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Foram encontradas 748 questões.

320623 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
Assinale a alternativa que corresponde a um exemplo de receitas correntes.
 

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320622 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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Em uma semana, os gastos, em reais, com a alimentação diária de um funcionário de uma empresa foram de 15, 13, 12, 10, 14 e 14. Nessa sequência, a moda e a mediana são, respectivamente,
 

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320621 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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enunciado 320621-1

Com base na tabela, que apresenta os salários de uma determinada empresa, assinale a alternativa correta.

 

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320620 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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Um belo dia, tive a felicidade de flagrar um instante de

poesia, em que meninos empinavam uma inusitada pipa: dois

pássaros em seu voo. Nas mãos, o gesto de puxar a linha

invisível que os fazia “donos” do voo do pássaro...

De repente, a bronca de uma mulher brava me

devolveu ao chão:

— Cuidado, menino, sai da rua!

E eu comecei a pensar no significado da palavra

cuidado.

Estampada em placas ou usada em nosso cotidiano,

a palavra mostra-se mais com o sentido de mantenha

distância! Mas, e o cuidado da dedicação, atenção especial,

em que houve aprimoramento, aplicação na execução, o

bem-feito de que fala o dicionário? Da raiz latina agitar no

espírito, remoer no pensamento, meditar, pensar, conceber,

preparar...

Num desses dias em que nosso coração está mais

cinza, e a chuva cai pelos nossos olhos e não pelas nuvens,

recebi o cuidado de algumas amigas. Eu me sentia de alma

rasgada, de forças exauridas, e foi tão bom receber tantos

cuidados! Penso que a vida deve estar meio alquebrada,

arranhada, machucada por tanta aridez humana, tanta

ganância e egoísmo, tanto isolamento e individualismo. Ela,

vida, que é da cooperação; ela, que tece uma floresta, vê-se

atropelada por tanta competição! A vida precisa de nossos

cuidados, de nosso carinho, atenção, de atitudes cuidadosas.

Entendo por vida todo esse imenso conjunto de seres,

lugares e relações do qual nós fazemos parte. Essa vida

merece cuidados. Mas por onde começar?!

Uma dica é partir daquilo que você acha que precisa

melhorar, seja nas relações com as pessoas, consigo

mesmo, com um lugar, uma questão social, um desafio

educacional... Convém sempre trabalhar a favor do que se

quer, e não contra o que não se quer. Ao invés de combater

o egoísmo, ser cada vez mais amoroso e cuidadoso. A feiura

de um lugar pode ser canteiro de flores!

Meu avô dizia: “Quando você sair de um lugar, deverá

deixá-lo igual ou melhor do que estava; nunca pior!” Esse

gesto simples pode transformar profundamente a maneira de

nos relacionarmos com um ambiente: sala de aula, jardim,

pátio, praça, por exemplo. E se, ao chegarmos a um lugar,

percebemos que as pessoas o deixaram pior, não devemos

desanimar. Ao contrário do “ninguém faz, então não vou

fazer”, é nesses momentos que fortalecemos a vontade de

semear a ideia-atitude de cuidado. Não fosse o tempo em

que aquele pequeno arbusto resistiu à secura e ao calor do

sol, toda aquela floresta não seria possível!

Não importa em que fase do “reflorestamento”

estamos, já que muitos demorarão a despertar para as

ideias-atitudes de cuidado. O importante é fortalecermos

essa ideia, sabendo que sua atitude de cuidado com a vida,

aparentemente pequena e sem importância, é fundamental

para a criação de um ambiente de transformação.

Então, vamos lançar sementes-ações e

sementes-ideias que transformem as paisagens da atual

secura humana? Vamos ser-tão cuidadosos com a vida e

florestar corações?

Adriana Fortes. Cuidados com a vida. In: 7.º Concurso Cultural Eco Ler é preciso. Biblioteca Virtual Eco Futuro, 2010 (com adaptações).

Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto com preservação do sentido original e correção gramatical.
 

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320619 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

A violência intrafamiliar e institucional sempre afetou a

saúde e a qualidade de vida de milhares de crianças e jovens

no Brasil. Em nosso país, formas agressivas e cruéis de se

relacionar são frequentemente usadas por pais, educadores

e responsáveis por abrigos ou internatos como estratégias

para educar e para corrigir erros de comportamento de

crianças e adolescentes. Mas está reconhecido

cientificamente que essa mentalidade e esse tipo de atuação,

além de serem contraproducentes, são nocivos. Bater, ferir,

violar, menosprezar, negligenciar e abusar são verbos que

não devem ser usados no trato da infância e da adolescência

por vários motivos:

• muitos estudos mostram que a violência, da qual a

pessoa é vítima nos primeiros anos de vida, deixa sequelas

por toda a existência;

• a criança e o jovem não são objeto ou propriedade dos

pais ou de qualquer adulto; e sim, sujeitos de direitos

especiais reconhecidos pela Constituição brasileira e pelo

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);

• essa violência que ocorre silenciosamente dentro das

famílias e na sociedade, como se fosse um fenômeno banal,

é potencializadora da violência social em geral;

• as pessoas vítimas de violência na infância podem

repeti-la quando se tornam adultas, especialmente com seus

próprios filhos ou com outras crianças e adolescentes com os

quais se relacionam socialmente.

Enfim, quando a violência é uma forma de relação que

se estabelece no interior das famílias ou na convivência

social, é preciso denunciá-la e “desnaturalizá-la”, tratando-a

como um problema a ser resolvido, buscando formas

“civilizadas” de trabalhar com os conflitos. Nunca é demais

lembrar que os conflitos são normais e até desejáveis na

sociedade, pois indicam a pluralidade de visões, de desejos e

projetos. O mal, portanto, não está em expressá-los, mas em

suprimir a oportunidade do debate, do diálogo e do exercício

da tolerância. No caso das crianças e dos adolescentes,

geralmente os pais, responsáveis e adultos tendem a acabar

com as divergências de ideias e de comportamentos e com o

conflito de gerações por meio da dominação adultocêntrica,

da imposição de sua vontade, ou por meio de gestos e ações

violentos.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Notificação de maus-tratos contra crianças e adolescentes pelos profissionais de saúde: um passo a mais na cidadania em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002, p. 10-1 (com adaptações).

Com referência ao texto, assinale a alternativa correta.

 

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320618 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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enunciado 320618-1
Haveria preservação do sentido original e da correção gramatical caso se substituísse
 

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320617 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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O Google sabe mais sobre você do que a sua mãe. O

Google sabe mais sobre você do que qualquer outra pessoa

ou empresa no mundo. E não é difícil entender por quê.

Diariamente você entra no Google Search e digita o que está

procurando: receita de estrogonofe, sexo, amigos de infância,

pizzaria com serviço delivery, hotéis baratos, programação

de cinema de sua cidade, últimas tolices de alguém famoso,

qualquer coisa.

Pelo Gmail ou Google Talk, você mantém contato com

seus amigos e parentes. Amenidades ou indiscrições da sua

vida pessoal ficam à disposição no Blogger, na rede de

relacionamentos Orkut ou nos álbuns de fotografia do Picasa.

No Google Latitude, você consegue localizar seus

companheiros em qualquer canto do planeta. Já o Google

Maps e o Google Earth ajudam você a chegar ao outro lado

da cidade — ou do mundo. Sem contar os vídeos do

YouTube, capazes de elevar um anônimo ao superestrelato

global em questão de horas, a exemplo da cantora escocesa

Susan Boyle. Tem ainda o Google Health, dedicado a cuidar

da sua saúde; o Books, com um arquivo impressionante de

livros e revistas digitalizados; o Scholar, que reúne artigos

científicos; e o Translate, capaz de traduzir sites inteiros em

idiomas, entre outras dezenas de serviços, digamos,

menores.

Faça as contas: todos os dias, 65% dos cerca de 1,

bilhão de usuários da Internet no mundo utilizam uma — ou

algumas — das ferramentas oferecidas pelo Google. Trata-se

do site mais visitado da Web. São 40 bilhões de buscas por

mês. Diariamente, seus computadores processam mais de

petabytes de dados, ou seja, a capacidade média de

armazenamento de cerca de 170 mil PCs iguais ao que você

tem em casa. No primeiro trimestre deste ano, o Google

registrou um lucro recorde de US$ 1,42 bilhão. Fechou o ano

de 2008 valendo no mercado US$ 86 bilhões. Se a Internet

fosse o mundo, e o Google, um governo prestando serviços a

esta população de mais de 1 bilhão, ele seria o terceiro país

do planeta em população, mais que o triplo dos EUA,

perdendo apenas para a Índia e a China.

Na Googlelândia, a liberdade é plena, porém vigiada.

A empresa registra tudo o que escrevem, o que fazem e o

que compram seus usuários. Mas o lema oficial da

companhia é “Não faça o mal”: segundo o Google, quando o

sistema vasculha as mensagens do Gmail, por exemplo, é

para oferecer a você as propagandas que mais possam

interessá-lo. Se todas as buscas e cliques que um indivíduo

faz são registrados, é porque assim o Google aprende a

responder melhor.

“Acredito que eles sigam seu lema de que não farão o

mal”, diz Howard Rheingold, autor do livro A Comunidade

Virtual e um dos mais respeitados pensadores do Vale do

Silício. “O Google é uma empresa de capital aberto. No dia

em que quebrar a confiança de seus usuários, suas ações

despencam”. São as leis de mercado, pois, que mantêm uma

empresa como o Google bem comportada.

In: Galileu, jun./2009, edição 215 (com adaptações).

A frase “O Google sabe mais sobre você do que a sua mãe” (linha 1) pode ser reescrita de formas diversas, com ou sem alteração de sentido. Assinale a alternativa em que a reescritura preserva o sentido original.
 

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320616 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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Em um determinado posto de gasolina, um antigo

cliente do posto, um médico chamado Antônio, encheu o

tanque e esqueceu-se de assinar o cheque. O frentista que

achou o problema terminou o seu turno de trabalho e disse

ao próximo frentista que estava entrando:

— Amigo, preste atenção numa coisa que vou lhe

dizer. O cheque deste Antônio está com problema. Se ele

vier ao posto, fale com ele.

O tempo passou, e esse frentista também terminou o

seu turno e passou a mensagem ao próximo frentista (que

estava entrando). Só que não fez uma narração do fato, ele

(como muitos de nós) fez a sua interpretação dos fatos.

Disse:

— Oh, Dito, um tal de Antônio deu um cheque sem

fundo aqui no posto. Se ele aparecer por aqui, pegue-o e

faça pagar o cheque.

O que essa frase indica? Que o frentista fez uma

dedução própria dos fatos: se o cheque “estava com

problemas”, então era porque “estava sem fundo”.

A situação no posto prosseguiu e só foi piorando. De

frentista para frentista, a estória corria, cada vez com uma

dedução a mais. A última versão era:

— Estou sabendo que o traficante Toninho do pó deu

um golpe no posto. Se ele aparecer por aqui, chame a

polícia, e lembre: ele é muito perigoso.

Autoria desconhecida.

Assinale a alternativa que apresenta fragmento do texto que possui vírgula(s) opcional(ais).
 

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320615 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
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O espírito de cuidador garante ao ser humano uma

habilidade maior de ser cuidador de si, podendo ser capaz de

se alimentar, manter-se saudável, procurar seus amores, se

dar prazer. E o que é esperado de uma boa educação é que

possamos ajudar as crianças a desenvolver o espírito de

amor-próprio e amor pelo outro, que lhes garanta condições

de encontrar um estado especial de bem-estar. Um bom

exemplo disso é o momento em que introduzimos os

alimentos na vida de nossos filhos. Nas populações mais

antigas, as mulheres mastigam e dão os alimentos retirados

da própria boca a seus filhos. Há tanto carinho em preparar

esses alimentos para que seus filhos consigam saboreá-los,

e devemos lembrar que, para uma criança, os alimentos são

percebidos como pedaços do mundo que são engolidos.

Como se cada cor, cada textura, cada temperatura

proporcionasse uma incrível viagem sensorial refletindo um

ensinamento de que podemos ser amorosos conosco e com

os alimentos, respeitando o que colocamos para dentro de

nós, tendo prazer em nos alimentar — como seres que vivem

e sobrevivem graças à Terra, que nos dá alimentos, água e

ar, e com isso aprendemos a amar e a respeitar o lugar onde

vivemos para que possamos alcançar nossas mais nobres

metas como humanos.

Os cuidados ensinados às crianças de como lavar o

corpo é outro bom exemplo. É uma experiência deliciosa

deixarmos o convívio com o ar e partirmos para o mundo das

águas. A imersão é uma experiência regressiva uterina

prazerosa por si e, quando acompanhada de um toque

amoroso cedido pelos pais e cuidadores, pode ser um dos

melhores momentos do dia. Banhos feitos em balde para

recém-nascidos proporcionam uma leveza corporal na água

que trazem imediatamente a memória corporal da vida

intrauterina. Quanto prazer para esse bebê!

Poder viver em paz com o ar, a terra, o fogo e a

água... Tão simples, tão especial e, muitas vezes, tão difícil.

Quando os cuidadores apresentam um mundo de belezas e

respeito ao poder desses quatro elementos, com certeza a

vida da criança poderá ser mais fácil e gostosa. A magia está

em poder lidar com habilidade com eles todos. E é natural

que as crianças queiram explorá-los e conquistá-los.

Carlos Eduardo de Carvalho Corrêa. Cuidados com a vida. In: 7.º Concurso Cultural Eco – Ler é preciso. Biblioteca Virtual Eco Futuro, 2010 (com adaptações).

Cada alternativa a seguir apresenta um fragmento do texto seguido de uma afirmativa a respeito dele. Assinale aquela em que a afirmativa está correta.
 

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Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a

maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição

sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar

essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos

(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para

entender por que a fome é um grave problema que o mundo

enfrenta hoje.

1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no

mundo não comem o suficiente para serem consideradas

saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no

planeta vai para a cama com fome todas as noites.

2. Bem mais que a metade dos famintos do

mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia

e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de

um quarto da população com fome do mundo.

3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores

riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas

anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.

4. Um terço das mortes entre crianças menores de

cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está

ligado à desnutrição.

5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,

desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela

crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada

nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e

físico, duas consequências da desnutrição.

6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês

abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade

de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de

milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.

7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões

climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças

à fome. Quase metade dessas crianças vive na África

Subsaariana.

A fome é um grande problema solucionável que o

mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:

1. Embora o número de pessoas com fome tenha

aumentado, na comparação com o percentual da população

mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população

em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.

2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia

alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes

de que ela precisa para crescer saudável.

Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20

Assinale a alternativa que interpreta adequadamente ideias do texto.

 

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