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Tomando como base o tema Documentação Museológica, assinale a alternativa correta.
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Sobre a reserva técnica de museus, assinale a alternativa INCORRETA.
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A respeito de políticas institucionais voltadas à preservação de objetos e coleções em museus, assinale a alternativa correta.
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Com relação à preservação de bens museológicos, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Um conjunto de objetos ou itens adquiridos, junto com informações coligidas a respeito, cuja guarda é mantida pela organização colecionadora; ou os itens mantidos por um colecionador.
2. Proteção física de todas as coleções, não importa se em mobiliário de acesso público ou em reservas técnicas.
3. Técnicas de intervenção aplicadas aos aspectos físicos de objetos de museus, arquivos e bibliotecas, com o intuito de se obter estabilidade química e física, de maneira a prolongar sua vida útil e assegurar sua disponibilidade contínua.
4. Todas as considerações gerenciais, financeiras e técnicas aplicadas a retardar a deterioração, que previnem danos e prolongam a vida útil de materiais e objetos, para assegurar sua contínua disponibilidade. Essas considerações incluem monitoramento e controle apropriado de condições ambientais; provisão adequada de armazenamento e proteção física; estabelecimento de políticas, parâmetros e procedimentos adequados para manuseio, provisão de tratamento, planos de emergência, elaboração de exposições e produção e uso de reproduções.
5. Procedimentos que visam à recuperação de um estado conhecido ou presumido de materiais ou objetos, normalmente com a adição de material não original.
( ) Restauro.
( ) Acervo.
( ) Preservação.
( ) Conservação.
( ) Armazenamento.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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O Museu Histórico Nacional e o Museu Imperial são dois exemplos de museus que trabalham a história de formas distintas e isso se reflete na maneira de eles se organizarem e se apresentarem ao público. A partir das diferenças e semelhanças entre esses dois museus, considere as seguintes afirmativas:
1. Ambos os museus falam por meio de objetos, os quais são produtos de um mundo fragmentado no tempo e no espaço. A história apresentada pelos dois museus é um refazer da história, a qual pode ser apresentada de diferentes maneiras, dependendo da forma como se pensa o passado.
2. O Museu Histórico Nacional pode ser caracterizado como um “museu-narrativa”, uma vez que o discurso verbal, historiográfico, é o principal responsável pela lógica e pela narrativa desenvolvidas, a ele subordinando-se os objetos.
3. O Museu Imperial poderia ser caracterizado como um “museu-memória”, na medida em que se percebe uma continuidade de linguagem usada pelo museu e que parece localizar-se ainda no fascínio que exercem a coroa, o manto e o palácio imperial, cujo poder evocativo ainda se mantém.
4. O Museu Histórico Nacional procurou delimitar um perfil de nação em moldes historicistas e marxianos. Destinava-se a um público ilimitado. O Museu Imperial procurou transmitir uma história oficial e deixou de lado os fatos e conceitos, o que não o aproximou do grande público.
Assinale a alternativa correta.
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O Museu Imperial foi inaugurado, mantido e guiado por uma perspectiva que tinha na memória um instrumento fundamental. Essa linha de raciocínio permanece presente até hoje nessa instituição. A respeito da organização do Museu Imperial, em especial no momento de sua criação, assinale a alternativa correta.
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O Museu Imperial, criado em 1940, é um lugar onde se mantém preservada a memória de D. Pedro II e da monarquia brasileira. Está instalado em prédio sóbrio, muito bem localizado, em Petrópolis – cidade que, pelo nome, já presta homenagem ao monarca que, apesar das grandes transformações ocorridas neste século [Sec. XX], ainda relembra as figuras do Império em cada praça, rua ou esquina.
(SANTOS, Myrian S. dos. A escrita do passado em museus históricos. Rio de Janeiro: Garamond, MinC, IPHAN, DEMU, 2006, p. 88.)
Sobre o Museu Imperial, assinale a alternativa correta.
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Outro meio muito comum de constatar a autenticidade das peças era através da procedência. Quanto mais próximo da personagem histórica que possuiu o objeto, maior a probabilidade de sua autenticidade, pois tratava-se de uma relíquia, que pela proximidade com o vulto histórico sacralizava-se, tornando-se incontestável.
(MAGALHÃES, Aline Montenegro. O que se deve saber para escrever história nos museus? In Anais do Museu Histórico Nacional – Vol. 34, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, 2002, p. 111.)
Levando em consideração o texto apresentado acima, assinale a alternativa correta.
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Nos primeiros anos de funcionamento do Museu Histórico Nacional, a organização dos objetos nas salas de exposição respeitava a lógica colecionista de classificação e reunião das peças por tema. Os nomes das salas referiam-se diretamente às coleções que guardavam: Sala dos Candelabros, Sala dos Troféus, Sala dos Tronos, Escadaria dos Escudos, Arcada dos Canhões etc.
(MAGALHÃES, Aline Montenegro. O que se deve saber para escrever história nos museus? In Anais do Museu Histórico Nacional – Vol. 34, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, 2002, p. 110.)
Levando em consideração o texto apresentado acima, assinale a alternativa correta.
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A herança europeia dos grandes museus nacionais constituídos a partir do século XVIII desenvolveu-se vigorosamente no século XIX e projetou-se no século XX. Esses museus são espaços de grandiloquente e épica nacional através dos grandes feitos e da participação da nação no concerto universal.
(SANTOS, Myrian Sepúlveda dos; CHAGAS, Mário de Souza. A vida social e política dos objetos de um museu. In Anais do Museu Histórico Nacional - Vol 34, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, 2002, p. 200.)
Levando em consideração esse o texto, considere as afirmativas abaixo:
1. Entre as coleções mais importantes constituídas na modernidade, no contexto dos museus históricos brasileiros, estão aquelas que se formaram com o intuito de dar sentido aos Estados nacionais.
2. Desde o século XIX, os museus de História ao redor do mundo substituíram as narrativas que enalteciam feitos heroicos por abordagens que obedeciam a explicações cientificistas de processos históricos.
3. No Brasil, compreende-se que a formação do imaginário coletivo em museus é fruto da interação entre vários grupos sociais, preferencialmente das elites dominantes, que são representados por coleções diversas.
4. A partir dos anos de 1970, os grandes esquemas explicativos da História entraram em crise no universo acadêmico em diversas partes do mundo. Novas abordagens teóricas passaram a eleger contextos específicos como ponto de partida para suas análises, e as práticas desenvolvidas pelos museus também se modificaram.
Assinale a alternativa correta.
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