Foram encontradas 100 questões.
O exame do himen é muito importante na sexologia forense para o estudo de crimes sexuais. Sabe-se que as roturas agudas do himen possuem características que podem levar à condenação do acusado de crime de estupro. Contudo, a presença de entalhes pode confundir o examinador. Nesse contexto, assinale a alternativa correta quanto às diferenças entre rotura e entalhe.
Provas
Observe o VIN abaixo:

À respeito da imagem acima, analise as afirmativas a seguir:
I. A letra B na segunda posição significa que o carro foi fabricado no Brasil.
Il. A letra D na décima posição representa o ano do modelo do veículo.
III. A letra R na terceira posição representa o modelo do carro.
Assinale
Provas
A técnica de amarração na vistoria veicular consiste em
Provas
Com base no que orienta o Manual de Redação da Presidência da República, no tocante à comunicação oficial, analise as afirmativas a seguir:
I A redação oficial não à necessariamente árida e contrária à evolução da língua. É que sua finalidade básica = comunicar com objetividade e máxima clareza - impôs certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular ate.
II. A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. Não se concebe que um documento oficial ou um ato normativo de qualquer natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou impossibilita sua compreensão. À transparência é requisito do próprio Estado de Direito: é inaceitável que um texto oficial ou um ato normativo não seja entendido pelos cidadãos. O princípio constitucional da publicidade não se esgota na mera publicação do texto, estendendo-se, ainda, à necessidade de que o texto seja claro.
III. A concisão é antes uma qualidade do que uma caracteristica do texto oficial, Conciso é o texto que consegue transmitir o máximo da Informações com o mínimo de palavras. Não se deve da forma alguma entendê-la como economia de pensamento, Isto é não se deve eliminar passagens substânciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em tamanho. Trata-se, exclusivamente, de excluir palavras inúteis, redundâncias s passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
Assinale
Provas
A respeito da carteira de identidade em cartão, segundo o Decreto 9.278/2018, analise as afirmativas a seguir:
l. Deve trazer no verso relevo tátil com as Armas da República Federativa do Brasil.
Il. Deve trazer no anverso fundo numismático contendo as Armas da República Federativa do Brasil.
Il. Deve trazer no anverso imagem fantasma com a fotografia do titular localizada no canto superior direito.
Assinale
Provas
respeito do que institui a Lei 12.037/2009, analise as afirmativas a seguir:
I. A exclusão dos perfis genéticos dos bancos de dados ocorrerá, no caso de condenação do acusado, mediante requerimento, após decorridos 20 (vinte) anos do cumprimento da pena.
Il. No caso de não oferecimento da denúncia, ou sua rejeição, ou absolvição, é facultado ao indiciado ou ao réu, após o arquivamento definitivo do inquérito, ou trânsito em julgado da sentença, requerer a retirada da identificação fotográfica do inquérito ou processo, desde que apresente provas de sua identificação civil.
III. No caso de bancos de dados de identificação de natureza civil, administrativa ou eleitoral, a integração ou o compartilhamento dos registros do Banco Nacional Multibiométrico e de Impressões Digitais será realizado em todas as necessidades para obter as informações necessárias para identificação do seu titular.
Assinale
Provas
Nas atividades desenvolvidas como perito criminal, um profissional de nível superior está elaborando um laudo em um microcomputador com sistema operacional Windows 10 BR. Nesse contexto, ele está compartilhando quatro aplicações, na modalidade multitarefa preemptiva, no browser Google Chrome, no editor Word 2019 BR, no Excel 2019 BR e no Adobe Reader. Para alternar o acesso a essas aplicações, esse sistema operacional oferece a possibilidade de uso de dois atalhos de teclado, o primeiro por meio da escolha da aplicação em uma janela de diálogo e o segundo diretamente sem o auxílio dessa janela. Esses atalhos de teclado são, respectivamente,
Provas
Cultura alimentar nas políticas culturais do Brasil
Ao ideia de que 'comida é cultura talvez seja facilmente compreendida, pois o ato de se alimentar constrói sentidos, significados, memórias, silenciamentos, violência, opressões apagamentos em cada individuo e na coletividade. A cultura, assim como a comida, por estar presente em diferentes dimensões da vida e das prática sociais, corre o risco de, muitas vezes, ser deslocada e realocada na produção de conhecimento e na ação política. Com Isso, desconsidera-se a centralidade da cultura no desenvolvimento da humanidade, que vai desde o surgimento da técnica e da linguagem à sua Inclusão nas poIitícas públicas.
O antropólogo Jesus Contreras e antropóloga Mabel Gracia. compreendem a cultura alimentar como um conjunto de representações, crenças, conhecimentos e práticas. Pode ser herdada ou aprendida esta associada à alimentação compartilhada por individuos de uma. cultura. De Igual forma, a compartilharmos uma cultura, Contreras e Gracia afirmam que tendemos a atuar de forma similar como fazemos com a comida, ou seja, somos guiados por orientações, preferências e sanções autorizadas por determinada cultura.
Em diálogo com assa perspectiva, a antropóloga Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase a integrante do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar 6 Nutricional (FBSSAN), enfatiza o papel substantivo e político da cultura nos sistemas alimentares, e não como um adjetivo. Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares.
É também no contexto histórico de lutas por direitos sociais que o sentido político da cultura vem sendo construido. Em 2016, a carta política do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia, organizado pela Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), destacou a cultura como “elemento político de diálogo com os territórios, uma vez que é a representação da diversidade e dos saberes populares” e a definiu como memória por denotar a necessidade de reconhecer os saberes ancestrais, aprender com eles e renová-los.
Essas ideias sobre a cultura dialogam com as do pensador francês Edgar Morin; ao entendê- la como “memória generativa depositária das regras de organização social, ela É fonte produtora de saberes, competências e programas de comportamento". Morin a considera como um patrimônio informacional, pois organiza a experiência humana. De acordo com esse autor, a cultura abrange os conhecimentos acumulados por gerações sobre o ambiente, o clima, as plantas, os animais, as técnicas do corpo, as técnicas de fabricação e de manejo dos artefatos, as crenças, a visão de mundo etc., em que se retempera e se regenera a comunidade.
Morin afirma que a cultura fornece ao pensamento suas condições de formação e concepção. Para esse pensador, à cultura e a sociadade, via cultura, estão no interior do conhecimento humano e produz conhecimento. À comida é uma prática cultural que contribui para enxergar a complexidade da vida é a condição humana no seu conjunto - ecossistema é biosfera. Alimenta todo o complexo vivo do nosso organismo, das células às moléculas. Nutre a mente, as redes neuronais, psíquicas, sociais e espirituais. É uma via concreta - é comestível - para compreender o mundo é nos auxiliar na criação da estratégias para intervir em realidades.
Ao longo dos últimos 20 anos, diferentes povos e organizações da sociedade civil têm forjado coletivamente a compreensão do que entendem por cultura alimentar, bem como têm criado estratégias para sua inserção nas políticas públicas. À essas concepções de cultura, geradas nas lutas sociais e com pensadores da complexidade e das ciências sociais, trazemos a reflexão sobre o lugar da comida nas políticas culturais no Brasil.
(...)
(Jullana Dias e André Luza. Le Monde Diplomafique. 30 de novembro de 2020, com alterações)
A respeito das inferências possíveis com a leitura do texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Ao se compartilhar uma cultura, a tendência do ser humano é se guiar por suas preferências pelo que é “autorizado”, como ocorre com a comida.
II. As preferências alimentares possibilitam realizar uma leitura de como o homem vê o seu mundo e sua história.
IlI. A estratégia de colocar a cultura e a comida no centro das políticas públicas representa um viés de libertação da história de segregação dos povos via alimentação.
Assinale
Provas
Cultura alimentar nas políticas culturais do Brasil
Ao ideia de que 'comida é cultura talvez seja facilmente compreendida, pois o ato de se alimentar constrói sentidos, significados, memórias, silenciamentos, violência, opressões apagamentos em cada individuo e na coletividade. A cultura, assim como a comida , por estar presente em diferentes dimensões da vida e das prática sociais, corre o risco de, muitas vezes, ser deslocada e realocada na produção de conhecimento e na ação política. Com Isso, desconsidera-se a centralidade da cultura no desenvolvimento da humanidade, que vai desde o surgimento da técnica e da linguagem à sua Inclusão nas poIitícas públicas.
O antropólogo Jesus Contreras e antropóloga Mabel Gracia. compreendem a cultura alimentar como um conjunto de representações, crenças, conhecimentos e práticas. Pode ser herdada ou aprendida esta associada à alimentação compartilhada por individuos de uma. cultura. De Igual forma, a compartilharmos uma cultura, Contreras e Gracia afirmam que tendemos a atuar de forma similar como fazemos com a comida, ou seja, somos guiados por orientações, preferências e sanções autorizadas por determinada cultura.
Em diálogo com assa perspectiva, a antropóloga Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase a integrante do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar 6 Nutricional (FBSSAN), enfatiza o papel substantivo e político da cultura nos sistemas alimentares, e não como um adjetivo. Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares.
É também no contexto histórico de lutas por direitos sociais que o sentido político da cultura vem sendo construido. Em 2016, a carta política do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia, organizado pela Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), destacou a cultura como “elemento político de diálogo com os territórios, uma vez que é a representação da diversidade e dos saberes populares” e a definiu como memória por denotar a necessidade de reconhecer os saberes ancestrais, aprender com eles e renová-los.
Essas ideias sobre a cultura dialogam com as do pensador francês Edgar Morin; ao entendê- la como “memória generativa depositária das regras de organização social, ela É fonte produtora de saberes, competências e programas de comportamento". Morin a considera como um patrimônio informacional, pois organiza a experiência humana. De acordo com esse autor, a cultura abrange os conhecimentos acumulados por gerações sobre o ambiente, o clima, as plantas, os animais, as técnicas do corpo, as técnicas de fabricação e de manejo dos artefatos , as crenças, a visão de mundo etc., em que se retempera e se regenera a comunidade.
Morin afirma que a cultura fornece ao pensamento suas condições de formação e concepção. Para esse pensador, à cultura e a sociadade, via cultura, estão no interior do conhecimento humano e produz conhecimento. À comida é uma prática cultural que contribui para enxergar a complexidade da vida é a condição humana no seu conjunto - ecossistema é biosfera. Alimenta todo o complexo vivo do nosso organismo, das células às moléculas. Nutre a mente, as redes neuronais, psíquicas, sociais e espirituais. É uma via concreta - é comestível - para compreender o mundo é nos auxiliar na criação da estratégias para intervir em realidades.
Ao longo dos últimos 20 anos, diferentes povos e organizações da sociedade civil têm forjado coletivamente a compreensão do que entendem por cultura alimentar, bem como têm criado estratégias para sua inserção nas políticas públicas. À essas concepções de cultura, geradas nas lutas sociais e com pensadores da complexidade e das ciências sociais, trazemos a reflexão sobre o lugar da comida nas políticas culturais no Brasil.
(...)
(Jullana Dias e André Luza. Le Monde Diplomafique. 30 de novembro de 2020, com alterações)
Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram às visões sobre a história e as tradições alimentares.
Assinalo a alternativa em que, alterando-se o verbo do segmento sublinhado no período acima, NÃO se tenha mantido adequação à norma culta. Não leve em conta as alterações de sentido.
Provas
Cultura alimentar nas políticas culturais do Brasil
Ao ideia de que 'comida é cultura talvez seja facilmente compreendida, pois o ato de te alimentar constrói sentidos, significados, memórias, silenciamentos, violência, opressões apagamentos em cada individuo e na coletividade. A cultura, assim como a comida , por estar presente em diferentes dimensões da vida e das prática sociais, corre o risco de, muitas vezes, ser deslocada e realocada na produção de conhecimento e na ação política. Com Isso, desconsidera-se a centralidade da cultura no desenvolvimento da humanidade, que vai desde o surgimento da técnica e da linguagem à sua Inclusão nas poIitícas públicas.
O antropólogo Jesus Contreras e antropóloga Mabel Gracia. compreendem a cultura alimentar como um conjunto de representações, crenças, conhecimentos e práticas. Pode ser herdada ou aprendida esta associada à alimentação compartilhada por individuos de uma. cultura. De Igual forma, a compartilharmos uma cultura, Contreras e Gracia afirmam que tendemos a atuar de forma similar como fazemos com a comida, ou seja, somos guiados por orientações, preferências e sanções autorizadas por determinada cultura.
Em diálogo com assa perspectiva, a antropóloga Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase a integrante do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar 6 Nutricional (FBSSAN), enfatiza o papel substantivo e político da cultura nos sistemas alimentares, e não como um adjetivo. Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares.
É também no contexto histórico de lutas por direitos sociais que o sentido político da cultura vem sendo construido. Em 2016, a carta política do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia, organizado pela Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), destacou a cultura como “elemento político de diálogo com os territórios, uma vez que é a representação da diversidade e dos saberes populares” e a definiu como memória por denotar a necessidade de reconhecer os saberes ancestrais, aprender com eles e renová-los.
Essas ideias sobre a cultura dialogam com as do pensador francês Edgar Morin; ao entendê- la como “memória generativa depositária das regras de organização social, ela É fonte produtora de saberes, competências e programas de comportamento". Morin a considera como um patrimônio informacional, pois organiza a experiência humana. De acordo com esse autor, a cultura abrange os conhecimentos acumulados por gerações sobre o ambiente, o clima, as plantas, os animais, as técnicas do corpo, as técnicas de fabricação e de manejo dos artefatos , as crenças, a visão de mundo etc., em que se retempera e se regenera a comunidade.
Morin afirma que a cultura fornece ao pensamento suas condições de formação e concepção. Para esse pensador, à cultura e a sociadade, via cultura, estão no interior do conhecimento humano e produz conhecimento. À comida é uma prática cultural que contribui para enxergar a complexidade da vida é a condição humana no seu conjunto - ecossistema é biosfera. Alimenta todo o complexo vivo do nosso organismo, das células às moléculas. Nutre a mente, as redes neuronais, psíquicas, sociais e espirituais. É uma via concreta - é comestível - para compreender o mundo é nos auxiliar na criação da estratégias para intervir em realidades.
Ao longo dos últimos 20 anos, diferentes povos e organizações da sociedade civil têm forjado coletivamente a compreensão do que entendem por cultura alimentar, bem como têm criado estratégias para sua inserção nas políticas públicas. À essas concepções de cultura, geradas nas lutas sociais e com pensadores da complexidade e das ciências sociais, trazemos a reflexão sobre o lugar da comida nas políticas culturais no Brasil.
(...)
(Jullana Dias e André Luza. Le Monde Diplomafique. 30 de novembro de 2020, com alterações)
A comida à uma prática cultural que contribui para enxergar à complexidade da vida é a condição humana no seu conjunto — ecossistema o biosfera.
Assinale a alternativa que apresente, respectivamente, a correta relação entre os dois termos sublinhados no período acima.
Provas
Caderno Container