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O Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia
(Lei Estadual nº 6.677/1994) assinala que os cargos de provimento permanente da administração pública estadual, das
autarquias e das fundações públicas serão organizados em
grupos ocupacionais, integrados por categorias funcionais identificadas em razão do nível de escolaridade e habilidade exigidos para o exercício das atribuições previstas em lei. Segundo o
referido Estatuto, o conceito técnico-legal de “quadro” é definido como:
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2666378
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Sobre as diretrizes para elaboração da proposta orçamentária, assinale a afirmativa INCORRETA.
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2666377
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
- Ciclo ou Processo OrçamentárioExecução Orçamentária e Financeira
- Programação e Execução Orçamentária e Financeira
Sobre a execução orçamentária e financeira, assinale a afirmativa INCORRETA.
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2666376
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Quanto à elaboração da proposta orçamentária da administração pública, assinale a afirmativa INCORRETA.
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2666375
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-BA
Sobre conceitos e classificação das receitas públicas, analise
as afirmativas a seguir.
I. Doutrinariamente, as Receitas Públicas podem ser classificadas em Originárias e Derivadas. Compreender essa classificação é de extrema importância, pois é a classificação oficial e obrigatória da receita pelo Poder Público.
II. É possível que parte dos ingressos de recursos em contas do Ministério Público Estadual sejam de caráter temporário. Esses ingressos não necessitam de autorização legislativa para serem devolvidos, não integram a Lei Orçamentária Anual e, geralmente, não têm reflexos no Patrimônio Líquido da Entidade.
III. É facultado ao Ministério Público Estadual, quando da classificação de sua receita orçamentária, efetuar desdobramentos visando atender suas peculiaridades.
IV. Em que pese a autonomia do Ministério Público Estadual e as especificidades de suas atribuições, a classificação de suas receitas orçamentárias, por natureza, devem identificar a origem do recurso tendo em vista o acontecimento real que ocasionou o ingresso da receita nos cofres públicos.
Está INCORRETO o que se afirma apenas em
I. Doutrinariamente, as Receitas Públicas podem ser classificadas em Originárias e Derivadas. Compreender essa classificação é de extrema importância, pois é a classificação oficial e obrigatória da receita pelo Poder Público.
II. É possível que parte dos ingressos de recursos em contas do Ministério Público Estadual sejam de caráter temporário. Esses ingressos não necessitam de autorização legislativa para serem devolvidos, não integram a Lei Orçamentária Anual e, geralmente, não têm reflexos no Patrimônio Líquido da Entidade.
III. É facultado ao Ministério Público Estadual, quando da classificação de sua receita orçamentária, efetuar desdobramentos visando atender suas peculiaridades.
IV. Em que pese a autonomia do Ministério Público Estadual e as especificidades de suas atribuições, a classificação de suas receitas orçamentárias, por natureza, devem identificar a origem do recurso tendo em vista o acontecimento real que ocasionou o ingresso da receita nos cofres públicos.
Está INCORRETO o que se afirma apenas em
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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