Foram encontradas 280 questões.
Na década de 1960, da imensidão do espaço, um astronauta ao contemplar o mundo constatou que apesar de tanta diversidade, envolta na atmosfera, a Terra é uniforme e azul. De longe, percebe-se só o azul. De perto, podemos ver o verde das florestas, o branco da areia, o azul do mar... A partir do lugar onde se está, há muitas formas diferentes de perceber a realidade. Não há um único ponto de vista que, isolado, possa explicar esta realidade. Assim, também, ocorre com as teorias voltadas para a educação. Nenhuma sozinha poderá dar respostas à diversidade de questões que se apresentam no ato de educar.
Disponível em: <http://www.multirio.rj.gov.br/cime/ME01/ME01_001.html>. Acesso em: 28 jul. 2009.
A metáfora acima pode nos ajudar a compreender os fundamentos teóricos da educação.
Analise as afirmativas abaixo.
I. Uma teoria abrangente e sólida pode explicar todas as lógicas da escola.
II. Não existe uma única teoria que, sozinha, responda a todas as questões que se colocam no interior da escola.
III. Cada professor precisará conhecer os limites e alcances de cada teoria para refletir sobre o seu próprio trabalho pedagógico.
IV. Nossa própria formação como educadores foi realizada de forma fragmentada, a partir de disciplinas com enfoques estanques, isolados: Psicologia, Sociologia, Filosofia, cada qual fazendo um determinado recorte para estudar como os seres humanos pensam, sentem e constroem significados.
V. A formação dos educadores no Brasil superou os dilemas e conflitos provocados pela fragmentação.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Analise as afirmativas abaixo.
Para a aplicação de defensivos agrícolas para o controle de pragas e doenças em olerícolas, devemos:
Para a aplicação de defensivos agrícolas para o controle de pragas e doenças em olerícolas, devemos:
I. misturar inseticida com fungicida para economizar aplicações.
II. fazer a pré-mistura dentro do pulverizador para evitar contaminação do solo e do aplicador.
III. na aplicação de inseticida de ação sistêmica, devemos molhar bem todas as partes do alvo (planta) para que os insetos possam ser controlados de forma adequada, evitando futuras aplicações.
IV. na aplicação de fungicidas, deve-se evitar molhar a parte inferior das folhas da planta para não desperdiçar o produto.
V. nos cultivos de cucurbitáceas em fase de floração, os inseticidas devem ser aplicados de preferência no final da tarde.
Assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com a ABNT/NBR14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.
( ) Fazem parte dos elementos sem título e sem indicativo numérico: a folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe.
( ) Anexo: Texto ou documento elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração.
( ) Apêndice: Texto ou documento não elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho.
( ) Glossário: Relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.
( ) Sumário: Enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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- Gerenciamento de MemóriaAlgoritmos de Substituição de Páginas
- Gerenciamento de ProcessosEscalonamento de Processos
- LinuxMemória no Linux
- WindowsGerenciamento de Memória no Windows
Sobre escalonamento/agendamento de processos em sistemas multiprocessados (SMP) ou com múltiplos núcleos (multi-core), assinale a alternativa que MELHOR descreve a estratégia de "afinidade de cache" (cache affinity).
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Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas abaixo.
O conceito de ______________ refere-se à relação entre o número de documentos relevantes recuperados pelo sistema e o número total de ___________________ contidos no sistema.
O conceito de ______________ refere-se à relação entre o número de documentos relevantes recuperados pelo sistema e o número total de ___________________ contidos no sistema.
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TEXTO 1
Além do sorriso e da gargalhada
Difícil não reconhecer que uma boa risada – de preferência daquelas que nos surpreendem pela sua intensidade – nos deixa mais leves, mesmo quando as coisas não vão bem. Um sorriso, em geral, quebra resistências (as próprias e as alheias). Não por acaso, durante uma briga de namorados aquele que consegue fazer os lábios do parceiro se moverem para cima com certeza conseguiu quebrar as resistências do outro – e está a caminho de conseguir uma trégua. A química cerebral está por trás da reconciliação: há uma descarga de endorfinas na corrente sanguínea quando rimos que chega aos centros de prazer cerebrais e os estimula.
Riso e bom humor são os temas da seção especial desta edição. Naturalmente os dois não são sinônimos e seria ingenuidade tomá-los assim. O primeiro, independentemente de sua intensidade, ocorre num momento específico, pontual. E não é novidade que pode ter vários sentidos; uma pessoa pode rir de maneira divertida, tímida, amedrontada, falsa, sarcástica ou até maldosa – quem não se lembra da gargalhada cruel da madrasta da Branca de Neve, por exemplo? Já o bom humor implica algo mais amplo, uma postura flexível e a capacidade de encontrar graça nas mais diferentes situações. Há, nessa forma de ver a vida, uma manifestação de inteligência, que nos permite reorganizar os mais diversos elementos de maneira criativa. Mas há, nesses dois temas, um ponto de convergência: o sistema cerebral “se diverte” quando percebe uma incongruência e consegue solucioná-la. Se isso se dá pontualmente, a expressão dessa excitação neural pode aparecer como um sorriso ou quiçá uma gargalhada. O cérebro curioso, disposto a levar “pequenos escorregões” e ser surpreendido, nem sempre ri de forma óbvia – mas vê o mundo como um lugar repleto de motivos para achar graça.
Uma discussão que vem à tona com frequência quando nos voltamos para a questão humor diz respeito à resiliência, uma espécie de equivalente psíquico da resistência física – que pode ser grande aliada no tratamento psicoterapêutico. Diante das adversidades, esse aspecto faz com que sejamos capazes de enfrentar frustrações e perdas. Não se trata de negar a dor ou tentar disfarçá-la – pelo contrário. A habilidade abarca justamente a possibilidade de reconhecer o sofrimento, mas não se deter nele. Carlos Drummond de Andrade deve ter razão: “... O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o coração continua. [...] Algumas palavras duras, em voz mansa, te golpearam. Nunca, nunca cicatrizaram. Mas e o humor?”
Boa leitura. Divirta-se.
Riso e bom humor são os temas da seção especial desta edição. Naturalmente os dois não são sinônimos e seria ingenuidade tomá-los assim. O primeiro, independentemente de sua intensidade, ocorre num momento específico, pontual. E não é novidade que pode ter vários sentidos; uma pessoa pode rir de maneira divertida, tímida, amedrontada, falsa, sarcástica ou até maldosa – quem não se lembra da gargalhada cruel da madrasta da Branca de Neve, por exemplo? Já o bom humor implica algo mais amplo, uma postura flexível e a capacidade de encontrar graça nas mais diferentes situações. Há, nessa forma de ver a vida, uma manifestação de inteligência, que nos permite reorganizar os mais diversos elementos de maneira criativa. Mas há, nesses dois temas, um ponto de convergência: o sistema cerebral “se diverte” quando percebe uma incongruência e consegue solucioná-la. Se isso se dá pontualmente, a expressão dessa excitação neural pode aparecer como um sorriso ou quiçá uma gargalhada. O cérebro curioso, disposto a levar “pequenos escorregões” e ser surpreendido, nem sempre ri de forma óbvia – mas vê o mundo como um lugar repleto de motivos para achar graça.
Uma discussão que vem à tona com frequência quando nos voltamos para a questão humor diz respeito à resiliência, uma espécie de equivalente psíquico da resistência física – que pode ser grande aliada no tratamento psicoterapêutico. Diante das adversidades, esse aspecto faz com que sejamos capazes de enfrentar frustrações e perdas. Não se trata de negar a dor ou tentar disfarçá-la – pelo contrário. A habilidade abarca justamente a possibilidade de reconhecer o sofrimento, mas não se deter nele. Carlos Drummond de Andrade deve ter razão: “... O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o coração continua. [...] Algumas palavras duras, em voz mansa, te golpearam. Nunca, nunca cicatrizaram. Mas e o humor?”
Boa leitura. Divirta-se.
(Adaptado de LEAL, G. Além do sorriso e da gargalhada. Mente & Cérebro, São Paulo, ano 16, n. 198, p. 3, jun. 2009)
TEXTO 2
Alimentos para o cérebro
Uma revisão de 160 artigos comprova que não só as experiências do dia a dia ajudam o cérebro a se desenvolver e se aperfeiçoar. Também o tipo de substrato orgânico da nossa dieta é crucial para a nossa inteligência aumentar. [...]
O estudioso Fernando Gómez-Pinilla descobriu que os ácidos graxos do tipo Ômega 3, encontrados no salmão, castanhas e kiwi, por exemplo, podem interferir positivamente na memória e auxiliam na melhora da depressão, esquizofrenia e demência. [...]
Um estudo de longa duração avaliou a saúde de indivíduos que vivem em uma vila isolada na Suíça, do seu nascimento à sua morte e toda a sua árvore genealógica, em um período superior a cem anos. Demonstrou que o tipo de alimento ingerido pode interferir até no funcionamento do cérebro de nossos descendentes, pois o número de indivíduos diabéticos e os casos de morte precoce aumentam nas gerações cujos avós paternos viveram em tempos de abundância.
Dietas ricas em gorduras trans, como frituras, salgadinhos e lanches com carne gorda e frita, atrapalham todas as funções intelectuais, portanto, deveriam ser evitadas, principalmente entre os mais jovens. [...]
Vários estudos comprovam a eficiência de suplementos vitamínicos como o ácido fólico e a vitamina E, capazes de atrasar o processo de declínio da função intelectual decorrente da idade e trauma cerebral, assim como o tempero indiano curry e o já referido Ômega 3. O curry é uma das explicações de a Índia ter um número proporcionalmente menor de doentes com demência do tipo Alzheimer.
Utilizar multivitamínicos pode não ter o mesmo resultado que a ingestão de alimentos ricos nesses elementos. A oferta in natura por uma dieta rica e variada é a melhor e a primeira escolha. Faça uma boa dieta, por você e até pela saúde dos seus netos.
O estudioso Fernando Gómez-Pinilla descobriu que os ácidos graxos do tipo Ômega 3, encontrados no salmão, castanhas e kiwi, por exemplo, podem interferir positivamente na memória e auxiliam na melhora da depressão, esquizofrenia e demência. [...]
Um estudo de longa duração avaliou a saúde de indivíduos que vivem em uma vila isolada na Suíça, do seu nascimento à sua morte e toda a sua árvore genealógica, em um período superior a cem anos. Demonstrou que o tipo de alimento ingerido pode interferir até no funcionamento do cérebro de nossos descendentes, pois o número de indivíduos diabéticos e os casos de morte precoce aumentam nas gerações cujos avós paternos viveram em tempos de abundância.
Dietas ricas em gorduras trans, como frituras, salgadinhos e lanches com carne gorda e frita, atrapalham todas as funções intelectuais, portanto, deveriam ser evitadas, principalmente entre os mais jovens. [...]
Vários estudos comprovam a eficiência de suplementos vitamínicos como o ácido fólico e a vitamina E, capazes de atrasar o processo de declínio da função intelectual decorrente da idade e trauma cerebral, assim como o tempero indiano curry e o já referido Ômega 3. O curry é uma das explicações de a Índia ter um número proporcionalmente menor de doentes com demência do tipo Alzheimer.
Utilizar multivitamínicos pode não ter o mesmo resultado que a ingestão de alimentos ricos nesses elementos. A oferta in natura por uma dieta rica e variada é a melhor e a primeira escolha. Faça uma boa dieta, por você e até pela saúde dos seus netos.
(Adaptado de TUMA, R. Alimentos para o cérebro. Carta na Escola, São Paulo, n. 29, p. 13, set. 2008)
Nas últimas frases dos textos 1 e 2, há as seguintes sugestões aos leitores:
Texto 1: “Divirta-se.”
Texto 2: “Faça uma boa dieta, por você e até pela saúde dos seus netos.”
Texto 2: “Faça uma boa dieta, por você e até pela saúde dos seus netos.”
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o modo verbal que foi utilizado.
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Assinale a alternativa CORRETA.
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais, os temas transversais devem ser trabalhados pelos professores com seus alunos, independentemente das disciplinas nas quais são especializados. Consideremos o tema ÉTICA. Os juízos éticos só podem ser fundamentados em acordos relativamente limitados e dinâmicos, definidos pelos grupos sociais. Um desses acordos aceitos por grande parte dos Estados modernos é a Declaração dos Direitos do Homem, da qual o Brasil é signatário. Dadas as suas características, tais acordos são insuficientes e, por isso mesmo:
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- Certificado DigitalAssinatura Digital
- CriptografiaCriptografia AssimétricaTroca de Chaves Diffie-Hellman
- CriptografiaCriptografia Simétrica
Sobre segurança, analise as seguintes afirmativas.
I. A criptografia simétrica é caracterizada por utilizar um par de chaves (uma pública e outra privada), sendo que a informação cifrada por uma chave só pode ser decifrada pela outra e viceversa.
II. Uma das preocupações envolvendo a criptografia de chaves públicas está relacionada a garantir a autenticidade de uma chave pública informada por uma determinada entidade.
III. O modelo de troca de chaves proposto por Diffie-Hellman utiliza chaves de sessão para troca segura de chaves públicas.
IV. A criptografia assimétrica, diferentemente da criptografia simétrica, pode ser usada para assinar documentos digitalmente.
V. A assinatura digital deve ser feita sobre todo o conteúdo da mensagem, pois de outra forma não seria possível garantir a autenticidade da mesma.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Para alcançar os objetivos fundamentais propostos na Constituição Federal de 1988, quais sejam, construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização; reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, o governo federal lançou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
Sobre o Plano de Desenvolvimento da Educação, analise as afirmativas abaixo.
Sobre o Plano de Desenvolvimento da Educação, analise as afirmativas abaixo.
I. as metas de qualidade para a educação básica que o PDE inclui contribuem para que as escolase Secretarias de Educação se organizem no atendimento aos alunos.
II. o PNE não conseguiu atingir suas metas e por isso foi substituído pelo PDE.
III. o IDEB é um dos indicadores de avaliação da educação básica criado pelo Plano Nacional de Educação.
IV. os eixos norteadores do PDE são a educação básica, a educação superior, a educação profissional e a alfabetização.
V. a Prova Brasil e o Educacenso são instrumentos de avaliação da qualidade da educação básica criados pelo PDE.
V. a Prova Brasil e o Educacenso são instrumentos de avaliação da qualidade da educação básica criados pelo PDE.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a finalidade da funcionalidade de journaling em sistemas de arquivos.
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Cadernos
Caderno Container