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3166082 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.


Um sonhador chamado Lobato


Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.

Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.

Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.

Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.

Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.


(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente substituído por um pronome com sua respectiva colocação.

 

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3166081 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.


Um sonhador chamado Lobato


Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.

Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.

Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.

Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.

Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.


(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a nova versão da frase está correta quanto ao sentido do contexto e à norma-padrão.

 

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3166080 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.


Um sonhador chamado Lobato


Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.

Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.

Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.

Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.

Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.


(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)

Em ... – a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia aquele autor subversivo. –, o uso das aspas denota ironia; o que poderia ocorrer também, de acordo com o contexto, na palavra destacada na frase:

 

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3166079 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.


Um sonhador chamado Lobato


Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.

Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.

Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.

Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.

Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.


(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)

Sobre os pais do autor, é possível afirmar que

 

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3166078 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.


Um sonhador chamado Lobato


Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.

Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.

Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.

Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.

Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.


(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)

Pode-se afirmar que a influência de Lobato sobre o autor contribuiu para

 

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3166077 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Mesmo tendo se tornado o único pré-candidato entre os republicanos, o magnata Donald Trump não recebeu até o momento (6 de maio) o apoio de alguns dos maiores expoentes da legenda nos Estados Unidos. Os primeiros a se manifestarem contra o bilionário foram os ex-presidentes George Bush e George W. Bush. Adversários de Barack Obama nas eleições de 2008 e 2012, respectivamente, o senador John McCain e o ex-governador de Massachussetts Mitt Romney também anunciaram que não participarão do evento que vai definir a posição do partido para as eleições presidenciais.

(Último Segundo, 6 mai.16. Disponível em:

<http://goo.gl/G5t90Q>Adaptado)

Entre as principais razões apresentadas para a falta de apoio ao candidato dentro do Partido Republicano, está

 

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3166076 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Frente à forte crise política que ocorre no país, a presidente Dilma Rousseff evitou viajar para o exterior. Apenas em abril, a presidente fez uma viagem a

 

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3166075 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Após a reunião do Copom, foi divulgado o seguinte comunicado: “avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos, e considerando a elevação das incertezas domésticas e, principalmente, externas, o Copom decidiu manter a Taxa Selic em 14,25% ao ano, sem viés, por seis votos a favor e dois votos pela elevação da taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual”.

(http://goo.gl/SV1LwO. Adaptado)

O Copom, responsável por determinar as taxas de juros no Brasil, é órgão

 

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3166074 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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O momento que todos esperavam finalmente aconteceu. O ator venceu seu primeiro Oscar neste domingo (28/02), por sua atuação como o protagonista de “O regresso”.

Esta foi sua quinta indicação por atuação – a primeira aconteceu em 1994, por seu papel de coadjuvante em “Gilbert Grape: aprendiz de sonhador”. Ele também foi indicado como melhor ator por papéis em “O aviador” (2004), “Diamante de sangue” (2006) e “O lobo de Wall Street” (2013).

(http://glo.bo/1pjBFq3. Adaptado)

O ator de que trata a notícia é

 

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3166073 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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A possibilidade de ameaça terrorista no Brasil tomou fôlego novamente depois que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) confirmou a autenticidade de um perfil e de uma mensagem postada há alguns meses atrás.

Um suposto integrante do Estado Islâmico postou no Twitter uma ameaça ao país. A mensagem “Brasil, vocês são nosso próximo alvo” foi postada logo após os atentados que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos, na França, mas só nessa quarta-feira (13/04) a Abin confirmou a informação.

(http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/04/14/

abin-identifica-ameaca-terrorista-no-brasil.htm. Adaptado)

Sobre o Estado Islâmico, é correto afirmar que

 

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