Foram encontradas 750 questões.
TEXTO 1
Nas últimas décadas, o avanço expressivo das tecnologias digitais passou a impactar profundamente a vida social, transformando as formas de comunicação e interação. Nesse contexto, o número de usuários de internet no Brasil cresceu de maneira significativa, com ênfase ao acesso via celular — como pode ser observado no gráfico. O acesso constante à internet via celular levou as instituições de ensino a repensarem as normas relativas ao uso de dispositivos eletrônicos em sala de aula, resultando na Lei n. 15 100/25. Esse cenário escancara, contudo, as desigualdades sociais no acesso à internet, que continuam a representar um desafio importante para a democratização da educação no país.
TEXTO 2
Crianças e adolescentes, por dispositivos utilizados para acessar a Internet (2015-2024)
Total de usuários de Internet de 9 a 17 anos (%)
Pesquisa sobre o uso da internet por crianças e adolescentes no Brasil: TIC Kids Online Brasil 2024.
Disponível em: https://cetic.br. Acesso em: 18 jul. 2025.
As transformações descritas nos textos 1 e 2 podem ser analisadas com base nos aportes teóricos do campo da Sociologia, tanto clássicos quanto contemporâneos. Assinale a alternativa que apresenta uma vertente teórica que auxilie uma professora de Sociologia do Ensino Médio na reflexão sobre a desigualdade no acesso à informação e no letramento digital e uma estratégia didática que considera essa desigualdade.
Nas últimas décadas, o avanço expressivo das tecnologias digitais passou a impactar profundamente a vida social, transformando as formas de comunicação e interação. Nesse contexto, o número de usuários de internet no Brasil cresceu de maneira significativa, com ênfase ao acesso via celular — como pode ser observado no gráfico. O acesso constante à internet via celular levou as instituições de ensino a repensarem as normas relativas ao uso de dispositivos eletrônicos em sala de aula, resultando na Lei n. 15 100/25. Esse cenário escancara, contudo, as desigualdades sociais no acesso à internet, que continuam a representar um desafio importante para a democratização da educação no país.
TEXTO 2
Crianças e adolescentes, por dispositivos utilizados para acessar a Internet (2015-2024)
Total de usuários de Internet de 9 a 17 anos (%)
Pesquisa sobre o uso da internet por crianças e adolescentes no Brasil: TIC Kids Online Brasil 2024.
Disponível em: https://cetic.br. Acesso em: 18 jul. 2025.
As transformações descritas nos textos 1 e 2 podem ser analisadas com base nos aportes teóricos do campo da Sociologia, tanto clássicos quanto contemporâneos. Assinale a alternativa que apresenta uma vertente teórica que auxilie uma professora de Sociologia do Ensino Médio na reflexão sobre a desigualdade no acesso à informação e no letramento digital e uma estratégia didática que considera essa desigualdade.
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TEXTO 1
Ao longo do processo de colonização, os povos indígenas vivenciaram processos de genocídio e de epistemicídio, sendo
desconsiderados seus direitos aos modos próprios de vida, conhecimentos ancestrais e territórios. Nas últimas décadas,
fortaleceram suas demandas por direitos. Nesse movimento, as mulheres indígenas têm se colocado em luta na defesa dos
seus direitos, incluindo o direito a uma vida livre de violências. Dessa perspectiva surge o conceito de corpo-território como
uma expressão que liga a espoliação do território à violência contra os corpos das mulheres.
TEXTO 2
São joia esmeralda princesa minha rainha
Te passo essa mensagem não cai nessa ladainha
Conheço a história de quem se apaixonou
O homem mais bonito logo te abandonou
Muito das princesa não teve essa sorte
O homem mais amado se transformou em morte
Quebrando torturando no silêncio a sua amada
Mesmo no silêncio é grito de madrugada.
MC ANARANDÀ. Feminicídio. Disponível em: www.youtube.com.
Acesso em: 16 jul. 2025 (fragmento).
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TEXTO 1
Ao longo do processo de colonização, os povos indígenas vivenciaram processos de genocídio e de epistemicídio, sendo
desconsiderados seus direitos aos modos próprios de vida, conhecimentos ancestrais e territórios. Nas últimas décadas,
fortaleceram suas demandas por direitos. Nesse movimento, as mulheres indígenas têm se colocado em luta na defesa dos
seus direitos, incluindo o direito a uma vida livre de violências. Dessa perspectiva surge o conceito de corpo-território como
uma expressão que liga a espoliação do território à violência contra os corpos das mulheres.
TEXTO 2
São joia esmeralda princesa minha rainha
Te passo essa mensagem não cai nessa ladainha
Conheço a história de quem se apaixonou
O homem mais bonito logo te abandonou
Muito das princesa não teve essa sorte
O homem mais amado se transformou em morte
Quebrando torturando no silêncio a sua amada
Mesmo no silêncio é grito de madrugada.
MC ANARANDÀ. Feminicídio. Disponível em: www.youtube.com.
Acesso em: 16 jul. 2025 (fragmento).
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A obra A Guerra dos Kanaimés 5, da série A Guerra dos Kanaimés,
de Jaider Esbell, artista visual Makuxi, apresenta elementos
da cosmologia indígena por meio de linguagem pictórica
contemporânea, estabelecendo diálogo entre tradição ancestral
e crítica social. Seus trabalhos, expostos em espaços como
a Bienal de São Paulo, questionam narrativas hegemônicas sobre
arte e cultura brasileira, posicionando-se contra a folclorização
dos saberes indígenas. Nessa obra, Esbell articula símbolos
tradicionais Makuxi com técnicas artísticas contemporâneas,
criando uma síntese estética que funciona como instrumento
de resistência cultural e política. O artista utiliza sua produção
para educar tanto comunidades indígenas quanto não indígenas
sobre cosmologias originárias, assumindo papel pedagógico
transformador que transcende os limites convencionais entre
arte, educação e militância. Essa postura artística dialoga com
teorias críticas contemporâneas sobre o papel dos intelectuais
na transformação social, especialmente no que se refere à
produção de conhecimento contra-hegemônico e à formação
de consciência crítica por meio de práticas culturais engajadas.
Disponível em: https://tucumbrasil.com
Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).

ESBELL, J. A Guerra dos Kanaimés 5. 145 x 110 cm, s.l., 2020.
Disponível em: https://tucumbrasil.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).
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A obra A Guerra dos Kanaimés 5, da série A Guerra dos Kanaimés,
de Jaider Esbell, artista visual Makuxi, apresenta elementos
da cosmologia indígena por meio de linguagem pictórica
contemporânea, estabelecendo diálogo entre tradição ancestral
e crítica social. Seus trabalhos, expostos em espaços como
a Bienal de São Paulo, questionam narrativas hegemônicas sobre
arte e cultura brasileira, posicionando-se contra a folclorização
dos saberes indígenas. Nessa obra, Esbell articula símbolos
tradicionais Makuxi com técnicas artísticas contemporâneas,
criando uma síntese estética que funciona como instrumento
de resistência cultural e política. O artista utiliza sua produção
para educar tanto comunidades indígenas quanto não indígenas
sobre cosmologias originárias, assumindo papel pedagógico
transformador que transcende os limites convencionais entre
arte, educação e militância. Essa postura artística dialoga com
teorias críticas contemporâneas sobre o papel dos intelectuais
na transformação social, especialmente no que se refere à
produção de conhecimento contra-hegemônico e à formação
de consciência crítica por meio de práticas culturais engajadas.
Disponível em: https://tucumbrasil.com
Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).

ESBELL, J. A Guerra dos Kanaimés 5. 145 x 110 cm, s.l., 2020.
Disponível em: https://tucumbrasil.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).
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Estas diferenças [temperamentais], finalmente incorporadas à
estrutura de caráter dos adultos, constituem, então, as chaves
a partir das quais a cultura atua selecionando como desejável
um temperamento e incorporando esta escolha a cada fio da
tessitura social — ao cuidar das crianças pequenas, aos jogos
que as crianças praticam, às músicas que as pessoas cantam,
à estrutura da organização política, às práticas religiosas, à
arte e à filosofia.
MEAD, M. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, 2003 (adaptado).
Com base nessa pesquisa etnográfica, a análise que articula as discussões sobre produção do corpo e sexualidade ao conceito de juventude na perspectiva da Antropologia e Sociologia do Corpo é:
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Estas diferenças [temperamentais], finalmente incorporadas à
estrutura de caráter dos adultos, constituem, então, as chaves
a partir das quais a cultura atua selecionando como desejável
um temperamento e incorporando esta escolha a cada fio da
tessitura social — ao cuidar das crianças pequenas, aos jogos
que as crianças praticam, às músicas que as pessoas cantam,
à estrutura da organização política, às práticas religiosas, à
arte e à filosofia.
MEAD, M. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, 2003 (adaptado).
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Estas diferenças [temperamentais], finalmente incorporadas à
estrutura de caráter dos adultos, constituem, então, as chaves
a partir das quais a cultura atua selecionando como desejável
um temperamento e incorporando esta escolha a cada fio da
tessitura social — ao cuidar das crianças pequenas, aos jogos
que as crianças praticam, às músicas que as pessoas cantam,
à estrutura da organização política, às práticas religiosas, à
arte e à filosofia.
MEAD, M. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, 2003 (adaptado).
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Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor
apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento
global: de um lado, dados científicos sobre mudanças
climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak
sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade
e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual
conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”.
O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade
ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal
que nega outras formas de existir e conhecer, impondo
um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes
tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda
quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”.
Os estudantes começam a reconhecer como esse processo
se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização
dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais,
a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou
o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor
propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos
tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção
de suas identidades e visões de mundo.
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Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor
apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento
global: de um lado, dados científicos sobre mudanças
climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak
sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade
e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual
conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”.
O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade
ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal
que nega outras formas de existir e conhecer, impondo
um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes
tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda
quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”.
Os estudantes começam a reconhecer como esse processo
se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização
dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais,
a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou
o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor
propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos
tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção
de suas identidades e visões de mundo.
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