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2701387 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

No que se refere à Microbiologia, julgue o item que se segue.

A insulina produzida por uma bactéria, ainda que geneticamente modificada, não serve ao ser humano, pois as proteínas bacterianas são estruturalmente diferentes das humanas.

 

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2701386 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.

I – CO2 + H2O → H2CO3

II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4

III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2

Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!

Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.

A neutralização de um ácido por uma base forma água e um sal, este formado pelo cátion da base e pelo ânion do ácido.

 

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2701385 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Julgue o item subseqüente, que se referem aos equipamentos comumente utilizados em um laboratório de Química.

Toda amostra ou substância química usada para fins analíticos deve ser pesada em balança analítica, sob pena de se comprometer a análise.

 

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2701384 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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Um novo produto promete ajudar na luta contra a poluição nas grandes metrópoles. A ecotinta apresenta a proposta de não apenas colorir paredes, como também absorver diversos gases poluentes. A tinta é formada por nanopartículas esféricas de dióxido de titânio e carbonato de cálcio embebidas em um polímero baseado em silício, o polysiloxane. O dióxido de titânio adere os altamente poluentes óxidos de nitrogênio — que formam aquela névoa de poluição sobre as grandes cidades no inverno. Ao mesmo tempo, as partículas absorvem a radiação ultravioleta do Sol para converter os óxidos de nitrogênio em ácido nítrico. O carbonato de cálcio serve para neutralizar o ácido que não vai embora na chuva, formando quantidades inofensivas de dióxido de carbono, nitrato de cálcio e água. Segundo a companhia britânica que desenvolveu o produto, a ecotinta pode durar pelo menos cinco anos em uma cidade altamente poluída. Quando atingir seu limite, a tinta vai continuar absorvendo gases poluentes, mas vai perder a cor por causa do efeito do ácido. O uso do polysiloxane foi o que permitiu a criação do produto, por ser resistente à ação do dióxido de titânio. Tentativas anteriores falharam, pois ele destruía tanto as moléculas poluentes quanto o material da tinta. O novo material pode ajudar os países europeus a diminuir a quantidade de óxidos de nitrogênio em suas cidades — que atualmente se encontram dez vezes mais altos que o limite em que deveriam estar até 2010, de acordo com a meta estabelecida pelos países.
Idem, 5/2/2004 (com adaptações).
Tendo o assunto abordado no texto acima por referência, julgue o item subseqüente.
As nanopartículas da ecotinta encontram-se embebidas em macromoléculas orgânicas.
 

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2701383 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

A chuva ácida é causada pela queima de combustíveis com alto conteúdo de enxofre. Para evitar esse sério problema ambiental, foram implementadas legislações para limitar o conteúdo máximo de enxofre (S) em combustíveis. Uma estratégia para diminuir o conteúdo dessa substância em combustíveis é oxidá-la, transformando-a em sulfóxidos menos voláteis ou sulfonas, que podem ser separadas mais facilmente do combustível. O conteúdo de enxofre em combustíveis pode ser determinado usando-se uma reação de combustão para converter enxofre em dióxido de enxofre. Este é coletado e borbulhado em uma solução aquosa de peróxido de hidrogênio (!$ H_2O_2 !$), produzindo-se ácido sulfúrico, que se pode titular com NaOH, o que provê uma determinação indireta de enxofre. As reações envolvidas nesse processo são representadas abaixo.

I !$ S(s) + O_2(g) \rightarrow SO_2(g) !$

II !$ SO_2(g) + H_2O_2(aq) \rightarrow H_2SO_4(aq) !$

III !$ H_2SO_4(aq) +2OH^(aq) \rightleftharpoons SO^{2-}_4(aq)+2H_2O(l) !$

Considerando que as constantes de dissociação ácida do ácido sulfúrico são !$ K_1 = \infty !$ e !$ K_2=1 \times 10^{-2} !$, que a constante de dissociação da água, !$ K_w !$, é igual a !$ 1 \times 10^{-14} !$ e que M(S) = 32 g/mol, julgue o item seguinte.

Durante a titulação, a adição de NaOH da bureta desloca o equilíbrio representado pela equação III, que ocorre no erlenmeyer, para a direita.

 

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2701382 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.

I – CO2 + H2O → H2CO3

II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4

III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2

Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!

Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.

A dissolução de SO2(s) em água forma uma solução eletrolítica.

 

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2701381 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Enunciado 2841643-1

A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.

O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.

De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.

Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.

Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).

Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.

O material consumido na simples lavagem de um carro é constituído por apenas um tipo de partícula, formada por dois átomos do hidrogênio e um de oxigênio.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2701380 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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Enunciado 2841523-1

Sobre uma fila de caminhões e carros paira uma nuvem de fuligem — resultado da queima parcial do óleo dísel, liberando partículas de carbono finamente divididas na atmosfera — e gases tóxicos que ameaça a saúde humana e a do planeta. Essa é uma cena comum nas metrópoles do Brasil e do mundo, produto de uma sociedade dependente dos combustíveis fósseis. Porém, esse quadro funesto pode mudar com a utilização em larga escala do biodísel. Obtido a partir de matérias-primas oleaginosas — como grãos, gorduras vegetais e até óleo de fritura usado, além de outras, que vão de canola e pequi a óleo de peixe e sebo bovino, sendo possível utilizar, também, graxa de esgotos e da indústria —, esse combustível polui muito pouco. Pode ser utilizado como um aditivo do dísel de petróleo, sem grandes adaptações nos veículos, ou isoladamente — nesse caso, pede a substituição de algumas peças de borracha no motor. Trata-se de uma tecnologia que existe no país desde 1970. Na época, foi concedida a primeira patente de biodísel — hoje expirada — a um brasileiro, o cearense Expedito Parente, que desenvolveu a técnica. Mas quem comprou a idéia de fato foram os estrangeiros: os europeus aderiram ao biodísel, assim como os americanos e os japoneses. Há no Brasil iniciativas isoladas, muitas em caráter experimental, como forma de recuperar o tempo perdido.

O biodísel é conhecido desde 1895, quando o engenheiro francês Rudolf Diesel (1858-1913), o criador do motor com ignição a compressão que leva o seu nome, iniciou as pesquisas para utilização de subprodutos do petróleo como combustível para sua invenção. Em 1900, durante a Feira Mundial de Paris, ele utilizou óleo de amendoim para movimentar seu invento. “O motor a dísel pode ser alimentado com óleos vegetais e ajudar o desenvolvimento dos países que o utilizam”, disse na época o engenheiro.

Após um século de dominação mundial do petróleo, o biodísel finalmente encontra um lugar sob os holofotes. Ele é uma mistura de ésteres.

É o que tem sido pesquisado pelo Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (LADETEL), do Departamento de Química da USP, em Ribeirão Preto. A equipe desenvolveu o primeiro biodísel de origem 100% vegetal, ao usar álcool de cana no lugar de metanol, um derivado do petróleo, como reagente na queima do óleo vegetal.

É principalmente a vantagem ambiental que tem feito os países europeus, mais comprometidos com a redução de gases-estufa na atmosfera, investirem pesado no biodísel. Isso porque a queima do biodísel gera menos gases poluentes, sem perda de rendimento do motor. Foi constatada uma redução de 48% de monóxido de carbono em comparação com a emissão resultante da queima do dísel. O mesmo vale para o material particulado, a boa e velha fuligem — 26% a menos. A emissão de enxofre, um dos ingredientes da chuva ácida, é nula.

Idem, 5/3/2004 (com adaptações).

A partir do texto ao lado, julgue o item que se segue.

O biodísel é uma fonte renovável de energia.

 

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2701379 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

Enunciado 2841462-1

A simples lavagem de um carro em equipamentos automáticos de postos de gasolina gasta, em média, cerca de 100 litros de água. Diante da perspectiva de um futuro de escassez desse recurso, diminuir seu desperdício foi a meta de uma técnica desenvolvida por uma engenheira civil em seu mestrado, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na pesquisa, foi elaborado um processo de reciclagem que reduz a quantidade de poluentes que se incorporam à água após ela ser usada nos equipamentos de lavagem, o que permite a sua reutilização pelos postos de gasolina.

O processo de reciclagem que a pesquisadora utilizou e aperfeiçoou foi o da flotação por ar dissolvido: a água usada na lavagem é armazenada em um recipiente e recebe substâncias químicas (cloreto de ferro, sulfato de alumínio etc.), que fazem com que as partículas de sujeira se aglomerem e formem flocos. Em seguida são liberadas microbolhas de ar que aderem aos flocos de sujeira. O aglomerado partícula-bolha é menos denso que a água, o que permite a remoção manual ou mecânica de grande parte dos poluentes presentes no líquido.

De 70% a 80% da água utilizada em uma lavagem pode ser recuperada, mas a taxa pode ser ainda maior com o acréscimo de água da chuva, que serve para minimizar as perdas com a evaporação e diminuir o índice de poluentes que se concentram após vários processos de reciclagem. “Uma certa quantidade de sais, por exemplo, pode provocar a corrosão da carroceria do veículo”, explica a pesquisadora.

Os poluentes produzidos em uma lavagem de carro são uma mixórdia: óleos, graxa, partículas de poeira, carbono, asfalto, metais pesados, detergentes etc. “Uma remoção grosseira dos poluentes pode ocasionar o crescimento de microrganismos, como a bactéria Legionella pneumophila, que podem provocar danos à saúde das pessoas que entram em contato com o líquido armazenado”, pondera a pesquisadora. “Além disso, a água pode ficar com um odor desagradável”. A reciclagem da água usada na lavagem de carros ainda é incipiente no Brasil, pois a maioria dos métodos não atinge resultados satisfatórios. “No exterior existem tratamentos eficientes, mas muito caros”, esclarece a pesquisadora. Os testes em escala experimental realizados conseguiram remover cerca de 90% dos poluentes suspensos e de 60% a 80% dos dissolvidos. “Esse é um índice de qualidade ótimo para se reciclar a água”, ressalta.

Ciência Hoje on-line. 4/7/2003 (com adaptações).

Tendo por referência o texto ao lado, julgue o item a seguir.

No processo de reciclagem descrito, em uma das substâncias químicas utilizadas no tratamento da água, o número de oxidação do ferro corresponde a um número positivo e igual ao índice do cloro indicado na fórmula dessa substância química.

 

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2701378 Ano: 2004
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás

O modelo de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis fósseis, adotado no início do desenvolvimento econômico industrial e cuja equação química geral é !$ \alpha !$CxH2x + 2 + !$ \beta !$O2 !$ \gamma !$CO2 + !$ \eta !$H2O, tem apresentado várias conseqüências danosas para o atual estágio socioeconômico mundial. Uma delas é o aumento da concentração de óxidos no ar, tais como CO2, SO2, SO3, NO e NO2, que poluem a atmosfera. Esses óxidos reagem com a água da chuva, formando ácidos. Abaixo são representados alguns exemplos dessas reações.

I – CO2 + H2O → H2CO3

II – SO2 + ½ O2 + H2O → H2SO4

III – 2NO + O2 + H2O → HNO3 + HNO2

Os ácidos formados precipitam-se com a chuva, o que traz prejuízos para a agricultura, a vida aquática, a construção civil etc. Questões como essas, associadas à incerteza da quantidade de petróleo disponível no mundo, tornaram a pesquisa de outras fontes de energia uma prioridade na busca do bem-estar da humanidade e de um desenvolvimento economicamente sustentável. Diante dessa tarefa, a PETROBRAS já vem realizando pesquisas e decidiu que, até 2010, será uma companhia de energia e não mais uma empresa somente de petróleo e gás, o que justifica o seu slogan: DESAFIO, ESSA É A NOSSA ENERGIA!

Considerando o texto acima e sabendo que M(C) = 12 g/mol, M(O) = 16 g/mol e M(H) = 1 g/mol, julgue o item a seguir.

Segundo Lewis, a reação I é uma reação do tipo ácido-base.

 

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