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Leia o trecho:
“A aventura cortou para sempre a carreira de um entusiasta da aviação, o Otto. Dentro de um avião, este se portava, até aquela data, com uma inconveniência admirável, divertindo-se em amedrontar amigos e conhecidos. Pois terminou ali a carreira do gozador, que amava até as tempestades no ar e se ria a valer com a paura dos outros.”
CAMPOS, Paulo Mendes. Medo de avião. Manchete, n. 625, Rio de Janeiro, 11 abr. 1964. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7151/medo-deaviao>.
Assinale a seguir um termo que NÃO é um elemento de coesão no trecho acima:
“A aventura cortou para sempre a carreira de um entusiasta da aviação, o Otto. Dentro de um avião, este se portava, até aquela data, com uma inconveniência admirável, divertindo-se em amedrontar amigos e conhecidos. Pois terminou ali a carreira do gozador, que amava até as tempestades no ar e se ria a valer com a paura dos outros.”
CAMPOS, Paulo Mendes. Medo de avião. Manchete, n. 625, Rio de Janeiro, 11 abr. 1964. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7151/medo-deaviao>.
Assinale a seguir um termo que NÃO é um elemento de coesão no trecho acima:
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Na frase “A Amazônia, maior floresta tropical do
mundo, abriga 38 milhões de habitantes.”, o
trecho destacado pode ser classificado
sintaticamente como:
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Analise a concordância nas frases a seguir e
assinale a alternativa INCORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir em relação às
regras de crase e, em seguida, assinale a
alternativa correta:
I. Um exemplo de caso facultativo de crase é “Afonso foi a sua festa ontem?”, pois o termo “sua” é um pronome possesivo.
II. As locuções femininas “à esquerda” e “à direita” representam situações obrigatórias de crase, como na frase “É muito perigoso não olhar à esquerda e à direita antes de atravessar a avenida.”
III. Um dos casos em que a crase é obrigatória é diante de pronomes demonstrativos, por isso a seguinte frase está correta: “Esperávamos ansiosos que você chegasse à esse momento”.
I. Um exemplo de caso facultativo de crase é “Afonso foi a sua festa ontem?”, pois o termo “sua” é um pronome possesivo.
II. As locuções femininas “à esquerda” e “à direita” representam situações obrigatórias de crase, como na frase “É muito perigoso não olhar à esquerda e à direita antes de atravessar a avenida.”
III. Um dos casos em que a crase é obrigatória é diante de pronomes demonstrativos, por isso a seguinte frase está correta: “Esperávamos ansiosos que você chegasse à esse momento”.
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Assinale a alternativa que nomeia corretamente
duas figuras de linguagem que ocorrem no trecho
a seguir:
“A agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano.”
ASSIS, Machado de. Um apólogo. Disponível em: <https://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv0 00269.pdf>.
“A agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano.”
ASSIS, Machado de. Um apólogo. Disponível em: <https://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv0 00269.pdf>.
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Verifique a colocação dos pronomes destacados
nas frases abaixo. Assinale a alternativa em que
ocorre ênclise:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adamastor - O Estranho Homem Puro
“O de que eu não gosto é, exatamente,
tudo o de que os outros não gostam e têm medo
de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne
Mansfield.
Adamastor é um homem magro, seco, que
usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria
de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso,
camisa de malha de algodão, preta, meias de
longo curso e botinas de cano curto. Eis
Adamastor, o estranho homem puro de quem o
único juiz é a sensibilidade:
Não sente o menor carinho por velhos e
crianças de colo. Para ele, homem que dança
muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a
não ser que seja de balé, precisa dançar apenas
direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray
net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado
inglês. As pessoas que contam anedotas ou que
só contam anedotas estão a um minuto da
paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir
falar e acha que todo bom orador é, no fundo,
mau pai de família. Não tem a menor admiração
por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos.
Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e
lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos
da canela. Acha, Adamastor, que os homens
devem usar meias tão compridas que, sendo
preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que
andem logo sem meias e de sapatilhas “sete
vidas”. Está absolutamente certo de que homem
de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese
de que mulher não deve fazer samba e desafia
quem lhe mostre um samba, realmente bonito,
feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em
tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É
generoso com os autores das canções, mas
abomina aqueles que usam as expressões
“própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior
desprezo pelas pessoas que sabem consertar
isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de
futebol, que começam em: “antes, porém, meu
boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem
dizendo que “o adversário é um adversário cem
por cento” e terminam com “o meu boa-tarde
para minha senhora e minha mãe”. Sobre o
tratamento “minha senhora” e a palavra
“telespectadores” não quer nem falar. Acha que
as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa
não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para
Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as
canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de
mudo, porque mudo não tem palavra.
MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as
crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização
Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
.
“Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: ‘antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores’”.
Nesse trecho, “boa-tarde” seria corretamente flexionado no plural da seguinte forma:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adamastor - O Estranho Homem Puro
“O de que eu não gosto é, exatamente,
tudo o de que os outros não gostam e têm medo
de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne
Mansfield.
Adamastor é um homem magro, seco, que
usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria
de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso,
camisa de malha de algodão, preta, meias de
longo curso e botinas de cano curto. Eis
Adamastor, o estranho homem puro de quem o
único juiz é a sensibilidade:
Não sente o menor carinho por velhos e
crianças de colo. Para ele, homem que dança
muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a
não ser que seja de balé, precisa dançar apenas
direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray
net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado
inglês. As pessoas que contam anedotas ou que
só contam anedotas estão a um minuto da
paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir
falar e acha que todo bom orador é, no fundo,
mau pai de família. Não tem a menor admiração
por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos.
Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e
lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos
da canela. Acha, Adamastor, que os homens
devem usar meias tão compridas que, sendo
preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que
andem logo sem meias e de sapatilhas “sete
vidas”. Está absolutamente certo de que homem
de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese
de que mulher não deve fazer samba e desafia
quem lhe mostre um samba, realmente bonito,
feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em
tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É
generoso com os autores das canções, mas
abomina aqueles que usam as expressões
“própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior
desprezo pelas pessoas que sabem consertar
isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de
futebol, que começam em: “antes, porém, meu
boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem
dizendo que “o adversário é um adversário cem
por cento” e terminam com “o meu boa-tarde
para minha senhora e minha mãe”. Sobre o
tratamento “minha senhora” e a palavra
“telespectadores” não quer nem falar. Acha que
as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa
não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para
Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as
canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de
mudo, porque mudo não tem palavra.
MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as
crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização
Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adamastor - O Estranho Homem Puro
“O de que eu não gosto é, exatamente,
tudo o de que os outros não gostam e têm medo
de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne
Mansfield.
Adamastor é um homem magro, seco, que
usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria
de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso,
camisa de malha de algodão, preta, meias de
longo curso e botinas de cano curto. Eis
Adamastor, o estranho homem puro de quem o
único juiz é a sensibilidade:
Não sente o menor carinho por velhos e
crianças de colo. Para ele, homem que dança
muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a
não ser que seja de balé, precisa dançar apenas
direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray
net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado
inglês. As pessoas que contam anedotas ou que
só contam anedotas estão a um minuto da
paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir
falar e acha que todo bom orador é, no fundo,
mau pai de família. Não tem a menor admiração
por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos.
Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e
lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos
da canela. Acha, Adamastor, que os homens
devem usar meias tão compridas que, sendo
preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que
andem logo sem meias e de sapatilhas “sete
vidas”. Está absolutamente certo de que homem
de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese
de que mulher não deve fazer samba e desafia
quem lhe mostre um samba, realmente bonito,
feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em
tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É
generoso com os autores das canções, mas
abomina aqueles que usam as expressões
“própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior
desprezo pelas pessoas que sabem consertar
isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de
futebol, que começam em: “antes, porém, meu
boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem
dizendo que “o adversário é um adversário cem
por cento” e terminam com “o meu boa-tarde
para minha senhora e minha mãe”. Sobre o
tratamento “minha senhora” e a palavra
“telespectadores” não quer nem falar. Acha que
as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa
não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para
Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as
canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de
mudo, porque mudo não tem palavra.
MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as
crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização
Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
.
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Adamastor - O Estranho Homem Puro
“O de que eu não gosto é, exatamente,
tudo o de que os outros não gostam e têm medo
de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne
Mansfield.
Adamastor é um homem magro, seco, que
usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria
de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso,
camisa de malha de algodão, preta, meias de
longo curso e botinas de cano curto. Eis
Adamastor, o estranho homem puro de quem o
único juiz é a sensibilidade:
Não sente o menor carinho por velhos e
crianças de colo. Para ele, homem que dança
muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a
não ser que seja de balé, precisa dançar apenas
direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray
net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado
inglês. As pessoas que contam anedotas ou que
só contam anedotas estão a um minuto da
paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir
falar e acha que todo bom orador é, no fundo,
mau pai de família. Não tem a menor admiração
por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos.
Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e
lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos
da canela. Acha, Adamastor, que os homens
devem usar meias tão compridas que, sendo
preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que
andem logo sem meias e de sapatilhas “sete
vidas”. Está absolutamente certo de que homem
de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese
de que mulher não deve fazer samba e desafia
quem lhe mostre um samba, realmente bonito,
feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em
tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É
generoso com os autores das canções, mas
abomina aqueles que usam as expressões
“própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior
desprezo pelas pessoas que sabem consertar
isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de
futebol, que começam em: “antes, porém, meu
boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem
dizendo que “o adversário é um adversário cem
por cento” e terminam com “o meu boa-tarde
para minha senhora e minha mãe”. Sobre o
tratamento “minha senhora” e a palavra
“telespectadores” não quer nem falar. Acha que
as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa
não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para
Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as
canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de
mudo, porque mudo não tem palavra.
MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as
crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização
Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
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