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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As surpreendentes vantagens de se andar com os pés descalços
Nas últimas décadas, o hábito de caminhar de pés descalços ganhou cada vez mais adeptos.
Enquanto alguns veem a moda como passageira, outros argumentam que é uma prática saudável, enraizada em nossa natureza.
Na verdade, muitos pais e mães de crianças que ainda não aprenderam a andar mostram grande preocupação com o desenvolvimento dos pés infantis, o que ajuda a explicar a ampla adoção, atualmente, do chamado calçado minimalista, aquele que proporciona uma experiência semelhante à de andar descalço, na idade pediátrica.
Andar descalço seria igualmente importante para os adultos? O pé não é simplesmente um elemento para caminhar e suportar o nosso peso. Ele é um complexo sistema biomecânico composto por vinte e oito ossos especializados em outras várias funções relacionadas à estabilidade, ao equilíbrio e à eficiência ao caminhar.
Em alguns centímetros quadrados, o pé assegura que possamos realizar uma atividade tão básica quanto nos deslocarmos de um lugar a outro. Além disso, a sola do pé tem quase tantas terminações nervosas quanto as das mãos e é uma grande reguladora da nossa postura e movimento.
Andar descalço por vontade própria não é uma invenção moderna. Algumas culturas antigas consideravam que, ao fazê-lo, era estabelecida uma conexão direta com a terra. No entanto, com a invenção do calçado, priorizou-se a proteção e o status em detrimento da naturalidade.
Nas sociedades modernas, o calçado é um elemento essencial de vestuário, tanto por razões de higiene quanto de posição social. Faz sentido, então, prescindir dele em muitos momentos?
As pesquisas científicas revelam que favoreceria a conexão com a natureza e, de um ponto de vista emocional, com nós mesmos.
No que diz respeito aos aspectos meramente físicos, há diferenças entre andar calçado ou de pés descalços, e sabe-se disso há algum tempo.
Já em 1905, o Dr. Phil Hoffman comparou os pés de pessoas que andavam descalças com os de quem usava calçados e encontrou grandes diferenças entre eles, tanto na forma quanto na função do pé. Uma revisão sistemática realizada em 2015 endossou os achados de Hoffman e detectou várias diferenças-chave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51nnlqq5yvo. adaptado.
Com alguns centímetros quadrados, os pés nos permitem muitas tarefas e algumas pessoas preferem caminhar ou correr sem calçado.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta sobre o desenvolvimento e a função dos pés.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As surpreendentes vantagens de se andar com os pés descalços
Nas últimas décadas, o hábito de caminhar de pés descalços ganhou cada vez mais adeptos.
Enquanto alguns veem a moda como passageira, outros argumentam que é uma prática saudável, enraizada em nossa natureza.
Na verdade, muitos pais e mães de crianças que ainda não aprenderam a andar mostram grande preocupação com o desenvolvimento dos pés infantis, o que ajuda a explicar a ampla adoção, atualmente, do chamado calçado minimalista, aquele que proporciona uma experiência semelhante à de andar descalço, na idade pediátrica.
Andar descalço seria igualmente importante para os adultos? O pé não é simplesmente um elemento para caminhar e suportar o nosso peso. Ele é um complexo sistema biomecânico composto por vinte e oito ossos especializados em outras várias funções relacionadas à estabilidade, ao equilíbrio e à eficiência ao caminhar.
Em alguns centímetros quadrados, o pé assegura que possamos realizar uma atividade tão básica quanto nos deslocarmos de um lugar a outro. Além disso, a sola do pé tem quase tantas terminações nervosas quanto as das mãos e é uma grande reguladora da nossa postura e movimento.
Andar descalço por vontade própria não é uma invenção moderna. Algumas culturas antigas consideravam que, ao fazê-lo, era estabelecida uma conexão direta com a terra. No entanto, com a invenção do calçado, priorizou-se a proteção e o status em detrimento da naturalidade.
Nas sociedades modernas, o calçado é um elemento essencial de vestuário, tanto por razões de higiene quanto de posição social. Faz sentido, então, prescindir dele em muitos momentos?
As pesquisas científicas revelam que favoreceria a conexão com a natureza e, de um ponto de vista emocional, com nós mesmos.
No que diz respeito aos aspectos meramente físicos, há diferenças entre andar calçado ou de pés descalços, e sabe-se disso há algum tempo.
Já em 1905, o Dr. Phil Hoffman comparou os pés de pessoas que andavam descalças com os de quem usava calçados e encontrou grandes diferenças entre eles, tanto na forma quanto na função do pé. Uma revisão sistemática realizada em 2015 endossou os achados de Hoffman e detectou várias diferenças-chave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51nnlqq5yvo. adaptado.
Na verdade, muitos pais e mães de crianças que ainda não aprenderam a andar mostram grande preocupação com o desenvolvimento dos pés infantis.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As surpreendentes vantagens de se andar com os pés descalços
Nas últimas décadas, o hábito de caminhar de pés descalços ganhou cada vez mais adeptos.
Enquanto alguns veem a moda como passageira, outros argumentam que é uma prática saudável, enraizada em nossa natureza.
Na verdade, muitos pais e mães de crianças que ainda não aprenderam a andar mostram grande preocupação com o desenvolvimento dos pés infantis, o que ajuda a explicar a ampla adoção, atualmente, do chamado calçado minimalista, aquele que proporciona uma experiência semelhante à de andar descalço, na idade pediátrica.
Andar descalço seria igualmente importante para os adultos? O pé não é simplesmente um elemento para caminhar e suportar o nosso peso. Ele é um complexo sistema biomecânico composto por vinte e oito ossos especializados em outras várias funções relacionadas à estabilidade, ao equilíbrio e à eficiência ao caminhar.
Em alguns centímetros quadrados, o pé assegura que possamos realizar uma atividade tão básica quanto nos deslocarmos de um lugar a outro. Além disso, a sola do pé tem quase tantas terminações nervosas quanto as das mãos e é uma grande reguladora da nossa postura e movimento.
Andar descalço por vontade própria não é uma invenção moderna. Algumas culturas antigas consideravam que, ao fazê-lo, era estabelecida uma conexão direta com a terra. No entanto, com a invenção do calçado, priorizou-se a proteção e o status em detrimento da naturalidade.
Nas sociedades modernas, o calçado é um elemento essencial de vestuário, tanto por razões de higiene quanto de posição social. Faz sentido, então, prescindir dele em muitos momentos?
As pesquisas científicas revelam que favoreceria a conexão com a natureza e, de um ponto de vista emocional, com nós mesmos.
No que diz respeito aos aspectos meramente físicos, há diferenças entre andar calçado ou de pés descalços, e sabe-se disso há algum tempo.
Já em 1905, o Dr. Phil Hoffman comparou os pés de pessoas que andavam descalças com os de quem usava calçados e encontrou grandes diferenças entre eles, tanto na forma quanto na função do pé. Uma revisão sistemática realizada em 2015 endossou os achados de Hoffman e detectou várias diferenças-chave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51nnlqq5yvo. adaptado.
Enquanto alguns veem a moda como passageira, outros argumentam que é uma prática saudável, enraizada em nossa natureza.
Em relação ao artigo simples, é correto afirmar que há:
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As surpreendentes vantagens de se andar com os pés descalços
Nas últimas décadas, o hábito de caminhar de pés descalços ganhou cada vez mais adeptos.
Enquanto alguns veem a moda como passageira, outros argumentam que é uma prática saudável, enraizada em nossa natureza.
Na verdade, muitos pais e mães de crianças que ainda não aprenderam a andar mostram grande preocupação com o desenvolvimento dos pés infantis, o que ajuda a explicar a ampla adoção, atualmente, do chamado calçado minimalista, aquele que proporciona uma experiência semelhante à de andar descalço, na idade pediátrica.
Andar descalço seria igualmente importante para os adultos? O pé não é simplesmente um elemento para caminhar e suportar o nosso peso. Ele é um complexo sistema biomecânico composto por vinte e oito ossos especializados em outras várias funções relacionadas à estabilidade, ao equilíbrio e à eficiência ao caminhar.
Em alguns centímetros quadrados, o pé assegura que possamos realizar uma atividade tão básica quanto nos deslocarmos de um lugar a outro. Além disso, a sola do pé tem quase tantas terminações nervosas quanto as das mãos e é uma grande reguladora da nossa postura e movimento.
Andar descalço por vontade própria não é uma invenção moderna. Algumas culturas antigas consideravam que, ao fazê-lo, era estabelecida uma conexão direta com a terra. No entanto, com a invenção do calçado, priorizou-se a proteção e o status em detrimento da naturalidade.
Nas sociedades modernas, o calçado é um elemento essencial de vestuário, tanto por razões de higiene quanto de posição social. Faz sentido, então, prescindir dele em muitos momentos?
As pesquisas científicas revelam que favoreceria a conexão com a natureza e, de um ponto de vista emocional, com nós mesmos.
No que diz respeito aos aspectos meramente físicos, há diferenças entre andar calçado ou de pés descalços, e sabe-se disso há algum tempo.
Já em 1905, o Dr. Phil Hoffman comparou os pés de pessoas que andavam descalças com os de quem usava calçados e encontrou grandes diferenças entre eles, tanto na forma quanto na função do pé. Uma revisão sistemática realizada em 2015 endossou os achados de Hoffman e detectou várias diferenças-chave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51nnlqq5yvo. adaptado.
Nas últimas décadas, o hábito de caminhar de pés descalços ganhou cada vez mais adeptos.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As surpreendentes vantagens de se andar com os pés descalços
Nas últimas décadas, o hábito de caminhar de pés descalços ganhou cada vez mais adeptos.
Enquanto alguns veem a moda como passageira, outros argumentam que é uma prática saudável, enraizada em nossa natureza.
Na verdade, muitos pais e mães de crianças que ainda não aprenderam a andar mostram grande preocupação com o desenvolvimento dos pés infantis, o que ajuda a explicar a ampla adoção, atualmente, do chamado calçado minimalista, aquele que proporciona uma experiência semelhante à de andar descalço, na idade pediátrica.
Andar descalço seria igualmente importante para os adultos? O pé não é simplesmente um elemento para caminhar e suportar o nosso peso. Ele é um complexo sistema biomecânico composto por vinte e oito ossos especializados em outras várias funções relacionadas à estabilidade, ao equilíbrio e à eficiência ao caminhar.
Em alguns centímetros quadrados, o pé assegura que possamos realizar uma atividade tão básica quanto nos deslocarmos de um lugar a outro. Além disso, a sola do pé tem quase tantas terminações nervosas quanto as das mãos e é uma grande reguladora da nossa postura e movimento.
Andar descalço por vontade própria não é uma invenção moderna. Algumas culturas antigas consideravam que, ao fazê-lo, era estabelecida uma conexão direta com a terra. No entanto, com a invenção do calçado, priorizou-se a proteção e o status em detrimento da naturalidade.
Nas sociedades modernas, o calçado é um elemento essencial de vestuário, tanto por razões de higiene quanto de posição social. Faz sentido, então, prescindir dele em muitos momentos?
As pesquisas científicas revelam que favoreceria a conexão com a natureza e, de um ponto de vista emocional, com nós mesmos.
No que diz respeito aos aspectos meramente físicos, há diferenças entre andar calçado ou de pés descalços, e sabe-se disso há algum tempo.
Já em 1905, o Dr. Phil Hoffman comparou os pés de pessoas que andavam descalças com os de quem usava calçados e encontrou grandes diferenças entre eles, tanto na forma quanto na função do pé. Uma revisão sistemática realizada em 2015 endossou os achados de Hoffman e detectou várias diferenças-chave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51nnlqq5yvo. adaptado.
Em alguns centímetros quadrados, o pé assegura que possamos realizar uma atividade tão básica quanto nos deslocarmos de um lugar a outro.
O vocábulo que, nesta frase, comporta-se morfologicamente como pronome é:
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De acordo com a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, as medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas pelo juiz, a requerimento:
I.Do Ministério Público.
II.A pedido da ofendida.
III.A pedido da sociedade.
É CORRETO o que se afirma em:
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De acordo com a Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, são receitas que compõe o orçamento da Seguridade Social, no âmbito federal:
I.Receitas da União.
II.Receitas das contribuições sociais.
III.Receitas de outras fontes.
É CORRETO o que se afirma em:
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De acordo com a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, em casos de atendimento pela autoridade policial, o pedido da ofendida tomado a termo, deverá conter:
I.Qualificação da ofendida e do agressor.
II.Gênero e religião dos dependentes.
III.Descrição redundante do fato e das medidas protetivas solicitadas pela ofendida.
É CORRETO o que se afirma em:
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Assinale a alternativa que corresponde ao responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras da Seguridade Social, quando decorrentes do pagamento de benefícios de prestação continuada da Previdência Social, na forma da Lei Orçamentária Anual, de acordo com a Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991.
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Conforme estabelecido na Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 a criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. Assegurando-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, em condições de liberdade e de dignidade, a fim de lhes facultar o desenvolvimento:
I.Físico.
II.Mental.
III.Imoral.
IV.Espiritual.
V.Social.
É CORRETO o que se afirma em:
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