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Foram encontradas 100 questões.

1386343 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Trinta e seis litros de óleo pesam trinta e dois quilos e quatrocentos gramas. A quantidade de litros de um quilo e oitocentos gramas desse mesmo óleo é de
 

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1385884 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Leia a tira a seguir.
Enunciado 1385884-1
VERISSIMO, Luis F. As cobras. Porto Alegre: L&PM, 1997. p. 117.
No diálogo das cobras presente na tira, o tema “falta de civilidade” é
 

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1385232 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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MENTE CANSADA, CORPO CANSADO
A origem do cansaço físico parece estar no cérebro. Quando os músculos começam a apresentar fadiga em função de uso intenso, ocorre a liberação de uma molécula sinalizadora do corpo chamada interleucina-6 (IL-6). Essa molécula avisa o cérebro para produzir a sensação de cansaço e assim impedir danos aos músculos, devido a uma sobrecarga de trabalho. A novidade é que a sensação de cansaço parte do cérebro, e não dos músculos, como se acreditava até então. O estudo, publicado na revista New Scientist, foi realizado por pesquisadores da Universidade do Cabo, na África do Sul.
VIVER MENTE&CÉREBRO, n. 142, nov. 2004, p. 19.
No trecho “Essa molécula avisa o cérebro para produzir a sensação de cansaço e assim impedir danos aos músculos, devido a uma sobrecarga de trabalho”, a palavra em destaque indica o resultado de
 

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1384911 Ano: 2005
Disciplina: Direito Penal
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Não tendo capacidade de entender o caráter ilícito do fato no momento em que este foi praticado, o agente
 

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1384679 Ano: 2005
Disciplina: Geografia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Goiânia, cidade planejada para 50 mil habitantes, encontra-se hoje com uma população acima de 1 milhão de habitantes e não pára de crescer. Vários fatores atuam na expansão da sua área urbana.

Com base em seus conhecimentos sobre o crescimento urbano de Goiânia, julgue as proposições abaixo:

I. Grandes áreas urbanas da cidade pertencem a especuladores imobiliários que aguardam a valorização dos lotes para colocá-los à venda.

II. A população de baixa renda participa do mercado imobiliário através da compra de lotes baratos na periferia, que podem ser oriundos de loteamentos legalizados ou clandestinos.

III. A competição entre proprietários de terras, corretoras e incorporadores imobiliários contribui para o barateamento e a regularização do uso do solo urbano.

IV. A expansão desordenada da cidade é motivada pela aprovação de novos loteamentos pelo poder público, bem como pela incapacidade de coibir a ocupação clandestina de áreas.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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1384604 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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DIFÍCIL DE ENTENDER, FÁCIL DE GOSTAR
Vivemos num país fácil de gostar, mas difícil de entender. E somos um povo que, no seu modo de ser e de recriar o mundo, vivencia intensamente este contraste. Por exemplo, qualquer esforço para entender este país, e seu povo, deve evitar a todo custo generalizações, sejam de que tipo forem. Na maioria dos casos, as diferenças e as individualidades são mais importantes do que as classificações por segmentos ou setores sociais. Somos um país e um povo cujo entendimento é avesso a simplificações.
Por exemplo, não somos um país com 500 anos... Ou melhor, quem quiser comemorar os 500 anos do Descobrimento pode fazê-lo, é claro, mas essa não é a idade nem a vivência de nosso país enquanto tal. Trata-se de uma ficção, já que temos trezentos e poucos anos de período colonial e pouco menos de cento e oitenta como nação. E mesmo esses números centenários pouco traduzem, porque o Brasil, como nação, ainda está por ser descoberto. Temos, sim, imagens estereotipadas, para as quais costumam tentar nos atrair, como a do país do carnaval, do futebol, da violência e tantos outros fragmentos que não revelam de fato o que é o Brasil.
Somos um país que mudou de configuração nas décadas recentes. Um país novo, que há 50 anos tinha 75% de sua população vivendo no meio rural, e 25% no meio urbano, e que agora inverteu essas proporções. Uma mobilidade impressionante, transformadora, acrescentando mais dificuldade ainda para formarmos um entendimento de quem somos.
MINDLIN, José. In: AGUIAR, Luiz A; SOBRAL, Mariza (Orgs.). Para entender o Brasil. São Paulo: Alegro, 2001. p. 162.
O contraste (1º parágrafo) de que o texto trata refere-se
 

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1384296 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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DAR UM JEITINHO
Dar um jeito é um talento brasileiro, coisa que a pessoa de fora não pode entender ou praticar, a não ser depois de viver dez anos entre nós, bebendo cachaça conosco, adorando feijoada e jogando no bicho. É preciso ser bem brasileiro para se ter o ânimo e a graça de dar um jeitinho numa situação invejável. Em vez de cantar o Hino Nacional, a meu ver, o candidato à naturalização deveria passar por uma única prova: dar o jeitinho numa situação moderadamente enrolada.
Mas chegou a minha vez de dar um jeito nesta crônica: há vários anos andou por aqui uma repórter alemã que tive o prazer de conhecer. Tendo de realizar algumas incursões jornalísticas pelo país, a moça freqüentemente expunha problemas de ordem prática a confrades brasileiros. Reparou logo, espantada, que os nossos jornalistas reagiam sempre do mesmo modo aos galhos que ela apresentava: vamos dar um jeito. E o sujeito pegava o telefone, falava com uma porção de gente, e dava um jeito. Sempre dava um jeito. Mas, afinal, que era dar um jeito? Na Alemanha não tem disso não; lá a coisa pode ser ou não pode ser.
Tentei explicar-lhe, sem sucesso, a teoria fundamental de dar um jeito, ciência que, se difundida a tempo na Europa, teria evitado umas duas guerras carniceiras. A jovem alemã começou a fazer tantas perguntas esclarecedoras, que resolvi passar à aula prática. Entramos na casa comercial dum amigo meu, comerciante cem por cento, relacionado apenas com seus negócios e fregueses, homem de passar o dia todo e as primeiras horas da noite dentro da loja. Pessoa inadequada, portanto, para resolver a questão que forjei no momento de parceria com a jornalista.
Apresentei ele a ela e fui desembrulhando a mentira: o pai da moça morava na Alemanha Oriental; tinha fugido para a Alemanha Ocidental; pretendia no momento retornar à Alemanha Oriental, mas temia ser preso; era preciso evitar que o pai da moça fosse preso. Que se podia fazer?
Meu amigo comerciante ouviu atento, sem o menor sinal de surpresa, metido logo no seu papel de mediador, como se fosse o próprio secretário das Nações Unidas. Qual! O próprio secretário das Nações Unidas não teria escutado a conversa com tão extraordinária naturalidade. A par do estranho problema, meu amigo deu um olhar compreensivo para a jornalista, olhou para mim, depois para o teto, tirou uma fumaça no cigarro e disse gravemente: "O negócio é meio difícil... é ... esta é meio complicada... Mas vamos ver se a gente dá um jeito".
Puxou uma caderneta do bolso, percorreu-lhe as páginas, e murmurou com a mais comovente seriedade:
"Deixa-me ver antes de tudo quem eu conheço que se dê com o Ministro das Relações Exteriores".
A jornalista alemã ficou boquiaberta.
CAMPOS, Paulo Mendes. Colunista do morro. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1965. p. 90-92.
Em relação ao modo como a alemã reage diante do talento brasileiro de “dar um jeito”, pode-se afirmar que ela
 

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1384187 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Marcela saiu para fazer compras em quatro lojas diferentes. Em cada loja que entrava, gastava a metade do dinheiro que tinha naquele momento. Ao ir embora, ainda gastou R$ 7,00 com lanche e R$ 3,00 com estacionamento. Quando chegou em casa, observou que ainda lhe restavam R$ 10,00. Na terceira loja em que entrou, gastou a quantia de
 

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1384010 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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A FIANÇA E O TESTEMUNHO
A fiança e o testemunho são exemplos de atrasos nas relações jurídicas. A figura do fiador é, sabidamente, uma violência que, em nome da garantia de um único interessado – o credor –, põe-se em risco vínculos de afeto. Amizades, convivências fraternas de parentesco e casamentos até então sólidos são detonados em razão desse instituto medíocre. Qualquer raciocínio lógico o retiraria da lei, suprindo os interesses da parte credora com outros mecanismos que a inteligência recomenda. (Agora, fala-se novamente em acabar com a fiança, mas a resistência dos contrariados deverá empurrar o problema até o desembarque do homem em Saturno ou Marte.)
A outra prática é a prova testemunhal, a mais antiga de todas e ainda presente em processos de toda ordem. De um lado, o dever imposto a todos os cidadãos; de outro, o constrangimento evidente das pessoas, forçadas a comparecer perante autoridades e ficarem expostas na frente de assassinos e bandidos de toda estirpe. Em certa capital, das doze testemunhas de um grupo de extermínio, oito já morreram. O Estado, que lhes conduziu sob vara, não lhes deu a mínima segurança. E não se fale em programa de proteção à testemunha que é um paliativo para miseráveis. Como fica o cidadão de classe média, com família e negócios? O programa estatal vai lhe garantir as mesmas condições de vida?
[...]
Sampablo Arrubla, jurista da Colômbia, já sinalizou: “As vítimas e as testemunhas têm o direito de ficar em silêncio. Não para esconder a verdade, mas para sobreviver”. O sistema, no entanto, não compreende assim, e mantém, em sentido linear, a obrigação de depor, expondo ao extremo a vida e a paz dos inocentes. Qual será a solução? Deve existir. Pior era a peste, que a Medicina curou. Maiores eram os desafios que a Química e a Física responderam à altura. Ciência é para isso. Ou será inútil.
ALVES, Léo da Silva. A fiança e o testemunho. Consulex, n. 186, 15 out. 2004. Carta ao leitor.
A tese principal do texto é desenvolvida com o propósito de
 

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1383868 Ano: 2005
Disciplina: Direito Penal
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
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Quanto ao crime de estupro (art. 213 do CPB), é CORRETO afirmar que a mulher pode ser
 

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