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Foram encontradas 100 questões.

1338476 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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No interior de um carrinho de massa !$ M !$ mantido em repouso, uma mola de constante elástica !$ k !$ encontra-se comprimida de uma distância !$ x !$, tendo uma extremidade presa e a outra conectada a um bloco de massa !$ m !$, conforme a figura. Sendo o sistema então abandonado e considerando que não há atrito, pode-se afirmar que o valor inicial da aceleração do bloco relativa ao carrinho é
enunciado 2150656-1
 

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1338474 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Assinale a opção que apresenta os compostos nitrogenados em ordem crescente de número de oxidação do átomo de nitrogênio.
 

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1338471 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Gosto de olhar as capas das revistas populares no supermercado nestes tempos de corrida do ouro da classe C. A classe C é uma versão sem neve e de biquíni do Yukon do tio Patinhas quando jovem pato. Lembro do futuro milionário disney ano enfrentando a nevasca para obter suas primeiras patacas. Era preciso conquistar aquele território com a mesma sofreguidão com que se busca, agora, fincar a bandeira do consumo no seio dos emergentes brasileiros.
Em termos jornalísticos, é sempre aquela concepção de não oferecer o biscoito fino para a massa. É preciso dar o que a classe C quer ler – ou o que se convencionou a pensar que ela quer ler. Daí as políticas de didatismo nas redações, com o objetivo de deixar o texto mastigado para o leitor e tornar estanque a informação dada ali. Como se não fosse interessante que, ao não compreender algo, ele fosse beber em outras fontes. Hoje, com a Internet, é facílimo, está ao alcance da vista de quase todo mundo.
Outro aspecto é seguir ao pé da letra o que dizem as pesquisas na hora de confeccionar uma revista popular. Tomemos como exemplo a pesquisa feita por uma grande editora sobre “a mulher da classe C” ou “nova classe média”. Lá, ficamos sabendo que: a mulher da classe C vai consumir cada vez mais artigos de decoração e vai investir na reforma de casa; que ela gasta muito com beleza, sobretudo o cabelo; que está preocupada com a alimentação; e que quer ascender social e profissionalmente. É com base nestes números que a editora oferece o produto – a revista – ao mercado de anunciantes. Normal.
Mas no que se transformam, para o leitor, estes dados? Preocupação com alimentação? Dietas amalucadas? A principal chamada de capa destas revistas é alguma coisa esdrúxula como: “perdi 30 kg com fibras naturais”, “sequei 22 quilos com cápsulas de centelha asiática”, “emagreci 27 kg com florais de Bach e colágeno”, “fiquei magra com a dieta da aveia” ou “perdi 20 quilos só comendo linhaça”. Pelo amor de Deus, quem é que vai passar o dia comendo linhaça? Estão confundindo a classe C com passarinho, só pode.
Quer reformar a casa? Nada de dicas de decoração baratas e de bom gosto. O objetivo é ensinar como tomar empréstimo e comprar móveis em parcelas. Ou então alguma coisa “criativa” que ninguém vai fazer, tipo uma parede toda de filtros de café usados. Juro que li isso. A parte de ascensão profissional vem em matérias como “fiquei famosa vendendo bombons de chocolate feitos em casa” ou “lucro 2500 reais por mês com meus doces”. Falar das possibilidades de voltar a estudar, de ter uma carreira ou se especializar para ser promovido no trabalho? Nada. Dicas culturais de leitura, filmes, música, então, nem pensar.
Cada vez que vejo pesquisas dizendo que a mídia impressa está em baixa penso nestas revistas. A internet oferece grátis à classe C um cardápio ainda pobre, mas bem mais farto. Será que a nova classe média quer realmente ler estas revistas? A vendagem delas é razoável, mas nada impressionante. São todas inspiradas nas revistas populares inglesas, cuja campeã é a “Take a Break”. A fórmula é a mesma de uma “Sou + Eu”: dietas, histórias reais de sucesso ou escabrosas e distribuição de prêmios. Além deste tipo de abordagem também fazem sucesso as publicações de fofocas de celebridades ou sobre programas de TV –aqui, as novelas.
Sei que deve ser utopia, mas gostaria de ver publicações para a classe C que ensinassem as pessoas a se alimentar melhor, que mostrassem como a obesidade anda perigosa no Brasil porque se come mal. Atacando, inclusive, refrigerantes, redes de fast food e guloseimas, sem se preocupar em perder anunciantes. Que priorizassem não as dietas, mas a educação alimentar e a importância de fazer exercícios e de levar uma vida saudável. Gostaria de ver reportagens ensinando as mulheres da classe C a se sentirem bem com seu próprio cabelo, muitas vezes cacheado, em vez de simplesmente copiarem as famosas. Que mostrassem como é possível se vestir bem gastando pouco, sem se importar com marcas.
Gostaria de ler reportagens nas revistas para a classe C alertando os pais para que vejam menos televisão e convivam mais com os filhos. Que falassem da necessidade de tirar as crianças do computador e de levá-las para passear ao ar livre. Que tivessem dicas de livros, notícias sobre o mundo, ciências, artes –é possível transformar tudo isso em informação acessível e não apenas para conhecedores, como se a cultura fosse patrimônio das classes A e B. Gostaria, enfim, de ver revistas populares que fossem feitas para ler de verdade, e que fizessem refletir. Mas a quem interessa que a classe C tenha suas próprias ideias?
(Cynara Menezes, 15/07/2011, em: http://www.cartacapital.com.br/politica/o-que-quer-a-classe-c)
Das opções abaixo, a única que NÃO apresenta linguagem informal é
 

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1338467 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A área do quadrilátero definido pelos eixos coordenados e as retas !$ r\,:\,x\,-\,3y\,+\,3\,=\,0 !$ e !$ s\,:\,3x\,+\,y\,-\,21\,=\,0 !$, em unidades de área, é igual a
 

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1338438 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se ao texto abaixo, extraído de O Guarani, de José de Alencar.
De um dos cabeços da Serra dos Órgãos desliza um fio de água que se dirige para o norte, e engrossado com os mananciais, que recebe no seu curso de dez léguas, torna-se rio caudal.
É o Paquequer: saltando de cascata em cascata, enroscando-se como uma serpente, vai depois se espreguiçar na várzea e embeber no Paraíba, que rola majestosamente em seu vasto leito.
Dir-se-ia que, vassalo e tributário desse rei das águas, o pequeno rio, altivo e sobranceiro contra os rochedos, curva-se humildemente aos pés do suserano. Perde então a beleza selvática; suas ondas são calmas e serenas como as de um lago, e não se revoltam contra os barcos e as canoas que resvalam sobre elas: escravo submisso, sofre o látego* do senhor.
Não é neste lugar que ele deve ser visto; sim três ou quatro léguas acima de sua foz, onde é livre ainda, como o filho indômito desta pátria da liberdade.
Aí, Paquequer lança-se rápido sobre o seu leito, e atravessa as florestas como o tapir, espumando, deixando o pelo esparso pelas pontas do rochedo, e enchendo a solidão com o estampido de sua carreira. De repente, falta-lhe o espaço, foge-lhe a terra; o soberbo rio recua um momento para concentrar as suas forças, e precipita-se de um só arremesso, como o tigre sobre a presa.
(José de Alencar. O Guarani.) (*) látego: chicote
O trecho anterior, relacionado ao enredo do romance, cria um cenário que prepara o leitor para o conflito entre:
 

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1338432 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Em uma superfície líquida, na origem de um sistema de coordenadas encontra-se um emissor de ondas circulares transversais. Bem distante dessa origem, elas têm a forma aproximada dada por !$ h_1(x,y,t) !$ !$ = !$ !$ h_0\,sen !$ !$ (2\pi(r\,/\,λ-ft)) !$, em que !$ λ !$ é o comprimento de onda, !$ f !$ é a frequência e !$ r !$, a distância de um ponto da onda até a origem. Uma onda plana transversal com a forma !$ h_2(x,y,t) !$ !$ = !$ !$ h_0\,sen\,(2\pi(x/λ-ft)) !$ superpõe-se à primeira, conforme a figura. Na situação descrita, podemos afirmar, sendo !$ \mathbb{Z} !$ o conjunto dos números inteiros, que
enunciado 2150623-1
 

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1338424 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um triângulo !$ ABC !$ tem lados com medidas !$ a !$ = !$ { \large \sqrt3 \over 2}\,cm !$, !$ b !$ = !$ 1\,cm !$ e !$ c !$ = !$ { \large 1 \over 2}\,cm !$. Uma circunferência é tangente ao lado a e também aos prolongamentos dos outros dois lados do triângulo, ou seja, a circunferência é ex-inscrita ao triângulo. Então, o raio da circunferência, em !$ cm !$, é igual a
 

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1338391 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A soma !$ \sum\limits^{n}_{k=0}\,cos(\alpha\,+\,k\pi) !$, para todo !$ \alpha !$ ∈ [0, 2 !$ \pi !$], vale
 

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1338359 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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THURSDAY, DECEMBER 16, 2010.
Newsweek Article: Bullying and Empathy (Kate Altman, M.S.)
enunciado 2150551-1
Newsweek offers an article on how schools are using empathy-training programs in an effort to reduce bullying in schools: http://www.newsweek.com/2010/12/15/can-schools-teach-kids-not-to-bully.html
The effective_____ of such programs is unclear at this point, and experts are divided on whether it makes more sense to offer the programs to young children (elementary school age) or older children (middle school age) (both, is probably the answer). High school kids are simply difficult to reach logistically, since they all have different schedules all day. Unsurprisingly, some experts have found that the most important component to empathy training is to include the parents.
In assessing these programs and the broader issues of empathy-training and bullying, there are multiple factors to consider and no clear answers. First of all, empathy is one of the most difficult and least-understood skills we can develop – adults and kids alike. Empathy is the process of viewing and understanding the world through another’s experience, and it is often confused with sympathy, which is, essentially, compassion and lacks the ―walking in another’s shoes‖ component (which is not to say it is not an admirable trait, it’s just different from empathy). Developmentally, children may not be able to truly understand and practice empathy until they are closer to the pre-teen years, but introducing the concept early and often is a good primer for its later development.
Another big question to consider: are programs focused on empathy simply band-aids on much larger, more systemic problems? Why are kids bullying other kids in the first place? What family issues, societal issues, educational issues, are contributing to the need/urge to humiliate and attack other children for some sort of personal gain and satisfaction? My guess is that for many kids, participating in a brief (or even a few brief) empathy-skills seminars simply is not enough, and will not get at the root(s) of the problems(s), no matter how young they are when the programs begin.
I’m not saying that the programs are not a good idea. I imagine that they have a lot of benefits and could especially help kids who would not necessarily be bullies themselves, but may have quietly stood by while witnessing bullying, to become more confident about standing up to/reporting bullies. However, to truly reduce bullying, society and schools need to find ways to identify and work with aggressive children and their families from a young age — to troubleshoot factors (from not having basic needs met, to divorce, to models of aggression in the home, etc.) that contribute to triggering aggressive behavior. Such an approach would be expensive and time-consuming and would command a lot of schools’ resources, but it is hard to imagine a more lightweight approach being nearly as effective.
Para estar adequada ao contexto em que aparece, a palavra effective destacada no texto, deve ser acrescida de
 

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1338351 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:
THE WORLDS OF INFINITIES
To see the world in a
grain of sand,
And a heaven in a
wildflower;
Hold infinity in the palm of you hand,
And eternity in an hour. – William Blake
Infinity has stimulated imaginations for thousands of years. It is an idea drawn upon by theologians, poets, artists, philosophers, writers, scientists, mathematicians – an idea that has perplexed and intrigued – an idea that remains illusive. Infinity has taken on different identities in different fields of thought. In early times, the idea of infinity was, rightly or wrongly, linked to large numbers. People of antiquity experienced a feeling of the infinite by gazing at stars and planets or at grains of sand on a beach. Ancient philosophers and mathematicians such as Zeno, Anaxagoras, Democritus, Aristotle, Archimedes pondered, posed and argued the ideas that infinity presented.
Aristotle proposed the ideas of potential and actual infinities. He argued that only potential infinity existed.
In The Sand Reckoner Archimedes dispelled the idea that the number of grains of sand on a beach are infinite by actually determining a method for calculating the number on all the beaches of the earth.
Infinity has been the culprit in many paradoxes. Zeno’s paradoxes of Achilles and the tortoise and the Dichotomy have perplexed readers for centuries. Galileo’s paradoxes dealing with segments, points, and infinite sets should also be noted.
The list of mathematicians with their discoveries and uses or misuses of infinity extends through the centuries. (…).
Texto adaptado de PAPPAS, T. ―The Magic of Mathematics: Discovering the Spell of Mathematics‖, 1994.
Sobre as inúmeras ideias e paradoxos relativos ao infinito, o texto informa que
 

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