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1339273 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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São descritos três experimentos (I, II e III) utilizando-se em cada um 30 mL de uma solução aquosa saturada, com corpo de fundo de cloreto de prata, em um béquer de 50 mL a 25 °C e 1 atm:
I. Adiciona-se certa quantidade de uma solução aquosa 1 mol.!$ L^{-1} !$ em cloreto de sódio.
II. Borbulha-se sulfeto de hidrogênio gasoso na solução por certo período de tempo.
III. Adiciona-se certa quantidade de uma solução aquosa 1 mol.!$ L^{-1} !$ em nitrato de prata.
Em relação aos resultados observados após atingir o equilíbrio, assinale a opção que apresenta o(s) experimento(s) no(s) qual(is) houve aumento da quantidade de sólido.
 

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1339268 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Moradores de Higienópolis admitiram ao jornal Folha de S. Pauloque a abertura de uma estação de metrô na avenida Angélica traria “gente diferenciada” ao bairro. Não é difícil imaginar que alguns vizinhos do Morumbi compartilhem esse medo e prefiram o isolamento garantido com a inexistência de transporte público de massa por ali.
Mas à parte o gosto exacerbado dos paulistanos por levantar muros, erguer fortalezas e se refugiar em ambientes distantes do Brasil real, o poder público não fez a sua parte em desmentir que a chegada do transporte de massas não degrade a paisagem urbana.
Enrique Peñalosa, ex-prefeito de Bogotá, na Colômbia, e grande especialista em transporte coletivo, diz que não basta criar corredores de ônibus bem asfaltados e servidos por diversas linhas. Abrigos confortáveis, boa iluminação, calçamento, limpeza e paisagismo que circundam estações de metrô ou pontos de ônibus precisam mostrar o status que o transporte público tem em uma determinada cidade.
Se no entorno do ponto de ônibus, a calçada está esburacada, há sujeira e a escuridão afugenta pessoas à noite, é normal que moradores não queiram a chegada do transporte de massa.
A instalação de linhas de monotrilho ou de corredores de ônibus precisa vitaminar uma área, não destruí-la.
Quando as grades da Nove de Julho foram retiradas, a avenida ficou menos tétrica, quase bonita. Quando o corredor da Rebouças fez pontos muito modestos, que acumulam diversos ônibus sem dar vazão a desembarques, a imagem do engarrafamento e da bagunça vira um desastre de relações públicas.
Em Istambul, monotrilhos foram instalados no nível da rua, como os “trams” das cidades alemãs e suíças. Mesmo em uma cidade de 16 milhões de habitantes na Turquia, país emergente como o Brasil, houve cuidado com os abrigos feitos de vidro, com os bancos caprichados – em formato de livro –e com a iluminação. Restou menos espaço para os carros porque a idéia ali era tentar convencer na marra os motoristas a deixarem mais seus carros em casa e usarem o transporte público.
Se os monotrilhos do Morumbi, de fato, se parecerem com um Minhocão*, o Godzilla do centro de São Paulo, os moradores deveriam protestar, pedindo melhorias no projeto, detalhamento dos materiais, condições e impacto dos trilhos na paisagem urbana. Se forem como os antigos bondes, ótimo.
Mas se os moradores simplesmente recusarem qualquer ampliação do transporte público, que beneficiará diretamente os milhares de prestadores de serviço que precisam trabalhar na região do Morumbi, vai ser difícil acreditar que o problema deles não seja a gente diferenciada que precisa circular por São Paulo.
(Raul Justes Lores. Folha de S. Paulo, 07/10/2010. Adaptado.)
(*) Elevado Presidente Costa e Silva, ou Minhocão, é uma via expressa que liga o Centro à Zona Oeste da cidade de São Paulo.
O fato de parte de moradores de Higienópolis recusar a instalação de uma nova estação de metrô na avenida Angélica é justificável, uma vez que
 

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1339267 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Uma amostra de !$ 2 !$x!$ 10^{-2} !$!$ g !$ de um determinado composto orgânico é dissolvida em 300 !$ mL !$ de água a 25 °C, resultando numa solução de pressão osmótica 0,027 atm. Pode-se afirmar, então, que o composto orgânico é o(a)
 

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1339262 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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enunciado 2151299-1
Time, May 24, 2010. Adaptado.
A opção que traduz the company’s long-term transport needs é
 

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1339257 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Sejam !$ z\,=\,n^2(cos\,45º\,+\,i\,sen\,45º) !$ e !$ w\,=\,n(cos\,15º\,+\,i\,sen\,15º) !$, em que !$ n !$ é o menor inteiro positivo tal que !$ (1\,+\,i)^n !$ é real. Então, !$ { \large z \over w} !$ é igual a
 

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1339254 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Considere o poema, de Ana Cristina César (1952-1983).
Fisionomia
não é mentira
é outra
a dor que dói
em mim
é um projeto
de passeio
em círculo
um malogro
do objeto
em foco
a intensidade
de luz
de tarde
no jardim
é outra
a dor que dói
O título do poema está relacionado ao eu-lírico por um conflito de natureza
 

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1339228 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Considere as seguintes afirmações:

I. Aldeídos podem ser oxidados a ácidos carboxílicos.

II. Alcanos reagem com haletos de hidrogênio.

III. Aminas formam sais quando reagem com ácidos.

IV. Alcenos reagem com álcoois para formar ésteres.

Das afirmações acima, está(ão) CORRETA(S) apenas

 

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1339218 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Considere as seguintes afirmações a respeito dos haletos de hidrogênio !$ HF !$, !$ HCl !$, !$ HBr !$ e !$ HI !$:
I. A temperatura de ebulição do !$ HI !$ é maior do que a dos demais.
II. À exceção do !$ HF !$, os haletos de hidrogênio dissociam-se completamente em água.
III. Quando dissolvidos em ácido acético glacial puro, todos se comportam como ácidos, conforme a seguinte ordem de força ácida: !$ HI !$ > !$ HBr !$ > !$ HCl !$ >> !$ HF !$.
Das afirmações acima, está(ão) CORRETA(S) apenas
 

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1339203 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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The Double Mirror
How Pakistan’s intelligence service plays both sides
____________________
By DAVID IGNATIUS
(...) I found that I couldn’t capture ISI’s nuances in newspaper columns. So my eighth novel, Bloodmoney, is set largely in Pakistan; it centers on a fictional ISI and a CIA whose operations inside Pakistan have spun out of control. I describe the director general of my imaginary ISI this way: ―To say that the Pakistani was playing a double game did not do him justice; his strategy was far more complicated than that.‖
This Janus-like quality is true of all intelligence services, I suppose, but I have never seen an organization quite like the ISI. It is at once very secretive and very open, yet ISI officials get especially peeved at the charge of duplicity: ―I can not go on defending myself forever, even when I am not doing what I am blamed for,‖ wrote one of my ISI contacts, after I had written a column noting the organization’s ―double game‖ with the U.S. ―I shall do what I think is good for PAKISTAN, my country. I am sure you will do the same for US.‖
What this official wanted me to understand was that Pakistan was suffering under its own onslaught of terrorism. An ISI briefer almost shouted at me in 2010: ―Mr. David Ignatius! Look at the casualties we have suffered fighting terrorism!‖ We’re in alongside the U.S., ISI officials insist. Yet they are caught in the backwash of an anti-American rhetoric they help create. The ISI’s press cell feeds Pakistani newspapers constantly; presumably, it thinks its U.S.-bashing leaks will hide the reality of the ISI’s cooperation. But the puppeteer has gotten caught in the strings. Anti-Americanism has taken a virulent form that threatens the ISI too.
ISI = Inter-Services Intelligence
Time, May 23, 2011 Essay Adaptado.
Segundo o texto, a ISI é uma organização
 

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1339189 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Gosto de olhar as capas das revistas populares no supermercado nestes tempos de corrida do ouro da classe C. A classe C é uma versão sem neve e de biquíni do Yukon do tio Patinhas quando jovem pato. Lembro do futuro milionário disney ano enfrentando a nevasca para obter suas primeiras patacas. Era preciso conquistar aquele território com a mesma sofreguidão com que se busca, agora, fincar a bandeira do consumo no seio dos emergentes brasileiros.
Em termos jornalísticos, é sempre aquela concepção de não oferecer o biscoito fino para a massa. É preciso dar o que a classe C quer ler – ou o que se convencionou a pensar que ela quer ler. Daí as políticas de didatismo nas redações, com o objetivo de deixar o texto mastigado para o leitor e tornar estanque a informação dada ali. Como se não fosse interessante que, ao não compreender algo, ele fosse beber em outras fontes. Hoje, com a Internet, é facílimo, está ao alcance da vista de quase todo mundo.
Outro aspecto é seguir ao pé da letra o que dizem as pesquisas na hora de confeccionar uma revista popular. Tomemos como exemplo a pesquisa feita por uma grande editora sobre “a mulher da classe C” ou “nova classe média”. Lá, ficamos sabendo que: a mulher da classe C vai consumir cada vez mais artigos de decoração e vai investir na reforma de casa; que ela gasta muito com beleza, sobretudo o cabelo; que está preocupada com a alimentação; e que quer ascender social e profissionalmente. É com base nestes números que a editora oferece o produto – a revista – ao mercado de anunciantes. Normal.
Mas no que se transformam, para o leitor, estes dados? Preocupação com alimentação? Dietas amalucadas? A principal chamada de capa destas revistas é alguma coisa esdrúxula como: “perdi 30 kg com fibras naturais”, “sequei 22 quilos com cápsulas de centelha asiática”, “emagreci 27 kg com florais de Bach e colágeno”, “fiquei magra com a dieta da aveia” ou “perdi 20 quilos só comendo linhaça”. Pelo amor de Deus, quem é que vai passar o dia comendo linhaça? Estão confundindo a classe C com passarinho, só pode.
Quer reformar a casa? Nada de dicas de decoração baratas e de bom gosto. O objetivo é ensinar como tomar empréstimo e comprar móveis em parcelas. Ou então alguma coisa “criativa” que ninguém vai fazer, tipo uma parede toda de filtros de café usados. Juro que li isso. A parte de ascensão profissional vem em matérias como “fiquei famosa vendendo bombons de chocolate feitos em casa” ou “lucro 2500 reais por mês com meus doces”. Falar das possibilidades de voltar a estudar, de ter uma carreira ou se especializar para ser promovido no trabalho? Nada. Dicas culturais de leitura, filmes, música, então, nem pensar.
Cada vez que vejo pesquisas dizendo que a mídia impressa está em baixa penso nestas revistas. A internet oferece grátis à classe C um cardápio ainda pobre, mas bem mais farto. Será que a nova classe média quer realmente ler estas revistas? A vendagem delas é razoável, mas nada impressionante. São todas inspiradas nas revistas populares inglesas, cuja campeã é a “Take a Break”. A fórmula é a mesma de uma “Sou + Eu”: dietas, histórias reais de sucesso ou escabrosas e distribuição de prêmios. Além deste tipo de abordagem também fazem sucesso as publicações de fofocas de celebridades ou sobre programas de TV –aqui, as novelas.
Sei que deve ser utopia, mas gostaria de ver publicações para a classe C que ensinassem as pessoas a se alimentar melhor, que mostrassem como a obesidade anda perigosa no Brasil porque se come mal. Atacando, inclusive, refrigerantes, redes de fast food e guloseimas, sem se preocupar em perder anunciantes. Que priorizassem não as dietas, mas a educação alimentar e a importância de fazer exercícios e de levar uma vida saudável. Gostaria de ver reportagens ensinando as mulheres da classe C a se sentirem bem com seu próprio cabelo, muitas vezes cacheado, em vez de simplesmente copiarem as famosas. Que mostrassem como é possível se vestir bem gastando pouco, sem se importar com marcas.
Gostaria de ler reportagens nas revistas para a classe C alertando os pais para que vejam menos televisão e convivam mais com os filhos. Que falassem da necessidade de tirar as crianças do computador e de levá-las para passear ao ar livre. Que tivessem dicas de livros, notícias sobre o mundo, ciências, artes –é possível transformar tudo isso em informação acessível e não apenas para conhecedores, como se a cultura fosse patrimônio das classes A e B. Gostaria, enfim, de ver revistas populares que fossem feitas para ler de verdade, e que fizessem refletir. Mas a quem interessa que a classe C tenha suas próprias ideias?
(Cynara Menezes, 15/07/2011, em: http://www.cartacapital.com.br/politica/o-que-quer-a-classe-c)
Para a autora, um bom texto é aquele que
I. explicita ao máximo as informações para o leitor.
II. leva o leitor a procurar outras fontes de informação.
III. possibilita a reflexão do leitor.
IV. necessita de pouco tempo para ser lido e compreendido.
Está correto o que se afirma apenas em
 

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