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A Pressão Positiva Expiratória Final (PEEP) é a manutenção de uma pressão supra-atmosférica ao final da expiração, após a fase inspiratória. A PEEP tem sido largamente utilizada como tratamento da Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), agindo não só como suporte, mas também como medida terapêutica, sendo mais efetiva quando aplicada precocemente.
Entre os efeitos benéficos da aplicação da PEEP estão:
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Nos Centros Especializados em Reabilitação, para que as crianças recebam indicação e prescrição de órteses, é necessária uma avaliação para identificação da Tecnologia Assistiva que facilitará o desempenho e a funcionalidade da criança em atividades de vida diária e lazer. Para melhorar a qualidade das prescrições, a equipe multidisciplinar decidiu que o instrumento de avaliação utilizado no setor deve ser padronizado de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Nesse processo, a equipe precisa adaptar a ficha de avaliação e associar as informações colhidas aos domínios da CIF.
A Tecnologia Assistiva que melhora a funcionalidade das crianças com deficiência é considerada
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Analise o caso clínico, abaixo descrito, e responda a questão.
O atleta K.L.M. pratica o esporte de corrida em longas distâncias, é um atleta bastante disciplinado e treina cerca de oito horas por dia. Ele já venceu maratonas, mas, há cerca de três meses, apresentou uma diminuição no rendimento e no tempo de corrida por apresentar dor na região posterior do pé direito e dores na musculatura do gastrocnêmio e sóleo durante as corridas. Ao procurar o ortopedista, o atleta teve diagnóstico de Tedinopatia de Aquiles e foi encaminhado ao fisioterapeuta para tratamento. Após avaliação, o fisioterapeuta decidiu iniciar o tratamento fazendo uso do ultrassom terapêutico para acelerar a recuperação da região.
Entre os parâmetros adequados para tratar Tendinopatia de Aquiles estão
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Durante a fase de crescimento, cerca de 30% dos jovens apresentam distúrbios do desenvolvimento da coluna vertebral com ossificação mais ou menos acentuada na região das placas vertebrais básicas e das placas de cobertura. Esses distúrbios do crescimento levam a uma cifose fixa juvenil causada por formação de vértebra em cunha, tendo a vértebra torácica T8 como a mais comumente afetada. Essa cifose juvenil é comumente chamada de
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Em um concurso público existiam quatro vagas e, exatamente, quatro amigos eram os candidatos a essas vagas: João, Maria, José e Márcia. Para brincarem com seus familiares, fizeram as seguintes afirmações:
• José foi o 2º colocado e Márcia a 3ª colocada;
• José foi o 1º colocado e Maria a 2ª colocada;
• Márcia foi a 4ª colocada e João o 2º colocado.
Se, em cada uma dessas afirmações existe uma informação verdadeira e outra falsa, o candidato que chegou em 4º lugar foi
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Um jogo de dardos consiste de um alvo circular dividido em oito partes, onde cada uma delas possui uma letra grafada, conforme apresentado a seguir.

Considere que em dois lançamentos independentes de um dardo um jogador acerta o alvo e que todas as partes do alvo têm a mesma chance de serem acertadas. Sendo assim, a probabilidade de nos dois lançamentos o jogador acertar uma parte com a mesma letra grafada é de
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De acordo com a lógica aplicada na sequência, da esquerda para a direita, a figura adequada a ocupar a próxima posição é
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Considere verdadeiras as seguintes afirmativas:
I – Algumas mulheres gostam de vaquejada.
II – A pessoa que gosta de vaquejada vai aos parques.
Dadas as afirmativas acima, é correto concluir que:
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Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes
Luciano Melo
O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.
Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.
Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.
No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.
Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.
Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.
O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.
Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.
Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>
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