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Foram encontradas 750 questões.

3929196 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
Um professor propõe que os estudantes analisem os impactos da criação do Estado de Israel sobre a população palestina e elaborem propostas de intervenção que considerem direitos humanos e diversidade de narrativas históricas. Essa proposta didática contribui para o desenvolvimento da autonomia do estudante ao
 

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3929195 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1

Enunciado 4880825-1

TEIXEIRA, V. In: ANTUNES. R. (Org.). Riqueza e miséria do

trabalho no Brasil IV: trabalho digital, autogestão e expropriação da vida.

São Paulo: Boitempo, 2019.



TEXTO 2

A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.

ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho.

Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Com base na charge e no texto, uma professora perguntou aos estudantes se o cenário descrito se aplicava à América Latina. Diante das respostas positivas, a professora solicitou que pesquisassem as causas desse processo, reconhecendo as medidas adotadas pelos governos autoritários nos anos 1970. Com uma postura crítica e investigativa, a pesquisa constatou as seguintes características que impactaram a população latino-americana durante os anos 1970:
 

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3929194 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1

Enunciado 4880824-1

TEIXEIRA, V. In: ANTUNES. R. (Org.). Riqueza e miséria do

trabalho no Brasil IV: trabalho digital, autogestão e expropriação da vida.

São Paulo: Boitempo, 2019.



TEXTO 2

A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.

ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho.

Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Ao abordar a charge e o texto, uma professora solicitou aos estudantes do Ensino Médio que analisassem o contexto descrito. A política e a medida econômica que caracterizam o cenário apresentado são, respectivamente,
 

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3929193 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1

Enunciado 4880823-1

TEIXEIRA, V. In: ANTUNES. R. (Org.). Riqueza e miséria do

trabalho no Brasil IV: trabalho digital, autogestão e expropriação da vida.

São Paulo: Boitempo, 2019.



TEXTO 2

A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.

ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho.

Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Na aula de História, um professor solicitou aos estudantes debater o tema das condições de trabalho contemporâneo com finalidade de elaborar uma nuvem de palavras. Na sequência, pediu que analisassem a charge e o texto. Considerando a temática, a estratégia didática adotada pelo professor objetivou identificar o(a)
 

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3929192 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Durante toda a Antiguidade, o Egito continuará sendo a terra clássica a que os povos chegarão em peregrinação para haurir nas fontes dos mais antigos conhecimentos científicos, religiosos, morais, sociais que os homens adquiriram. É assim que em toda a área circundante do Mediterrâneo edificaram-se sucessivamente novas civilizações que evoluíram sobretudo para um desenvolvimento material e técnico; evolução em cuja origem deve-se situar, de um lado, o gênio egípcio e, de outro, o gênio materialista dos indo-europeus: gregos e romanos.
DIOP, C. A. Nações negras e culturas. Petrópolis: Vozes, 2025 (adaptado).


O Mediterrâneo, enquanto espaço de trocas civilizacionais na Antiguidade, não conhecia fronteiras entre Europa, Ásia e África, resultando em influências multifatoriais que refutam um olhar eurocêntrico sobre a história. Considerando o recorte abordado, pode-se afirmar que
 

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3929191 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
De acordo com a historiadora Beatriz Nascimento, intelectual negra e uma das primeiras pesquisadoras dos estudos quilombolas, o conceito de quilombo como resistência tem um significado importante, pois, ao longo da história, os quilombos sempre representaram uma resistência étnica e política. É importante entender os quilombos como espaços onde negros e outros povos marginalizados podiam viver e manter seus modos de vida, preservando suas culturas e tradições, o que permite compreender o quilombo em seu sentido ideológico, político e cultural: agregação, resistência e preservação dos símbolos culturais do povo negro. Esse fenômeno de resistência continua vivo em diferentes espaços sociais criados por afro-brasileiros, como as escolas de samba, os terreiros de candomblé e as comunidades nas favelas e nas áreas rurais. Se “cada cabeça é um quilombo”, aquilombar-se é o movimento de buscar o quilombo, formar o quilombo, tornar-se quilombo.

Em cumprimento à Lei n. 10 639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira, as professoras de História, Sociologia e Geografia elaboraram um projeto sobre educação antirracista. Qual alternativa apresenta, respectivamente, o trabalho com práticas educativas interdisciplinares e o conceito de quilombo?
 

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3929190 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
Para abordar as relações raciais na perspectiva da interseccionalidade e da interdisciplinaridade, uma professora organizou uma sequência didática, no Ensino Médio, que articulava Literatura, História, Música e Arte. Escolheu a obra Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, que narra a história romanceada de Luisa Mahin, ou Kehinde, figura simbólica da luta negra no Brasil, e sua busca incansável por seu filho. Sua vida perpassa importantes eventos históricos, como a Independência, a Revolta dos Malês e a luta abolicionista. A história do povo negro ocupa o centro dessa narrativa por meio do relato de Kehinde, desde a sua infância em Savalu – Daomé (atual Benin) –, passando por seu sequestro, onde foi escravizada na Bahia e no Rio de Janeiro, até seu retorno à África e sua volta ao Brasil no fim da vida. A escravização é problematizada com profunda reflexão sobre as marcas deixadas por essa experiência.

Após a discussão da obra, a professora elaborou um plano de aula que tinha como proposta investigar temas suscitados pelo livro, como os movimentos políticos e os personagens envolvidos na narrativa. A organização da sequência didática, com utilização de obra literária, teve como finalidade
 

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3929189 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
O desenvolvimento da situação no Oriente parece indicar claramente que a protelação do armistício na Coreia foi um meio de manter ocupados neste último país os recursos humanos e materiais dos ocidentais, a fim de impedir que eles fossem deslocados para a Indochina. Ao mesmo tempo, a trégua, embora limitada, dos últimos meses, talvez tenha sido útil à China, que assim pôde ampliar a sua ajuda aos comunistas que lutam contra os franceses.
COSTA, J. O mundo em marcha. O Estado de S. Paulo, 3 maio 1953.

Um professor elaborou um plano de aula utilizando esse editorial de jornal. Com o objetivo de analisar o uso de fontes midiáticas, os interesses “dos ocidentais” e os interesses da China, no contexto da Guerra da Coreia, é preciso identificar, respectivamente,
 

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3929188 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Ao se deparar com uma discussão acalorada entre os alunos da 3ª série do Ensino Médio sobre a disputa eleitoral brasileira, e ao perceber argumentos variados na defesa das ideias divergentes, o professor resolveu contextualizar o conteúdo que seria trabalhado naquela aula: a ascensão do nazifascismo no período entreguerras.
Com o objetivo de articular passado e presente, o professor debateu com os estudantes os aspectos dos movimentos de extrema direita dos séculos XX e XXI. Qual alternativa identifica a relação entre os diferentes contextos históricos?
 

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3929187 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1


Enunciado 4880817-1


Ramsés II oferecendo tecidos ao deus hieracocéfalo Montu. Representação de uma

das salas do tesouro (sul) do Templo Grande, em Abu Simbel.

SALES, J. C. Poder e iconografia no antigo Egipto.

Lisboa: Livros Horizonte, 2008.

TEXTO 2

Na tradição do Egito Antigo, o mundo foi criado a partir de um caos primordial, habitado por deuses que continham o potencial de gerar ordem. Mesmo após a criação, esse caos continuava existindo fora dos limites do Egito, como uma ameaça à estabilidade e à vida. Diante disso, cabia ao faraó a missão essencial de manter essas forças afastadas, garantindo a ordem cósmica. O culto egípcio era sempre oficial: os templos integravam o Estado, os sacerdotes atuavam como funcionários, e apenas o faraó era considerado o verdadeiro oficiante, representando toda a humanidade nas oferendas e rituais que asseguravam o equilíbrio do mundo.

CARDOSO, C. F. Deuses, múmias e ziggurats: uma comparação das religiões antigas do Egito e da Mesopotâmia.

Porto Alegre: EdiPUCRS, 1999 (adaptado).

Ao elaborar um plano de aula sobre o Egito Antigo que incentive a autonomia e a construção do pensamento crítico pelos estudantes de uma turma do Ensino Fundamental, o professor deve

 

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