No século XIX, na região correspondente hoje ao
Estado do Acre e que na época pertencia ao território
boliviano, teve inicio um processo ocupação que foi
intensificado devido ao crescimento da atividade
extrativista do látex nos seringais da região. Este fluxo
migratório iria ser responsável pelo aumento
considerável da população local, tornando-se uma
região cobiçada principalmente por seu grande
potencial econômico na época. Tem relação com este
momento da História:
Durante os embates relacionados à disputa entre
Brasil e Bolivia pelo controle da região do atual estado
do Acre, destacou-se a atuação do Barão de Rio
Branco e de Assis Brasil, que, em novembro de 1903
conseguiram, por meio da diplomacia, aprovar a
assinatura de um acordo entre as duas nações, o qual
ficou conhecido como:
Existe uma determinada região do Acre, que ocupa um relevo dissecado (em interflúvios tabulares), com a cobertura
sedimentar cenozoica, com duas fisionomias vegetais: arbórea densa e arbustiva, constituindo a Sub-região das Áreas de
Acumulação Inundáveis. A ocorrência nesta área de manchas de solo Podzol Hidromórfico limitou o desenvolvimento da
vegetação, devido às características do solo.
Depois de uma série de debates e litígios foi
concretizada a anexação da região do Acre ao
território brasileiro culminando com a assinatura de um
acordo diplomático entre o Brasil e a Bolívia. Em troca
os bolivianos deveriam receber: