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Se, na experiência de minha formação, que deve ser permanente, começo por aceitar que o formador é o sujeito em relação a quem me considero o objeto, que ele é o sujeito que me forma e eu, o objeto por ele formado, me considero como um paciente que recebe os conhecimentos-conteúdosacumulados pelo sujeito que sabe e que são a mim transferidos Nessa forma de compreender e de viver o processo formador, eu, objeto, agora, terei a possibilidade, amanhã, de me tornar o falso sujeito da “formação” do futuro objeto de meu ato formador. É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. É nesse sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
Paulo Freire. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996, p. 22-3 (com adaptações).
De acordo com as ideias apresentadas no texto, julgue o item subsecutivo.
No texto, percebe-se uma associação entre as seguintes ideias: foi assim que aprendi e é assim que ensino.
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Se, na experiência de minha formação, que deve ser permanente, começo por aceitar que o formador é o sujeito em relação a quem me considero o objeto, que ele é o sujeito que me forma e eu, o objeto por ele formado, me considero como um paciente que recebe os conhecimentos-conteúdosacumulados pelo sujeito que sabe e que são a mim transferidos Nessa forma de compreender e de viver o processo formador, eu, objeto, agora, terei a possibilidade, amanhã, de me tornar o falso sujeito da “formação” do futuro objeto de meu ato formador. É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. É nesse sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
Paulo Freire. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996, p. 22-3 (com adaptações).
De acordo com as ideias apresentadas no texto, julgue o item subsecutivo.
Depreende-se do último período do texto que tanto o formador quanto o formando exercem papel ativo no processo de formação, entendido este como um processo recíproco de ensinar e aprender.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.
A substituição do segmento “que o IBGE divulgou recentemente” por recentemente divulgados pelo IBGE preservaria as relações de sentido e a correção gramatical do texto.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “Essa é uma das conclusões que se podem extrair”, a concordância do verbo poder no singular manteria a correção gramatical do período.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.
O termo “devido” exige complemento com preposição, o que é atestado pela presença da preposição na combinação de a+o, em “ao ingresso", e no sinal indicativo de crase em* “às reprovações”.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.
O trecho “nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo” pode ser reescrito, sem alterar a correção gramatical e o sentido do texto, das seguintes formas: nos últimos dez anos — esse é um dado positivo; nos últimos dez anos: esse é um dado positivo; nos últimos dez anos, o que é um dado positivo.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Considerando a relação entre as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
A tese defendida nas ideias do texto é a de que dados da Síntese de Indicadores Sociais de 2010 demonstram que o número de concluintes do ensino médio dobrou nos últimos dez anos.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Considerando a relação entre as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
O primeiro período do texto é formado por duas orações que expressam, respectivamente, ideia de concessão e ideia de consequência.
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Embora a educação tenha melhorado nos últimos dez anos, o ritmo do avanço é tão lento que o Brasil continua perdendo a corrida educacional até para países mais atrasados da América do Sul. Essa é uma das conclusões que se podem extrair da Síntese de Indicadores Sociais de 2010, que o IBGE divulgou recentemente.
A proporção da força de trabalho de 18 a 24 anos de idade que concluiu o ensino médio ou ingressou no ensino superior, por exemplo, quase dobrou nos últimos dez anos. Esse é um dado positivo. Mas, em 2009, 32,8% dos brasileiros nessa faixa etária haviam abandonado os estudos antes de completar a terceira série do ensino médio. A taxa de evasão do ensino médio foi de 10% — ante 7% na Argentina, 6,8% no Uruguai, 2,9% no Chile e 2,3% no Paraguai.
Segundo o IBGE, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola em 2009. Esse também é um dado auspicioso. A universalização da oferta de matrículas no ensino fundamental foi obtida na década de 90 do século XX. Mas, devido ao ingresso tardio na escola e às reprovações, parte significativa dos estudantes não está no nível adequado à idade.
O lento avanço da educação. Editorial. In: O
Estado de S.Paulo, 21/9/2010 (com adaptações).
Considerando a relação entre as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
Entre as duas sentenças valorativas “Esse é um dado positivo” e “Esse também é um dado auspicioso”, a diferença é que a primeira acrescenta sentido positivo à educação e a segunda, uma característica negativa.
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Julgue o item seguinte, relativos ao navegador de Internet Firefox e a correio eletrônico.
Para que sejam enviadas mensagens de email, deve ser configurado um servidor de SMTP no programa cliente de email do usuário.
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