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2701357 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Enunciado 2828554-1

A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.

O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.

De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.

Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.

Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).

Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.

Na “mixórdia” citada, há átomos isolados de carbono.

 

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2701356 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.

I – CO2 + H2O → H2CO3

II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4

III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2

Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!

Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.

Sabendo-se que o número de átomos de oxigênio ligados ao nitrogênio no ácido HNO3 é maior que no ácido HNO2, é possível concluir que o HNO3 é um ácido mais forte que o HNO2.

 

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2701355 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Um químico recebeu uma amostra sólida contendo uma mistura de substâncias orgânicas. Após separação dos componentes da mistura (total de três) e purificação das substâncias, foram realizados testes em laboratório e obtidos diferentes espectros dos compostos. Os resultados foram registrados, alguns dos quais são descritos a seguir.

Substância 1: é insolúvel em água, solúvel em solução aquosa de NaOH a 5%, mas insolúvel em solução aquosa de NaHCO3 a 5%.

Substância 2: o espectro de infravermelho apresenta banda larga em torno de 3.000 cm-1.

Substância 3: o espectro de hidrogênio de ressonância magnética nuclear apresenta dois sinais: um quarteto e um tripleto.

Acerca das substâncias acima descritas e de possíveis testes a serem realizados, julgue o seguinte item.

A substância 1 corresponde a um ácido forte.

 

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2701354 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.

I – CO2 + H2O → H2CO3

II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4

III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2

Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!

Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.

Considerando a equação química geral da obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, conclui-se que, na queima de qualquer combustível fóssil, !$ \alpha + \beta = \gamma + \eta !$.

 

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2701353 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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Um novo produto promete ajudar na luta contra a poluição nas grandes metrópoles. A ecotinta apresenta a proposta de não apenas colorir paredes, como também absorver diversos gases poluentes. A tinta é formada por nanopartículas esféricas de dióxido de titânio e carbonato de cálcio embebidas em um polímero baseado em silício, o polysiloxane. O dióxido de titânio adere os altamente poluentes óxidos de nitrogênio — que formam aquela névoa de poluição sobre as grandes cidades no inverno. Ao mesmo tempo, as partículas absorvem a radiação ultravioleta do Sol para converter os óxidos de nitrogênio em ácido nítrico. O carbonato de cálcio serve para neutralizar o ácido que não vai embora na chuva, formando quantidades inofensivas de dióxido de carbono, nitrato de cálcio e água. Segundo a companhia britânica que desenvolveu o produto, a ecotinta pode durar pelo menos cinco anos em uma cidade altamente poluída. Quando atingir seu limite, a tinta vai continuar absorvendo gases poluentes, mas vai perder a cor por causa do efeito do ácido. O uso do polysiloxane foi o que permitiu a criação do produto, por ser resistente à ação do dióxido de titânio. Tentativas anteriores falharam, pois ele destruía tanto as moléculas poluentes quanto o material da tinta. O novo material pode ajudar os países europeus a diminuir a quantidade de óxidos de nitrogênio em suas cidades — que atualmente se encontram dez vezes mais altos que o limite em que deveriam estar até 2010, de acordo com a meta estabelecida pelos países.
Idem, 5/2/2004 (com adaptações).
Tendo o assunto abordado no texto acima por referência, julgue o item subseqüente.
Na ecotinta, a radiação ultravioleta participa de uma transformação química.
 

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2701352 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Enunciado 2819381-1

A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.

O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.

De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.

Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.

Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).

Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.

O “aglomerado partícula-bolha”, citado no texto, corresponde à união de microbolhas e flocos de sujeira.

 

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2701351 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Na luta contra a poluição do ar nos centros urbanos, a contribuição da Química é essencial. A Catálise é uma área da Química que permite compreender o funcionamento dos conversores catalíticos. Mais especificamente, em relação ao uso de combustíveis automotivos, o estudo das reações químicas envolvidas é de fundamental importância. Uma das reações relaciona-se à queima de metano, cuja equação representativa não-balanceada é:

CH4 + O2 → CO2 + H2O
[M(C) = 12 g/mol; M(H) = 1 g/mol; M(O) = 16 g/mol].

Acerca desse assunto, julgue o item subseqüente.

Em um automóvel movido a metano, a combustão completa de 16 kg desse combustível produz 1.000 mols de moléculas de água.

 

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2701350 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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Os efeitos da ação humana nas florestas podem ser mais drásticos do que se pensava. Mesmo regiões sem qualquer interferência do mundo moderno são afetadas pela poluição, de acordo com os resultados de uma pesquisa feita pelo Instituto Smithsonian de Pesquisa Tropical, no Panamá, e pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, publicada na revista Nature. O grupo de pesquisadores analisou o crescimento de árvores em regiões da Amazônia nos últimos 20 anos. A idéia inicial era pesquisar o desmatamento em zonas da floresta. Para isso, eles utilizaram uma série de locais intocados como controles da pesquisa e se surpreenderam com a mudança do comportamento das árvores que se esperaria encontrar nessas regiões. Os cientistas perceberam que as árvores mais altas, cujas copas ficam acima das demais, estavam crescendo de modo mais rápido. Enquanto isso, as variedades menores e encobertas se desenvolviam mais lentamente do que o esperado. “Pelo que tudo indica, isso foi causado pelo aumento da presença do CO2 na atmosfera”, afirma o pesquisador brasileiro Alexandre Adalardo de Oliveira, da Universidade de São Paulo, que participou do trabalho. Entre os seres vivos, somente os vegetais são capazes de produzir o próprio alimento, consumido logo em seguida. Esse processo é denominado fotossíntese. Nele, a glicose é sintetizada com o consumo de energia solar. A equação não-balanceada que representa a fotossíntese é a seguinte.
Enunciado 2817933-1
As árvores dependem do dióxido de carbono (CO2) para crescerem, e o aumento da presença desse gás na atmosfera faz as espécies maiores dominarem a floresta. Por isso, sobra cada vez menos luz e nutrientes para alimentar os tipos menores. As conseqüências dessas mudanças são diversas. Em princípio, o enfraquecimento e a morte das árvores menores levaria à perda da biodiversidade nas florestas tropicais. “Quando uma espécie entra em extinção, ela afeta também uma série de outras associadas a ela”, explica Oliveira. A longo prazo, isso afetaria a capacidade de retenção de dióxido de carbono pela floresta. A Amazônia é responsável por retirar da atmosfera de 8% a 10% de todo o CO2 expelido pela queima de combustíveis fósseis. “Com isso, a floresta perde uma importante função”, completa o brasileiro. Ele e seus colegas acreditam que as mesmas alterações observadas na Amazônia podem ser encontradas em outras florestas do mundo.
Galileu, 11/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
No texto, a letra Y na equação que representa a fotossíntese corresponde a um número menor que zero.
 

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2701349 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
Enunciado 2817553-1
David Harvey. Modern analytical chemistry. 1st ed. McGraw-
Hill Higher Education, 2000, p. 573 (com adaptações).
A figura acima mostra um cromatograma obtido em uma análise de gasolina isenta de chumbo por cromatografia gasosa, bem como algumas características dessa corrida cromatográfica. Tendo essa figura como referência, julgue o seguinte item.
Se a altura equivalente a um prato teórico, nessa coluna, for igual a 2 cm, então o número de pratos teóricos é igual a 5.000.
 

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2701348 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Enunciado 2817443-1

A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.

O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.

De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.

Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.

Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).

Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.

O asfalto é um derivado de polímeros inorgânicos de fonte renovável.

 

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