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Foram encontradas 100 questões.

1413590 Ano: 2005
Disciplina: Direito Civil
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Os que não têm a faculdade do exercício pessoal e direto dos atos da vida civil são denominados incapazes. A incapacidade é resultado
 

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1413441 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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A cidade de Pirenópolis tem na Festa do Divino uma das suas principais atrações. Na relação entre festa e cultura pirenopolina, destaca-se

 

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1411415 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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DIFÍCIL DE ENTENDER, FÁCIL DE GOSTAR
Vivemos num país fácil de gostar, mas difícil de entender. E somos um povo que, no seu modo de ser e de recriar o mundo, vivencia intensamente este contraste. Por exemplo, qualquer esforço para entender este país, e seu povo, deve evitar a todo custo generalizações, sejam de que tipo forem. Na maioria dos casos, as diferenças e as individualidades são mais importantes do que as classificações por segmentos ou setores sociais. Somos um país e um povo cujo entendimento é avesso a simplificações.
Por exemplo, não somos um país com 500 anos... Ou melhor, quem quiser comemorar os 500 anos do Descobrimento pode fazê-lo, é claro, mas essa não é a idade nem a vivência de nosso país enquanto tal. Trata-se de uma ficção, já que temos trezentos e poucos anos de período colonial e pouco menos de cento e oitenta como nação. E mesmo esses números centenários pouco traduzem, porque o Brasil, como nação, ainda está por ser descoberto. Temos, sim, imagens estereotipadas, para as quais costumam tentar nos atrair, como a do país do carnaval, do futebol, da violência e tantos outros fragmentos que não revelam de fato o que é o Brasil.
Somos um país que mudou de configuração nas décadas recentes. Um país novo, que há 50 anos tinha 75% de sua população vivendo no meio rural, e 25% no meio urbano, e que agora inverteu essas proporções. Uma mobilidade impressionante, transformadora, acrescentando mais dificuldade ainda para formarmos um entendimento de quem somos.
MINDLIN, José. In: AGUIAR, Luiz A; SOBRAL, Mariza (Orgs.). Para entender o Brasil. São Paulo: Alegro, 2001. p. 162.
Infere-se do texto de Mindlin que
 

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1410317 Ano: 2005
Disciplina: Direito Processual Penal Militar
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Tendo sido Heráclito preso por determinação de um juiz da área cível, em ação de pensão alimentícia, e havendo alguma dúvida quanto à legalidade da prisão, é CORRETO afirmar que
 

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1410102 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Em uma rua, existem 16 pontos de parada de ônibus que estão dois a dois à mesma distância. Se entre o terceiro e o sétimo ponto há 1,2 km, a distância entre o primeiro e o último ponto é de
 

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1409682 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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DAR UM JEITINHO
Dar um jeito é um talento brasileiro, coisa que a pessoa de fora não pode entender ou praticar, a não ser depois de viver dez anos entre nós, bebendo cachaça conosco, adorando feijoada e jogando no bicho. É preciso ser bem brasileiro para se ter o ânimo e a graça de dar um jeitinho numa situação invejável. Em vez de cantar o Hino Nacional, a meu ver, o candidato à naturalização deveria passar por uma única prova: dar o jeitinho numa situação moderadamente enrolada.
Mas chegou a minha vez de dar um jeito nesta crônica: há vários anos andou por aqui uma repórter alemã que tive o prazer de conhecer. Tendo de realizar algumas incursões jornalísticas pelo país, a moça freqüentemente expunha problemas de ordem prática a confrades brasileiros. Reparou logo, espantada, que os nossos jornalistas reagiam sempre do mesmo modo aos galhos que ela apresentava: vamos dar um jeito. E o sujeito pegava o telefone, falava com uma porção de gente, e dava um jeito. Sempre dava um jeito. Mas, afinal, que era dar um jeito? Na Alemanha não tem disso não; lá a coisa pode ser ou não pode ser.
Tentei explicar-lhe, sem sucesso, a teoria fundamental de dar um jeito, ciência que, se difundida a tempo na Europa, teria evitado umas duas guerras carniceiras. A jovem alemã começou a fazer tantas perguntas esclarecedoras, que resolvi passar à aula prática. Entramos na casa comercial dum amigo meu, comerciante cem por cento, relacionado apenas com seus negócios e fregueses, homem de passar o dia todo e as primeiras horas da noite dentro da loja. Pessoa inadequada, portanto, para resolver a questão que forjei no momento de parceria com a jornalista.
Apresentei ele a ela e fui desembrulhando a mentira: o pai da moça morava na Alemanha Oriental; tinha fugido para a Alemanha Ocidental; pretendia no momento retornar à Alemanha Oriental, mas temia ser preso; era preciso evitar que o pai da moça fosse preso. Que se podia fazer?
Meu amigo comerciante ouviu atento, sem o menor sinal de surpresa, metido logo no seu papel de mediador, como se fosse o próprio secretário das Nações Unidas. Qual! O próprio secretário das Nações Unidas não teria escutado a conversa com tão extraordinária naturalidade. A par do estranho problema, meu amigo deu um olhar compreensivo para a jornalista, olhou para mim, depois para o teto, tirou uma fumaça no cigarro e disse gravemente: "O negócio é meio difícil... é ... esta é meio complicada... Mas vamos ver se a gente dá um jeito".
Puxou uma caderneta do bolso, percorreu-lhe as páginas, e murmurou com a mais comovente seriedade:
"Deixa-me ver antes de tudo quem eu conheço que se dê com o Ministro das Relações Exteriores".
A jornalista alemã ficou boquiaberta.
CAMPOS, Paulo Mendes. Colunista do morro. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1965. p. 90-92.
A leitura global do texto permite dizer que, na conclusão, o autor apresenta a
 

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1409098 Ano: 2005
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Heráclito cometeu, em ato contínuo, os crimes de homicídio e de furto de objeto de pequeno valor contra a mesma vítima. Assim, é CORRETO afirmar que Heráclito será julgado

 

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1409027 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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DAR UM JEITINHO
Dar um jeito é um talento brasileiro, coisa que a pessoa de fora não pode entender ou praticar, a não ser depois de viver dez anos entre nós, bebendo cachaça conosco, adorando feijoada e jogando no bicho. É preciso ser bem brasileiro para se ter o ânimo e a graça de dar um jeitinho numa situação invejável. Em vez de cantar o Hino Nacional, a meu ver, o candidato à naturalização deveria passar por uma única prova: dar o jeitinho numa situação moderadamente enrolada.
Mas chegou a minha vez de dar um jeito nesta crônica: há vários anos andou por aqui uma repórter alemã que tive o prazer de conhecer. Tendo de realizar algumas incursões jornalísticas pelo país, a moça freqüentemente expunha problemas de ordem prática a confrades brasileiros. Reparou logo, espantada, que os nossos jornalistas reagiam sempre do mesmo modo aos galhos que ela apresentava: vamos dar um jeito. E o sujeito pegava o telefone, falava com uma porção de gente, e dava um jeito. Sempre dava um jeito. Mas, afinal, que era dar um jeito? Na Alemanha não tem disso não; lá a coisa pode ser ou não pode ser.
Tentei explicar-lhe, sem sucesso, a teoria fundamental de dar um jeito, ciência que, se difundida a tempo na Europa, teria evitado umas duas guerras carniceiras. A jovem alemã começou a fazer tantas perguntas esclarecedoras, que resolvi passar à aula prática. Entramos na casa comercial dum amigo meu, comerciante cem por cento, relacionado apenas com seus negócios e fregueses, homem de passar o dia todo e as primeiras horas da noite dentro da loja. Pessoa inadequada, portanto, para resolver a questão que forjei no momento de parceria com a jornalista.
Apresentei ele a ela e fui desembrulhando a mentira: o pai da moça morava na Alemanha Oriental; tinha fugido para a Alemanha Ocidental; pretendia no momento retornar à Alemanha Oriental, mas temia ser preso; era preciso evitar que o pai da moça fosse preso. Que se podia fazer?
Meu amigo comerciante ouviu atento, sem o menor sinal de surpresa, metido logo no seu papel de mediador, como se fosse o próprio secretário das Nações Unidas. Qual! O próprio secretário das Nações Unidas não teria escutado a conversa com tão extraordinária naturalidade. A par do estranho problema, meu amigo deu um olhar compreensivo para a jornalista, olhou para mim, depois para o teto, tirou uma fumaça no cigarro e disse gravemente: "O negócio é meio difícil... é ... esta é meio complicada... Mas vamos ver se a gente dá um jeito".
Puxou uma caderneta do bolso, percorreu-lhe as páginas, e murmurou com a mais comovente seriedade:
"Deixa-me ver antes de tudo quem eu conheço que se dê com o Ministro das Relações Exteriores".
A jornalista alemã ficou boquiaberta.
CAMPOS, Paulo Mendes. Colunista do morro. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1965. p. 90-92.
Ao propor-se a “dar um jeito” em seu texto, o cronista
 

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1408742 Ano: 2005
Disciplina: Geografia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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A industrialização de Goiás é um processo recente e sua implantação acabou contribuindo para o aumento das diferenças regionais.

Em relação à industrialização goiana, marque a alternativa INCORRETA:

 

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1408675 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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As placas dos automóveis são formadas por três letras seguidas de quatro algarismos. O número de placas que podem ser formadas com as letras C, K e P e os algarismos ímpares, sem repetir nenhum algarismo, é de
 

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