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Foram encontradas 1.001 questões.

2247327 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Entende-se por organismo geneticamente modificado todo o organismo cujo seu material genético foi manipulado de modo a favorecer alguma característica desejada. Normalmente quando se fala em organismos geneticamente modificados, refere-se aos organismos transgênicos, mas estes não são exatamente a mesma coisa. São consideradas vantagens de um organismo geneticamente modificado:
I- A tecnologia usada nos transgênicos permite melhorar e corrigir os mais variados alimentos de modo a produzir novos alimentos com as características desejadas.
II- As culturas transgênicas podem ser munidas de genes que lhes confiram resistência às suas pragas naturais, produzindo toxinas que matam essas pragas.
III- Através da técnica de DNA recombinante, é possível introduzir nas bactérias genes com determinadas funções.
IV- A existência de plantas resistentes a produtos químicos provoca uma redução dos predadores naturais dessa planta, afetando assim os níveis seguintes da cadeia alimentar.
Marque a alternativa correta.
 

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2247326 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Tudo bem nas relações de trabalho?
Chicago, 1º de maio de 1886. Tem início uma greve geral reivindicando a jornada de trabalho de oito horas. Duramente reprimida, a paralisação culmina na condenação à morte de sete de seus líderes. Hoje a data é mundialmente celebrada como o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador.
Passaram-se quase 130 anos da Revolta do Haymarket (como ficou conhecido o movimento de Chicago), e a grande maioria das classes trabalhadoras não mais vive nas condições da exploração retratadas no famoso filme Tempos Modernos, de Chaplin. Importantes direitos trabalhistas foram árdua e solidamente conquistados. Todavia, as repetidas tentativas de mudar a legislação a respeito - como a lei sobre a tercerização em discussão em nosso Parlamento - mostram que nem tudo está bem nas relações de trabalho.
O trabalho: essa curiosa atividade humana em que homens e mulheres investem energias, tempo, conhecimento, talentos, ideias a fim de levar para casa sustento, proteção e conforto, marcado aparentemente por uma "maldição" (Com o suor do teu rosto comerás teu pão", diz a Bíblia), em nossa sociedade ele foi praticamente reduzido a mera dimensão econômica.
Para trabalhar, o trabalhador necessita de recursos para tal: terra, maquinário, capital ... Não dispondo disso resta-lhe "vender" a única coisa que possui: a própria mão de obra. Todo o engenho humano, o esforço e a dignidade implicados no trabalho viram mercadoria, vendida ao sabor das leis do mercado. A relação entre quem detém os meios de produção e quem vende a mão de obra é essencialmente desigual. Em que pese ser este último a parte frágil, hoje protegido pela lei e empoderado por conquistas sociais e políticas públicas em que pese ele talvez não mais visto como engrenagem numa cadeia de produção e ser considerado com mais sofisticação nas modernas teorias administrativas (que eufemisticamente o chamam de colaborador), resta o fato de o trabalho continuar sendo mero fator econômico. Quando uma empresa precisa sair de uma crise, aumentar sua eficiência e tornar-se mais competitiva, ela despede trabalhadores como a se libertar de um lastro contraproducente.
Contudo, há uma dimensão do trabalho que não se pode vender. "O operário via casas /e dentro das estruturas /via coisas, objetos, /produtos, manufaturas. /Via tudo o que fazia, /o lucro do seu patrão, /e em cada coisa que via /misteriosamente havia/ a marca de sua mão". Como constata o Operário em construção, na bela poesia de Vinícius de Morais, são sempre do ser humano o esforço, as competências, a criatividade. "O operário emocionado /olhou a sua própria mão, /sua rude mão de operário, /de operário em construção. /E olhando bem para ela /teve um segundo a impressão /de que não havia no mundo /coisa que fosse mais bela".
Além disso, comenta Luigino Bruni: "O trabalho, quando vivido na liberdade, é uma das expressões mais elevadas de amor na esfera social de que os seres humanos são capazes (...) Trabalhar não é a experiência do servo e do escravo, mas do cidadão livre". Nesse sentido, acredita esse economista, o trabalho é o fundamento de uma sociedade realmente democrática.
Nossa sociedade tem diante de si uma tarefa à qual não se pode furtar. Sem desconsiderar a dimensão econômica do trabalho, reconhecer igualmente suas dimensões gratuitas, motivacionais e relacionais, reconhecer nele a expressão da complementariedade e interdependência entre o mercado, a família e a comunidade social (Elisa Golin), traduzindo isso em leis e práticas que recoloquem o ser humano no centro do processo produtivo. Já existem interessantes iniciativas nesse sentido.
Klaus Brucke - Editora Cidade Nova.
O provérbio que está de acordo com a frase: "(...) Trabalhar não é a experiência do servo e do escravo, mas do cidadão livre" é:
 

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2247325 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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A Comunidade Quilombola de Genipaúba, localizada na chamada região das ilhas do Município de Abaetetuba, é banhada pelo Rio Genipaúba, cuja representação, na escala 1 :50.000 é de 10cm. Determine a extensão total, em quilômetros, do Rio Genipaúba.
 

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2247324 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Os ovos são fontes de proteínas, vitaminas A, D e vitaminas do complexo B. Em relação ao seu armazenamento, assinale a alternativa correta.
 

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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
Sobre a estrutura "Viemos ao mundo para dar nome às coisas: (...)", é correto afirmar:
 

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Indígenas podem beneficiar todo o pais.

Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.

De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.

A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.

O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.

Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.

Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.

Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.

(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)

Assinale a expressão em que o termo entre parêntese não tem indicação de tempo:

 

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2247321 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da asserção a seguir:
"De acordo com ________________ , as pessoas com surdez têm direito a uma educação que garanta a sua formação, em que a ____________________ e a Língua Portuguesa, preferencialmente na_______________ , constituam línguas de instrução."
 

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2247320 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA

No início do século, os trabalhos de Edward H. Angle foram responsáveis pela transformação da ortodontia. A este pesquisador foram atribuídas mais de 40 invenções e 60 publicações. Sua prescrição para o aparelho do "Arco de Canto" possui uma dimensão de Slot que é utilizada ainda nos dias de hoje. Qual é essa dimensão?

 

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2247319 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Sobre as etapas de tratamento de água, marque a alternativa · correta:
 

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2247318 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
O PCN de Educação Física (1998) destaca que "Num país em que pulsam a capoeira, o samba [ ... ], entre outras manifestações, é surpreendente o fato de a educação física, [ ... ] ter desconsiderado essas produções de cultura popular como objeto de ensino e aprendizagem" (p. 71 e 72). A fim de romper com este preconceito, diversas propostas têm surgido inserindo o conteúdo da Capoeira nas aulas de educação física. Considerando aquilo que Campos (2007) coloca acerca da polissemia inerente à capoeira, diversas possibilidades se colocam para o trabalho com este conteúdo nas aulas de educação física. Dentre as possibilidades apontadas a seguir, qual a única que não seria condizente com uma proposta pedagógica com este conteúdo a partir da perspectiva dos estudos culturais no campo da educação física?
 

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