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Texto I
É impossível checar as impressões digitais de cada uma das pessoas em uma multidão. Para os policiais, isso é um pesadelo quando se trata de apontar entre milhares de inocentes um potencial criminoso ou terrorista. A policia federal americana, o FBI, está investigando 1 bilhão de dólares em um projeto que permitirá identificar os sinais únicos de um criminoso já conhecido em meio às multidões. O projeto partirá das informações de um banco de dados do tamanho de dois campos de futebol alojado em um abrigo subterrâneo na cidade de Claksbur, a 400 quilômetros de Whashington. A nova tecnologia foi batizada de Next Generation Identification. Ela unificará as principais formas de reconhecimento de criminosos usadas hoje, levando em conta as "mensurações unívocas", aqueles traços que os identificam como únicos e que dificilmente podem ser imitados ou apagados. O banco de dados conta hoje essencialmente com as impressões digitais com imagens do rosto e da palma das mãos de mais de 50 milhões de indivíduos. A tecnologia implicará esse arsenal, incluindo nele informações sobre a íris, o formato do lóbulo, o tom de voz e o padrão dos passos a caminhar. A nova tecnologia reduzirá as características físicas e os comportamentos adquiridos a um padrão matemático e vai associá-lo à pessoa fichada.
Outra frente da pesquisa desenvolverá uma tecnologia de vigilância ligada a esse banco de dados que será instalada em centros com grande circulação de pessoas, como aeroportos e estações de trem. As câmeras medirão vários indivíduos ao mesmo tempo e identificarão aqueles que representam perigo. O desenvolvimento do projeto foi recibo com agrado pelos especialistas em segurança, mas com ressalvas pelos órgãos de defesa da privacidade. Isso porque o FBI pretende catalogar não apenas criminosos. A idéias da polícia federal americana é manter em seus arquivos as informações corporais obtidas de qualquer pessoa que eventualmente as forneça em aeroportos ou batidas policiais. Essa é uma mudança radical. Atualmente, esses dados são deletados quando nada pesa contra o indivíduo. Com o novo sistema, essas informações acabariam entrando para o tal banco de dados e lá permaneceriam, em uma espécie de arquivo para a vida inteira. Elas poderiam ser acessadas a qualquer momento no interesse do estado. Pra muitos analistas, o progresso tecnológico está ajudando a trazer de volta uma das mais perniciosas formas medievais de discriminação, a marcação indelével a ferro que os criminosos e inimigos do poder recebiam no rosto. É um exagero. A ideia, porém, tem origem comum na obsessão de facilitar a identificação de um criminoso e em sua ideia gêmea, a de que quem transgride tende a transgredir de novo, por isso, precisa ser marcado.
Internet:<https://veja.abril.com.br/09018/p_076.stml>
Quanto à leitura compreensiva do texto I, assinale a alternativa correta.
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Texto IV
Detetives de laboratório
Dezembro de 200, Nova York, a metrópole da "tolerância zero". Um morador é baleado em um assalto – casos de latrocínio (roubo à mão armada) com vítimas fatais continuam sendo um fato quase banal no cotidiano da cidade. Cinco dias depois, uma pequena mercearia é roubada e o criminoso, antes de fugir, também mata duas pessoas a tiros. Em ambos os casos, a principal pista deixada pelo assassino são as próprias balas.
Toda arma de fogo possui "impressões digitais". ranhuras microscópicas que o atrito com o cano deixa na lateral de cada projétil. Por meio desses arranhões dá para identificar o modelo do revólver, metralhadora, o que for – além de seu calibre e outros detalhes.
Quatro meses depois desses dois crimes novaiorquinos, um ladrão é preso durante um assalto à mão armada e tem sua pistola apreendida. Descobriram tratar-se de um condenado por assassinato cumprindo pena em liberdade condicional. A polícia, suspeitando do comportamento do sujeito, decidiu averiguar o que ele havia feito com sua arma. Os policiais atiraram contra um tonel de algodão, recuperaram a bala e a enviaram a um laboratório, que registrou as ranhuras em um branco de dados no computador. O resultado indicou que aquela ama havia sido usada no latrocínio, nos homicídios que se sucederam na mercearia e em dois outros crimes cometidos na cidade. A polícia pôde, então, correr atrás de pistas e prender o criminoso.
Em casos intrincados como esse, os investigadores têm se beneficiado muito da tecnologia oferecida pela ciência forense. Esse disciplina é batizada com um antiquíssimo adjetivo latino, forense que quer dizer "respeitante ao fórum judicial" —ou seja, tudo o que ajuda os tribunais a cumprir sua espinhosa e delicada função de fazer justiça. Por trás dessa investigação está uma das investigações mais promissoras no combate ao crime: o IBIS, sigla em inglês para Sistema Integrado de Identificação Balística. É uma tecnologia canadense que transforma as impressões da bala em equações que podem ser analisadas em computador e guardadas em um banco de dados. Assim, a polícia tem como rastrear todos os crimes cometidos com a mesma arma e associar vários casos a um mesmo agressor. Em Pretória, África do Sul - uma das cidades em que o sistema obteve maior sucesso —, o IBIS ajudou a desvendar mais de 800 crimes em quatro anos.
Agora, o governo americano começou a utilizá-lo para registrar todas as armas vendidas no país. Dessa forma, os novos revólveres ou pistolas utilizados de maneira criminosa serão identificados imediatamente.
Assinale a alternativa em que a palavra destacada tem o mesmo significado e a mesma função que em "Não sabia qual seria o seu futuro e o que pensar naquele momento".
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Texto V
A maior investigação da história.
Tanto tempo depois da tragédia no World Trade Center, ninguém mais espera encontrar sobreviventes nos escombros das torres, é claro. Mas, mesmo assim, os operários e bombeiros que removem os entulhos continuam trabalham com todo o cuidado. O motivo é que o local onde ficavam as torres, chamado de ponto zero, um termo análogo ao epicentro de um terremoto, é palco da maior investigação de ciência forense já realizada no mundo. Cada estilhaço da pilha de escombros, que pesa 2 milhões de toneladas e tem a altura de um prédio de nove andares, pode esconder um série de provas cruciais.
Um dos principais objetivos da investigação é identificar as vítimas, uma tarefa fundamental não só para consolar os parentes dos mortos, mas também para possibilitar pagamentos de seguros, partilhas de heranças e concessões de pensões. Além disso, a polícia precisa provar que os suspeitos do atentado realmente estava, no avião e morreram na tragédia para poder acusar eventuais cúmplices.
Não é tarefa fácil. Até agora não se conhece nem o número exato de vítimas. Sabe-se quem eram os passageiros dos aviões, mas não há lista das pessoas que estavam nas torres. No dia 11 de novembro, dois meses depois da tragédia, a polícia havia identificado apenas 556 corpos. Já a lista de desaparecidos continham 3.748 nomes. Ou seja, o total de vítimas giraria em torno de 4.300 pessoas, bem menos do que as 6.000 que foram anunciadas nos primeiros dias (várias delas acabaram sendo encontradas em hospitais).
Todos os reconhecimentos foram feitos por métodos tradicionais: impressões digitais, objetos pessoais, cicatrizes, tatuagens e arcadas dentárias. Mas é certo que serão necessários métodos mais sofisticados. A maioria dos corpos foi dilacerada e até dentes isolados têm sido resgatados e catalogados para identificação. Estima-se que haja, ao final, 500.000 fragmentos humanos, e muitos só poderão ser identificados pela comparação do seu DNA com os de amostras enviadas por parentes: fios de cabelo, restos deixados em escovas de dentes ou fragmentos encontrados em roupas não-lavadas. Logo após o desastre, estima-se que seria necessários 20.000 exames de DNA; hoje sabe-se que o número será bem maior. Em muitos casos, nem o DNA possibilitará a identificação.
As moléculas que compõem os código genético dizem os cientistas, podem ter sido desconstruídas pelo fogo da explosão ou pelo processo natural de decomposição dos tecidos. Caso isso aconteça, a memória dessas vítimas desconhecidas corre o risco de ficar soterrada para sempre.
In:Superinteressante, nº 171, 1/12/2001( com adaptações)
Com relação ao texto V, assinale a alternativa em que foi empregada a linguagem conotativa.
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Texto V
A maior investigação da história.
Tanto tempo depois da tragédia no World Trade Center, ninguém mais espera encontrar sobreviventes nos escombros das torres, é claro. Mas, mesmo assim, os operários e bombeiros que removem os entulhos continuam trabalham com todo o cuidado. O motivo é que o local onde ficavam as torres, chamado de ponto zero, um termo análogo ao epicentro de um terremoto, é palco da maior investigação de ciência forense já realizada no mundo. Cada estilhaço da pilha de escombros, que pesa 2 milhões de toneladas e tem a altura de um prédio de nove andares, pode esconder um série de provas cruciais.
Um dos principais objetivos da investigação é identificar as vítimas, uma tarefa fundamental não só para consolar os parentes dos mortos, mas também para possibilitar pagamentos de seguros, partilhas de heranças e concessões de pensões. Além disso, a polícia precisa provar que os suspeitos do atentado realmente estava, no avião e morreram na tragédia para poder acusar eventuais cúmplices.
Não é tarefa fácil. Até agora não se conhece nem o número exato de vítimas. Sabe-se quem eram os passageiros dos aviões, mas não há lista das pessoas que estavam nas torres. No dia 11 de novembro, dois meses depois da tragédia, a polícia havia identificado apenas 556 corpos. Já a lista de desaparecidos continham 3.748 nomes. Ou seja, o total de vítimas giraria em torno de 4.300 pessoas, bem menos do que as 6.000 que foram anunciadas nos primeiros dias (várias delas acabaram sendo encontradas em hospitais).
Todos os reconhecimentos foram feitos por métodos tradicionais: impressões digitais, objetos pessoais, cicatrizes, tatuagens e arcadas dentárias. Mas é certo que serão necessários métodos mais sofisticados. A maioria dos corpos foi dilacerada e até dentes isolados têm sido resgatados e catalogados para identificação. Estima-se que haja, ao final, 500.000 fragmentos humanos, e muitos só poderão ser identificados pela comparação do seu DNA com os de amostras enviadas por parentes: fios de cabelo, restos deixados em escovas de dentes ou fragmentos encontrados em roupas não-lavadas. Logo após o desastre, estima-se que seria necessários 20.000 exames de DNA; hoje sabe-se que o número será bem maior. Em muitos casos, nem o DNA possibilitará a identificação.
As moléculas que compõem os código genético dizem os cientistas, podem ter sido desconstruídas pelo fogo da explosão ou pelo processo natural de decomposição dos tecidos. Caso isso aconteça, a memória dessas vítimas desconhecidas corre o risco de ficar soterrada para sempre.
In:Superinteressante, nº 171, 1/12/2001( com adaptações
No período "Mas, mesmo assim, os operários e bombeiros que removem os entulhos trabalhando com todo o cuidado", a expressão "todo o" significado:
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Texto IV
Detetives de laboratório
Dezembro de 200, Nova York, a metrópole da "tolerância zero". Um morador é baleado em um assalto – casos de latrocínio (roubo à mão armada) com vítimas fatais continuam sendo um fato quase banal no cotidiano da cidade. Cinco dias depois, uma pequena mercearia é roubada e o criminoso, antes de fugir, também mata duas pessoas a tiros. Em ambos os casos, a principal pista deixada pelo assassino são as próprias balas.
Toda arma de fogo possui "impressões digitais". ranhuras microscópicas que o atrito com o cano deixa na lateral de cada projétil. Por meio desses arranhões dá para identificar o modelo do revólver, metralhadora, o que for - além de seu calibre e outros detalhes.
Quatro meses depois desses dois crimes novaiorquinos, um ladrão é preso durante um assalto à mão armada e tem sua pistola apreendida. Descobriram tratar-se de um condenado por assassinato cumprindo pena em liberdade condicional. A polícia, suspeitando do comportamento do sujeito, decidiu averiguar o que ele havia feito com sua arma. Os policiais atiraram contra um tonel de algodão, recuperaram a bala e a enviaram a um laboratório, que registrou as ranhuras em um branco de dados no computador. O resultado indicou que aquela ama havia sido usada no latrocínio, nos homicídios que se sucederam na mercearia e em dois outros crimes cometidos na cidade. A polícia pôde, então, correr atrás de pistas e prender o criminoso.
Em casos intrincados como esse, os investigadores têm se beneficiado muito da tecnologia oferecida pela ciência forense. Esse disciplina é batizada com um antiquíssimo adjetivo latino, forense que quer dizer "respeitante ao fórum judicial" —ou seja, tudo o que ajuda os tribunais a cumprir sua espinhosa e delicada função de fazer justiça. Por trás dessa investigação está uma das investigações mais promissoras no combate ao crime: o IBIS, sigla em inglês para Sistema Integrado de Identificação Balística. É uma tecnologia canadense que transforma as impressões da bala em equações que podem ser analisadas em computador e guardadas em um banco de dados. Assim, a polícia tem como rastrear todos os crimes cometidos com a mesma arma e associar vários casos a um mesmo agressor. Em Pretória, África do Sul - uma das cidades em que o sistema obteve maior sucesso —, o IBIS ajudou a desvendar mais de 800 crimes em quatro anos.
Agora, o governo americano começou a utilizá-lo para registrar todas as armas vendidas no país. Dessa forma, os novos revólveres ou pistolas utilizados de maneira criminosa serão identificados imediatamente.
Com base no texto IV, assinale a alternativa correta.
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Texto IV
Detetives de laboratório
Dezembro de 200, Nova York, a metrópole da "tolerância zero". Um morador é baleado em um assalto – casos de latrocínio (roubo à mão armada) com vítimas fatais continuam sendo um fato quase banal no cotidiano da cidade. Cinco dias depois, uma pequena mercearia é roubada e o criminoso, antes de fugir, também mata duas pessoas a tiros. Em ambos os casos, a principal pista deixada pelo assassino são as próprias balas.
Toda arma de fogo possui "impressões digitais". ranhuras microscópicas que o atrito com o cano deixa na lateral de cada projétil. Por meio desses arranhões dá para identificar o modelo do revólver, metralhadora, o que for – além de seu calibre e outros detalhes.
Quatro meses depois desses dois crimes novaiorquinos, um ladrão é preso durante um assalto à mão armada e tem sua pistola apreendida. Descobriram tratar-se de um condenado por assassinato cumprindo pena em liberdade condicional. A polícia, suspeitando do comportamento do sujeito, decidiu averiguar o que ele havia feito com sua arma. Os policiais atiraram contra um tonel de algodão, recuperaram a bala e a enviaram a um laboratório, que registrou as ranhuras em um branco de dados no computador. O resultado indicou que aquela ama havia sido usada no latrocínio, nos homicídios que se sucederam na mercearia e em dois outros crimes cometidos na cidade. A polícia pôde, então, correr atrás de pistas e prender o criminoso.
Em casos intrincados como esse, os investigadores têm se beneficiado muito da tecnologia oferecida pela ciência forense. Esse disciplina é batizada com um antiquíssimo adjetivo latino, forense que quer dizer "respeitante ao fórum judicial" —ou seja, tudo o que ajuda os tribunais a cumprir sua espinhosa e delicada função de fazer justiça. Por trás dessa investigação está uma das investigações mais promissoras no combate ao crime: o IBIS, sigla em inglês para Sistema Integrado de Identificação Balística. É uma tecnologia canadense que transforma as impressões da bala em equações que podem ser analisadas em computador e guardadas em um banco de dados. Assim, a polícia tem como rastrear todos os crimes cometidos com a mesma arma e associar vários casos a um mesmo agressor. Em Pretória, África do Sul - uma das cidades em que o sistema obteve maior sucesso —, o IBIS ajudou a desvendar mais de 800 crimes em quatro anos.
Agora, o governo americano começou a utilizá-lo para registrar todas as armas vendidas no país. Dessa forma, os novos revólveres ou pistolas utilizados de maneira criminosa serão identificados imediatamente.
Nas alternativas a seguir, são reproduzidas frases de texto e, a respeito de cada uma delas, é feita uma afirmação.
Assinale a alternativa que contém a afirmação correta.
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Texto V
A maior investigação da história.
Tanto tempo depois da tragédia no World Trade Center, ninguém mais espera encontrar sobreviventes nos escombros das torres, é claro. Mas, mesmo assim, os operários e bombeiros que removem os entulhos continuam trabalham com todo o cuidado. O motivo é que o local onde ficavam as torres, chamado de ponto zero, um termo análogo ao epicentro de um terremoto, é palco da maior investigação de ciência forense já realizada no mundo. Cada estilhaço da pilha de escombros, que pesa 2 milhões de toneladas e tem a altura de um prédio de nove andares, pode esconder um série de provas cruciais.
Um dos principais objetivos da investigação é identificar as vítimas, uma tarefa fundamental não só para consolar os parentes dos mortos, mas também para possibilitar pagamentos de seguros, partilhas de heranças e concessões de pensões. Além disso, a polícia precisa provar que os suspeitos do atentado realmente estava, no avião e morreram na tragédia para poder acusar eventuais cúmplices.
Não é tarefa fácil. Até agora não se conhece nem o número exato de vítimas. Sabe-se quem eram os passageiros dos aviões, mas não há lista das pessoas que estavam nas torres. No dia 11 de novembro, dois meses depois da tragédia, a polícia havia identificado apenas 556 corpos. Já a lista de desaparecidos continham 3.748 nomes. Ou seja, o total de vítimas giraria em torno de 4.300 pessoas, bem menos do que as 6.000 que foram anunciadas nos primeiros dias (várias delas acabaram sendo encontradas em hospitais).
Todos os reconhecimentos foram feitos por métodos tradicionais: impressões digitais, objetos pessoais, cicatrizes, tatuagens e arcadas dentárias. Mas é certo que serão necessários métodos mais sofisticados. A maioria dos corpos foi dilacerada e até dentes isolados têm sido resgatados e catalogados para identificação. Estima-se que haja, ao final, 500.000 fragmentos humanos, e muitos só poderão ser identificados pela comparação do seu DNA com os de amostras enviadas por parentes: fios de cabelo, restos deixados em escovas de dentes ou fragmentos encontrados em roupas não-lavadas. Logo após o desastre, estima-se que seria necessários 20.000 exames de DNA; hoje sabe-se que o número será bem maior. Em muitos casos, nem o DNA possibilitará a identificação.
As moléculas que compõem os código genético dizem os cientistas, podem ter sido desconstruídas pelo fogo da explosão ou pelo processo natural de decomposição dos tecidos. Caso isso aconteça, a memória dessas vítimas desconhecidas corre o risco de ficar soterrada para sempre.
In:Superinteressante, nº 171, 1/12/2001( com adaptações
Quanto ao texto V, assinale a alternativa incorreta.
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Texto III
As declarações dos médicos e de seu terapeuta, Filé, são de que ele está se recuperando bem e que deverá voltar a jogar normalmente, sem problemas, nem dores. Como sabem, Ronaldinho tem uma inflamação crônica no tendão (tendinite), que liga o músculo da coxa com o osso do joelho. Segundo alguns médicos, a inflamação foi causada por problemas congênitos, pois o tendão do jogador seria mais longo que o habitual, agravado pela forte musculatura da coxa. Outros médicos e leigos levantaram a suspeita de que esta tendinite teria sido causada pelo aumento da musculatura, em consequência de medicamentos usados no inicio de sua carreira, na Holanda.
Tostão. In: Jornal do Brasil, 14/3/1999, "Caderno Esportes", p. 36
No texto III, a expressão "em consequência de" indica
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Texto III
As declarações dos médicos e de seu terapeuta, Filé, são de que ele está se recuperando bem e que deverá voltar a jogar normalmente, sem problemas, nem dores. Como sabem, Ronaldinho tem uma inflamação crônica no tendão (tendinite), que liga o músculo da coxa com o osso do joelho. Segundo alguns médicos, a inflamação foi causada por problemas congênitos, pois o tendão do jogador seria mais longo que o habitual, agravado pela forte musculatura da coxa. Outros médicos e leigos levantaram a suspeita de que esta tendinite teria sido causada pelo aumento da musculatura, em consequência de medicamentos usados no inicio de sua carreira, na Holanda.
Tostão. In: Jornal do Brasil, 14/3/1999, "Caderno Esportes", p. 36
Assinale a alternativa que contém a melhor reescritura da frase "em consequência de medicamentos usados de sua carreira, na Holanda".
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Texto I
É impossível checar as impressões digitais!$ ^{c)} !$ de cada uma das pessoas em uma multidão. Para os policiais, isso é um pesadelo quando se trata de apontar entre milhares de inocentes um potencial criminoso!$ ^{e)} !$ ou terrorista!$ ^{e)} !$. A policia federal americana, o FBI, está investigando 1 bilhão de dólares em um projeto!$ ^{b) \ d)} !$ que permitirá identificar os sinais únicos!$ ^{a)} !$ de um criminoso já conhecido em meio às multidões. O projeto partirá das informações de um banco de dados do tamanho de dois campos de futebol alojado em um abrigo subterrâneo na cidade de Claksbur, a 400 quilômetros de Whashington. A nova tecnologia!$ ^{b) \ d)} !$ foi batizada de Next Generation Identification. Ela unificará as principais formas de reconhecimento de criminosos usadas hoje, levando em conta as "mensurações unívocas"!$ ^{a)} !$, aqueles traços!$ ^{c)} !$ que os identificam como únicos e que dificilmente podem ser imitados ou apagados. O banco de dados conta hoje essencialmente com as impressões digitais com imagens do rosto e da palma das mãos de mais de 50 milhões de indivíduos!$ ^{e)} !$. A tecnologia implicará esse arsenal!$ ^{b)} !$, incluindo nele informações sobre a íris, o formato do lóbulo, o tom de voz e o padrão dos passos a caminhar. A nova tecnologia reduzirá as características físicas e os comportamentos adquiridos!$ ^{a) \ c)} !$ a um padrão matemático!$ ^{d)} !$ e vai associá-lo à pessoa fichada.
Outra frente da pesquisa desenvolverá uma tecnologia de vigilância ligada a esse banco de dados que será instalada em centros com grande circulação de pessoas, como aeroportos e estações de trem. As câmeras medirão vários indivíduos ao mesmo tempo e identificarão aqueles que representam perigo. O desenvolvimento do projeto foi recibo com agrado pelos especialistas em segurança, mas com ressalvas pelos órgãos de defesa da privacidade. Isso porque o FBI pretende catalogar não apenas criminosos. A idéias da polícia federal americana é manter em seus arquivos as informações corporais obtidas de qualquer pessoa que eventualmente as forneça em aeroportos ou batidas policiais. Essa é uma mudança radical. Atualmente, esses dados são deletados quando nada pesa contra o indivíduo. Com o novo sistema, essas informações acabariam entrando para o tal banco de dados e lá permaneceriam, em uma espécie de arquivo para a vida inteira. Elas poderiam ser acessadas a qualquer momento no interesse do estado. Pra muitos analistas, o progresso tecnológico está ajudando a trazer de volta uma das mais perniciosas formas medievais de discriminação, a marcação indelével a ferro que os criminosos e inimigos do poder recebiam no rosto. É um exagero. A ideia, porém, tem origem comum na obsessão de facilitar a identificação de um criminoso e em sua ideia gêmea, a de que quem transgride tende a transgredir de novo, por isso, precisa ser marcado.
Internet:<https://veja.abril.com.br/09018/p_076.stml>
Cada uma das alternativas abaixo apresenta três expressões do texto I. Assinale a alternativa em que as três expressões são sinônimas.
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