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Foram encontradas 147 questões.

2707512 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

Quando as 5 mil pequenas lâmpadas iluminaram a fachada do Palácio da Eletricidade, por ocasião da inauguração da Exposição Universal de Paris (1900), causando assombro à multidão que assistia ao espetáculo, comprovou-se o triunfo daciência e a soberania da máquina. A luz vencera o limite da noite e instaurava as 24 horas como o novo tempo da cidade.

A arte afastava-se do mundo burguês à procura de nova clientela, capaz de um ato de fruição total. Era preciso tornar-se autêntica e, para isso, ela precisava eliminar dos seus efeitos específicos quaisquer outros que pudessem ter sido tomados por empréstimo. Era necessário tornar-se “autárquica”, “pura”.

A busca incessante dessa pureza motivou os artistas do início do século XX, o que resultou na produção de obras que deram corpo a uma notável revolução cultural.

P. E. Grinberg e A. A. Luz. Revoluções artístico-culturais no século XX. In: F. C. Teixeira da Silva (coord.). Século sombrio: guerras e revoluções do século XX. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (com adaptações).

Tomando o texto como referência inicial e considerando o cenário econômico mundial na passagem do século XIX ao século XX, julgue (C ou E) o próximo item.

Assinada pelo Papa Leão XIII em 1891, a encíclica Rerum Novarum, primeira grande manifestação oficial da Igreja Católica para a elaboração de uma doutrina social-cristã, ao mesmo tempo em que atacava firmemente os excessos da exploração capitalista, expressava sutil apoio às teses socialistas.

 

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2707511 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

Quando as 5 mil pequenas lâmpadas iluminaram a fachada do Palácio da Eletricidade, por ocasião da inauguração da Exposição Universal de Paris (1900), causando assombro à multidão que assistia ao espetáculo, comprovou-se o triunfo daciência e a soberania da máquina. A luz vencera o limite da noite e instaurava as 24 horas como o novo tempo da cidade.

A arte afastava-se do mundo burguês à procura de nova clientela, capaz de um ato de fruição total. Era preciso tornar-se autêntica e, para isso, ela precisava eliminar dos seus efeitos específicos quaisquer outros que pudessem ter sido tomados por empréstimo. Era necessário tornar-se “autárquica”, “pura”.

A busca incessante dessa pureza motivou os artistas do início do século XX, o que resultou na produção de obras que deram corpo a uma notável revolução cultural.

P. E. Grinberg e A. A. Luz. Revoluções artístico-culturais no século XX. In: F. C. Teixeira da Silva (coord.). Século sombrio: guerras e revoluções do século XX. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (com adaptações).

Considerando-se os dados estritamente cronológicos, a exposição a que se refere o texto III ocorreu no último ano do século XIX. Tempo das revoluções, como é conhecido, o século XIX é também assinalado por grandes representações, a exemplo do industrialismo, do liberalismo, do nacionalismo e do socialismo. Julgue (C ou E) o item a seguir, relativos ao quadro revolucionário de fins do século XVIII e da primeira metade do século XIX.

Pode-se afirmar que o processo revolucionário vivido pela Europa Ocidental apresentava, até 1848, clara simetria entre suas duas frentes — a econômica, representada pela Revolução Industrial, e a política, representada pelas revoluções liberais. A partir de 1848, a unidade se rompeu, e a bandeira do liberalismo burguês assumiu contornos cada vez mais conservadores.

 

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2707510 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

Quando as 5 mil pequenas lâmpadas iluminaram a fachada do Palácio da Eletricidade, por ocasião da inauguração da Exposição Universal de Paris (1900), causando assombro à multidão que assistia ao espetáculo, comprovou-se o triunfo daciência e a soberania da máquina. A luz vencera o limite da noite e instaurava as 24 horas como o novo tempo da cidade.

A arte afastava-se do mundo burguês à procura de nova clientela, capaz de um ato de fruição total. Era preciso tornar-se autêntica e, para isso, ela precisava eliminar dos seus efeitos específicos quaisquer outros que pudessem ter sido tomados por empréstimo. Era necessário tornar-se “autárquica”, “pura”.

A busca incessante dessa pureza motivou os artistas do início do século XX, o que resultou na produção de obras que deram corpo a uma notável revolução cultural.

P. E. Grinberg e A. A. Luz. Revoluções artístico-culturais no século XX. In: F. C. Teixeira da Silva (coord.). Século sombrio: guerras e revoluções do século XX. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (com adaptações).

Na segunda metade do século XIX, o imperialismo — inclusive por sua vertente neocolonialista — atesta o grau de desenvolvimento do capitalismo e sua incessante busca de conquista dos mercados mundiais. A respeito desse processo de expansão, julgue (C ou E) o item seguinte.

Foge aos padrões tradicionais a forma pela qual o Japão reagiu às pressões externas para que abrisse seu mercado ao comércio internacional. A Era Meiji, iniciada nesse contexto de expansão do capitalismo, significou a decisão de se proceder à modernização do país, inserindo-o na nova economia mundial, sem que se abdicasse da soberania.

 

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2707509 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

À época da independência, a economia colonial podia ser descrita de maneira simplificada. Era composta por: latifúndios voltados para a produção de mercadorias exportáveis, como o açúcar, o tabaco, o algodão; fazendas dedicadas à produção para o mercado interno (feijão, arroz, milho) e à criação de gado, estas sobretudo no norte e no sul; e centros mineradores já em fase de decadência. Acrescente-se, ainda, grande número de pequenas propriedades voltadas para a agricultura e a pecuária de subsistência. Nas cidades costeiras, capitais de províncias, predominavam o grande e o pequeno comércio. Os comerciantes mais ricos eram os que se dedicavam ao tráfico de escravos.

A única alteração importante nessa economia deu-se com o desenvolvimento da cultura do café. Já na década de 30, o produto assumira o primeiro lugar nas exportações. Mas o café não mudou o padrão econômico anterior: era também um produto de exportação baseado no trabalho escravo. Esse modelo sobreviveu ainda por mais cem anos. Só começou a ser desmontado após 1930. As conseqüências da hegemonia do café foram principalmente políticas. O fato de se ter ela estabelecido a partir do Rio de Janeiro ajudou a consolidar o novo governo do país, sediado nesta província. Se não fosse a coincidência do centro político com o centro econômico, os esforços da elite política para manter a unidade do país poderiam ter fracassado.

J. M. de Carvalho. Fundamentos da política e da sociedade brasileiras. In: L. Avelar e A. O. Cintra (orgs.). Sistema político brasileiro: uma introdução. Rio de Janeiro: Fundação Konrad-Adenauer-Stiftung; São Paulo: Fundação UNESP, 2004, p. 23.

Segundo o texto, a única alteração importante verificada no cenário econômico colonial, à época da independência, foi o desenvolvimento da cultura do café. A propósito desse e de outros aspectos relativos ao sentido histórico dos acontecimentos de 1822, assinale a opção correta.

 

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2707508 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

Os acontecimentos que convulsionaram o país na primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os atos de força que depuseram Goulart não podem ser adequadamente compreendidos sem que se leve em conta o processo de transformação experimentado pelo Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas 1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa modernização foi bastante impulsionada na segunda metade da década de 50: era o desenvolvimentismo dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e consagrado pelo lema “50 anos em 5”.

Nessa conjuntura, a Política Externa Independente refletia um quadro internacional favorável à obtenção de margens mais amplas de autonomia por parte das áreas periféricas — com a consolidação das independências na Ásia, o surto de descolonização na África e o advento de novas posições (pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo, pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo — e, ante a acentuada radicalização interna, passou a ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.

A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).

Considerando a conjuntura apresentada no texto, verifica-se que, passados cerca de trinta anos, a realidade mundial era muito distinta da existente naqueles convulsionados anos 60. No que concerne ao novo quadro histórico que começou a ser consolidado na década de 80 do século XX, julgue (C ou E) o item que se segue.

Em uma economia que mais e mais aprofundava seu caráter global, a formação de blocos regionais e continentais passou a ser uma tendência, o que se justifica, entre outras motivações, pela necessidade de juntar forças para a atuação em um mercado acentuadamente competitivo.

 

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2707507 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

À época da independência, a economia colonial podia ser descrita de maneira simplificada. Era composta por: latifúndios voltados para a produção de mercadorias exportáveis, como o açúcar, o tabaco, o algodão; fazendas dedicadas à produção para o mercado interno (feijão, arroz, milho) e à criação de gado, estas sobretudo no norte e no sul; e centros mineradores já em fase de decadência. Acrescente-se, ainda, grande número de pequenas propriedades voltadas para a agricultura e a pecuária de subsistência. Nas cidades costeiras, capitais de províncias, predominavam o grande e o pequeno comércio. Os comerciantes mais ricos eram os que se dedicavam ao tráfico de escravos.

A única alteração importante nessa economia deu-se com o desenvolvimento da cultura do café. Já na década de 30, o produto assumira o primeiro lugar nas exportações. Mas o café não mudou o padrão econômico anterior: era também um produto de exportação baseado no trabalho escravo. Esse modelo sobreviveu ainda por mais cem anos. Só começou a ser desmontado após 1930. As conseqüências da hegemonia do café foram principalmente políticas. O fato de se ter ela estabelecido a partir do Rio de Janeiro ajudou a consolidar o novo governo do país, sediado nesta província. Se não fosse a coincidência do centro político com o centro econômico, os esforços da elite política para manter a unidade do país poderiam ter fracassado.

J. M. de Carvalho. Fundamentos da política e da sociedade brasileiras. In: L. Avelar e A. O. Cintra (orgs.). Sistema político brasileiro: uma introdução. Rio de Janeiro: Fundação Konrad-Adenauer-Stiftung; São Paulo: Fundação UNESP, 2004, p. 23.

Tendo por referência o texto e considerando a evolução do processo histórico do Brasil, julgue (C ou E) o item seguinte.

As riquezas geradas pelo café foram importantes para que se assegurasse a estabilidade política do Império, particularmente visível entre 1850 e 1870, além de respaldarem os investimentos no país e os empréstimos contraídos no exterior.

 

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2707506 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

O período que se seguiu à Grande Guerra pode ser decomposto em três grandes fatias: de 1919 a 1924–28, quando todos os países europeus procuraram liquidar os resquícios deixados pela guerra e voltar às condições econômicas normais, equivale dizer, às condições dominantes em 1914; de 1924–28 a 1931–33, com o grande surto de prosperidade, que trazia, no seu bojo, os elementos da crise detonada
nos EUA em 1929; de 1932–33 a 1939, quando os governos se empenharam no esforço coletivo para superar a crise, desenvolvendo práticas intervencionistas não adotadas até então.

J . J. de Arruda. A crise do capitalismo. D. A. Reis Filho, J. Ferreira, C. Zenha (orgs.). In: O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 22 (com adaptações).

Não são poucos os historiadores que vêem na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) o fim do historicamente longo século XIX. Quer pela complexidade de suas causas, quer por seus efeitos profundos, um dos quais a vitória bolchevique na Rússia, a Grande Guerra assinala o epílogo de uma era e o início propriamente dito do século XX.A esse respeito, julgue (C ou E) o item seguinte.

Impulsionada pelas circunstâncias da guerra, que explicitaram ainda mais a grave situação interna da Rússia, a Revolução Russa de 1917 significou a primeira grande fissura na unidade capitalista que a Revolução Industrial e as revoluções liberais burguesas haviam começado a edificar desde as últimas décadas do século XVIII.

 

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2707505 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

O Estado-nação brasileiro tem suas raízes na expansão mercantil-colonial européia do século XVI. Naquele momento histórico, as burguesias mercantis, aliadas às monarquias, sobretudo portuguesa e espanhola, empreendiam a busca, para além-mar, do ouro, da prata ou de produtos que, de alto valor comercial nos mercados europeus, pudessem ser transacionados com muito lucro. O pau-brasil, que abundava em nossas florestas tropicais, ao longo da costa atlântica, foi o primeiro alvo do saque aos recursos naturais, até então manejados por diversos povos indígenas nômades e seminômades. Ironicamente, a espécie que acabou por dar origem ao nome do país tornou-se a primeira vítima: o pau-brasil, madeira de coloração avermelhada que os europeus utilizavam na produção de tinturas, hoje só existe nos jardins e museus botânicos.

Carlos Walter Porto Gonçalves. Formação sócio-espacial e questão ambiental no Brasil. In: Berta K. Becker et al. (org.). Geografia e meio ambiente no Brasil. 3.ª ed. São Paulo: Ana Blume – Hucitec, 2002, p. 312 (com adaptações).

Partindo do tema tratado no texto e considerando o início do processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) o item subseqüente.

A colonização portuguesa processou-se conforme os padrões da época, ou seja, transferiu-se à iniciativa privada toda a responsabilidade de promover a ocupação da terra, defendê-la e fazê-la produzir. Essa situação, marcada pela ausência do Estado no empreendimento colonial, perdurou até o momento da independência.

 

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2707504 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
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Quando as 5 mil pequenas lâmpadas iluminaram a fachada do Palácio da Eletricidade, por ocasião da inauguração da Exposição Universal de Paris (1900), causando assombro à multidão que assistia ao espetáculo, comprovou-se o triunfo daciência e a soberania da máquina. A luz vencera o limite da noite e instaurava as 24 horas como o novo tempo da cidade.

A arte afastava-se do mundo burguês à procura de nova clientela, capaz de um ato de fruição total. Era preciso tornar-se autêntica e, para isso, ela precisava eliminar dos seus efeitos específicos quaisquer outros que pudessem ter sido tomados por empréstimo. Era necessário tornar-se “autárquica”, “pura”.

A busca incessante dessa pureza motivou os artistas do início do século XX, o que resultou na produção de obras que deram corpo a uma notável revolução cultural.

P. E. Grinberg e A. A. Luz. Revoluções artístico-culturais no século XX. In: F. C. Teixeira da Silva (coord.). Século sombrio: guerras e revoluções do século XX. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (com adaptações).

Tomando o texto como referência inicial e considerando o cenário econômico mundial na passagem do século XIX ao século XX, julgue (C ou E) o próximo item.

As últimas décadas do século XIX assistiram à disseminação da crença burguesa em um progresso ilimitado, do qual as exposições universais — tal como a citada no texto — eram símbolos poderosos.

 

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2707503 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

Os acontecimentos que convulsionaram o país na primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os atos de força que depuseram Goulart não podem ser adequadamente compreendidos sem que se leve em conta o processo de transformação experimentado pelo Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas 1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa modernização foi bastante impulsionada na segunda metade da década de 50: era o desenvolvimentismo dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e consagrado pelo lema “50 anos em 5”.

Nessa conjuntura, a Política Externa Independente refletia um quadro internacional favorável à obtenção de margens mais amplas de autonomia por parte das áreas periféricas — com a consolidação das independências na Ásia, o surto de descolonização na África e o advento de novas posições (pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo, pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo — e, ante a acentuada radicalização interna, passou a ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.

A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).

Considerando a conjuntura apresentada no texto, verifica-se que, passados cerca de trinta anos, a realidade mundial era muito distinta da existente naqueles convulsionados anos 60. No que concerne ao novo quadro histórico que começou a ser consolidado na década de 80 do século XX, julgue (C ou E) o item que se segue.

Há consenso entre os especialistas para explicar as dificuldades aparentemente intransponíveis encontradas pela União Européia (UE) em seu esforço para se transformar em um bloco continental poderoso. Para esses observadores, a falha da UE consistiu em voltar-se exclusivamente para as questões econômicas, deixando de lado aspectos políticos, sociais e culturais.

 

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