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Choose one of the alternatives that is suitable for the Communicative Language Teaching 21.(CLT), which is an approach to language teaching that emphasizes:
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Considerando o trabalho com as habilidades linguísticas a partir das orientações dos 20.Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, é INCORRETO afirmar:
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1884203
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em um dos capítulos do segundo volume de Formação da literatura brasileira: momentos 19.decisivos, Antonio Candido (1981) destaca a relevância da lírica de Gonçalves Dias para a consolidação do movimento romântico no Brasil. Ao contrário de Gonçalves de Magalhães e de outros escritores associados à primeira geração de poetas românticos, que oscilam entre duas estéticas - como indica certa dissociação entre a prática literária e a teoria -, a poesia do escritor maranhense manifesta como traço peculiar uma “[...] difícil coexistência da medida com o vigor, num tempo em que os temperamentos literários mais poderosos se realizavam pelo transbordamento [...]” (CANDIDO, 1981). Para ilustrar essa e outras características próprias das composições do poeta, Candido faz alusão a seus poemas mais conhecidos, dando relevo a aspectos que lhes são constitutivos. As estrofes a seguir pertencem a alguns desses poemas mencionados pelo crítico:
I. Meus olhos são garços, são cor das safiras,
Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar;
Imitam as nuvens de um céu anilado,
As cores imitam das vagas do mar!
Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar;
Imitam as nuvens de um céu anilado,
As cores imitam das vagas do mar!
II. Do tamarindo a flor jaz entreaberta,
Já solta o bogari mais doce aroma
Também meu coração, como estas flores,
Melhor perfume ao pé da noite exala!
Já solta o bogari mais doce aroma
Também meu coração, como estas flores,
Melhor perfume ao pé da noite exala!
III. Valente na guerra
Quem há, como eu sou?
Quem vibra o tacape
Com mais valentia?
Quem golpes daria
Fatais, como eu dou?
- Guerreiros, ouvi me;
- Quem há, como eu sou?
Quem há, como eu sou?
Quem vibra o tacape
Com mais valentia?
Quem golpes daria
Fatais, como eu dou?
- Guerreiros, ouvi me;
- Quem há, como eu sou?
IV. Já vi cruas brigas,
De tribos imigas,
E as duras fadigas
Da guerra provei;
Nas ondas mendaces
Senti pelas faces
Os silvos fugaces
Dos ventos que amei.
De tribos imigas,
E as duras fadigas
Da guerra provei;
Nas ondas mendaces
Senti pelas faces
Os silvos fugaces
Dos ventos que amei.
Com base na leitura das estrofes acima e nas considerações do crítico expostas no estudo mencionado, a assertiva que analisa corretamente o poema a que pertence o excerto é:
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1884202
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A partir das ponderações de Alfredo Bosi (2002) acerca de autores e obras da primeira fase 18.do Modernismo, é correto afirmar que:
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1884201
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o fragmento a seguir, retirado de um romance brasileiro do século XIX.
As mangueiras, como intermináveis serpentes, insinuavam se pelo chão. As crianças (…), seguindo em grupos atropelados, como carneiros para a matança.
Permitia, quando muito, que Rômulo a seguisse cabisbaixo e mudo, como um hipopótamo domesticado.
Ele gozava como um cartaz que experimentasse o entusiasmo de ser vermelho.
Avaliando-se os elementos presentes no excerto, é correto afirmar que esse fragmento pertence a
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1884199
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir, da História Concisa da Literatura Brasileira, de Alfredo Bosi (2002):
“[...] Entre os caracteres mais ostensivos lembrem-se: o meufanismo verbal, com toda a sequela de discursos familiares e acadêmicos; a anarquia individualista, que acaba convivendo muito bem com o mais cego despotismo; a religiosidade dos dias de festa; a displicência em matéria de moral; o vício do genealógico e do heráldico nos conservadores; o culto da aparência e do medalhão; o vezo dos títulos; a educação bacharelesca das elites; os surtos de antiquarismo a que não escapam nem mesmo alguns espíritos superiores.”
No fragmento citado, Alfredo Bosi inventaria alguns aspectos constatados nas esferas ética e cultural dos países da América Latina por influência do movimento estético literário denominado
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No enredo de uma narrativa tradicional, Mesquita (1986, p. 25), com base no autor inglês Henry James, classifica as seguintes fases: apresentação, complicação, desenvolvimento, clímax e desenlace. Ou seja, a narrativa desenrola-se a partir de uma situação inicial (equilíbrio), e, pela motivação de algum acontecimento, essa situação inicial sofre uma primeira transformação. As sucessivas situações acabam trazendo uma consequência daquela motivação desequilibradora. Chega-se, então, a uma situação final, que corresponde a outro equilíbrio. O herói romântico buscará sempre um reequilíbrio, enquanto “o anti-herói será aquele protagonista que, por diferentes razões, não recupera uma ordem perdida, uma perda, um dano sofrido”.
Com base na citação da autora, analise os fragmentos literários abaixo:
Texto 1
“Cada qual mais queria, ninguém se queria submeter nem esperar; todos lutavam desesperadamente como se estivessem num naufrágio. Nada de cerimônias, nada de piedade; era para a frente, para as posições rendosas e para os privilégios e concessões. Era um galope para a riqueza, em que se atropelava a todos, os amigos e inimigos, parentes e estranhos. A República soltou de dentro das nossas almas todas uma grande pressão de apetites de luxo, de fêmeas, de brilho social. O nosso império decorativo tinha virtudes de torneira. O encilhamento, com aquelas fortunas de mil e uma noites, deu-nos o gosto pelo esplendor, pelo milhão, pela elegância, e nós atiramo-nos à indústria das indenizações. [...] Daí a receptividade do público por aquela espécie de jornal, com descomposturas diárias, pondo abaixo um grande por dia, abrindo caminho, dando esperanças diárias aos desejosos, aos descontentes, aos aborrecidos. E os outros jornais? Nos outros o suborno era patente; a proteção às negociatas da gente do governo não sofria ataques; não demoliam, conservavam, escoravam os que dominavam.”
(Disponível em: < https://books.google.com.br/> Acesso em: 05 nov. 2017.)
Texto 2
“[...] um beliscão retorcido na popa da bunda. Ela ficou-se mijando de gosto. Depois botou os quartos de banda e enxeriu-se com o João Fagundes, um que mudou o nome para furtar cavalos. O resultado foi eu arrumar uns cocorotes na Germana e esfaquear João Fagundes. Escola! Que me importava que os outros soubessem ler ou fossem analfabetos? [...] Metam pessoal letrado na apanha da mamona. Hão de ver a colheita. De repente, supus que a escola poderia trazer a benevolência do governador para certos favores que eu tencionava solicitar. [...] A escola seria um capital. Os alicerces da igreja eram também capital.”
(Disponível em: < https://books.google.com.br/> Acesso em: 05 nov. 2017.)
O anti-herói contido em cada um dos fragmentos está corretamente identificado em:
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Ao defender um ensino de literatura que relacione linguagem, identidade e cultura, Rildo 13.Cosson (2014) propõe práticas de letramento literário exemplificadas, dentre outras formas, por meio de dois tipos de sequência didática: a sequência básica e a sequência expandida. Tomando como base a sequência expandida elaborada por Cosson a partir de O cortiço, de Aluísio Azevedo, identifique quais parágrafos correspondem adequadamente às etapas estabelecidas pelo autor, relacionando cada etapa (indicada por números em romanos) com as práticas didáticas que a caracterizam (sistematizadas a partir de letras do alfabeto):
I. Motivação
II. Introdução
III. Leitura
IV. Primeira interpretação
V. Contextualização
VI. Segunda interpretação
VII. Expansão
II. Introdução
III. Leitura
IV. Primeira interpretação
V. Contextualização
VI. Segunda interpretação
VII. Expansão
(A) Articular as possibilidades de diálogo da obra com os textos que a precederam ou que lhes são contemporâneos ou posteriores. Dessa forma, o professor oportunizará o contato dos alunos com outra obra da literatura brasileira ou incentivará a leitura das produções com as quais o romance estabelece relação intertextual, tais como Germinal e Naná, de Émile Zola, ou O crime do padre Amaro e O primo Basílio, de Eça de Queirós.
(B) Sensibilizar o aluno para as questões presentes no universo ficcional da obra selecionada. No caso de O cortiço, isso poderia ser feito estimulando-se uma reflexão sobre as relações existentes entre o tipo de moradia representado na narrativa e a realidade dos condomínios, comuns aos centros urbanos brasileiros. Para estabelecer tal reflexão, poder-se-ia selecionar anúncios publicitários desses condomínios, estimulando os estudantes a analisá-los, em grupos, a fim de estabelecer e justificar escolhas e preferências.
(C) Delimitar um prazo para a execução da tarefa, examinando sua realização por meio de atividades, desenvolvidas em aula, que estabeleçam um diálogo com a obra. Em relação a O cortiço, são apresentadas três atividades possíveis. A primeira consiste na leitura e discussão de uma canção que tematize a moradia, como, por exemplo, Saudosa maloca, de Adoniran Barbosa, ou Refavela, de Gilberto Gil. Na segunda atividade, explora-se a relação entre dificuldade de sobrevivência e imaginário popular representada no conto A cartomante, de Lima Barreto. A terceira atividade lança mão de um texto não verbal, uma fotografia de 1906, com o intuito de promover uma leitura crítica da imagem, situada em seu contexto histórico.
(D) Propor uma leitura aprofundada de um aspecto presente na obra, centrando-se em um personagem, um tema, um traço estilístico. Pode ser realizada em conjunto com a etapa anterior (da sequência expandida), com a proposta de um projeto, por exemplo. Para O cortiço, é possível tomar um tema mais amplo como moradia ou sexualidade e solicitar aos alunos que busquem abordagens específicas sobre esse tema geral.
(E) Mediar uma aproximação à obra, que pode ser feita por meio de uma entrada temática, pelo aproveitamento do acervo da biblioteca - a fim de comparar/confrontar o conteúdo de prefácios, orelhas, ou textos de apoio presentes nas diferentes edições disponíveis -, ou mesmo pela leitura das primeiras páginas da obra, de modo a familiarizar os estudantes com as personagens do romance e com o espaço em que acontece. A etapa não deve ultrapassar o limite de uma aula.
(F) Expor e discutir conhecimentos teóricos, históricos, estilísticos, poéticos, críticos, presentificadores e/ou temáticos que, explícita ou implicitamente, fundamentam a construção do romance. Em O cortiço, temas como a prostituição, a condição feminina e o racismo podem suscitar bons debates em sala de aula.
(G) Favorecer uma apreensão global da obra, quer pela produção de ensaio ou depoimento, quer pela realização de entrevista. Com relação a essa segunda possibilidade, duplas poderão interagir fazendo as perguntas informalmente (face a face) ou elaborando-as por escrito, a fim de que, ao final do processo, disponham de elementos para produzir um ensaio que contraste suas posições com as do colega. No caso de O cortiço, um tema plausível poderá ser a habitação como lugar social – o cortiço e o sobrado.
A correspondência correta entre número e letra, é
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Considerando o ensino do Português como Língua Adicional (PLA) a partir das análises 12.contidas em Schoffen e outros (2012, p. 18-37) e tendo por base a noção bakhtiniana de gêneros do discurso, é INCORRETO afirmar que
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Leia a história a seguir.


Disponível em: < http://www.umsabadoqualquer.com/category/filosofando/ > Acesso em: 05 nov. 2017.
Após ler e interpretar o texto, assinale (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as afirmações falsas.
( ) O último quadro da tira traz Zeus, Odin, Buda, Brahma e Deus (Jeová) confortando um indivíduo em seus braços. Considerando que os seres humanos figuram, metonimicamente, uma parcela da humanidade, sugere-se no texto a ideia de que as religiões oferecerem alento aos que nelas creem por apresentarem soluções aos mistérios do universo.
( ) O texto exemplifica dois tipos de pessoas: um mais apegado à religião e satisfeito com a resposta que ela traz (basta ter fé e acreditar) e outro que não se convence enquanto não tiver evidências e um caminho lógico e concreto, preferindo, dessa forma, a incerteza como resposta para os mistérios ainda não solucionados.
( ) A expressão “coitado”, no penúltimo quadro, seguida pela representação das figuras de vários deuses no quadro seguinte, indica a impossibilidade de o homem desvendar os segredos da vida e do universo sem a religião.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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