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O processo inflamatório é uma resposta do organismo frente a uma lesão ou infecção dos tecidos. Na inflamação, a região afetada fica avermelhada e quente. Isso acontece devido a um aumento do fluxo do sangue, ocorrendo também formação de um edema, inchaço e reação de hipersensibilidade na área afetada. Nesse processo, a passagem dos leucócitos do sangue para o tecido conjuntivo faz-se atravessando os vasos capilares, para onde são atraídos, migrando até o local. Designamos esse processo e as células envolvidas, respectivamente,
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Variações muito grandes na dosagem do colesterol e triglicérides limitam sua utilização clínica. Essas variações podem ser analíticas, quando relacionadas à metodologia e a procedimentos utilizados pelos laboratórios, e pré-analíticas, quando relacionadas a fatores intrínsecos do indivíduo: estilo de vida (obesidade, idade, consumo de álcool, estresse, sedentarismo, tabagismo, entre outros), uso de medicação (drogas hipolipemientes), e doenças associadas (diabetes, hipotireoidismo, entre outras), e ao procedimento de coleta e preparo da amostra. Os fatores pré-analíticos, especialmente os de origem biológica (intraindividual, idade, sexo e raça), são os principais responsáveis pela variabilidade dos resultados. Assim, as dosagens para as quais o tempo de jejum é mais crítico são
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No controle microbiológico, um dos agentes físicos utilizados para esse fim promove a morte dos microorganismos pela oxidação de constituintes celulares e desnaturação de proteínas e ácidos nucléicos, penetrando nas substâncias de uma forma mais lenta e exigindo temperaturas mais elevadas e tempos mais longos, para que haja uma eficaz esterilização. O texto supracitado refere-se à (ao)
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O esfregaço sanguíneo considerado satisfatório para contagem específica é aquele que mostra os leucócitos, eritrócitos e plaquetas sem deformação e convenientemente distribuídos. Para isso, deve apresentar-se
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O processamento das amostras para exames laboratoriais é composto por três fases: pré-analítica, analítica e pós-analítica. Com o uso de equipamentos automatizados no laboratório de hematologia, o processo analítico e seu controle se tornaram mais confiáveis. Contudo, erros ainda ocorrem e são, na maioria dos casos, observados durante as fases pré e pós-analítica, as quais são conjuntamente chamadas de fase extra-analítica. Na hematologia, a falha na homogeneização adequada do sangue em tubo com anticoagulante precipita a formação de microcoágulos. Por isso, é recomendado homogeinizar os tubos
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No diagnóstico microbiológico por meio da semeadura de amostras biológicas em meios de cultura, características macroscópicas das colônias observadas são importantes. Entre essas características, a cor dependerá do meio de cultura utilizado, pois a coloração da colônia sofre interferência das reações que ocorrem com substratos dos meios de cultura. Por isso, a cor rosa avermelhada é observada na utilização
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O método de Gram, também conhecido como coloração de Gram, é uma técnica de coloração de bactérias desenvolvida pelo médico dinamarquês Hans Christian Joachim Gram (1853-1938), em 1884. Esse método permite diferenciar bactérias com diferentes estruturas de parede celular a partir das colorações que estas adquirem após tratamento com agentes químicos específicos. O método de Gram consiste em tratar, sucessivamente, um esfregaço bacteriano, após fixação, pelo calor, de forma sequencial, com os reagentes:
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Na parasitologia, as amostras fecais são examinadas por meio de diferentes métodos, objetivando a pesquisa de protozoários e larvas de helmintos ou ovos. Os estágios de protozoários encontrados em fezes são trofozoítas e cistos. Os estágios de helmintos normalmente encontrados em fezes são ovos e larvas, ainda que possam ser vistos vermes adultos ou segmentos de vermes. Vermes adultos ou segmentos de tênia são normalmente visíveis a olho nu, no entanto, ovos, larvas, trofozoitas e cistos podem ser vistos somente com microscópio. A metodologia diagnóstica que permite a visualização de cistos de protozoários por meio de processo de sedimentação espontânea é
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- Reino AnimalParasitologiaDoenças parasitárias
- Reino AnimalZoologiaZoologia InvertebradosPlatelmintos e Nematódeos
A esquistossomose mansônica (CID 10ª Rev. B65.9), também conhecida como “xistose”, “xistosa”, “xistosomose”, “doença dos caramujos” ou “barriga d’água”, é uma doença parasitária causada por um trematódeo, Schistosoma mansoni, com evolução clínica que pode variar desde formas assintomáticas até quadros graves. É uma doença de veiculação hídrica e está relacionada a deficiências no saneamento básico, tais como despejo de dejetos humanos sem tratamento em córregos, rios, lagoas ou outras coleções hídricas. Considere a sequência numérica relacionada ao ciclo do Schistossoma monsoni, apresentada na figura abaixo.

Disponível em: https://culturalivre.com/wp-content/uploads/sites/623/2018/05/esquistossomose-doenca-do-caramujo-barriga.jpg?x79306. Acesso em 12/04/2019.
A opção que corresponde à sequência numérica indicativa das fases do ciclo representado na figura é:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCERN
Orgão: CIMOP
Os chamados Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) são dispositivos que visam eliminar ou minimizar a exposição das pessoas aos riscos de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Trata-se de equipamentos, ferramentas ou sistemas que são aplicados no ambiente de trabalho com o objetivo de proteger o coletivo, embora também possam ser equipamentos de uso individual compartilhados pelo grupo. Exposições químicas podem ocorrer mesmo que o laboratório siga normas rígidas e se preocupe com a segurança de todos os envolvidos. Entre esses equipamentos está o chuveiro químico, o qual, diante de uma exposição a produtos químicos ou biológicos, numa possível contaminação, tem a finalidade de
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