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2751760 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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TEXTO I

Precariedade e salário estudantil

Em 8 de novembro de 2019, Anas, estudante de Ciência Política em Lyon, imolou-se com fogo dentro dos muros do Centro Regional de Obras Universitárias e Escolares (Crous). Depois, entrou em coma. Em consonância com a comunicação governamental, a cobertura de seu gesto feita pela mídia e as manifestações que a ela se seguiram se concentraram muito na queda de um quadro do Ministério do Ensino Superior, especialmente na “precariedade estudantil”, fenômeno geralmente ilustrado pelo baixo número de bolsas, na parcela daqueles que trabalham em paralelo com os estudos (46% em 2016) ou na taxa de pobreza dessa população (21,9% da quantidade de alunos em 2015). As constatações e as soluções políticas formuladas por Anas na carta que deixou e por seu sindicato, o Solidaires Étudiant-e-s, foram menos discutidas.

Dessa forma, pouco se falou sobre sua reivindicação de um salário estudantil. A medida, associada à gratuidade do ensino superior, consiste em conceder a cada aluno uma remuneração igual a uma referência salarial, por exemplo, o salário mínimo interprofissional de crescimento (Smic, cerca de 1.200 euros líquidos por mês). Ela reflete um projeto político mais ambicioso, que vai além da luta contra a precariedade, pois envolve trabalhar por uma mudança radical na sociedade, travando uma batalha cultural em torno da definição do trabalho.

Na França, os primeiros projetos a favor do salário estudantil foram expostos no âmbito da Resistência, a partir de 1943, por sindicatos de empregados, por associações de jovens e pelos dois sindicatos de estudantes existentes na época, a União Nacional dos Estudantes da França (Unef) e a União das Grandes Escolas (UGE). A ideia foi retomada em 1945 por um punhado de membros da Unef. Dadas as dificuldades materiais (comida racionada, moradias destruídas pela guerra), a imagem do “estudante pobre” foi então mobilizada, enquanto os apelos à caridade se multiplicavam. Le Figaro, em sua edição de 8 de abril de 1948, pedia a seus leitores, por exemplo, que “colocasse na mesa da família um talher a mais, uma ou duas vezes por semana, para um aluno em dificuldade”.

(...)

A carta de Grenoble teve seu momento de glória em maio de 1951. Ela foi recebida em sessão plenária na Assembleia Nacional por deputados comunistas e democrata-cristãos que tinham decidido adotar a ideia de salário defendida pela Unef. Em sua exposição, o relator do projeto, o democrata-cristão Raymond Cayol, defendeu a medida em nome “do valor pessoal do estudante, de sua qualidade atual [e] do trabalho que ele realiza”. Além de uma integração das escolas particulares à universidade pública e uma reforma da arquitetura geral dos treinamentos, inspirada no plano Langevin-Wallon, de 1947, a proposta parlamentar previa o pagamento a cada aluno de uma remuneração alinhada com o salário-base usado para calcular os benefícios familiares.

A proposta foi finalmente adiada sine die. (...)

Desde esse fracasso, a reivindicação desapareceu um pouco do cenário político francês. Com a teoria do capital humano, que ganhou influência nos últimos vinte anos, os estudantes são vistos mais como investidores: eles tentam maximizar sua renda futura e, portanto, parece então impensável remunerá-los. No entanto, as ideias da Carta de Grenoble continuaram a se disseminar, inclusive fora da França, onde organizações vez por outra retomaram esse projeto. Foi recentemente o caso em Quebec, por ocasião de uma greve de estagiários, lançada entre 2017 e 2019 por Comitês Unitários sobre Trabalho Estudantil (Cute).

O movimento começou alguns anos após a contestação da “Primavera do Bordo”, que (temporariamente) fez fracassar um projeto para aumentar de maneira drástica as taxas de matrícula. Na linha de visão dos Cute: esse trabalho muitas vezes imposto e exaustivo representado pelos estágios, que duram vários meses e são realizados fora do local de estudos. Prova, de acordo com ativistas, de que já existe trabalho estudantil remunerado e reconhecido, mas apenas nos treinamentos em que as mulheres estão em minoria (engenharia, administração, TI, medicina); nos setores em que elas são majoritárias (assistência social, educação, cuidados de enfermagem), prevalecem os estágios mal remunerados ou não pagos. Essa estratégia levou dezenas de milhares de pessoas a exigir um salário por seus estágios e estudos, e a participar de greves, que atingiram o pico no inverno de 2018. Se é muito cedo para fazer um balanço, o movimento já pode se orgulhar de ter obtido, na primavera de 2019, bolsas de estágio de 600 a 3 mil euros para cursos de treinamento feminizados que até então não eram remunerados.

(Aurélien Casta. Le monde diplomatique. 7 de janeiro de 2020.)

...na parcela daqueles que trabalham em paralelo com os estudos (46% em 2016)

O segmento sublinhado no excerto acima, em relação ao trecho anterior, exerce função

 

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2751759 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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TEXTO I

Precariedade e salário estudantil

Em 8 de novembro de 2019, Anas, estudante de Ciência Política em Lyon, imolou-se com fogo dentro dos muros do Centro Regional de Obras Universitárias e Escolares (Crous). Depois, entrou em coma. Em consonância com a comunicação governamental, a cobertura de seu gesto feita pela mídia e as manifestações que a ela se seguiram se concentraram muito na queda de um quadro do Ministério do Ensino Superior, especialmente na “precariedade estudantil”, fenômeno geralmente ilustrado pelo baixo número de bolsas, na parcela daqueles que trabalham em paralelo com os estudos (46% em 2016) ou na taxa de pobreza dessa população (21,9% da quantidade de alunos em 2015). As constatações e as soluções políticas formuladas por Anas na carta que deixou e por seu sindicato, o Solidaires Étudiant-e-s, foram menos discutidas.

Dessa forma, pouco se falou sobre sua reivindicação de um salário estudantil. A medida, associada à gratuidade do ensino superior, consiste em conceder a cada aluno uma remuneração igual a uma referência salarial, por exemplo, o salário mínimo interprofissional de crescimento (Smic, cerca de 1.200 euros líquidos por mês). Ela reflete um projeto político mais ambicioso, que vai além da luta contra a precariedade, pois envolve trabalhar por uma mudança radical na sociedade, travando uma batalha cultural em torno da definição do trabalho.

Na França, os primeiros projetos a favor do salário estudantil foram expostos no âmbito da Resistência, a partir de 1943, por sindicatos de empregados, por associações de jovens e pelos dois sindicatos de estudantes existentes na época, a União Nacional dos Estudantes da França (Unef) e a União das Grandes Escolas (UGE). A ideia foi retomada em 1945 por um punhado de membros da Unef. Dadas as dificuldades materiais (comida racionada, moradias destruídas pela guerra), a imagem do “estudante pobre” foi então mobilizada, enquanto os apelos à caridade se multiplicavam. Le Figaro, em sua edição de 8 de abril de 1948, pedia a seus leitores, por exemplo, que “colocasse na mesa da família um talher a mais, uma ou duas vezes por semana, para um aluno em dificuldade”.

(...)

A carta de Grenoble teve seu momento de glória em maio de 1951. Ela foi recebida em sessão plenária na Assembleia Nacional por deputados comunistas e democrata-cristãos que tinham decidido adotar a ideia de salário defendida pela Unef. Em sua exposição, o relator do projeto, o democrata-cristão Raymond Cayol, defendeu a medida em nome “do valor pessoal do estudante, de sua qualidade atual [e] do trabalho que ele realiza”. Além de uma integração das escolas particulares à universidade pública e uma reforma da arquitetura geral dos treinamentos, inspirada no plano Langevin-Wallon, de 1947, a proposta parlamentar previa o pagamento a cada aluno de uma remuneração alinhada com o salário-base usado para calcular os benefícios familiares.

A proposta foi finalmente adiada sine die. (...)

Desde esse fracasso, a reivindicação desapareceu um pouco do cenário político francês. Com a teoria do capital humano, que ganhou influência nos últimos vinte anos, os estudantes são vistos mais como investidores: eles tentam maximizar sua renda futura e, portanto, parece então impensável remunerá-los. No entanto, as ideias da Carta de Grenoble continuaram a se disseminar, inclusive fora da França, onde organizações vez por outra retomaram esse projeto. Foi recentemente o caso em Quebec, por ocasião de uma greve de estagiários, lançada entre 2017 e 2019 por Comitês Unitários sobre Trabalho Estudantil (Cute).

O movimento começou alguns anos após a contestação da “Primavera do Bordo”, que (temporariamente) fez fracassar um projeto para aumentar de maneira drástica as taxas de matrícula. Na linha de visão dos Cute: esse trabalho muitas vezes imposto e exaustivo representado pelos estágios, que duram vários meses e são realizados fora do local de estudos. Prova, de acordo com ativistas, de que já existe trabalho estudantil remunerado e reconhecido, mas apenas nos treinamentos em que as mulheres estão em minoria (engenharia, administração, TI, medicina); nos setores em que elas são majoritárias (assistência social, educação, cuidados de enfermagem), prevalecem os estágios mal remunerados ou não pagos. Essa estratégia levou dezenas de milhares de pessoas a exigir um salário por seus estágios e estudos, e a participar de greves, que atingiram o pico no inverno de 2018. Se é muito cedo para fazer um balanço, o movimento já pode se orgulhar de ter obtido, na primavera de 2019, bolsas de estágio de 600 a 3 mil euros para cursos de treinamento feminizados que até então não eram remunerados.

(Aurélien Casta. Le monde diplomatique. 7 de janeiro de 2020.)

Para defender suas ideias, o TEXTO I só não se vale de

 

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2751758 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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TEXTO I

Precariedade e salário estudantil

Em 8 de novembro de 2019, Anas, estudante de Ciência Política em Lyon, imolou-se com fogo dentro dos muros do Centro Regional de Obras Universitárias e Escolares (Crous). Depois, entrou em coma. Em consonância com a comunicação governamental, a cobertura de seu gesto feita pela mídia e as manifestações que a ela se seguiram se concentraram muito na queda de um quadro do Ministério do Ensino Superior, especialmente na “precariedade estudantil”, fenômeno geralmente ilustrado pelo baixo número de bolsas, na parcela daqueles que trabalham em paralelo com os estudos (46% em 2016) ou na taxa de pobreza dessa população (21,9% da quantidade de alunos em 2015). As constatações e as soluções políticas formuladas por Anas na carta que deixou e por seu sindicato, o Solidaires Étudiant-e-s, foram menos discutidas.

Dessa forma, pouco se falou sobre sua reivindicação de um salário estudantil. A medida, associada à gratuidade do ensino superior, consiste em conceder a cada aluno uma remuneração igual a uma referência salarial, por exemplo, o salário mínimo interprofissional de crescimento (Smic, cerca de 1.200 euros líquidos por mês). Ela reflete um projeto político mais ambicioso, que vai além da luta contra a precariedade, pois envolve trabalhar por uma mudança radical na sociedade, travando uma batalha cultural em torno da definição do trabalho.

Na França, os primeiros projetos a favor do salário estudantil foram expostos no âmbito da Resistência, a partir de 1943, por sindicatos de empregados, por associações de jovens e pelos dois sindicatos de estudantes existentes na época, a União Nacional dos Estudantes da França (Unef) e a União das Grandes Escolas (UGE). A ideia foi retomada em 1945 por um punhado de membros da Unef. Dadas as dificuldades materiais (comida racionada, moradias destruídas pela guerra), a imagem do “estudante pobre” foi então mobilizada, enquanto os apelos à caridade se multiplicavam. Le Figaro, em sua edição de 8 de abril de 1948, pedia a seus leitores, por exemplo, que “colocasse na mesa da família um talher a mais, uma ou duas vezes por semana, para um aluno em dificuldade”.

(...)

A carta de Grenoble teve seu momento de glória em maio de 1951. Ela foi recebida em sessão plenária na Assembleia Nacional por deputados comunistas e democrata-cristãos que tinham decidido adotar a ideia de salário defendida pela Unef. Em sua exposição, o relator do projeto, o democrata-cristão Raymond Cayol, defendeu a medida em nome “do valor pessoal do estudante, de sua qualidade atual [e] do trabalho que ele realiza”. Além de uma integração das escolas particulares à universidade pública e uma reforma da arquitetura geral dos treinamentos, inspirada no plano Langevin-Wallon, de 1947, a proposta parlamentar previa o pagamento a cada aluno de uma remuneração alinhada com o salário-base usado para calcular os benefícios familiares.

A proposta foi finalmente adiada sine die. (...)

Desde esse fracasso, a reivindicação desapareceu um pouco do cenário político francês. Com a teoria do capital humano, que ganhou influência nos últimos vinte anos, os estudantes são vistos mais como investidores: eles tentam maximizar sua renda futura e, portanto, parece então impensável remunerá-los. No entanto, as ideias da Carta de Grenoble continuaram a se disseminar, inclusive fora da França, onde organizações vez por outra retomaram esse projeto. Foi recentemente o caso em Quebec, por ocasião de uma greve de estagiários, lançada entre 2017 e 2019 por Comitês Unitários sobre Trabalho Estudantil (Cute).

O movimento começou alguns anos após a contestação da “Primavera do Bordo”, que (temporariamente) fez fracassar um projeto para aumentar de maneira drástica as taxas de matrícula. Na linha de visão dos Cute: esse trabalho muitas vezes imposto e exaustivo representado pelos estágios, que duram vários meses e são realizados fora do local de estudos. Prova, de acordo com ativistas, de que já existe trabalho estudantil remunerado e reconhecido, mas apenas nos treinamentos em que as mulheres estão em minoria (engenharia, administração, TI, medicina); nos setores em que elas são majoritárias (assistência social, educação, cuidados de enfermagem), prevalecem os estágios mal remunerados ou não pagos. Essa estratégia levou dezenas de milhares de pessoas a exigir um salário por seus estágios e estudos, e a participar de greves, que atingiram o pico no inverno de 2018. Se é muito cedo para fazer um balanço, o movimento já pode se orgulhar de ter obtido, na primavera de 2019, bolsas de estágio de 600 a 3 mil euros para cursos de treinamento feminizados que até então não eram remunerados.

(Aurélien Casta. Le monde diplomatique. 7 de janeiro de 2020.)

Com base nas ideias do TEXTO I, assinale a afirmativa correta.

 

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2751756 Ano: 2020
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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A Lei nº 11.101/2005 regulou a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. De acordo com o Art. 47 de referida legislação, a recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica. Com base em referida lei e em relação à recuperação judicial, assinale a alternativa correta.

 

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2751753 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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O Art. 176 da Lei nº 6.404/1976 elenca as demonstrações financeiras que a diretoria fará elaborar ao fim de cada exercício social. Dentre eles, está a demonstração de lucros ou prejuízos acumulados (DLPA). Acerca de referida demonstração financeira e considerando os preceitos do Art, 186 da Lei nº 6.404/1976 analise as afirmativas a seguir:

I. Na DLPA, como ajustes de exercícios anteriores serão considerados apenas os decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil que possam ser atribuídos a fatos subsequentes.

II. A DLPA deverá indicar o montante do dividendo por ação do capital social e poderá ser incluída na demonstração das mutações do patrimônio líquido, se elaborada e publicada pela companhia.

III. A DLPA discriminará as transferências para reservas, os dividendos, a parcela dos lucros incorporada ao capital e o saldo ao fim do período.

Está correto o que se afirma

 

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2751752 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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A administração pública pode ser exercida de forma direta ou indireta. Acerca da Administração Indireta, analise as afirmações a seguir:

I. A administração indireta corresponde às pessoas jurídicas criadas pelos entes federados com o objetivo de exercer a função administrativa de forma descentralizada.

II. As entidades da Administração Indireta dependem de lei em sentido estrito para serem criadas.

III. As entidades da Administração Indireta possuem personalidade jurídica própria.

É correto o que se afirma

 

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2751751 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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O Art. 176 da Lei nº 6.404/1976 elenca as demonstrações financeiras que a diretoria fará elaborar ao fim de cada exercício social. Dentre eles, está a demonstração do resultado do exercício (DRE). Acerca de referida demonstração financeira, assinale a opção que apresenta itens que não estarão discriminados na DRE.

 

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2751750 Ano: 2020
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Imagine que um gestor precisa escolher entre dois projetos para investir. Ambos projetos de investimento têm a duração de apenas 1 ano, no entanto, o investimento necessário à execução dos projetos é diferente. O investimento inicial do projeto A é de R$ 20.000,00 e o fluxo de caixa futuro previsto ao final do primeiro ano do projeto A é de R$ 24.000,00. Por sua vez, o projeto B demanda investimento de R$ 15.000,00 e fluxo de caixa futuro de R$ 19.500,00. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.

 

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2751749 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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De acordo com a 8ª Edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), mensuração é o processo que consiste em determinar os valores pelos quais os elementos das demonstrações contábeis devem ser reconhecidos e apresentados nas demonstrações contábeis. Acerca do tema, A NBC TSP – Estrutura Conceitual não propõe uma única base de mensuração (ou a combinação de bases de mensuração) para todas as transações, eventos e condições.

Deste modo, analise as afirmações a seguir sobre a mensuração de ativos.

I. Custo histórico é o valor para se adquirir ou desenvolver um ativo, o qual corresponde ao caixa ou equivalentes de caixa ou o valor de outra importância fornecida à época de sua aquisição ou desenvolvimento.

II. Custo de reposição é o mais econômico exigido para a entidade substituir o potencial de serviços de ativo na data do relatório.

III. Preço líquido de venda é o montante que a entidade pode obter com a venda do ativo após deduzir os gastos para a venda.

É correto o que se afirma

 

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2751748 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Acerca do empenho das despesas, assinale a afirmativa incorreta.

 

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