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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLITEC-RO
De acordo com a CF, compete ao
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Disciplina: Direito Constitucional
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Orgão: POLITEC-RO
Em relação aos direitos sociais previstos na CF, assinale a opção correta.
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Orgão: POLITEC-RO
Em relação aos direitos fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), assinale a opção correta.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLITEC-RO
O poder constituinte difuso é
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Crescimento econômico geralmente implica aumento nas atividades em todos os setores – indústria, comércio, serviços, consumo. Em outras palavras, significa mais extração de recursos naturais, mais produção e mais coisas devolvidas à terra na forma de lixo. O crescimento econômico deveria ser um meio de valor neutro para atender às necessidades básicas de todos e criar comunidades mais saudáveis, energia mais limpa, infraestrutura mais sólida, cultura mais vibrante etc. Durante muito tempo, ele contribuiu para a difusão desses objetivos fundamentais em algumas partes do planeta, propiciando a abertura de estradas, a construção de moradias etc. Agora, talvez já tenhamos coisas suficientes para atender às necessidades básicas de todos; só que elas não são distribuídas de forma justa.
Uma grande parte do problema é que o sistema econômico dominante valoriza o crescimento comoa um objetivo em si mesmo. Por isso usamos o produto interno bruto, ou PIB, como a medida padrão do sucesso de uma nação. O PIB contabiliza o valor dos bens e serviços produzidos a cada ano. Mas deixa de fora facetas importantes, ao não considerar a distribuição desigual e injusta da riqueza, nem examinar quãoc saudáveis e satisfeitas estão as pessoas. É por isso que o PIB de um país pode seguir subindo a ótimos 3% ao ano, e a renda dos trabalhadores ficar estagnada, caso a riqueza emperre em um determinado ponto do sistema. Além disso, os verdadeiros custos ecológicos e sociais do crescimento não são incluídos no PIB.
A fé de nossa sociedade no crescimento econômico repousa na suposição de que sua continuidade é tãod possível quanto benéfica. Mas nenhum dos dois pressupostos é verdadeiro. Primeiro porquee, devido aos limites do planeta, o crescimento econômico infinito é impossível. Ultrapassado o patamar em que as necessidades humanas básicas são atendidas, ele tampoucob se revelou uma estratégia para aumentar o bem-estar. Registramos, hoje, nas grandes metrópoles, um alto nível de estresse, depressão, ansiedade e solidão.
Annie Leonard. Uma história das coisas.
Da natureza ao lixo, o que acontece com tudo o que consumimos. Rio de Janeiro, Zahar, 2010, p. 16-7 (com adaptações).
A coerência e a correção gramatical do texto LP-1-A1 seriam preservadas caso se substituísse
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Crescimento econômico geralmente implica aumento nas atividades em todos os setores – indústria, comércio, serviços, consumo. Em outras palavras, significa mais extração de recursos naturais, mais produção e mais coisas devolvidas à terra na forma de lixo. O crescimento econômico deveria ser um meio de valor neutro para atender às necessidades básicas de todos e criar comunidades mais saudáveis, energia mais limpa, infraestrutura mais sólida, cultura mais vibrante etc. Durante muito tempo, ele contribuiu para a difusão desses objetivos fundamentais em algumas partes do planeta, propiciando a abertura de estradas, a construção de moradias etc. Agora, talvez já tenhamos coisas suficientes para atender às necessidades básicas de todos; só que elas não são distribuídas de forma justa.
Uma grande parte do problema é que o sistema econômico dominante valoriza o crescimento como um objetivo em si mesmo. Por isso usamos o produto interno bruto, ou PIB, como a medida padrão do sucesso de uma nação. O PIB contabiliza o valor dos bens e serviços produzidos a cada ano. Mas deixa de fora facetas importantes, ao não considerar a distribuição desigual e injusta da riqueza, nem examinar quão saudáveis e satisfeitas estão as pessoas. É por isso que o PIB de um país pode seguir subindo a ótimos 3% ao ano, e a renda dos trabalhadores ficar estagnada, caso a riqueza emperre em um determinado ponto do sistema. Além disso, os verdadeiros custos ecológicos e sociais do crescimento não são incluídos no PIB.
A fé de nossa sociedade no crescimento econômico repousa na suposição de que sua continuidade é tão possível quanto benéfica. Mas nenhum dos dois pressupostos é verdadeiro. Primeiro porque, devido aos limites do planeta, o crescimento econômico infinito é impossível. Ultrapassado o patamar em que as necessidades humanas básicas são atendidas, ele tampouco se revelou uma estratégia para aumentar o bem-estar. Registramos, hoje, nas grandes metrópoles, um alto nível de estresse, depressão, ansiedade e solidão.
Annie Leonard. Uma história das coisas.
Da natureza ao lixo, o que acontece com tudo o que consumimos. Rio de Janeiro, Zahar, 2010, p. 16-7 (com adaptações).
No primeiro período do texto LP-1-A1, o vocábulo “implica” é usado com o sentido de
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Crescimento econômico geralmente implica aumento nas atividades em todos os setores – indústria, comércio, serviços, consumo. Em outras palavras, significa mais extração de recursos naturais, mais produção e mais coisas devolvidas à terra na forma de lixo. O crescimento econômico deveria ser um meio de valor neutro para atender às necessidades básicas de todos e criar comunidades mais saudáveis, energia mais limpa, infraestrutura mais sólida, cultura mais vibrante etc. Durante muito tempo, ele contribuiub para a difusão desses objetivos fundamentais em algumas partes do planeta, propiciando a abertura de estradas, a construção de moradias etc. Agora, talvez já tenhamos coisas suficientes para atender às necessidades básicas de todos; só que elas não são distribuídas de forma justa.
Uma grande parte do problema é que o sistema econômico dominante valoriza o crescimento como um objetivo em si mesmo. Por issoc usamos o produto interno bruto, ou PIB, como a medida padrão do sucesso de uma nação. O PIB contabiliza o valor dos bens e serviços produzidos a cada ano. Mas deixa de fora facetas importantes, ao não considerar a distribuição desigual e injusta da riqueza, nem examinar quão saudáveis e satisfeitas estão as pessoas. É por isso que o PIB de um país pode seguir subindo a ótimos 3% ao ano, e a renda dos trabalhadores ficar estagnada, caso a riqueza emperre em um determinado ponto do sistema. Além disso, os verdadeiros custos ecológicos e sociais do crescimento não são incluídos no PIB.
A fé de nossa sociedade no crescimento econômico repousa na suposiçãoa de que sua continuidade é tão possível quanto benéfica. Mas nenhum dos dois pressupostos é verdadeiro. Primeiro porque, devido aos limites do planeta, o crescimento econômicod infinito é impossível. Ultrapassado o patamare em que as necessidades humanas básicas são atendidas, ele tampouco se revelou uma estratégia para aumentar o bem-estar. Registramos, hoje, nas grandes metrópoles, um alto nível de estresse, depressão, ansiedade e solidão.
Annie Leonard. Uma história das coisas.
Da natureza ao lixo, o que acontece com tudo o que consumimos. Rio de Janeiro, Zahar, 2010, p. 16-7 (com adaptações).
A correção gramatical e a coerência do texto LP-1-A1 seriam mantidas caso se inserisse uma vírgula logo após
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Crescimento econômico geralmente implica aumento nas atividades em todos os setores – indústria, comércio, serviços, consumo. Em outras palavras, significa mais extração de recursos naturais, mais produção e mais coisas devolvidas à terra na forma de lixo. O crescimento econômico deveria ser um meio de valor neutro para atender às necessidades básicas de todos e criar comunidades mais saudáveis, energia mais limpa, infraestrutura mais sólida, cultura mais vibrante etc. Durante muito tempo, ele contribuiu para a difusão desses objetivos fundamentais em algumas partes do planeta, propiciando a abertura de estradas, a construção de moradias etc. Agora, talvez já tenhamos coisas suficientes para atender às necessidades básicas de todos; só que elas não são distribuídas de forma justa.
Uma grande parte do problema é que o sistema econômico dominante valoriza o crescimento como um objetivo em si mesmo. Por isso usamos o produto interno bruto, ou PIB, como a medida padrão do sucesso de uma nação. O PIB contabiliza o valor dos bens e serviços produzidos a cada ano. Mas deixa de fora facetas importantes, ao não considerar a distribuição desigual e injusta da riqueza, nem examinar quão saudáveis e satisfeitas estão as pessoas. É por isso que o PIB de um país pode seguir subindo a ótimos 3% ao ano, e a renda dos trabalhadores ficar estagnada, caso a riqueza emperre em um determinado ponto do sistema. Além disso, os verdadeiros custos ecológicos e sociais do crescimento não são incluídos no PIB.
A fé de nossa sociedade no crescimento econômico repousa na suposição de que sua continuidade é tão possível quanto benéfica. Mas nenhum dos dois pressupostos é verdadeiro. Primeiro porque, devido aos limites do planeta, o crescimento econômico infinito é impossível. Ultrapassado o patamar em que as necessidades humanas básicas são atendidas, ele tampouco se revelou uma estratégia para aumentar o bem-estar. Registramos, hoje, nas grandes metrópoles, um alto nível de estresse, depressão, ansiedade e solidão.
Annie Leonard. Uma história das coisas.
Da natureza ao lixo, o que acontece com tudo o que consumimos. Rio de Janeiro, Zahar, 2010, p. 16-7 (com adaptações).
Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência do texto LP-1-A1 caso a forma verbal “atender”, empregada no terceiro período do primeiro parágrafo, fosse substituída por
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Crescimento econômico geralmente implica aumento nas atividades em todos os setores – indústria, comércio, serviços, consumo. Em outras palavras, significa mais extração de recursos naturais, mais produção e mais coisas devolvidas à terra na forma de lixo. O crescimento econômico deveria ser um meio de valor neutro para atender às necessidades básicas de todos e criar comunidades mais saudáveis, energia mais limpa, infraestrutura mais sólida, cultura mais vibrante etc. Durante muito tempo, ele contribuiu para a difusão desses objetivos fundamentaisa em algumas partes do planeta, propiciando a abertura de estradas, a construção de moradias etc. Agora, talvez já tenhamos coisas suficientes para atender às necessidades básicas de todos; só que elas não são distribuídas de forma justa.
Uma grande parte do problema é que o sistema econômico dominante valoriza o crescimento como um objetivo em si mesmo. Por isso usamos o produto interno bruto, ou PIB, como a medida padrão do sucesso de uma nação. O PIB contabiliza o valor dos bens e serviços produzidos a cada ano. Mas deixa de fora facetas importantes, ao não considerar a distribuição desigual e injusta da riquezac, nem examinar quão saudáveis e satisfeitas estão as pessoas. É por isso que o PIB de um país pode seguir subindo a ótimos 3% ao ano, e a renda dos trabalhadores ficar estagnada, caso a riqueza emperre em um determinado ponto do sistemad. Além disso, os verdadeiros custos ecológicos e sociais do crescimento não são incluídos no PIB.
A fé de nossa sociedade no crescimento econômico repousa na suposição de que sua continuidade é tão possível quanto benéficae. Mas nenhum dos dois pressupostosb é verdadeiro. Primeiro porque, devido aos limites do planeta, o crescimento econômico infinito é impossível. Ultrapassado o patamar em que as necessidades humanas básicas são atendidas, ele tampouco se revelou uma estratégia para aumentar o bem-estar. Registramos, hoje, nas grandes metrópoles, um alto nível de estresse, depressão, ansiedade e solidão.
Annie Leonard. Uma história das coisas.
Da natureza ao lixo, o que acontece com tudo o que consumimos. Rio de Janeiro, Zahar, 2010, p. 16-7 (com adaptações).
No penúltimo período do texto LP-1-A1, o trecho “uma estratégia para aumentar o bem-estar” exerce a mesma função sintática que o segmento
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Crescimento econômico geralmente implica aumento nas atividades em todos os setores – indústria, comércio, serviços, consumo. Em outras palavras, significa mais extração de recursos naturais, mais produção e mais coisas devolvidas à terra na forma de lixo. O crescimento econômico deveria serI um meio de valor neutro para atender às necessidades básicas de todos e criar comunidades mais saudáveis, energia mais limpa, infraestrutura mais sólida, cultura mais vibrante etc. Durante muito tempo, ele contribuiu para a difusão desses objetivos fundamentais em algumas partes do planeta, propiciando a abertura de estradas, a construção de moradias etc. Agora, talvez já tenhamosII coisas suficientes para atender às necessidades básicas de todos; só que elas não são distribuídas de forma justa.
Uma grande parte do problema é que o sistema econômico dominante valoriza o crescimento como um objetivo em si mesmo. Por isso usamos o produto interno bruto, ou PIB, como a medida padrão do sucesso de uma nação. O PIB contabiliza o valor dos bens e serviços produzidos a cada ano. Mas deixa de fora facetas importantes, ao não considerar a distribuição desigual e injusta da riqueza, nem examinar quão saudáveis e satisfeitas estão as pessoas. É por isso que o PIB de um país pode seguir subindo a ótimos 3% ao ano, e a renda dos trabalhadores ficar estagnada, caso a riqueza emperreIII em um determinado ponto do sistema. Além disso, os verdadeiros custos ecológicos e sociais do crescimento não são incluídos no PIB.
A fé de nossa sociedade no crescimento econômico repousa na suposição de que sua continuidade é tão possível quanto benéfica. Mas nenhum dos dois pressupostos é verdadeiro. Primeiro porque, devido aos limites do planeta, o crescimento econômico infinito é impossível. Ultrapassado o patamar em que as necessidades humanas básicas são atendidas, ele tampouco se revelou uma estratégia para aumentar o bem-estar. Registramos, hoje, nas grandes metrópoles, um alto nível de estresse, depressão, ansiedade e solidão.
Annie Leonard. Uma história das coisas.
Da natureza ao lixo, o que acontece com tudo o que consumimos. Rio de Janeiro, Zahar, 2010, p. 16-7 (com adaptações).
Considerando aspectos linguísticos do texto LP-1-A1, julgue os itens seguintes.
I A locução “deveria ser”, no terceiro período do primeiro parágrafo, expressa uma incerteza.
II No segmento “Agora, talvez já tenhamos”, no último período do primeiro parágrafo, a forma verbal “tenhamos” expressa um desejo.
III No segmento “caso a riqueza emperre”, no penúltimo período do segundo parágrafo, a forma verbal “emperre” expressa uma possibilidade.
Assinale a opção correta.
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