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Foram encontradas 1.465 questões.

3166092 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Para responder às questões de números 09 e 10, leia a tirinha em que aparecem as personagens Honi e seu namorado Lute.


Enunciado 3408059-1

(Hagar, Dick Browne. Folha de S.Paulo, 23.04.2007)

Assinale a alternativa que contém a afirmação correta a respeito das expressões empregadas pelas personagens.

 

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3166091 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Para responder às questões de números 09 e 10, leia a tirinha em que aparecem as personagens Honi e seu namorado Lute.


Enunciado 3408058-1

(Hagar, Dick Browne. Folha de S.Paulo, 23.04.2007)

Pelo diálogo entre as personagens, pode-se afirmar corretamente que

 

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3166090 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o texto e responda às questões de números 07 e 08.


Registrar o cotidiano, fatos e realizações, sempre __________ parte de nosso instinto. Os primeiros humanos usavam instrumentos __________, secos ou umedecidos em extratos de plantas ou sangue de animais, para pintar geralmente em pedras.

Quanto ao lápis, o modelo mais primitivo vem do século XVI e era constituído de duas pequenas tábuas coladas, que __________ um bastão de grafite no meio. Mas, em 1795, o francês Nicholas Jacques Conté inventou um método para produzir barras de grafite que podiam ter a intensidade de traço e cor __________ pela quantidade de argila usada na composição.


(Maria Carolina Cristianini. Aventuras na História, março de 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa corretamente a seguinte frase: A definição da cor e do traço está associada

 

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3166089 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”

(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Observe a frase reescrita a partir de trecho do nono parágrafo na qual o verbo anotar foi empregado no futuro do subjuntivo.

Se os alunos anotarem o conteúdo das palestras à mão, poderão reter com mais facilidade os assuntos vistos em aula.

O futuro do subjuntivo também está corretamente empregado na forma verbal destacada na alternativa:

 

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3166088 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”

(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Leia as frases elaboradas a partir do texto.

As pesquisadoras haviam recomendado às crianças do primeiro grupo que traçassem letras de fôrma manualmente.

Todas as crianças foram colocadas em um aparelho de ressonância magnética onde novamente reviram as letras que haviam praticado.

Assinale a alternativa em que os pronomes substituem corretamente os trechos destacados e estão adequadamente colocados nas frases.

 

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3166087 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”

(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Considere o trecho em destaque na frase do último parágrafo.

“Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”

A reescrita do trecho em destaque mantém o sentido original do texto e está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

 

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3166086 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Quanto ao emprego do verbo “pegar”, na legenda da figura, pode-se concluir que

Enunciado 3407995-1

(www.revistagalileu.globo. com)

 

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3166085 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Em relação aos versos de Castro Alves, publicados em 1870, em Espumas Flutuantes:

Oh! Bendito o que semeia

Livros à mão cheia

E manda o povo pensar!

O livro, caindo n’alma

É germe – que faz a palma,

É chuva – que faz o mar!

é correto afirmar que eles

 

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3166084 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Assinale a alternativa em todas as formas verbais estão corretas, de acordo com a conjugação, o contexto frasal e a norma-padrão.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3166083 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.


Um sonhador chamado Lobato


Meu pai, o botânico Leonam de Azeredo Penna, era também naturalista, escritor, tradutor e jornalista – em suma, um intelectual completo. Graças a ele, nasci no meio de livros e revistas. Comprava-me todos os gibis, numa época em que as histórias em quadrinho eram condenadas nas escolas. Foi graças ao Dr. Leonam que cheguei a Monteiro Lobato. Lamento não tê-lo conhecido pessoalmente, pois, como meu pai, frequentava a roda literária da Livraria Civilização Brasileira, na rua do Ouvidor, no Rio.

Mas não teria sido preciso. Monteiro Lobato, como gostam de dizer hoje, “fez a minha cabeça”, me ensinou a amar o Brasil e a aprender que o petróleo é nosso e de mais ninguém. Já li O Poço do Visconde umas seis ou sete vezes, sei lá. A edição belamente ilustrada por Belmonte tem o desenho de um monumento em homenagem à turma do Sítio do Picapau Amarelo, por ter salvo o Brasil das garras dos americanos. Lobato foi um nacionalista sonhador, fundou uma empresa para furar as terras de São Paulo em busca do ouro negro. Por uma feliz coincidência, entretanto, foi numa localidade chamada Lobato, no Recôncavo Baiano, que se achou o primeiro poço em solo nacional.

Lobato foi condenado pela Igreja Católica por ter se lixado para verdades que impingiam aos jovens daquele tempo. Certo padre Sales Brasil chegou a publicar um libelo contra Lobato chamado A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para criança. No colégio, onde estudei, a diretora alertou minha mãe para o “perigo” por ter sabido que o filho dela lia e adorava aquele autor subversivo. Escusado dizer que ela e o meu pai não deram a menor bola para a advertência. E Lobato continuou fazendo a cabeça do garoto.

Escrevo essas coisas porque tenho certeza de que Lobato está esquecido, não é lido mais pelas crianças e adolescentes, obcecados pelas maravilhas tecnológicas deste século XXI. Uma lástima. A garotada, hoje adulta, só tem ideia do mundo mágico criado por Lobato pela novelização do Sítio do Picapau Amarelo.

Não vejo nenhuma editora se lembrando de reeditar a saga do Picapau Amarelo, que felizmente, não ficou datada. Dá para nos deleitarmos com a sensatez de Dona Benta, com os quitutes de tia Nastácia, com as espertezas de Emília, “a boneca que virou gente”, com a sabedoria do Visconde de Sabugosa, com as reinações de Narizinho e as aventuras de Pedrinho. Sem falar no pó de pirlimpimpim. Dito isso, parece uma babaquice, mas não é. Uma pena que ainda publiquem as histórias do folclore europeu, como pode ser visto agora nas bancas de jornal. Cinderela, João e Maria, a Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho nada têm a ver conosco, com a nossa realidade. Viva Jeca-Tatu.


(Carlos Leonam. CartaCapital.17.04.2016. Adaptado)

Usando-se no plural a expressão em itálico, deverá ir para o plural o verbo em negrito da frase:

 

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