebra de padrões comparativos e padronizados, o Supervisor Pedagógico deve orientar professores no sentido de
I. organizar seus registros avaliativos, de maneira contínua e articulada em diferentes tempos e significados.
II. aferir notas aos comportamentos dos alunos, a fim de ter dados concretos da aprendizagem e indicadores precisos em sua dimensão e extensão.
III. atribuir valores e notas, porque eles apontam para uma gama infindável de interpretações de natureza classificatória.
IV. construir e expressar livremente os registros referentes à construção dos conhecimentos, mantendo a mobilização para mudanças, novas decisões e reflexões sobre sua postura e estratégias de ensino.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Que autores foram pioneiros nos estudos sobre a Língua Brasileira de Sinais?
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Segundo Grinspun (2008), o princípio da contextualização possibilita uma articulação entre supervisão pedagógica, orientação educacional, alunos, professores e famílias. Nessa perspectiva, supervisores e orientadores liderariam estudos e práticas do cotidiano escolar. Ainda, segundo a autora, o contexto atual traz à escola e suas lideranças questões que, para além dos conteúdos específicos do currículo, requerem um trabalho de formação/ação educativa
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Projetar perspectivas é o que propõe Grisnpun (2012). Para ela o trabalho do Orientador não pode mais ocorrer de modo desvinculado, desarticulado nos planejamentos pedagógicos. “Busco, como bandeirante, encontrar não nas grandes vias, mas nos pequenos atalhos, as grandes pedras preciosas da construção de um novo tempo, marcado pelo avanço da ciência e da tecnologia, dos novos interesses do homem, com seus desejos, emoções e paixões.”
A autora lista algumas pistas para percorrer, com segurança, na cumplicidade da Orientação Educacional trabalharia:
I. na construção de um homem que se quer mais critico, mais participativo e mais consciente de seus direitos e deveres.
II. a questão da totalidade como uma tecelã que se compromete com todos os fios que ajudam a formar o homem para o tempo de amanhã.
III. em busca de uma cultura escolar.
IV. as características individuais/pessoais de cada sujeito, priorizando os aspectos sociais e psicológicos.
Estão corretas apenas as alternativas:
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Para responder à questão utilize a seguinte composição de custos:
Serviço: armação estrutural aço CA-50, envolvendo aquisição das barras, manuseio, corte, dobra, transporte e instalação.
Unidade: Kg
| Insumo | Unidade | Índice (Quantidade) | Custo Unitário (R$) |
| Armador | h | 0,12 | 7,90 |
| Ajudante | h | 0,12 | 4,50 |
| Aço CA-50 | Kg | 1,20 | 3,30 |
| Arame Recozido nº 18 | Kg | 0,05 | 5,60 |
Para armar 2.200 kg de armação em uma semana com 44 horas, são necessários
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A ideia de formação integrada sugere superar o ser humano dividido historicamente pela divisão social do trabalho entre a ação de executar e a ação de pensar, dirigir ou planejar. Como formação humana, o que se busca é garantir ao adolescente, ao jovem e ao adulto trabalhador o direito de uma formação completa. O termo formação integrada, formação politécnica e educação tecnológica buscam responder também
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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?

O "jeito" ou "jeitinho"(A) pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento(B). Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade(C). É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura(D).
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
Analise as alternativas a seguir quanto à presença/ausência do sinal indicativo de crase, marcando aquela que apresenta afirmação INCORRETA.
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O Art. 49 da Lei 9.394/96 estabelece que as instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo. Em seu parágrafo único, especifica que as transferências ex offício, dar-se-ão na forma da Lei 9.536/97, que regulamenta este parágrafo.
Cury ( 2006, p.48), em nota de rodapé, cita a referida Lei regulamentadora. Este tipo de transferência ocorre quando se tratar de aluno
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O que é suíte?
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