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3166102 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

Evanildo Bechara (2004), ao tratar a sintaxe de colocação ou ordem, observa que “a colocação do verbo [fica] depois do sujeito, não havendo passiva com o pronome se ou quando não se trata de interrogação parcial com pronome não sujeito ou advérbio interrogativo”. Porém, observa o autor que “a ordem que saia do esquema SVC (sujeito-verbo-complemento) se diz inversa ou ocasional”, como bem ilustra a seguinte passagem do texto:

 

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3166101 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

Com base em Marcuschi (2008) e Koch (1997, 2002), na passagem do 5º parágrafo “Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares”, os termos em destaque são exemplos, respectivamente, de coesão

 

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3166100 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

De acordo com Koch (1997), no título do texto, “a zica” constitui uma

 

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3166099 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

No processo de leitura do texto, os alunos deverão entender que o autor

 

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3166098 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

De acordo com os Aspectos Tipológicos de Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), o texto da Folha deve ser estudado sabendo-se que pertence ao seguinte domínio social de comunicação:

 

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3166097 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

Levado para sala de aula como objeto de ensino, o texto será corretamente abordado considerando-se que nele predominam as estruturas textuais da

 

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3166096 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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[...] os professores que se formam atualmente e que, em seus cursos universitários, entram em contato com as novas propostas científicas, ainda não conseguem consubstanciá-las em instrumental pedagógico efetivo para sua prática de sala de aula. Além disso, embora muitos terminem seu curso universitário dispostos a renovar o ensino de língua, o embate com as estruturas de um sistema educacional obsoleto, pouco flexível e tremendamente burocratizado acaba frustrando muitos desses novos professores.

(M. Bagno; M. Stubbs; G. Gagné.

Língua materna: letramento, variação e ensino, 2002)

De acordo com o autor, os recém-formados professores terminam seus cursos dispostos a renovar o ensino de língua, mas encontram um sistema educacional em que

 

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3166095 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Considere os textos 1 e 2 para responder às questões de números 31 a 33.


Texto 1

Enunciado 3408106-1

(Folha de S.Paulo, 26.04.2016)


Texto 2

Enunciado 3408106-2

(www.videos.disney.com.br)

Analisando-se os dois textos, conclui-se que a relação de sentido entre eles está devidamente explicitada na seguinte análise que Marcuschi (2008) faz do fenômeno de linguagem:

 

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3166094 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Provas:

Considere os textos 1 e 2 para responder às questões de números 31 a 33.


Texto 1

Enunciado 3408105-1

(Folha de S.Paulo, 26.04.2016)


Texto 2

Enunciado 3408105-2

(www.videos.disney.com.br)

Com base em Koch (1997, 2002), a coesão e a coerência no texto 1, considerando-se o primeiro e o terceiro quadrinhos e a conjunção “mas”, fundamenta-se em uma relação de sentido de

 

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3166093 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Provas:

Considere os textos 1 e 2 para responder às questões de números 31 a 33.


Texto 1

Enunciado 3408104-1

(Folha de S.Paulo, 26.04.2016)


Texto 2

Enunciado 3408104-2

(www.videos.disney.com.br)

Em relação à conhecida história “A dama e o vagabundo”, o texto 1 tem a clara intenção de

 

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