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Foram encontradas 50 questões.

Uma máquina, trabalhando sem interrupções, imprime 7 apostilas, cada uma com 20 folhas, em 16 minutos. O tempo necessário para que essa máquina imprima 32 apostilas, cada uma com 35 folhas, será de

 

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Uma empresa fez um treinamento com seus 72 funcionários, em duas datas diferentes, sendo que cada funcionário só participou em uma das datas. Se o número de funcionários que participaram na primeira data foi igual a !$ \dfrac{5}{4} !$ do número de funcionários que participaram na segunda data, é correto afirmar que o número de funcionários que participaram na primeira data superou o número de funcionários que participaram na segunda data em

 

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Assinale a alternativa que está de acordo com a norma-padrão de concordância.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

Em silêncio

Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.

Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos.

Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

(Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global Editora, 2013)

Assinale a alternativa em que as expressões destacadas nos trechos expressam, respectivamente, relações de sentido de tempo e de modo.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

Em silêncio

Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.

Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos.

Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

(Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global Editora, 2013)

A palavra em destaque foi empregada em sentido figurado no trecho

 

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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

Em silêncio

Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.

Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos.

Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

(Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global Editora, 2013)

No texto, as diversas tentativas do protagonista de encontrar um lugar silencioso

 

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A educação midiática implica ensino de estratégias para que os alunos, quando uma mensagem, possam verificar o seu grau de confiabilidade. Portanto, é preciso que , em todas as escolas, projetos voltados especificamente para o problema da desinformação.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Há emprego de vírgula(s) para separar uma expressão explicativa no trecho:

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Em – ... reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. (1º parágrafo) –, o trecho em destaque pode ser substituído, mantendo o sentido original do texto, por

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Considere as seguintes passagens do texto:

• ... programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens... (3º parágrafo)

• O documento (...) dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos. (4ºparágrafo)

Os vocábulos em destaque possuem, correta e respectivamente, os sentidos de

 

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