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Texto III
As declarações dos médicos e de seu terapeuta, Filé, são de que ele está se recuperando bem e que deverá voltar a jogar normalmente, sem problemas, nem dores. Como sabem, Ronaldinho tem uma inflamação crônica no tendão (tendinite), que liga o músculo da coxa com o osso do joelho. Segundo alguns médicos, a inflamação foi causada por problemas congênitos, pois o tendão do jogador seria mais longo que o habitual, agravado pela forte musculatura da coxa. Outros médicos e leigos levantaram a suspeita de que esta tendinite teria sido causada pelo aumento da musculatura, em consequência de medicamentos usados no inicio de sua carreira, na Holanda.
Tostão. In: Jornal do Brasil, 14/3/1999, "Caderno Esportes", p. 36
Assinale a alternativa em que o uso de "nem" equivale ao do trecho "sem problemas nem dores".
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Texto IV
Detetives de laboratório
Dezembro de 200, Nova York, a metrópole da "tolerância zero". Um morador é baleado em um assalto - casos de latrocínio (roubo à mão armada) com vítimas fatais continuam sendo um fato quase banal no cotidiano da cidade. Cinco dias depois, uma pequena mercearia é roubada e o criminoso, antes de fugir, também mata duas pessoas a tiros. Em ambos os casos, a principal pista deixada pelo assassino são as próprias balas.
Toda arma de fogo possui "impressões digitais". ranhuras microscópicas que o atrito com o cano deixa na lateral de cada projétil. Por meio desses arranhões dá para identificar o modelo do revólver, metralhadora, o que for - além de seu calibre e outros detalhes.
Quatro meses depois desses dois crimes novaiorquinos, um ladrão é preso durante um assalto à mão armada e tem sua pistola apreendida. Descobriram tratar-se de um condenado por assassinato cumprindo pena em liberdade condicional. A polícia, suspeitando do comportamento do sujeito, decidiu averiguar o que ele havia feito com sua arma. Os policiais atiraram contra um tonel de algodão, recuperaram a bala e a enviaram a um laboratório, que registrou as ranhuras em um branco de dados no computador. O resultado indicou que aquela ama havia sido usada no latrocínio, nos homicídios que se sucederam na mercearia e em dois outros crimes cometidos na cidade. A polícia pôde, então, correr atrás de pistas e prender o criminoso.
Em casos intrincados como esse, os investigadores têm se beneficiado muito da tecnologia oferecida pela ciência forense. Esse disciplina é batizada com um antiquíssimo adjetivo latino, forense que quer dizer "respeitante ao fórum judicial" —ou seja, tudo o que ajuda os tribunais a cumprir sua espinhosa e delicada função de fazer justiça. Por trás dessa investigação está uma das investigações mais promissoras no combate ao crime: o IBIS, sigla em inglês para Sistema Integrado de Identificação Balística. É uma tecnologia canadense que transforma as impressões da bala em equações que podem ser analisadas em computador e guardadas em um banco de dados. Assim, a polícia tem como rastrear todos os crimes cometidos com a mesma arma e associar vários casos a um mesmo agressor. Em Pretória, África do Sul - uma das cidades em que o sistema obteve maior sucesso —, o IBIS ajudou a desvendar mais de 800 crimes em quatro anos.
Agora, o governo americano começou a utilizá-lo para registrar todas as armas vendidas no país. Dessa forma, os novos revólveres ou pistolas utilizados de maneira criminosa serão identificados imediatamente.
No texto IV, lê-se a seguinte frase: "Dessa forma, os novos revólveres ou pistolas utilizados de maneira criminosa serão identificados imediatamente". Assinale a alternativa que contém a reescritura dessa frase que também está de acordo com a norma padrão do Português escrito.
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Texto IV
Detetives de laboratório
Dezembro de 200, Nova York, a metrópole da "tolerância zero". Um morador é baleado em um assalto – casos de latrocínio (roubo à mão armada) com vítimas fatais continuam sendo um fato quase banal no cotidiano da cidade. Cinco dias depois, uma pequena mercearia é roubada e o criminoso, antes de fugir, também mata duas pessoas a tiros. Em ambos os casos, a principal pista deixada pelo assassino são as próprias balas.
Toda arma de fogo possui "impressões digitais". ranhuras microscópicas que o atrito com o cano deixa na lateral de cada projétil. Por meio desses arranhões dá para identificar o modelo do revólver, metralhadora, o que for – além de seu calibre e outros detalhes.
Quatro meses depois desses dois crimes novaiorquinos, um ladrão é preso durante um assalto à mão armada e tem sua pistola apreendida. Descobriram tratar-se de um condenado por assassinato cumprindo pena em liberdade condicional. A polícia, suspeitando do comportamento do sujeito, decidiu averiguar o que ele havia feito com sua arma. Os policiais atiraram contra um tonel de algodão, recuperaram a bala e a enviaram a um laboratório, que registrou as ranhuras em um branco de dados no computador. O resultado indicou que aquela ama havia sido usada no latrocínio, nos homicídios que se sucederam na mercearia e em dois outros crimes cometidos na cidade. A polícia pôde, então, correr atrás de pistas e prender o criminoso.
Em casos intrincados como esse, os investigadores têm se beneficiado muito da tecnologia oferecida pela ciência forense. Esse disciplina é batizada com um antiquíssimo adjetivo latino, forense que quer dizer "respeitante ao fórum judicial" – ou seja, tudo o que ajuda os tribunais a cumprir sua espinhosa e delicada função de fazer justiça. Por trás dessa investigação está uma das investigações mais promissoras no combate ao crime: o IBIS, sigla em inglês para Sistema Integrado de Identificação Balística. É uma tecnologia canadense que transforma as impressões da bala em equações que podem ser analisadas em computador e guardadas em um banco de dados. Assim, a polícia tem como rastrear todos os crimes cometidos com a mesma arma e associar vários casos a um mesmo agressor. Em Pretória, África do Sul - uma das cidades em que o sistema obteve maior sucesso –, o IBIS ajudou a desvendar mais de 800 crimes em quatro anos.
Agora, o governo americano começou a utilizá-lo para registrar todas as armas vendidas no país. Dessa forma, os novos revólveres ou pistolas utilizados de maneira criminosa serão identificados imediatamente.
Assinale a alternativa em que o acento grave foi utilizado com base na mesma regra em "assalto à mão armada".
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Texto I
É impossível checar as impressões digitais de cada uma das pessoas em uma multidão. Para os policiais, isso é um pesadelo quando se trata de apontar entre milhares de inocentes um potencial!$ ^{a)} !$ criminoso ou terrorista. A policia federal americana, o FBI, está investigando 1 bilhão de dólares em um projeto que permitirá identificar os sinais únicos de um criminoso já conhecido em meio às multidões. O projeto partirá das informações de um banco de dados do tamanho de dois campos de futebol alojado em um abrigo subterrâneo na cidade de Claksbur, a 400 quilômetros de Whashington. A nova tecnologia foi batizada de Next Generation Identification. Ela unificará as principais formas de reconhecimento de criminosos usadas hoje, levando em conta as "mensurações unívocas", aqueles traços que os identificam como únicos e que dificilmente podem ser imitados ou apagados. O banco de dados conta hoje essencialmente com as impressões digitais com imagens do rosto e da palma das mãos de mais de 50 milhões de indivíduos. A tecnologia implicará esse arsenal, incluindo nele informações sobre a íris, o formato do lóbulo, o tom de voz e o padrão dos passos a caminhar. A nova tecnologia reduzirá as características físicas e os comportamentos adquiridos a um padrão matemático e vai associá-lo à pessoa fichada.
Outra frente da pesquisa desenvolverá uma tecnologia de vigilância ligada a esse banco de dados que será instalada em centros com grande circulação de pessoas, como aeroportos e estações de trem. As câmeras medirão vários indivíduos ao mesmo tempo e identificarão aqueles que representam perigo. O desenvolvimento do projeto foi recibo com agrado pelos especialistas em segurança, mas com ressalvas pelos órgãos de defesa da privacidade. Isso!$ ^{b)} !$ porque o FBI pretende catalogar não apenas criminosos. A idéias da polícia federal americana é manter em seus arquivos as informações corporais obtidas de qualquer pessoa que eventualmente!$ ^{c)} !$ as forneça em aeroportos ou batidas policiais. Essa é uma mudança radical. Atualmente, esses dados são deletados quando nada pesa contra o indivíduo. Com o novo sistema, essas informações acabariam entrando para o tal banco de dados e lá permaneceriam, em uma espécie de arquivo para a vida inteira. Elas poderiam ser acessadas a qualquer momento no interesse do estado!$ ^{d)} !$. Pra muitos analistas, o progresso tecnológico está ajudando a trazer de volta uma das mais perniciosas formas medievais de discriminação, a marcação indelével a ferro que os criminosos e inimigos do poder recebiam no rosto. É um exagero. A ideia, porém!$ ^{e)} !$, tem origem comum na obsessão de facilitar a identificação de um criminoso e em sua ideia gêmea, a de que quem transgride tende a transgredir de novo, por isso, precisa ser marcado.
Internet:<https://veja.abril.com.br/09018/p_076.stml>
Quanto ao emprego de palavras e expressões no texto I, assinale a alternativa incorreta.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
Enfim, chega a Força Nacional
Mais de cem policiais integram a tropa que começará o trabalho em Luzilândia. Depois de mais de 20 dias de atraso, a Força Nacional de Segurança vai começar a atuar no combate à criminalidade do Entorno. O início da ação dos 130 policiais de elite tem data, hora e lugar marcado: amanhã, às 11h, em Luzilândia, uma das cidades mais perigosas da região. A execução de mais de mil mandados de prisão está entre as principais missões dos homens, que deverão permanecer nos municípios goianos durante 180 dias, prazo que poderá ser prorrogado pelo mesmo período.
In. Jornal Tribuna do Brasil, 16/10/2007.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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A oxiemoglobina, uma proteína do sangue, contém 0,335% de ferro. Dados obtidos com a absorção atômica sugerem que existem 4 átomos de ferro em sua constituição. Sabendo que o número atômico de ferro é 55.8, assinale a alternativa que apresenta o peso molecular dessa proteína.
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A possibilidade de acesso aos documentos arquivísticos está condicionada a um conjunto de rotinas, procedimentos e métodos que, compatíveis entre si, constituem, de acordo com a terminologia arquivística, o sistema:
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