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Antigamente, as pessoas acreditavam que no reino das estrelas e dos planetas as leis eram diferentes das leis na Terra. Diziam que a gravidade terrestre só atuava na Terra e a gravidade celeste só atuava no céu, e que as forças que agiam na Terra e no céu não se relacionavam umas com a outras, ou seja, não havia qualquer relação entre um planeta em órbita em torno do Sol e um objeto caindo de uma certa altura aqui na Terra. Newton descobriu que esses dois fenômenos são análogos. Hoje, um grande número de observações pode ser explicado por meio de suas leis.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item que se segue.
Considerando que uma estrela anã branca possua 107 m de raio e 2 × 1030 kg de massa, e que a constante de gravitação universal seja igual a 6,7 × 10-11 N.m2.kg-2, é correto concluir que o campo gravitacional dessa estrela será superior a 1,2 × 106 N/kg.
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Antigamente, as pessoas acreditavam que no reino das estrelas e dos planetas as leis eram diferentes das leis na Terra. Diziam que a gravidade terrestre só atuava na Terra e a gravidade celeste só atuava no céu, e que as forças que agiam na Terra e no céu não se relacionavam umas com a outras, ou seja, não havia qualquer relação entre um planeta em órbita em torno do Sol e um objeto caindo de uma certa altura aqui na Terra. Newton descobriu que esses dois fenômenos são análogos. Hoje, um grande número de observações pode ser explicado por meio de suas leis.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item que se segue.
O fato de o índice de refração do ar mudar com a temperatura está relacionado com o fenômeno de cintilação das estrelas. Em consequência da turbulência da atmosfera, a posição da estrela parece mudar ligeiramente com o tempo, o que faz a sua imagem cintilar.
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Com relação a noções de informática, julgue o item que se segue.
No Word 2003, caso um trecho de texto esteja selecionado, e não esteja sublinhado nem formatado em itálico, ao se clicar o botão
, será aplicado itálico a esse trecho de texto, e, ao se clicar, em seguida, o botão
, esse trecho será sublinhado. Se, após essas operações, o botão
for novamente clicado, a formatação em itálico será desfeita, mas o trecho permanecerá sublinhado.
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Um especialista está estudando as confiabilidades associadas ao sistema A, aqui denominado “sistema dois em série com dois em paralelo”. Conforme a figura acima, o sistema A é composto por dois subsistemas B e C em série, sendo B e C compostos por itens em paralelo na condição de redundância ativa, respectivamente, B1 e B2 em B, e C1 e C2 em C. RA representa a confiabilidade do sistema A, RB e RC representam as respectivas confiabilidades dos subsistemas B e C, enquanto que RB1, RB2, RC1 e RC2 expressam, respectivamente, as confiabilidades (menores que 1) de cada item dos subsistemas B e C.
Com base nessa situação e considerando todos os eventos envolvidos nos cálculos de probabilidades do sistema A e seus componentes como estatisticamente independentes, julgue o item a seguir.
Se RB2 = RB1 > RC2 = RC1, então a confiabilidade RB do subsistema B será sempre maior que a confiabilidade RC do subsistema C.
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Um especialista foi contratado para elaborar parecer acerca da confiabilidade dos sistemas A e B, cujos esquemas estão ilustrados na figura acima. Conforme a figura, o sistema A é composto por três cópias idênticas, A1, A2 e A3, de um mesmo componente em paralelo, de igual confiabilidade RA. De forma análoga, duas cópias idênticas B1 e B2, de igual confiabilidade RB, compõem o sistema B. Com relação à ocorrência de falhas nos componentes A1, A2, A3, B1 e B2, é válido considerar os intervalos entre falhas independentes e identicamente distribuídos exponencialmente, com tempo médio entre falhas de 60 horas no caso dos componentes A1, A2 e A3.
Considerando que os eventos envolvidos nos cálculos de probabilidades sejam estatisticamente independentes, em relação às confiabilidades de A e de B, julgue o próximo item.
Caso o tempo médio entre falhas para as duas unidades do sistema B também seja de 60 horas, então o tempo médio entre falhas do sistema B, na condição de redundância em espera da cópia B2, será maior que o tempo médio entre falhas do sistema A, na condição de redundância ativa para as cópias A2 e A3.
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O sistema S, que possui s itens idênticos, operando simultaneamente em série, funciona somente quando todos os s itens estiverem funcionando. O sistema P, de p itens idênticos, operando simultaneamente em paralelo, funciona quando pelo menos um dos p itens estiver funcionando. Considerando que RS e RP representem, respectivamente, as confiabilidades dos sistemas S e P, e RS1 e RP1, as respectivas confiabilidades de cada item dos sistemas S e P, e, ainda, que todos os eventos envolvidos nos cálculos de probabilidades dos sistemas S e P sejam estatisticamente independentes, é correto afirmar que
para s = p = 1, RS = RP sempre que RP1 = RS1.
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Os componentes básicos de um sistema de iluminação de segurança são: fonte principal de energia, fonte secundária de energia, lâmpadas incandescentes de iluminação, relés, disjuntores e interruptores. Para analisar possíveis efeitos de falhas no sistema, foi elaborada a tabela de análise de modos e efeitos de falhas — failure modes and effect analysis (FMEA). Parte dessa tabela, referente ao componente fonte principal de energia elétrica, de responsabilidade da concessionária de energia elétrica, está mostrada abaixo. As posições M1 e M2, da coluna modo de falha, bem como as posições D1, da coluna índice de detecção, e G2, da coluna índice de gravidade, não estão preenchidas.

Com relação ao conteúdo das posições M1, M2, D1 e G2, julgue o item subsequente.
O modo de falha M1 indica que a voltagem é muito elevada.
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Texto para o item
Um especialista em confiabilidade analisa a ocorrência de colisão entre dois veículos, 1 e 2, em um cruzamento controlado por um semáforo, decorrente apenas de falha em um dos veículos ou no semáforo. Como item de segurança, o semáforo tem duas fontes de alimentação elétrica: concessionária de energia elétrica (fonte principal) e bateria (fonte secundária), projetada para entrar em funcionamento sempre que faltar energia da concessionária (condição de redundância em espera). Como ferramenta de análise dessa colisão, denominada evento de topo (ET), com probabilidade de ocorrência P(ET), o especialista preparou a árvore de falhas mostrada abaixo, com a seguinte notação para as probabilidades de ocorrência dos eventos associados às falhas primárias, contidos em círculos: H1 → P(H1); M1 → P(M1); E1 → P(E1); H2 → P(H2); M2 → P(M2); E2 → P(E2); FP → P(FP); FB → P(FB); FI → P(FI). As probabilidades de ocorrência dos eventos intermediários na árvore, contidos nos retângulos, são denotadas por: T1 → P(T1); V1 → P(V1); T2 → P(T2); V2 → P(V2); V → P(V); AE → P(AE); S → P(S).

Com relação à árvore de falhas na situação descrita no texto, julgue o item a seguir.
Caso a porta lógica abaixo do evento “V1→falha no veículo 1” passe de OU para E, o número de caminhos de corte mínimo diminuirá.
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Texto para o item
Um especialista em confiabilidade analisa a ocorrência de colisão entre dois veículos, 1 e 2, em um cruzamento controlado por um semáforo, decorrente apenas de falha em um dos veículos ou no semáforo. Como item de segurança, o semáforo tem duas fontes de alimentação elétrica: concessionária de energia elétrica (fonte principal) e bateria (fonte secundária), projetada para entrar em funcionamento sempre que faltar energia da concessionária (condição de redundância em espera). Como ferramenta de análise dessa colisão, denominada evento de topo (ET), com probabilidade de ocorrência P(ET), o especialista preparou a árvore de falhas mostrada abaixo, com a seguinte notação para as probabilidades de ocorrência dos eventos associados às falhas primárias, contidos em círculos: H1 → P(H1); M1 → P(M1); E1 → P(E1); H2 → P(H2); M2 → P(M2); E2 → P(E2); FP → P(FP); FB → P(FB); FI → P(FI). As probabilidades de ocorrência dos eventos intermediários na árvore, contidos nos retângulos, são denotadas por: T1 → P(T1); V1 → P(V1); T2 → P(T2); V2 → P(V2); V → P(V); AE → P(AE); S → P(S).

A partir da situação descrita no texto, considere que, buscando um bom entendimento da situação, o especialista tenha elaborado o diagrama de blocos de confiabilidade mostrado abaixo, com a seguinte notação para os respectivos blocos de confiabilidade: H1 → RH1; M1 → RM1; E1 → RE1; T1 → RT1; V1 → RV1; H2 → RH2; M2 → RM2; E2 → RE2; T2 → RT2; V2 → RV2; V → RV; FP → RFP; FB → RFB; AE → RAE; FI → RFI; S → RS; ET → RET.

Com relação à situação apresentada, julgue o item a seguir.
Existem nove caminhos de corte mínimo.
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A denominada curva da banheira, mostrada acima, ilustra a confiabilidade como “filme da operação do dia-a-dia”, válida para muitos sistemas e componentes mecânicos e eletrônicos não-reparáveis. A personagem principal desse filme é a função taxa condicional de falha, denotada por h(t), também conhecida como taxa de falha ou taxa de risco. A função h(t) é descrita como a taxa instantânea de falha para determinado sistema ou componente em bom funcionamento no instante t, ou seja, a probabilidade condicional de falha no instante imediatamente posterior a t, dado que o sistema não falhou antes de t. Quanto ao roteiro definido para a montagem da curva da banheira, devem ser tomadas como base as taxas de falha, empiricamente calculadas ao longo da vida útil de muitas unidades desses respectivos sistemas e componentes que no instante inicial de operação estavam em conformidade com as especificações de funcionamento.
Para um sistema eletrônico que apresenta a curva da banheira mostrada na figura, obtida de acordo com este roteiro, é correto afirmar que a probabilidade de ocorrer falha no sistema no instante tX, caso ele estivesse em operação no instante imediatamente anterior a tX, é
50% maior que essa probabilidade para !$ t_X=\large{(t_1+t_2) \over 2} !$.
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