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Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
No texto, a autora argumenta que, no Brasil,
 

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Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
No trecho – … essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português… – (3.º parágrafo), o termo em destaque assume o sentido de
 

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2452870 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
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Com base no balancete de verificação de uma empresa de revenda de produtos eletrônicos XPTO Ltda., levantado em 31 de dezembro de 2012, conforme demonstrado a seguir, responda a questão.
Balancete contábil em 31.12.2013
Descrição da conta contábil REAIS
Lucros a destinar (15.000,00)
Outras despesas operacionais 15.000,00
Receitas de vendas (205.000,00)
Demais contas a receber 8.000,00
Fornecedores (45.000,00)
Empréstimos bancários (50.000,00)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (12.500,00)
Deduções de vendas 28.000,00
Estoques de revenda 80.000,00
Contas a pagar (4.000,00)
Investimentos 20.000,00
Impostos a recolher (8.000,00)
Ativos intangíveis 8.000,00
Contingências trabalhistas de LP (15.500,00)
Caixa e Equivalentes de Caixa 25.000,00
CPV 85.000,00
Títulos a receber de LP 5.000,00
Salários a pagar (9.000,00)
Capital (80.000,00)
Contas a receber de clientes 125.000,00
Imobilizado 65.000,00
Reservas de capital (75.000,00)
Despesas operacionais 63.000,00
Imposto de renda e contribuição social correntes 5.000,00
Depreciação acumulada (13.000,00)
O valor do capital circulante líquido, em R$, é
 

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2452659 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Considere o código desenvolvido em Linguagem Java a seguir:
Enunciado 2754967-1
Indique a alternativa com o resultado a ser impresso após a execução do programa.
 

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2452325 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Considere o código do formulário web a seguir:
<form action="processa" method="GET">
<input type="hidden" name="x1" value="y1">
<input type="hidden" name="x2" value="y2">
<input type="hidden" name="x3" value="y3">
<input type="submit" value="Envia">
</form>
Quando um usuário clicar sobre o botão “Envia” do formulário, será requisitada do servidor a página:
 

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2451892 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
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Alunos de colégio fazem robôs com sucata eletrônica
Você comprou um smartphone e acha que aquele seu celular antigo é imprestável? Não se engane: o que é lixo para alguns pode ser matéria-prima para outros. O CMID – Centro Marista de Inclusão Digital –, que funciona junto ao Colégio Marista de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, ensina os alunos do colégio a fazer robôs a partir de lixo eletrônico.
Os alunos da turma avançada de robótica, por exemplo, constroem carros com sensores de movimento que respondem à aproximação das pessoas. A fonte de energia vem de baterias de celular. “Tirando alguns sensores, que precisamos comprar, é tudo reciclagem”, comentou o instrutor de robótica do CMID, Leandro Schneider. Esses alunos também aprendem a consertar computadores antigos. “O nosso projeto só funciona por causa do lixo eletrônico. Se tivéssemos que comprar tudo, não seria viável”, completou.
Em uma época em que celebridades do mundo digital fazem campanha a favor do ensino de programação nas escolas, é inspirador o relato de Dionatan Gabriel, aluno da turma avançada de robótica do CMID que, aos 16 anos, já sabe qual será sua profissão. “Quero ser programador. No início das aulas, eu achava meio chato, mas depois fui me interessando”, disse.
(Giordano Tronco, www.techtudo.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, os alunos da turma avançada de robótica do Colégio Marista aprendem a
 

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2451867 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
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O chato é um chato, mas é essencial nos negócios
O chato é um chato. Não é o tipo de companhia que se quer para tomar um vinho ou ir ao cinema. O chato tem a insuportável mania de apontar o dedo para as coisas, enxergar os problemas que não queremos ver, fazer comentários desconcertantes.
Por isso, é pouco recomendável ter um deles por perto nos momentos nos quais tudo o que você não quer fazer é tomar decisões. Para todos os outros – e isso envolve o dia a dia dos negócios – é bom ter um desses cada vez mais raros e discriminados exemplares da fauna empresarial por perto.
Conselho dado por alguém que entende muito de ganhar dinheiro, Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo: “Ouça alguém que discorda de você”. No início de maio, Buffett convidou um sujeito chamado Doug Kass para participar de um dos painéis que compuseram a reunião anual de investidores de sua empresa, a Berkshire Hathaway.
Como executivo de um fundo de investimento, Kass havia apostado contra as ações da Berkshire. Buffett queria entender o porquê. Kass foi o chato escolhido para alertá-lo sobre eventuais erros que ninguém havia enxergado.
Buffett conhece o valor desse tipo de pessoa. O chato é o sujeito que ainda acha que as perguntas simples são o melhor caminho para chegar às melhores respostas, é alguém que não tem medo. Não se importa de ser tachado de inábil no trato com as pessoas ou de ser politicamente incorreto. Questiona. Coloca o dedo na ferida. Insiste em ser um animal pensante, quando todo mundo sabe que dá menos trabalho deixar tudo como está.
Quase sempre, as coisas que o chato diz fazem um tremendo sentido. Nada pode ser mais devastador para seus críticos do que a constatação de que o chato, feitas as contas, tem razão.
Pobre do chefe que não reconhece, não escuta e não tolera os chatos que cruzam seu caminho. Ele acredita que está seguro num mundo de certezas próprias, de verdades absolutas. Ora, o controle total de um negócio é uma miragem. Coisas boas e ruins acontecem o tempo todo nas empresas sem que ele se dê conta. Pensar que é possível estar no comando de tudo, o tempo todo, só vai torná-lo mais vulnerável como líder. E vai, mais dia ou menos dia, afastar definitivamente os chatos, os questionadores, aqueles que fazem as perguntas incômodas e necessárias.
Por isso, só existem chatos em lugares onde há alguma perspectiva de futuro. Esse espécime de profissional só prolifera em ambientes onde a liberdade de pensamento e expressão é respeitada, onde a dúvida não é um mal em si, onde existe disposição, coragem e humildade para mudar de trajetória quando essa parece ser a melhor opção.
(Cláudia Vassallo, http://exame.abril.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
No primeiro parágrafo do texto, o termo chato é usado para caracterizar uma pessoa
 

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2451495 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Um programador está executando um teste de cálculo em Linguagem Java a seguir:
Enunciado 2617516-1
Assinale a alternativa com o resultado correto da execução do código Java apresentado.
 

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2451393 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Swapping de memória utilizada na arquitetura de computadores é a técnica de gerenciamento de
 

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Na Flip, como na Copa
RIO DE JANEIRO – Durante entrevista na Festa Literária Internacional de Paraty deste ano, o cantor Gilberto Gil criticou as arquibancadas dos estádios brasileiros em jogos da Copa das Confederações.
Poderia ter dito o mesmo sobre a plateia da Tenda dos Autores, para a qual ele e mais de 40 outros se apresentaram. A audiência do evento literário lembra muito a dos eventos Fifa: classe média alta.
Na Flip, como nas Copas por aqui, pobre só aparece “como prestador de serviço”, para citar uma participante de um protesto em Paraty, anteontem.
Como lembrou outro dos convidados da festa literária, o mexicano Juan Pablo Villalobos, esse cenário é “um espelho do que é o Brasil”.
(Marco Aurélio Canônico, Na Flip, como na Copa. Folha de S.Paulo, 08.07.2013. Adaptado)
Para responder à questão, considere a frase final do texto:
… esse cenário é “um espelho do que é o Brasil”.
No trecho, usam-se as aspas para
 

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