Foram encontradas 750 questões.
Obedece-se não à pessoa em virtude de seu próprio direito,
mas a regra estatuída, que estabelece ao mesmo tempo
a quem e em que medida se deve obedecer. Também quem
ordena obedece, ao emitir uma ordem, a uma regra; à “lei” ou
“regulamento” de uma norma formalmente abstrata. O tipo
daquele que ordena é o “superior”, cujo direito de mando
está legitimado por uma regra estatuída, no âmbito de uma
competência concreta, cuja delimitação e especialização
se baseiam na utilidade objetiva e nas suas exigências
profissionais estipuladas para a atividade do funcionário.
O dever de obediência está graduado numa hierarquia de
cargos, com subordinação dos inferiores aos superiores,
e dispõe de um direito de queixa regulamento. A base do
funcionamento técnico é a disciplina do serviço.
WEBER, M. Os três tipos puros de dominação legítima. In: COHN, G.
(Org.). Max Weber: Sociologia. São Paulo: Ática, 2003 (adaptado).
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Harriet Martineau, uma das fundadoras das Ciências Sociais, ressaltava a necessidade de uma metodologia para a coleta
e descrição de dados sobre a realidade social de modo a tornar esse processo mais objetivo. No desenvolvimento da didática
e das metodologias de ensino, a pesquisa como princípio pedagógico nas aulas de Sociologia tem sido mobilizada e teorizada
por diversos autores da área de Ciências Sociais. As Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006) estimulam o uso da
pesquisa vinculando-a ao princípios metodológicos de ensinar Sociologia a partir de temas, conceitos e teorias. Bernard Lahire,
em conferência escrita para o Encontro Nacional do Ensino de Sociologia na Educação Básica, realizado em Fortaleza, em 2013,
desenvolveu a ideia de que os instrumentos de pesquisa social deveriam ser socializados no ambiente escolar. A mobilização
da pesquisa adaptada à realidade escolar também tem sido apresentada pelos livros didáticos de Sociologia, aprovados pela
Política Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), que estimulam o desenvolvimento das aprendizagens conceituais da
Sociologia com base no exercício da pesquisa como princípio pedagógico.
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Harriet Martineau, uma das fundadoras das Ciências Sociais, ressaltava a necessidade de uma metodologia para a coleta
e descrição de dados sobre a realidade social de modo a tornar esse processo mais objetivo. No desenvolvimento da didática
e das metodologias de ensino, a pesquisa como princípio pedagógico nas aulas de Sociologia tem sido mobilizada e teorizada
por diversos autores da área de Ciências Sociais. As Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006) estimulam o uso da
pesquisa vinculando-a ao princípios metodológicos de ensinar Sociologia a partir de temas, conceitos e teorias. Bernard Lahire,
em conferência escrita para o Encontro Nacional do Ensino de Sociologia na Educação Básica, realizado em Fortaleza, em 2013,
desenvolveu a ideia de que os instrumentos de pesquisa social deveriam ser socializados no ambiente escolar. A mobilização
da pesquisa adaptada à realidade escolar também tem sido apresentada pelos livros didáticos de Sociologia, aprovados pela
Política Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), que estimulam o desenvolvimento das aprendizagens conceituais da
Sociologia com base no exercício da pesquisa como princípio pedagógico.
A alternativa que descreve uma ação pedagógica com abordagem dos resultados de pesquisa conforme a perspectiva weberiana é:
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Na ausência de uma pedagogia racional que coloque tudo em prática para neutralizar metodicamente e continuamente, da escola
maternal à universidade, a ação dos fatores sociais de desigualdade cultural, a vontade política de oferecer a todos chances iguais
diante do ensino não consegue vencer as desigualdades reais, ainda que se arme de todos os meios institucionais e econômicos;
e, reciprocamente, uma pedagogia realmente racional, isto é, fundada numa sociologia das desigualdades culturais, sem dúvida
contribuiria para reduzir as desigualdades diante da escola e da cultura, mas somente poderá concretizar-se efetivamente se
forem oferecidas todas as condições de uma democratização real do recrutamento dos mestres e dos alunos, a começar pela
instauração de uma pedagogia racional.
BOURDIEU, P.; PASERON, J. C. Os herdeiros: os estudantes e a cultura. Florianópolis: EDUFSC, 2013.
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Na ausência de uma pedagogia racional que coloque tudo em prática para neutralizar metodicamente e continuamente, da escola
maternal à universidade, a ação dos fatores sociais de desigualdade cultural, a vontade política de oferecer a todos chances iguais
diante do ensino não consegue vencer as desigualdades reais, ainda que se arme de todos os meios institucionais e econômicos;
e, reciprocamente, uma pedagogia realmente racional, isto é, fundada numa sociologia das desigualdades culturais, sem dúvida
contribuiria para reduzir as desigualdades diante da escola e da cultura, mas somente poderá concretizar-se efetivamente se
forem oferecidas todas as condições de uma democratização real do recrutamento dos mestres e dos alunos, a começar pela
instauração de uma pedagogia racional.
BOURDIEU, P.; PASERON, J. C. Os herdeiros: os estudantes e a cultura. Florianópolis: EDUFSC, 2013.
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Observe os trechos da letra de canção Não é sério, selecionados por um professor de Sociologia, que atua em uma escola de
uma grande cidade, para o planejamento de uma aula sobre as juventudes e as desigualdades sociais e raciais brasileiras.
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
A polícia diz que já causei muito distúrbio
[...]
O que eu consigo ver é só um terço do problema
É o sistema que tem que mudar
Não se pode parar de lutar
Se não não muda
CHARLIE BROWN JR. e NEGRA LI. Nadando com tubarões. S.l.: Virgin, 2000 (fragmento).
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Observe os trechos da letra de canção Não é sério, selecionados por um professor de Sociologia, que atua em uma escola de
uma grande cidade, para o planejamento de uma aula sobre as juventudes e as desigualdades sociais e raciais brasileiras.
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
A polícia diz que já causei muito distúrbio
[...]
O que eu consigo ver é só um terço do problema
É o sistema que tem que mudar
Não se pode parar de lutar
Se não não muda
CHARLIE BROWN JR. e NEGRA LI. Nadando com tubarões. S.l.: Virgin, 2000 (fragmento).
Esse professor decidiu, então, aprofundar o tema do lugar das juventudes nas diferentes instituições sociais. Nesse sentido, uma atividade adequada para cumprir esse objetivo é
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Durante uma assembleia escolar para revisão do Projeto Político-Pedagógico (PPP) de um colégio que oferece Ensino Médio na
modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), surge um intenso debate entre gestores, professores e estudantes. A professora de
Sociologia, apoiando-se nas reflexões de Paulo Freire sobre educação democrática, propõe que os estudantes adultos participem
ativamente da construção do documento, argumentando que o PPP deve refletir uma “pedagogia da autonomia” que reconheça
os saberes dos educandos. O diretor questiona a capacidade dos estudantes trabalhadores noturnos de compreenderem questões
pedagógicas complexas. A coordenadora pedagógica, influenciada pelas ideias de Vera Maria Ferrão Candau sobre educação
intercultural, defende que a diversidade de experiências dos estudantes adultos constitui um patrimônio fundamental para
repensar as práticas educativas. Um grupo de estudantes propõe criar uma comissão para mapear os principais problemas da
escola e as formas de participação existentes na comunidade escolar. Contudo, emerge uma tensão: enquanto alguns defendem
processos mais participativos de tomada de decisão, outros questionam se, no contexto atual de descrédito generalizado nas
instituições, seria possível construir um projeto verdadeiramente democrático. Um estudante comenta: “Se nem confiamos
mais nos políticos, por que acreditaríamos que o colégio vai ser mudado?”. Esse cenário reflete os desafios contemporâneos
apontados por Norberto Bobbio sobre as promessas não cumpridas da democracia, evidenciando como a crise de legitimidade
das instituições afeta também o espaço escolar.
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Durante uma assembleia escolar para revisão do Projeto Político-Pedagógico (PPP) de um colégio que oferece Ensino Médio na
modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), surge um intenso debate entre gestores, professores e estudantes. A professora de
Sociologia, apoiando-se nas reflexões de Paulo Freire sobre educação democrática, propõe que os estudantes adultos participem
ativamente da construção do documento, argumentando que o PPP deve refletir uma “pedagogia da autonomia” que reconheça
os saberes dos educandos. O diretor questiona a capacidade dos estudantes trabalhadores noturnos de compreenderem questões
pedagógicas complexas. A coordenadora pedagógica, influenciada pelas ideias de Vera Maria Ferrão Candau sobre educação
intercultural, defende que a diversidade de experiências dos estudantes adultos constitui um patrimônio fundamental para
repensar as práticas educativas. Um grupo de estudantes propõe criar uma comissão para mapear os principais problemas da
escola e as formas de participação existentes na comunidade escolar. Contudo, emerge uma tensão: enquanto alguns defendem
processos mais participativos de tomada de decisão, outros questionam se, no contexto atual de descrédito generalizado nas
instituições, seria possível construir um projeto verdadeiramente democrático. Um estudante comenta: “Se nem confiamos
mais nos políticos, por que acreditaríamos que o colégio vai ser mudado?”. Esse cenário reflete os desafios contemporâneos
apontados por Norberto Bobbio sobre as promessas não cumpridas da democracia, evidenciando como a crise de legitimidade
das instituições afeta também o espaço escolar.
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Durante uma assembleia escolar para revisão do Projeto Político-Pedagógico (PPP) de um colégio que oferece Ensino Médio na
modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), surge um intenso debate entre gestores, professores e estudantes. A professora de
Sociologia, apoiando-se nas reflexões de Paulo Freire sobre educação democrática, propõe que os estudantes adultos participem
ativamente da construção do documento, argumentando que o PPP deve refletir uma “pedagogia da autonomia” que reconheça
os saberes dos educandos. O diretor questiona a capacidade dos estudantes trabalhadores noturnos de compreenderem questões
pedagógicas complexas. A coordenadora pedagógica, influenciada pelas ideias de Vera Maria Ferrão Candau sobre educação
intercultural, defende que a diversidade de experiências dos estudantes adultos constitui um patrimônio fundamental para
repensar as práticas educativas. Um grupo de estudantes propõe criar uma comissão para mapear os principais problemas da
escola e as formas de participação existentes na comunidade escolar. Contudo, emerge uma tensão: enquanto alguns defendem
processos mais participativos de tomada de decisão, outros questionam se, no contexto atual de descrédito generalizado nas
instituições, seria possível construir um projeto verdadeiramente democrático. Um estudante comenta: “Se nem confiamos
mais nos políticos, por que acreditaríamos que o colégio vai ser mudado?”. Esse cenário reflete os desafios contemporâneos
apontados por Norberto Bobbio sobre as promessas não cumpridas da democracia, evidenciando como a crise de legitimidade
das instituições afeta também o espaço escolar.
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