Foram encontradas 60 questões.
- GeometriaGeometria PlanaTriângulosTriângulos RetângulosTeorema de Pitágoras
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Uma caixa com a forma de paralelepípedo reto retângulo possui arestas medindo 30 cm, 40 cm e 20 cm. Uma fita adesiva será usada para fixar a caixa. Esta fita deverá ficar completamente esticada, e passará pelos vértices A, B, C e D da caixa, dando uma volta completa, conforme indica a figura.

O menor comprimento dessa fita para que ela cumpra sua função será igual a
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O piso da sala de estudos de uma faculdade é retangular, com comprimento medindo 10 metros a mais do que sua largura. Se a área desse piso é igual a 299 m2 , então o perímetro do piso é igual a
Dado: 362 = 1296
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Em um mesmo dia, a razão entre o número de usuários de uma Biblioteca nos períodos da manhã para o da tarde foi de 3 para 5, e a do período da tarde para o da noite foi de 4 para 3. Se nos três períodos (manhã, tarde e noite), desse dia, a Biblioteca foi frequentada por um total de 470 usuários, então, o total de usuários que frequentou essa Biblioteca no período da tarde, desse dia, foi igual a
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A Revista Plural publica edições quadrimestralmente, e a Revista Singular publica edições semestralmente. Em janeiro de 2016, a Revista Plural publicou sua 42ª edição e, nesse mesmo mês, a Revista Singular publicou sua 23ª edição. Se as duas revistas continuarem sendo editadas da mesma forma, no mês em que a Revista Plural estiver publicando sua 60ª edição, a Revista Singular estará publicando sua edição de número
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Considere a estimativa de que a Via Láctea tem cerca de 500 bilhões de estrelas, e a de que o Universo possui, incluindo as estrelas da Via Láctea, cerca de 100 trilhões de bilhões de estrelas. Por essas estimativas, é correto afirmar que o total de estrelas do Universo é, aproximadamente, igual ao total de estrelas da Via Láctea multiplicado por
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Um sonhador chamado Lobato
Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.
Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.
Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.
Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.
Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.
(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)
Observe as conjunções destacadas nas seguintes frases:
I. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional;
II. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio;
III. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal.
Estão, correta e respectivamente, substituídas, sem alteração de sentido, por:
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Quanto ao emprego do verbo “pegar”, na legenda da figura, pode-se concluir que

(www.revistagalileu.globo. com)
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Em relação aos versos de Castro Alves, publicados em 1870, em Espumas Flutuantes:
Oh! Bendito o que semeia
Livros à mão cheia
E manda o povo pensar!
O livro, caindo n’alma
É germe – que faz a palma,
É chuva – que faz o mar!
é correto afirmar que eles
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Assinale a alternativa em todas as formas verbais estão corretas, de acordo com a conjugação, o contexto frasal e a norma-padrão.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Um sonhador chamado Lobato
Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.
Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.
Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.
Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.
Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.
(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)
Usando-se no plural a expressão em itálico, deverá ir para o plural o verbo em negrito da frase:
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