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A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.
O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.
De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.
Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.
Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).
Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.
Na “mixórdia” citada, há átomos isolados de carbono.
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O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 → !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.
I – CO2 + H2O → H2CO3
II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4
III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2
Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!
Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.
Sabendo-se que o número de átomos de oxigênio ligados ao nitrogênio no ácido HNO3 é maior que no ácido HNO2, é possível concluir que o HNO3 é um ácido mais forte que o HNO2.
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Um químico recebeu uma amostra sólida contendo uma mistura de substâncias orgânicas. Após separação dos componentes da mistura (total de três) e purificação das substâncias, foram realizados testes em laboratório e obtidos diferentes espectros dos compostos. Os resultados foram registrados, alguns dos quais são descritos a seguir.
Substância 1: é insolúvel em água, solúvel em solução aquosa de NaOH a 5%, mas insolúvel em solução aquosa de NaHCO3 a 5%.
Substância 2: o espectro de infravermelho apresenta banda larga em torno de 3.000 cm-1.
Substância 3: o espectro de hidrogênio de ressonância magnética nuclear apresenta dois sinais: um quarteto e um tripleto.
Acerca das substâncias acima descritas e de possíveis testes a serem realizados, julgue o seguinte item.
A substância 1 corresponde a um ácido forte.
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O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 → !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.
I – CO2 + H2O → H2CO3
II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4
III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2
Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!
Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.
Considerando a equação química geral da obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, conclui-se que, na queima de qualquer combustível fóssil, !$ \alpha + \beta = \gamma + \eta !$.
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A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.
O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.
De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.
Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.
Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).
Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.
O “aglomerado partícula-bolha”, citado no texto, corresponde à união de microbolhas e flocos de sujeira.
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Na luta contra a poluição do ar nos centros urbanos, a contribuição da Química é essencial. A Catálise é uma área da Química que permite compreender o funcionamento dos conversores catalíticos. Mais especificamente, em relação ao uso de combustíveis automotivos, o estudo das reações químicas envolvidas é de fundamental importância. Uma das reações relaciona-se à queima de metano, cuja equação representativa não-balanceada é:
CH4 + O2 → CO2 + H2O
[M(C) = 12 g/mol; M(H) = 1 g/mol; M(O) = 16 g/mol].
Acerca desse assunto, julgue o item subseqüente.
Em um automóvel movido a metano, a combustão completa de 16 kg desse combustível produz 1.000 mols de moléculas de água.
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A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.
O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.
De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.
Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.
Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).
Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.
O asfalto é um derivado de polímeros inorgânicos de fonte renovável.
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