Foram encontradas 748 questões.
Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a
maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição
sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar
essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos
(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para
entender por que a fome é um grave problema que o mundo
enfrenta hoje.
1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no
mundo não comem o suficiente para serem consideradas
saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no
planeta vai para a cama com fome todas as noites.
2. Bem mais que a metade dos famintos do
mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia
e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de
um quarto da população com fome do mundo.
3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores
riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas
anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.
4. Um terço das mortes entre crianças menores de
cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está
ligado à desnutrição.
5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,
desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela
crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada
nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e
físico, duas consequências da desnutrição.
6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês
abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade
de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de
milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.
7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões
climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças
à fome. Quase metade dessas crianças vive na África
Subsaariana.
A fome é um grande problema solucionável que o
mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:
1. Embora o número de pessoas com fome tenha
aumentado, na comparação com o percentual da população
mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população
em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.
2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia
alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes
de que ela precisa para crescer saudável.
Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20
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O conhecimento não está mais no cérebro das
pessoas, mas na rede que interliga os indivíduos pensantes.
Essa é a polêmica tese defendida pelo norte-americano
David Weinberger, da Universidade de Harvard, no livro Too
Big to Know (Grande demais para ser entendido), que acaba
de ser lançado no mercado.
Noutras palavras, o que Weinberger sugere é que não
é mais possível separar os indivíduos das estruturas de
interatividade. A cultura tradicional baseia-se no fato de que o
conhecimento bem como a sabedoria são atributos
exclusivamente humanos, embora se expressem por meio de
escritos, imagens ou sons.
Na era digital e da avalancha informativa, o volume de
conhecimento ganhou proporções ciclópicas e já não pode
mais ser administrado apenas por mentes privilegiadas. O
binômio homem/rede seria a alternativa para processar os
1,27 zetabytes de informação que são atualmente publicados
na Web a cada 12 meses. É o equivalente a 600 quatrilhões
de páginas datilografadas, ou uma quantidade de
documentos 84 milhões de vezes maior que todo o acervo da
Biblioteca do Congresso dos EUA (a maior do mundo).
Cada ser humano teria de ler, por ano, 100 milhões de
páginas datilografadas de 30 linhas para dar conta de tudo o
que é produzido no planeta em matéria de informação. Uma
tarefa impraticável porque significaria ler 11.415 páginas por
hora, dia e noite sem parar, ou 190 por minuto.
Esses números indicam que a mente humana já não é
mais materialmente capaz de dar conta da absorção de tal
quantidade de dados usando apenas os cinco sentidos. Esse
conhecimento, por motivos óbvios, não está mais apenas no
cérebro humano. Ele está também nas redes virtuais que
interconectam os cérebros humanos e disponibilizam os
dados, as informações e os conhecimentos procurados.
Um sábio já não chega a essa condição apenas
absorvendo informação, mas participando de redes. Sem
elas, não passaria de um ser comum.
E se Weinberger estiver certo, a tecnologia torna-se
ainda mais relevante para o conhecimento humano, porque
sem ela até as redes acabarão sendo soterradas pela
avalancha informativa que não para de crescer. Só o material
produzido por empresas, governos, escolas e universidades,
tanto em papel como em formato digital, cresce ao
vertiginoso ritmo de 65% ao ano. Usando o cálculo feito pelo
estudo The Age of Exabytes, em 2013 teríamos de ler quase
mil páginas por hora, ou 316 por minuto.
Se formos pensar em termos de notícias, fica claro,
sem precisar fazer exercícios matemáticos, que é impossível
a um ser humano se dizer bem informado hoje em dia se não
estiver conectado a uma ou mais redes. Não dá para ler
quatro edições completas de um grande jornal em um
minuto.
Internet: http://observatoriodaimprensa.com.br (com adaptações). Acesso em 13/2/2012.
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Por que motivo você liga o computador e acessa a
Internet? Pesquisa realizada pela agência americana Pew
Research Center concluiu que mais da metade dos jovens
fica on-line sem razão nenhuma, apenas para passar o
tempo. Entre os entrevistados de 18 a 29 anos, 53% se
encontram nessa situação.
O estudo descobriu que a quantidade de tempo que a
pessoa passa navegando na Web sem fazer nada está
relacionada à idade. Apenas 12% dos internautas maiores de
anos disseram que, no dia anterior à pesquisa, ligaram o
computador por nenhuma razão. Entre os entrevistados
de 50 a 64 anos, 27% declararam a mesma coisa.
Em termos gerais, 58% dos 2.260 entrevistados
afirmaram usar a Internet às vezes apenas para passar o
tempo ou divertir-se. A pesquisa, porém, não definiu quais
atividades se encaixam no termo “divertir-se”.
Internet: http://revistagalileu.globo.com (com adaptações). Acesso em 3/1/2012.
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Por que a crise atual é crise de humanidade? Porque
nela subjaz um conceito empobrecido de ser humano que só
considera um lado dele, seu lado de ego. O ser humano é
habitado por duas forças cósmicas: uma de autoafirmação
sem a qual ele desaparece. Aqui predomina o ego e a
competição. A outra é de integração em um todo maior sem o
qual também desaparece. Aqui prevalece o nós e a
cooperação. A vida só se desenvolve saudavelmente à
medida que se equilibram o ego com o nós, a competição
com a cooperação. Dando rédeas só à competição do ego,
anulando a cooperação, nascem as distorções a que
assistimos, levando à crise atual. Contrariamente, dando
espaço apenas ao nós sem o ego, gerou-se o socialismo
despersonalizante e a ruína que este provocou. Erros dessa
gravidade, nas condições atuais de interdependência de
todos com todos, podem nos liquidar. Como nunca antes
temos de nos orientar por um conceito adequado e integrador
do ser humano, por um lado individual-pessoal com direitos e
por outro social-comunitário com limites e deveres. Caso
contrário, nós nos atolaremos sempre nas crises que serão
menos econômico-financeiras e mais crises de humanidade.
Leonardo Boff. Crise de humanidade, 2008.
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O enquadramento fotográfico concretiza-se no plano. Este, por sua vez, pode ser construído de formas diferentes. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um tipo possível de plano e sua definição.
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Assinale a alternativa que se relaciona à política de formação e desenvolvimento de coleções.
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Com base nessa perspectiva, o professor passa a ser coparticipante do processo de ressignificação e modificação das queixas escolares. Em relação à atuação do psicólogo escolar no processo de intervenção e avaliação das queixas escolares, assinale a alternativa correta.
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