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No texto abaixo, assinale o trecho transcrito corretamente.
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Assinale o título sugerido para o texto que corresponde à sua idéia principal.
Vale lembrar que nos governos Vargas e JK e nos governos do ciclo militar, apesar da preponderância do estatismo, as empresas ocuparam posição central. Vargas governou com os empresários ao seu lado. Dificilmente dava um passo importante sem antes ouvir a Confederação Nacional da Indústria. Juscelino fez do capital privado um trunfo. Basta citar o caso emblemático da produção automobilística que fez a imprensa mundial comparar São Paulo a uma nova Detroit. Os militares criaram sistemas híbridos, a exemplo da petroquímica, associando o Estado e iniciativa privada. A iniciativa privada foi o pulmão do desenvolvimento na época do estatismo e terá ainda maior relevância na economia contemporânea. Um modelo de desenvolvimento que não leve esta evidente nuança em consideração é como se fosse um dinossauro, muito bom para as primeiras eras geológicas e muito distante da era atual.
(Emerson Kapaz, "Dedos cruzados" in Revista Política Democrática, nº 6, p. 41)
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Foi publicado na seção Painel do Leitor, da Folha de S. Paulo (15/11/2003), o seguinte trecho de correspondência enviada ao jornal por um leitor:

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Assinale a opção na qual a expressão sublinhada está erradamente empregada.
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Dinheiro é a maior invenção dos últimos 700 anos. Com ele, você pode comprar qualquer coisa, ir para qualquer lugar, consolar o aleijado que bate no vidro do carro no sinal fechado, mostrar quanto você ama a mulher amada ou comprar uma hora de amor. É o passaporte da liberdade. Com dinheiro, você pode xingar o ditador da época e sair correndo para o exílio, ou financiar todos os candidatos a presidente e comparecer aos jantares de campanha de todos. Nos tempos que estamos vivendo, dinheiro é como Deus na Idade Média - o sentido único e todos os sentidos de todas as coisas. A "remissão" de todas as coisas. O que não produz nem é dinheiro, não existe. É falso, postiço.
Os sábios da igreja de antigamente são os economistas de hoje em dia. Dividem-se em dois grupos - os idólatras, para quem dinheiro é o pedacinho de papel, a imagem do sagrado, o santinho. Pare eles, o valor do dinheiro depende da quantidade de papéis em circulação. Para os iconoclastas, dinheiro é a base das relações sociais do mundo capitalista, a rede que organiza a sociedade. É um conceito, um crédito, um débito. Como os sacerdotes de antigamente, economistas têm a missão de explicar o inexplicável - como o dinheiro é tudo e nada ao mesmo tempo, por que falta dinheiro se dinheiro é papel impresso, ou se a quantidade de santinhos muda o tamanho do milagre.
(João Sayad, Cidade de Deus. Classe Revista de Bordo da TAM, nº 95, com adaptações)
Algumas conjunções e pronomes do texto, apesar de iniciarem orações afirmativas, têm também valor interrogativo. Assinale, nas opções abaixo, aquela a que, textualmente, é impossível associar esse valor interrogativo.
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Dinheiro é a maior invenção dos últimos 700 anos. Com ele, você pode comprar qualquer coisa, ir para qualquer lugar, consolar o aleijado que bate no vidro do carro no sinal fechado, mostrar quanto você ama a mulher amada ou comprar uma hora de amor. É o passaporte da liberdade. Com dinheiro, você pode xingar o ditador da época e sair correndo para o exílio, ou financiar todos os candidatos a presidente e comparecer aos jantares de campanha de todos. Nos tempos que estamos vivendo, dinheiro é como Deus na Idade Média - o sentido único e todos os sentidos de todas as coisas. A "remissão" de todas as coisas. O que não produz nem é dinheiro, não existe. É falso, postiço.
Os sábios da igreja de antigamente são os economistas de hoje em dia. Dividem-se em dois grupos - os idólatras, para quem dinheiro é o pedacinho de papel, a imagem do sagrado, o santinho. Pare eles, o valor do dinheiro depende da quantidade de papéis em circulação. Para os iconoclastas, dinheiro é a base das relações sociais do mundo capitalista, a rede que organiza a sociedade. É um conceito, um crédito, um débito. Como os sacerdotes de antigamente, economistas têm a missão de explicar o inexplicável - como o dinheiro é tudo e nada ao mesmo tempo, por que falta dinheiro se dinheiro é papel impresso, ou se a quantidade de santinhos muda o tamanho do milagre.
(João Sayad, Cidade de Deus. Classe Revista de Bordo da TAM, nº 95, com adaptações)
Assinale qual a alteração proposta para o texto que desrespeita sua coerência ou correção gramatical.
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Dinheiro é a maior invenção dos últimos 700 anos. Com ele, você pode comprar qualquer coisa, ir para qualquer lugar, consolar o aleijado que bate no vidro do carro no sinal fechado, mostrar quanto você ama a mulher amada ou comprar uma hora de amor. É o passaporte da liberdade. Com dinheiro, você pode xingar o ditador da época e sair correndo para o exílio, ou financiar todos os candidatos a presidente e comparecer aos jantares de campanha de todos. Nos tempos que estamos vivendo, dinheiro é como Deus na Idade Média - o sentido único e todos os sentidos de todas as coisas. A "remissão" de todas as coisas. O que não produz nem é dinheiro, não existe. É falso, postiço.
Os sábios da igreja de antigamente são os economistas de hoje em dia. Dividem-se em dois grupos - os idólatras, para quem dinheiro é o pedacinho de papel, a imagem do sagrado, o santinho. Pare eles, o valor do dinheiro depende da quantidade de papéis em circulação. Para os iconoclastas, dinheiro é a base das relações sociais do mundo capitalista, a rede que organiza a sociedade. É um conceito, um crédito, um débito. Como os sacerdotes de antigamente, economistas têm a missão de explicar o inexplicável - como o dinheiro é tudo e nada ao mesmo tempo, por que falta dinheiro se dinheiro é papel impresso, ou se a quantidade de santinhos muda o tamanho do milagre.
(João Sayad, Cidade de Deus. Classe Revista de Bordo da TAM, nº 95, com adaptações)
Assinale a relação lógica em desacordo com a argumentação do segundo parágrafo do texto.
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Dinheiro é a maior invenção dos últimos 700 anos. Com ele, você pode comprar qualquer coisa, ir para qualquer lugar, consolar o aleijado que bate no vidro do carro no sinal fechado, mostrar quanto você ama a mulher amada ou comprar uma hora de amor. É o passaporte da liberdade. Com dinheiro, você pode xingar o ditador da época e sair correndo para o exílio, ou financiar todos os candidatos a presidente e comparecer aos jantares de campanha de todos. Nos tempos que estamos vivendo, dinheiro é como Deus na Idade Média - o sentido único e todos os sentidos de todas as coisas. A "remissão" de todas as coisas. O que não produz nem é dinheiro, não existe. É falso, postiço.
Os sábios da igreja de antigamente são os economistas de hoje em dia. Dividem-se em dois grupos - os idólatras, para quem dinheiro é o pedacinho de papel, a imagem do sagrado, o santinho. Pare eles, o valor do dinheiro depende da quantidade de papéis em circulação. Para os iconoclastas, dinheiro é a base das relações sociais do mundo capitalista, a rede que organiza a sociedade. É um conceito, um crédito, um débito. Como os sacerdotes de antigamente, economistas têm a missão de explicar o inexplicável - como o dinheiro é tudo e nada ao mesmo tempo, por que falta dinheiro se dinheiro é papel impresso, ou se a quantidade de santinhos muda o tamanho do milagre.
(João Sayad, Cidade de Deus. Classe Revista de Bordo da TAM, nº 95, com adaptações)
Assinale como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes inferências para o texto. A seguir, assinale a opção correta.
( ) Os sábios da igreja de antigamente são identificados aos idólatras; os economista de hoje em dia, aos iconoclastas.
( ) Hoje em dia, o dinheiro representa um deus, porque remete ao sentido de todas as coisas.
( ) Considerar dinheiro como um pedacinho de papel retira dele o valor sagrado com que é reverenciado nos dias de hoje.
( ) O valor do dinheiro para os iconoclastas está ligado ao simbólico, ao conceito, como crédito ou débito.
( ) É "inexplicável" dizer que dinheiro é tudo e nada ao mesmo tempo porque se trata de uma realidade paradoxal.
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O processo de globalização foi muito mais rápido no âmbito das finanças e do comércio do que no plano político e institucional. O único caminho possível é avançar no processo de transformação da ordem mundial e institucionalizá-lo.
É claro que no passado bipolar havia problemas graves, tanto no bloco sob o controle hegemônico dos Estados Unidos quanto no dominado pela URSS.
A ordem global em formação tem algumas vantagens e muitos riscos, parte deles criada pelo desmoronamento das instituições multilaterais. A principal vantagem é a integração pelas comunicações. Hoje atrocidades como as que aconteciam sob a censura e o véu da impunidade hegemônica no século passado se tornam conhecidas em tempo real, pela opinião pública mundial. É o primeiro passo para o estabelecimento de limites e sanções à violação em larga escala dos direitos da humanidade. O horror instantâneo já não nos pode ser sonegado. A rede global de comunicações dá novos recursos aos movimentos coletivos de defesa dos direitos da paz e compromete governantes.
(Sérgio Abranches, VEJA, 24 de setembro de 2003, com adaptações)
Assinale a estrutura lingüística do texto que não apresenta idéia de passividade ligada ao termo sublinhado.
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