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Quando se avalia a magnitude de esforços tectônicos (estresses) relativos, ainda é muito aplicável a classificação de E.M.Anderson (1905), que descreve seus comportamentos quando da geração de falhas, em relação às orientações SV, SHmax e Shmin da maneira originalmente proposta, considerando a deformação da rocha como isotrópica e coaxial (o eixo dos esforços não sofre rotação). Com isso, é possível caracterizar falhas normais, strike/dip-slips e reversas. Cada regime de esforços pode ser simplificado em três componentes ortogonais principais:
S1 - um esforço compressivo máximo,
S3 - um esforço compressivo mínimo e
S2 – um esforço compressivo intermediário
Todos os tipos de falhas (regimes) descritos a seguir estão corretamente especificados, de acordo com as considerações de seus 3 componentes principais do esforço relativo de Anderson, EXCETO:
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Perfis de imagem em poços se referem a métodos de registro a poço aberto e processamento de dados que são usados para produzir imagens em escala centimétrica de suas paredes e das rochas que os compõem. São objetivos desses perfis, EXCETO:
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No desenvolvimento geocientífico e análise de perfis de poços para carbonatos, vários esquemas de classificação foram criados para auxiliar na avaliação de formação, com base na quantificação da textura da rocha carbonática. Avanços recentes em métodos de ressonância magnética nuclear (NMR) e na análise de testemunhos, complementados por um uso mais quantitativo dos perfis de imagem, têm conduzido a diversos resultados importantes para a indústria de petróleo na exploração em carbonatos.
Nos reservatórios carbonáticos do pré-sal brasileiro, todas as propriedades de uma rocha carbonática listadas abaixo são estimadas pelos perfis NMR, EXCETO:
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A imagem de dados aeromagnéticos da América do Sul revela a localização do Lineamento Transbrasiliano (LTB) formado por um sistema strike-slip, com limites tectônicos marcados por corredores transcorrentes, construídos, ou reativados, pelo LTB. Todas as afirmativas abaixo são corretas em relação ao LTB, EXCETO:
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TEXT I
Breaking the habit: From oiloholics to e-totallers
What changes in driving habits and improved batteries might do to oil demand

It has been a bad couple of years for those hoping for the death of driving. In America, where cars are an important part of the national psyche, a decade ago people had suddenly started to drive less, which had not happened since the oil shocks of the 1970s. Academics started to talk excitedly about “peak driving”, offering explanations such as urbanisation, ageing baby-boomers, car-shy millennials, ride-sharing apps such as Uber and even the distraction of Facebook.
Yet the causes may have been more prosaic: a combination of higher petrol prices and lower incomes in the wake of the 2008-09 financial crisis. Since the drop in oil prices in 2014, and a recovery in employment, the number of vehicle-miles travelled has rebounded, and sales of trucks and SUVs, which are less fuel-efficient than cars, have hit record highs.
This sensitivity to prices and incomes is important for global oil demand. More than half the world’s oil is used for transport, and of that, 46% goes into passenger cars. But the response to lower prices has been partially offset by dramatic improvements in fuel efficiency in America and elsewhere, thanks to standards like America’s Corporate Average Fuel Economy (CAFE), the EU’s rules on CO2 emissions and those in place in China since 2012.
The IEA says that such measures cut oil consumption in 2015 by a whopping 2.3m b/d. This is particularly impressive because interest in fuel efficiency usually wanes when prices are low. If best practice were applied to all the world’s vehicles, the savings would be 4.3m b/d, roughly equivalent to the crude output of Canada. This helps explain why some forecasters think demand for petrol may peak within the next 10-15 years even if the world’s vehicle fleet keeps growing.
Occo Roelofsen of McKinsey, a consultancy, goes further. He reckons that thanks to the decline in the use of oil in light vehicles, total consumption of liquid fuels will begin to fall within a decade, and that in the next few decades driving will be shaken up by electric vehicles (EVs), self-driving cars and car-sharing. […]
(Dated Nov 24th, 2016. From https://www.economist.com/news/specialreport/21710635-what-changes-driving-habits-and-improved-batteries-might-dooil-demand-coming. Accessed July 18th, 2017)
Read the sentences and mark them as TRUE (T) or FALSE (F):
( ) The verb phrase in “driving will be shaken up” is in the passive voice.
( ) There is a false cognate in the phrase “all the world’s vehicles”.
( ) “like” in “standards like America’s Corporate Average Fuel Economy” is a verb.
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O representante dos interesses da União no contrato de partilha de produção será:
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Avalie se o edital de licitação do contrato de partilha de produção, que será acompanhado da minuta básica do respectivo contrato, indicará obrigatoriamente:
I. O bloco objeto do contrato de partilha de produção.
II. O percentual mínimo do excedente em óleo da União.
III. Os critérios para definição do excedente em óleo do contratado.
IV. O conteúdo local máximo e mínimo, além de outros critérios relacionados ao desenvolvimento da indústria nacional.
V. O valor do bônus de assinatura, bem como a parcela a ser destinada à PPSA.
Estão corretas as afirmativas:
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São receitas governamentais, na forma do art. 42 da Lei nº 12.351/10:
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Observe as afirmativas a seguir, em relação ao procedimento de individualização da produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, que deverá ser instaurado quando se identificar que a jazida se estende além do bloco concedido ou contratado sob o regime de partilha de produção (Lei nº 12.351/10):
I. O concessionário ou o contratado sob o regime de partilha de produção deverá informar à ANP que a jazida será objeto de acordo de individualização da produção.
II. O acordo de individualização da produção indicará o operador da respectiva jazida.
III. A recusa de uma das partes em firmar o acordo de individualização da produção implicará resolução dos contratos de concessão ou de partilha de produção.
IV. Os acordos de individualização da produção serão submetidos à prévia aprovação da ANP, que deverá se manifestar em até 60 (sessenta) dias, contados do recebimento da proposta de acordo.
Assinale a alternativa correta:
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O percentual de participação no consórcio da Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. - Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) no Contrato de Partilha de Produção é de:
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