Foram encontradas 750 questões.
As pessoas com deficiência representam quase 15% da população global, chegando a quase 20% nos países de renda baixa e
média. Apesar de mais de 50% de todas as pessoas com deficiência viverem em áreas urbanas, nossas cidades raramente atendem
às necessidades de mobilidade de todo o espectro de deficiências. A maioria das cidades é projetada a partir da perspectiva
de pessoas sem deficiência, priorizando a conveniência dos usuários de veículos motorizados em vez de atender às pessoas
que caminham, pedalam ou usam transporte público. A análise do planejamento e mobilidade urbana abre um debate sobre a
importância da melhoria da cidade em sua integralidade, abrangendo espaços públicos, vias e infraestrutura e das adequações
dos espaços, visando garantir a acessibilidade e o conforto. Estudos demonstram que a exclusão e as dificuldades vivenciadas
no contexto do transporte impõem grandes obstáculos à autonomia pessoal, à educação, ao emprego, a atividades econômicas,
a evacuações de emergência e à participação social de pessoas com deficiência.
ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).
Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)
ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).
Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)
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PEREIRA, J. A. Geografia em rima. Disponível em: https://juaresdocordel.blogspot.com. Acesso em: 24 maio 2025 (fragmento).
Após a leitura em sala de aula do poema, a professora propôs aos estudantes a criação de uma bússola artesanal e a construção de uma rosa dos ventos com os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. Eles também analisaram diferentes tipos de mapas e escalas, com o objetivo de compreender como a linguagem cartográfica ajuda a representar e entender o espaço geográfico. Em seguida, como atividade final, a professora solicitou aos estudantes a elaboração de um mapa colaborativo em
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TEXTO 1
A desertificação no semiárido brasileiro foi citada pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) em seu relatório
Mudanças climáticas e Terra de 2019. O relatório apontou que 94% da região semiárida brasileira está sujeita à desertificação.
Segundo o pesquisador que participou da elaboração do relatório, Humberto Barbosa, a “região semiárida é a mais impactada (pela
mudança do clima) no Brasil”. A degradação dos solos do semiárido também se deve a outra ação humana: o desmatamento na
Caatinga, ecossistema natural da região. Segundo Barbosa, ainda não se sabe quanto da desertificação se deve ao desmatamento
e quanto se deve às mudanças climáticas. “É muito difícil separar os dois processos”.
Disponível em: https://bit.ly/44PF331. Acesso em: 20 maio 2025 (adaptado).
TEXTO 2
Quarto maior bioma do Brasil, abarcando 11% do território nacional, a Caatinga já perdeu 53,5% de sua cobertura original,
segundo o MapBiomas, plataforma que monitora o uso do solo no país.
SÁ, I. B. et al. Processos de desertificação no semiárido brasileiro. In:
SÁ, I. B.; SILVA, P. C. G. (Ed.).
Semiárido brasileiro: pesquisa desenvolvimento e inovação. Petrolina: Embrapa Semiárido, 2010.
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TEXTO 1
A desertificação no semiárido brasileiro foi citada pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) em seu relatório
Mudanças climáticas e Terra de 2019. O relatório apontou que 94% da região semiárida brasileira está sujeita à desertificação.
Segundo o pesquisador que participou da elaboração do relatório, Humberto Barbosa, a “região semiárida é a mais impactada (pela
mudança do clima) no Brasil”. A degradação dos solos do semiárido também se deve a outra ação humana: o desmatamento na
Caatinga, ecossistema natural da região. Segundo Barbosa, ainda não se sabe quanto da desertificação se deve ao desmatamento
e quanto se deve às mudanças climáticas. “É muito difícil separar os dois processos”.
Disponível em: https://bit.ly/44PF331. Acesso em: 20 maio 2025 (adaptado).
TEXTO 2
Quarto maior bioma do Brasil, abarcando 11% do território nacional, a Caatinga já perdeu 53,5% de sua cobertura original,
segundo o MapBiomas, plataforma que monitora o uso do solo no país.
SÁ, I. B. et al. Processos de desertificação no semiárido brasileiro. In:
SÁ, I. B.; SILVA, P. C. G. (Ed.).
Semiárido brasileiro: pesquisa desenvolvimento e inovação. Petrolina: Embrapa Semiárido, 2010.
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As redes geográficas e os fluxos, os quais são por elas
viabilizados e potencializados, têm gerado cada vez mais uma
racionalidade do consumo e consequentemente uma mudança
no modo de vida das pessoas, que seguem um padrão global.
Todavia, diferenciam-se no lugar ao encontrar especificidades
materiais e imateriais, como a cultura, a materialidade
urbana, os níveis de renda, o grau de escolaridade, o nível de
conectividade.
SANTOS, E.; LOCATEL, C. D. Redes geográficas e a capilarização
do conteúdo urbano. Sociedade e Território,
n. 2, maio-ago. 2021 (adaptado).
Com base nesse texto, um professor destacou o papel do meio técnico-científico-informacional na popularização do e-commerce e pediu aos estudantes que debatessem a influência da ciência e tecnologia no cotidiano do comércio. Assim, conclui-se que a venda de mercadorias é viabilizada por redes de comércio
SANTOS, E.; LOCATEL, C. D. Redes geográficas e a capilarização
do conteúdo urbano. Sociedade e Território,
n. 2, maio-ago. 2021 (adaptado).
Com base nesse texto, um professor destacou o papel do meio técnico-científico-informacional na popularização do e-commerce e pediu aos estudantes que debatessem a influência da ciência e tecnologia no cotidiano do comércio. Assim, conclui-se que a venda de mercadorias é viabilizada por redes de comércio
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TEXTO 1

Bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, década de 1930.
Disponível em: http://x.com/ORioAntigo. Acesso em: 3 jun. 2025.
TEXTO 2

Bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, 2025.
Disponível em: http://reveillon.rio. Acesso em: 3 jun. 2025.
As fotografias da cidade do Rio de Janeiro dos anos 1930 e 2025 podem ser utilizadas como recurso didático em aulas sobre urbanização, patrimônio, meio ambiente, dentre outros temas. Qual categoria geográfica representa as transformações entre as duas fotografias?
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TEXTO 1
Ensino de geografia e geografia humanista
Aproximações a partir da teoria paulofreiriana e dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia
A geografia humanista destaca-se pela ênfase dada ao ser humano, aos seus valores, às experiências e ao universo vivido. Em âmbito científico, aquilo que era visto com contornos claros, limitados e precisos, abriu a possibilidade de incorporação de variáveis relativas aos aspectos do inconsciente, do imaginário e das emoções, em fluxos que quebraram a rigidez, permitiram a flexibilidade e a singularidade do ser. Essas questões, antes inconcebíveis, na atualidade se enquadram ao lado de áreas de prestígio, por exemplo bioengenharia, pensamento quântico e ciberespaço. No que se refere à geografia escolar, pode-se afirmar que a fenomenologia, assim como o materialismo histórico-dialético, contribuiu para uma nova forma de pensar o ensino, a aprendizagem e a relação entre ambos, não somente em nível acadêmico, como também em âmbito escolar. Assim, os diversos horizontes do pensamento geográfico influenciam o ensino de Geografia, tanto na sistematização de conteúdos, habilidades e competências, como no modo de ensinar e aprender. Embora saibamos que a geografia humanista influenciou e vem influenciando o ensino de Geografia, de modo direto ou indireto, nas escolas brasileiras, acreditamos que ainda exista uma carência acerca de sua sistematização e organização.
SUESS, R. C.; LEITE, C. M. C. Ensino de geografia e geografia humanista: aproximações a partir da teoria paulofreiriana e
dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia. Rev. Bras. Educ. Geog., n. 15, jan.-jun., 2018 (adaptado).
TEXTO 2
Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de Geografia
O ensino de Geografia pelo marxismo promove a compreensão da totalidade concreta e a propagação de valores fundamentais, como solidariedade, liberdade, justiça e igualdade. A ciência geográfica fundamenta-se na compreensão do espaço como totalidade. Ensinar Geografia significa possibilitar a compreensão do espaço nos aspectos materiais e imateriais, ou em termos marxistas, compreender dialeticamente a realidade. O ensino de Geografia colabora para o exame crítico das condições materiais e imateriais dos sujeitos com suas relações originárias de suas situações econômica, cultural, social, histórica e espacial. Ensinar Geografia é permitir aos sujeitos compreenderem-se como criadores de sua própria história e espacialidade. Mas não se trata de criação individual, pois a coletividade é mola propulsora dessa construção.
BARBOSA, T.; AZEVEDO, J. R. N. Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de geografia.
Rev. Bras. Educ. Geog., n. 2, jul.-dez., 2011 (adaptado).
Ao analisar os excertos dos textos, os quais versam sobre duas correntes do pensamento geográfico, um docente concluiu que
Ensino de geografia e geografia humanista
Aproximações a partir da teoria paulofreiriana e dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia
A geografia humanista destaca-se pela ênfase dada ao ser humano, aos seus valores, às experiências e ao universo vivido. Em âmbito científico, aquilo que era visto com contornos claros, limitados e precisos, abriu a possibilidade de incorporação de variáveis relativas aos aspectos do inconsciente, do imaginário e das emoções, em fluxos que quebraram a rigidez, permitiram a flexibilidade e a singularidade do ser. Essas questões, antes inconcebíveis, na atualidade se enquadram ao lado de áreas de prestígio, por exemplo bioengenharia, pensamento quântico e ciberespaço. No que se refere à geografia escolar, pode-se afirmar que a fenomenologia, assim como o materialismo histórico-dialético, contribuiu para uma nova forma de pensar o ensino, a aprendizagem e a relação entre ambos, não somente em nível acadêmico, como também em âmbito escolar. Assim, os diversos horizontes do pensamento geográfico influenciam o ensino de Geografia, tanto na sistematização de conteúdos, habilidades e competências, como no modo de ensinar e aprender. Embora saibamos que a geografia humanista influenciou e vem influenciando o ensino de Geografia, de modo direto ou indireto, nas escolas brasileiras, acreditamos que ainda exista uma carência acerca de sua sistematização e organização.
SUESS, R. C.; LEITE, C. M. C. Ensino de geografia e geografia humanista: aproximações a partir da teoria paulofreiriana e
dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia. Rev. Bras. Educ. Geog., n. 15, jan.-jun., 2018 (adaptado).
TEXTO 2
Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de Geografia
O ensino de Geografia pelo marxismo promove a compreensão da totalidade concreta e a propagação de valores fundamentais, como solidariedade, liberdade, justiça e igualdade. A ciência geográfica fundamenta-se na compreensão do espaço como totalidade. Ensinar Geografia significa possibilitar a compreensão do espaço nos aspectos materiais e imateriais, ou em termos marxistas, compreender dialeticamente a realidade. O ensino de Geografia colabora para o exame crítico das condições materiais e imateriais dos sujeitos com suas relações originárias de suas situações econômica, cultural, social, histórica e espacial. Ensinar Geografia é permitir aos sujeitos compreenderem-se como criadores de sua própria história e espacialidade. Mas não se trata de criação individual, pois a coletividade é mola propulsora dessa construção.
BARBOSA, T.; AZEVEDO, J. R. N. Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de geografia.
Rev. Bras. Educ. Geog., n. 2, jul.-dez., 2011 (adaptado).
Ao analisar os excertos dos textos, os quais versam sobre duas correntes do pensamento geográfico, um docente concluiu que
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A geografia escolar possui uma história que está atrelada à própria historiografia da Geografia, esta entendida como campo de
conhecimento que se constituiu como ciência e disciplina escolar. A geografia tradicional, também conhecida como geografia
moderna, fundamentou-se no método positivista. De acordo com o positivismo, a análise da realidade deve ser reduzida à
aparência dos fenômenos, abarcando somente os aspectos visíveis, concretos. Por sua vez, a geografia pragmática buscou uma
atualização apenas da forma, e não do conteúdo da corrente tradicional. Já a geografia quantitativa pautou-se nos métodos
matemáticos para explicar a realidade. Reduziu a análise das relações entre os elementos da paisagem como relações meramente
quantitativas. A geografia crítica dedicou-se a analisar a relação entre a sociedade e a natureza na produção do espaço geográfico.
Dessa maneira, diferentemente do pensamento anterior, considerou a realidade como mutável, dinâmica e em permanente
movimento. No ensino, essa corrente esteve presente através da ênfase dada à construção do espaço permeado de tensões,
conflitos e contradições. A geografia humanista, calcada especialmente na fenomenologia, também apresentou crítica ao
positivismo lógico que embasou a geografia moderna e quantitativa. Essa linha do pensamento geográfico se interessou pelos
indivíduos e suas experiências no mundo.
MENEZES, V. S. A historiografia da geografia acadêmica e escolar: uma relação de (des)encontros.
Geographia Meridionalis, n. 2, dez. 2015 (adaptado).
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A geografia escolar possui uma história que está atrelada à própria historiografia da Geografia, esta entendida como campo de
conhecimento que se constituiu como ciência e disciplina escolar. A geografia tradicional, também conhecida como geografia
moderna, fundamentou-se no método positivista. De acordo com o positivismo, a análise da realidade deve ser reduzida à
aparência dos fenômenos, abarcando somente os aspectos visíveis, concretos. Por sua vez, a geografia pragmática buscou uma
atualização apenas da forma, e não do conteúdo da corrente tradicional. Já a geografia quantitativa pautou-se nos métodos
matemáticos para explicar a realidade. Reduziu a análise das relações entre os elementos da paisagem como relações meramente
quantitativas. A geografia crítica dedicou-se a analisar a relação entre a sociedade e a natureza na produção do espaço geográfico.
Dessa maneira, diferentemente do pensamento anterior, considerou a realidade como mutável, dinâmica e em permanente
movimento. No ensino, essa corrente esteve presente através da ênfase dada à construção do espaço permeado de tensões,
conflitos e contradições. A geografia humanista, calcada especialmente na fenomenologia, também apresentou crítica ao
positivismo lógico que embasou a geografia moderna e quantitativa. Essa linha do pensamento geográfico se interessou pelos
indivíduos e suas experiências no mundo.
MENEZES, V. S. A historiografia da geografia acadêmica e escolar: uma relação de (des)encontros.
Geographia Meridionalis, n. 2, dez. 2015 (adaptado).
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A geografia escolar possui uma história que está atrelada à própria historiografia da Geografia, esta entendida como campo de
conhecimento que se constituiu como ciência e disciplina escolar. A geografia tradicional, também conhecida como geografia
moderna, fundamentou-se no método positivista. De acordo com o positivismo, a análise da realidade deve ser reduzida à
aparência dos fenômenos, abarcando somente os aspectos visíveis, concretos. Por sua vez, a geografia pragmática buscou uma
atualização apenas da forma, e não do conteúdo da corrente tradicional. Já a geografia quantitativa pautou-se nos métodos
matemáticos para explicar a realidade. Reduziu a análise das relações entre os elementos da paisagem como relações meramente
quantitativas. A geografia crítica dedicou-se a analisar a relação entre a sociedade e a natureza na produção do espaço geográfico.
Dessa maneira, diferentemente do pensamento anterior, considerou a realidade como mutável, dinâmica e em permanente
movimento. No ensino, essa corrente esteve presente através da ênfase dada à construção do espaço permeado de tensões,
conflitos e contradições. A geografia humanista, calcada especialmente na fenomenologia, também apresentou crítica ao
positivismo lógico que embasou a geografia moderna e quantitativa. Essa linha do pensamento geográfico se interessou pelos
indivíduos e suas experiências no mundo.
MENEZES, V. S. A historiografia da geografia acadêmica e escolar: uma relação de (des)encontros.
Geographia Meridionalis, n. 2, dez. 2015 (adaptado).
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