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Foram encontradas 750 questões.

3929186 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1

Enunciado 4880816-1


VIEIRA, F. A. Uma diáspora na Antiguidade africana: núbios em trânsito no Novo Império egípcio (1580-1080 a.C.).

In: Anais do Copene Sul, 2015.

TEXTO 2

No referente à divisão do trabalho, mulheres raramente eram representadas em cenas relativas às atividades agrícolas, não aparecendo realizando funções artesanais, com exceção da fabricação de pão e cerveja e a fiação e tecelagem. Nas pinturas, essa característica fica clara, já que os homens eram retratados com uma cor mais escura que as mulheres, mostrando que as ocupações no exterior da casa eram majoritariamente e, algumas vezes, exclusivamente masculinas, enquanto que as ocorridas no interior dos espaços cobertos podiam ser tanto femininas quanto masculinas. Com relação à monarquia divina, a noção de realeza feminina era complementar à desempenhada pelo rei, e não restam dúvidas de que a rainha era extremamente importante em alguns rituais, atuando como contraponto do faraó.

SOUZA, A. F. A mulher-faraó: representações da rainha Hatshepsut como instrumento de legitimação (Egito Antigo – Século XV a.C.).

In: XXVII Simpósio Nacional de História – Anpuh. Natal, 2013 (adaptado).

Considerando os textos 1 e 2, as relações de poder na Núbia e no Egito Antigos demonstram que mulheres

 

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3929185 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Enunciado 4880815-1 
NORFINI, A. Assalto dos cabanos ao trem. Aquarela. Museu de Arte de Belém (Mabe), Belém, 1940.
Disponível em: https://pt.m.wikipedia.org.
Acesso em: 16 jul. 2025.

Em seu planejamento anual, uma professora de História optou por realizar uma aula sobre a Cabanagem (1835-1840) utilizando imagens. Entre elas, destacou as possibilidades de compreensão dessa aquarela, que faz parte do acervo do Museu de Arte de Belém (Mabe). A professora pode relacionar essa aquarela ao processo de formação do Estado nacional brasileiro, na medida em que a pintura enfatiza a
 

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3929184 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
A arte Kusiwa, expressão gráfica e corporal do povo Wajãpi, no Amapá, foi oficialmente reconhecida, em 2002, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil por sua relevância simbólica, estética e identitária. O processo foi instruído com ampla documentação, incluindo um catálogo e um vídeo educativo, que detalham a riqueza visual e cosmológica dessa tradição indígena. A arte Kusiwa — termo com o qual nomeiam sua tradição gráfica — transcende a mera decoração. Ela integra pintura corporal, cerâmica, cestaria e outros objetos, sempre com padrões reconhecíveis que carregam significados míticos e cosmológicos. A origem dos padrões remonta à tradição oral, segundo a qual, no tempo dos ancestrais, não havia distinção entre seres. Foi mediante uma grande festa, narrada nos mitos, que o demiurgo Janejar separou humanos e animais, e os padrões visuais passaram a expressar essas diferenças. A arte, portanto, é um sistema de conhecimento que articula estética, espiritualidade, natureza, memória e saberes práticos.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 13 maio 2025 (adaptado).
Com base na leitura do texto sobre a arte Kusiwa, um grupo de estudantes propôs um mapeamento das práticas culturais de seu território para compreender os sentidos das expressões locais, como festas, artesanatos, formas de vestir, de falar e de cozinhar. A professora aproveitou essa iniciativa para realizar uma avaliação processual e orientou que o mapeamento fosse realizado por meio de entrevistas com os moradores mais velhos do bairro. Ao relacionar essa proposta com os estudos da arte Kusiwa, o objetivo da atividade e o processo de avaliação são, respectivamente,
 

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3929183 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
A arte Kusiwa, expressão gráfica e corporal do povo Wajãpi, no Amapá, foi oficialmente reconhecida, em 2002, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil por sua relevância simbólica, estética e identitária. O processo foi instruído com ampla documentação, incluindo um catálogo e um vídeo educativo, que detalham a riqueza visual e cosmológica dessa tradição indígena. A arte Kusiwa — termo com o qual nomeiam sua tradição gráfica — transcende a mera decoração. Ela integra pintura corporal, cerâmica, cestaria e outros objetos, sempre com padrões reconhecíveis que carregam significados míticos e cosmológicos. A origem dos padrões remonta à tradição oral, segundo a qual, no tempo dos ancestrais, não havia distinção entre seres. Foi mediante uma grande festa, narrada nos mitos, que o demiurgo Janejar separou humanos e animais, e os padrões visuais passaram a expressar essas diferenças. A arte, portanto, é um sistema de conhecimento que articula estética, espiritualidade, natureza, memória e saberes práticos.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 13 maio 2025 (adaptado).
Durante uma aula sobre patrimônio imaterial, o professor apresentou as pinturas corporais tradicionais dos Wajãpi, destacando a importância de compreender tais práticas no contexto histórico desse grupo étnico. O uso dessas pinturas possibilita
 

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3929182 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
Minha cidade

Enunciado 4880812-1


CORA CORALINA. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.
São Paulo: Global, 2006.
Fundamentada pelas teorias de Vygotsky, uma professora de História utilizou o poema de Cora Coralina, no Ensino Fundamental, com o objetivo de trabalhar os conceitos de patrimônio material e imaterial, pois
 

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3929181 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
Minha cidade

Enunciado 4880811-1


CORA CORALINA. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.
São Paulo: Global, 2006.
Ao introduzir uma aula sobre patrimônio cultural brasileiro, um professor de História utilizou esse poema de Cora Coralina. Em seu planejamento, estava prevista uma avaliação diagnóstica, em que o
 

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3929180 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Minha cidade

Enunciado 4880810-1


CORA CORALINA. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.
São Paulo: Global, 2006.
Em uma aula de História do Ensino Médio, uma professora utilizou o poema de Cora Coralina para debater a história local. Ao associar o uso da linguagem literária com a abordagem da história local, a professora analisa que
 

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3929179 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
EVERETT. Martin Luther and Lucifer. Xilogravura. Everett Collection Inc., 1535. Enunciado 4880809-1
Disponível em: https://everettondemand.com.
Acesso em: 16 jul. 2025.

Durante uma aula sobre a Reforma Protestante, um professor distribuiu aos estudantes a reprodução dessa gravura, publicada em Leipzig, em 1535, na qual Martinho Lutero aparece ao lado da figura do diabo. Essa imagem representa uma forma de
 

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3929178 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
TEXTO 1
Enunciado 4880808-1
DUBOIS, F. Massacre da noite de São Bartolomeu. Óleo sobre tela,
93,5 × 151,4 cm. Museu Cantonal des Beaux-Arts, Suíça, 1572.
Disponível em: https://pt.m.wikipedia.org. Acesso em: 16 jul. 2025.

TEXTO 2
Enunciado 4880808-2
LUYKEN, J. Anneken Hendriks, Dam, Amsterdam [Anneken Hendriks,
uma menonita frísia, queimada em Amsterdã]. Gravura, 1685.
Disponível em: https://pt.wikipedia.org. Acesso em: 16 jul. 2025.

Com base nos textos 1 e 2, a que acontecimentos marcantes da Europa no século XVI eles se referem, respectivamente?
 

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3929177 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1


Enunciado 4880807-1


FEDERICI, S. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva.

São Paulo: Elefante, 2017.



TEXTO 2

Nas cidades medievais, as mulheres trabalhavam como ferreiras, açougueiras, padeiras, candeleiras, chapeleiras, cervejeiras, cardadeiras de lã e comerciantes. Em Frankfurt, havia aproximadamente duzentas ocupações nas quais participavam entre 1 300 e 1 500 mulheres. Na Inglaterra, 72 das 85 guildas incluíam mulheres entre seus membros. Algumas guildas, incluindo a da indústria da seda, eram controladas por elas; em outras, a porcentagem de trabalho de mulheres era tão alta quanto a dos homens. No século XIV, as mulheres também estavam tornando-se professoras escolares, bem como médicas e cirurgiãs, e começavam a competir com homens formados em universidades, obtendo em certas ocasiões uma alta reputação.

FEDERICI, S. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva.

São Paulo: Elefante, 2017.

Em uma aula para a Educação Básica, um professor constatou a percepção, entre os estudantes, de que o trabalho na esfera pública nas cidades medievais era realizado, quase que exclusivamente, por homens, enquanto as mulheres ficariam restritas a tarefas domésticas na esfera privada. Ao utilizar ambos os recursos didáticos — a fonte imagética e o texto acadêmico —, a metodologia adotada pelo professor, para abordar o espaço urbano medieval, foi a

 

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