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Em relação às tendências educacionais na educação da pessoa com surdez, pode-se afirmar que:
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TEXTO
O futuro do emprego
No ritmo acelerado das tecnologias digitais e móveis, o futuro já começou a reorganizar as estruturas tradicionais de emprego e o mercado de trabalho. O que, por si só, já deixa qualquer um inquieto, somado a crises econômicas gera ainda mais preocupação com desemprego em massa e inadequação aos novos modelos. A isso ainda se acrescenta, no Brasil, a acalorada discussão sobre a proposta de reforma trabalhista do governo. Processos estão sendo automatizados, algoritmos e robôs estão substituindo pessoas e a inteligência artificial ameaça até mesmo atividades intelectuais.
Assim como o mercantilismo, no século 16, e a industrialização, no século 19, a atual revolução digital está alterando os modos de produção, as relação comerciais e de trabalho. O Banco da Inglaterra calcula que, nos próximos 10 a 20 anos, as máquinas poderão ocupar 50% das vagas de emprego do país e dos Estados Unidos!$ ^{(I)} !$, incluindo funções administrativas, de escritório e de produção.
A notícia pode parecer ruim, mas não necessariamente. Enquanto alguns ofícios e profissões tendem a se desmanchar, novas atividades e vagas estão surgindo. A conectividade está transformando onde e como fazemos as coisas e criando a economia colaborativa. Apesar de assustadora, a automação promete liberar as pessoas de trabalhos mecânicos e repetitivos para exercer sua criatividade, raciocínio e habilidades sociais em atividades mais interessantes.
“O pagamento por hora (...) tende a ir se extinguindo e os trabalhadores passarão a ser mais cobrados e remunerados pelos resultados que gerarem no seu dia a dia, afirma Caroline Batista, especialista em autoliderança, uma categoria de coaching que nasceu em função da nova era. “As pessoas precisam assumir a gestão das suas carreiras. Essa é a melhor coisa que você pode fazer para não ser pego de surpresa. (...)
Fonte: Renata Valério de Mesquita. Revista Planeta. Edição: 525.16/11/2016 (Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/o-futuro-doemprego/) Acesso em 30/09/2018.
No contexto comunicativo, o uso das palavras cria entre estas diferentes relações de sentido. Assinale a opção que estabelece o tipo de relação entre os três usos da palavra “vaga”, nas frases abaixo.
I. (...) as máquinas poderão ocupar 50% das vagas de emprego do país e dos Estados Unidos (...).
II. Na previsão de ondas do mar, separam-se marulhos e vagas.
III. “Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue ...” (Cazuza)
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O arco reflexo é uma reação ou resposta imediata e involuntária do sistema nervoso a estímulos ambientais. São componentes do arco reflexo:
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Na área da Educação Especial, faz-se importante, assim como na educação em geral, considerar as especificidades dos alunos nos processos avaliativos. No caso da deficiência intelectual, é correto afirmar, acerca da avaliação dos estudantes, que:
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O futuro do emprego
No ritmo acelerado das tecnologias digitais e móveis, o futuro já começou a reorganizar as estruturas tradicionais de emprego e o mercado de trabalho. O que, por si só, já deixa qualquer um inquieto, somado a crises econômicas gera ainda mais preocupação com desemprego em massa e inadequação aos novos modelos. A isso ainda se acrescenta, no Brasil, a acalorada discussão sobre a proposta de reforma trabalhista do governo. Processos estão sendo automatizados, algoritmos e robôs estão substituindo pessoas e a inteligência artificial ameaça até mesmo atividades intelectuais.
Assim como o mercantilismo, no século 16, e a industrialização, no século 19, a atual revolução digital está alterando os modos de produção, as relação comerciais e de trabalho. O Banco da Inglaterra calcula que, nos próximos 10 a 20 anos, as máquinas poderão ocupar 50% das vagas de emprego do país e dos Estados Unidos, incluindo funções administrativas, de escritório e de produção.
A notícia pode parecer ruim, mas não necessariamente. Enquanto alguns ofícios e profissões tendem a se desmanchar, novas atividades e vagas estão surgindo. A conectividade está transformando onde e como fazemos as coisas e criando a economia colaborativa. Apesar de assustadora, a automação promete liberar as pessoas de trabalhos mecânicos e repetitivos para exercer sua criatividade, raciocínio e habilidades sociais em atividades mais interessantes.
“O pagamento por hora (...) tende a ir se extinguindo e os trabalhadores passarão a ser mais cobrados e remunerados pelos resultados que gerarem no seu dia a dia, afirma Caroline Batista, especialista em autoliderança, uma categoria de coaching que nasceu em função da nova era. “As pessoas precisam assumir a gestão das suas carreiras. Essa é a melhor coisa que você pode fazer para não ser pego de surpresa. (...)
Fonte: Renata Valério de Mesquita. Revista Planeta. Edição: 525.16/11/2016 (Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/o-futuro-doemprego/) Acesso em 30/09/2018.
Na oração “O que, por si só, já deixa qualquer um inquieto...”, o termo “qualquer um” classifica-se como:
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Três motoristas idosos e sete sem prioridade estacionam seus carros em um estacionamento com quatro vagas para idosos e doze vagas para motoristas sem prioridade. Supondo que nenhum motorista sem prioridade estacionou em uma vaga para idosos, mas que os idosos não necessariamente estacionaram nas vagas destinadas só a eles, assinale a opção que traz o número de maneiras distintas pelas quais os motoristas podem parar seus carros.
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Para Piaget, o período operatório formal, possibilita ao sujeito:
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O futuro do emprego
No ritmo acelerado das tecnologias!$ ^{(B)} !$ digitais e móveis!$ ^{(A)} !$, o futuro já começou a reorganizar as estruturas tradicionais de emprego e o mercado de trabalho.!$ ^{(C,D)} !$ O que, por si só, já deixa qualquer um inquieto, somado a crises econômicas gera ainda mais preocupação com desemprego em massa e inadequação aos novos modelos. A isso ainda se acrescenta, no Brasil, a acalorada discussão sobre a proposta de reforma trabalhista do governo. Processos estão sendo automatizados, algoritmos e robôs estão substituindo pessoas e a inteligência artificial ameaça até mesmo atividades intelectuais.
Assim como o mercantilismo, no século 16, e a industrialização, no século 19, a atual revolução digital está alterando os modos de produção, as relação comerciais e de trabalho. O Banco da Inglaterra calcula que, nos próximos 10 a 20 anos, as máquinas poderão ocupar 50% das vagas de emprego do país e dos Estados Unidos!$ ^{(I)} !$, incluindo funções administrativas, de escritório e de produção.
A notícia pode parecer ruim, mas não necessariamente. Enquanto alguns ofícios e profissões tendem a se desmanchar, novas atividades e vagas estão surgindo. A conectividade está transformando onde e como fazemos as coisas e criando a economia colaborativa. Apesar de assustadora, a automação promete liberar as pessoas de trabalhos mecânicos e repetitivos para exercer sua criatividade, raciocínio e habilidades sociais em atividades mais interessantes.
“O pagamento por hora (...) tende a ir se extinguindo e os trabalhadores passarão a ser mais cobrados e remunerados pelos resultados que gerarem no seu dia a dia, afirma Caroline Batista, especialista em autoliderança, uma categoria de coaching que nasceu em função da nova era. “As pessoas precisam assumir a gestão das suas carreiras. Essa é a melhor coisa que você pode fazer para não ser pego de surpresa. (...)
Fonte: Renata Valério de Mesquita. Revista Planeta. Edição: 525.16/11/2016 (Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/o-futuro-doemprego/) Acesso em 30/09/2018.
Para compreender adequadamente o sentido do texto, será necessário identificar o antecedente da partícula “que”, no trecho “O que, por si só, já deixa qualquer um inquieto, somado a crises econômicas gera ainda mais preocupação com desemprego em massa e inadequação aos novos modelos.” Marque a alternativa em que se apresenta o trecho retomado pelo termo “que”, favorecendo a progressão temática e a coerência textual.
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A educação especial, na perspectiva da educação inclusiva, define como público alvo os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Sobre este público, é correto afirmar que:
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O futuro do emprego
No ritmo acelerado das tecnologias digitais e móveis, o futuro já começou a reorganizar as estruturas tradicionais de emprego e o mercado de trabalho. O que, por si só, já deixa qualquer um inquieto, somado a crises econômicas gera ainda mais preocupação com desemprego em massa e inadequação aos novos modelos. A isso ainda se acrescenta, no Brasil, a acalorada discussão sobre a proposta de reforma trabalhista do governo. Processos estão sendo automatizados, algoritmos e robôs estão substituindo pessoas e a inteligência artificial ameaça até mesmo atividades intelectuais.
Assim como o mercantilismo, no século 16, e a industrialização, no século 19, a atual revolução digital está alterando os modos de produção, as relação comerciais e de trabalho. O Banco da Inglaterra calcula que, nos próximos 10 a 20 anos, as máquinas poderão ocupar 50% das vagas de emprego do país e dos Estados Unidos, incluindo funções administrativas, de escritório e de produção.
A notícia pode parecer ruim, mas não necessariamente. Enquanto alguns ofícios e profissões tendem a se desmanchar, novas atividades e vagas estão surgindo. A conectividade está transformando onde e como fazemos as coisas e criando a economia colaborativa. Apesar de assustadora, a automação promete liberar as pessoas de trabalhos mecânicos e repetitivos para exercer sua criatividade, raciocínio e habilidades sociais em atividades mais interessantes.
“O pagamento por hora (...) tende a ir se extinguindo e os trabalhadores passarão a ser mais cobrados e remunerados pelos resultados que gerarem no seu dia a dia, afirma Caroline Batista, especialista em autoliderança, uma categoria de coaching que nasceu em função da nova era. “As pessoas precisam assumir a gestão das suas carreiras. Essa é a melhor coisa que você pode fazer para não ser pego de surpresa. (...)
Fonte: Renata Valério de Mesquita. Revista Planeta. Edição: 525.16/11/2016 (Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/o-futuro-doemprego/) Acesso em 30/09/2018.
Indique a alternativa em que, segundo o Acordo Ortográfico, não se usa hífen, tal como ocorre em autoliderança.
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