Foram encontradas 326 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas." Considerando as flexões das formas verbais empregadas no trecho, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, ou com (F), as falsas.
(__)A forma verbal 'expusemos' encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, exprimindo ações habituais ocorridas no passado.
(__)A forma verbal 'conseguia' está flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou duradoura no passado, e o verbo 'deixar' está no modo infinitivo, dependente do verbo principal.
(__)A forma verbal 'relembra' está no pretérito perfeito do indicativo, o que reforça a ideia de recordação concluída no passado.
(__)Os verbos 'aproximar' e 'deixar' estão no modo subjuntivo, expressando dúvida e possibilidade.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
Considerando a acentuação dos vocábulos extraídos do trecho, bem como dos retirados do texto-base, julgue as afirmativas:
I.O vocábulo 'edifício' possui duas classificações possíveis quanto à tonicidade, diferentemente do vocábulo 'colágeno' que é apenas classificado como proparoxítono.
II.O vocábulo 'céus' é acentuado pela regra do ditongo aberto 'éu'. Essa regra também se aplica ao vocábulo 'troféu'.
III.O vocábulo 'proteínas' é acentuado pela regra do 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior. Essa regra não se aplica ao vocábulo 'veículos'.
IV.Os vocábulos 'até', 'clínico' e 'estímulo' recebem acento de acordo com regras distintas: 'até' segue uma regra própria, enquanto 'clínico' e 'estímulo' compartilham outra. A retirada do acento em cada uma dessas palavras modifica sua classificação morfológica e gera novos vocábulos com significados diferentes, alterando, assim, o valor semântico original.
V.Os vocábulos 'científicos' e 'único' recebem acento segundo a mesma regra e, por isso, possuem a mesma classificação quanto à tonicidade.
É correto o que se afirma em:
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Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
O verbo 'parecer' está flexionado no singular concordando adequadamente com o núcleo 'parte', que se encontra no singular. Agora, analise as concordâncias estabelecidas nos enunciados a seguir:
I.A maior parte destes quartos não tinham teto, nem portas, nem pavimento.
II.Foi um dos poucos no seu tempo que reconheceu a importância do contexto na interpretação do texto
III.O relógio de uma das igrejas bateu duas horas.
IV.Olhar e ver era para mim um recurso de defesa.
A concordância verbal está adequada às normas gramaticais da língua portuguesa em:
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medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
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Com base nas classes de palavras, analise as afirmativas a seguir:
I.Na expressão 'nos céus', o termo 'nos' é uma contração da preposição 'em' com o artigo definido plural 'os', introduzindo um adjunto adverbial de lugar, e 'céus' é um substantivo pluralizado de forma correta, assim como o vocábulo 'anãos' em "Os anãos da montanha guardavam um tesouro milenar escondido nas profundezas da caverna."
II.O vocábulo 'menor' classifica-se como advérbio de intensidade, modificando o substantivo 'alteração'. Ele também pode ser empregado como substantivo, como em "Os menores daquela família tiveram muito sucesso financeiro".
III.Em 'do seu pulso', o termo 'do' resulta da fusão da preposição 'de' com o pronome possessivo 'o', enquanto 'seu' atua como pronome adjetivo, caracterizando 'pulso'.
IV.O emprego da conjunção 'e', na última ocorrência, indica uma relação de contraste entre as ações descritas e o resultado apresentado, funcionando como elemento de coesão sequencial com valor adversativo.
V.O verbo 'sentir' é verbo irregular, está no pretérito perfeito do indicativo, assim como o verbo 'vir' em "Eles vieram aqui logo pela manhã".
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medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
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Considerando a regência verbal, julgue as afirmativas a seguir:
I.Os verbos 'funcionar' e 'sentir' apresentam-se como transitivos diretos, com seus complementos sem o uso de preposição.
II.O verbo 'haver' está empregado no sentido de 'existir', por isso, é impessoal e intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O verbo 'funcionar' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Essas ideias malucas não funcionam por aqui".
IV.O verbo 'sentir' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Embora tenha dito que sentiu muito por ter ofendido a moça, ela não o perdoou.
É correto o que se afirma em:
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medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
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processamento do medo.
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Na Língua Portuguesa, existem três formas de colocação pronominal, conforme as regras da gramática normativa. No contexto apresentado, se a expressão 'a menor alteração' for substituída por um pronome oblíquo átono, a colocação correta será:
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Carlos é engenheiro agrônomo e modelou a produção
diária (em toneladas) de uma cultura por hectare em
função do tempo (meses) t após o plantio por P(t) = 2t² + 3t + 5. Qual será a produção por hectare no 4º mês?
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Uma fábrica de sucos decidiu produzir uma nova linha de
embalagens cilíndricas para armazenar polpa de fruta.
Cada embalagem terá raio da base de 5 cm e altura de
12 cm. Considerando, qual é o volume de polpa que
cada embalagem pode conter? (considere π = 3,14)
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Questão presente nas seguintes provas
Durante uma formação continuada, o professor Rafael,
de Matemática, planejou uma sequência didática
interdisciplinar com a professora de Geografia. Os alunos
deveriam analisar o consumo de água do município,
calcular a média de gastos por residência e propor
soluções para reduzir o desperdício. A proposta
pedagógica adotada por Rafael se fundamenta em:
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O engenheiro Paulo está organizando a irrigação de uma pequena plantação de milho. Ele sabe que 4 bombas
d'água conseguem irrigar 6 hectares em 3 dias,
trabalhando 8 horas por dia. Se ele quiser irrigar 9
hectares em 4 dias, trabalhando 6 horas por dia, quantas
bombas serão necessárias?
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Cadernos
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