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O corpo humano é composto majoritariamente por água, cuja porcentagem, em massa, pode variar entre 80%, quando se nasce, e 50%, quando se morre, ou seja, perde-se água enquanto se envelhece. Considere que, aos 3 anos de idade, 75% do corpo humano é água, e que todo o oxigênio do corpo humano seja o da água aí presente. Nesse caso, pode-se afirmar que a proporção em massa de oxigênio no corpo é de aproximadamente
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930979
Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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O módulo de elasticidade do concreto pode ser obtido segundo ensaios descritos nas Normas Técnicas (ABNT NBR 8522). No entanto, muitas vezes, em obras distantes de laboratórios especializados, fica impossível de ser medido o Módulo de Elasticidade. Quando não forem feitos ensaios e não existires dados mais precisos sobre o concreto na idade de 28 dias, conforme normatizado na ABNT NBR 6118, o módulo de elasticidade pode ser medido em função do fck desse concreto. Supondo-se que não foram feitos ensaios e não existires dados mais precisos sobre o concreto na idade de 28 dias, calcule, na forma prevista na NBR 6118, o módulo de elasticidade de um concreto em que fck = 36MPa
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927841
Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Constitui infração das normas de utilização de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos, EXCETO
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Leia a crônica de Luís Fernando Veríssimo que segue para responder à questão.
O herói
Grande alvoroço em Tenente Abreu. Dera no jornal: filho da cidade ferido no Afeganistão. Tenenteabreusense atingido por uma bala no pé. Quem era e o que estava fazendo no Afeganistão? Ninguém sabia. Chegou uma equipe da Globo na cidade para entrevistar parentes e amigos, talvez antigas namoradas, do brasileiro ferido. Não encontrou ninguém que se lembrasse dele. Não seria o filho do barbeiro, aquele que emigrara para os Estados Unidos? Ele talvez tivesse se alistado no exército americano. O próprio barbeiro negou. Seu filho Jorge trabalhava numa pizzaria em Nova York e nunca chegaria perto do Afeganistão. Foram procurar no registro de nascimentos. Lá estavam o nome dele – Jorge Souza Alvarenga – e do pai, Pedro, e da mãe, Dulce. Mas ninguém se lembrava nem do pai nem da mãe. Havia um Pedro Alvarenga na cidade mas este nunca se casara e suspeitava-se até que fosse um pouco gay. Começaram a surgir rumores. Jorge e sua família teriam saído de tenente Abreu quando ele ainda era criança. Jorge se ferira numa ação heroica e seria condecorado pelos americanos. Jorge era casado com uma americana, possivelmente uma modelo. Alguns já especulavam sobre como seriam a mulher e os filhos do herói, todos loiros.
O noticiário do Afeganistão não ajudava. Dava poucos detalhes sobre o ocorrido. Só dizia que Jorge perdera o pé, estava bem mas continuava hospitalizado. Nasceu um movimento na cidade: trazer Jorge para Tenente Abreu. Se não como uma volta à casa, como uma passagem triunfal pela sua cidade natal. Um desfile em carro aberto pela Voluntários da Pátria, com a mulher e os filhos loiros, exibindo a sua medalha, seguido de uma recepção na prefeitura. Houve até quem sugerisse que se mudasse o nome da cidade, de Tenente Abreu para Jorge Alvarenga. Ou, se por uma feliz coincidência o grau militar fosse o mesmo, Tenente Alvarenga.
Foi quando o Jornal Nacional deu que Jorge fora ferido longe da frente de batalha, numa ação policial contra o tráfico de drogas. Ele estava no Afeganistão comprando ópio e sairia do hospital direto para a prisão.
Grande frustração em Tenente Abreu. Mas nas rodas de conversa em frente ao Café Novo, o mais antigo da cidade, as opiniões se dividiam. Uma facção achava que as homenagens ao Jorge deveriam ser mantidas, mesmo sem a sua presença. Bem ou mal, ele botara o nome da cidade no noticiário internacional. Viera até a TV Globo!
E afinal – disse um – alguém sabe quem foi o Tenente Abreu?
Ninguém sabia.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. O herói. Zero
Hora, n.17026, p.4, 01 abr. 2012).
Para seus conterrâneos, Jorge Alvarenga seria um herói porque:
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Para responder à questão, leia o excerto abaixo, extraído da obra “O Cortiço”, de autoria de Aluísio Azevedo:
João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lha, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que tinha juntado para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.
Daí em diante, João Romão tornou-se o caixa, o procurador e o conselheiro da crioula. No fim de pouco tempo era ele quem tomava conta de tudo que ela produzia e era também quem punha e dispunha dos seus pecúlios, e quem se encarregava de remeter ao senhor os vinte mil-réis mensais. Abriu-lhe logo uma conta corrente, e a quitandeira, quando precisava de dinheiro para qualquer coisa, dava um pulo até à venda e recebia-o das mãos do vendeiro, de “Seu João”, como ela dizia. Seu João debitava metodicamente essas pequenas quantias num caderninho, em cuja capa de papel pardo lia-se, mal escrito e em letras cortadas de jornal: “Ativo e passivo de Bertoleza”.
E por tal forma foi o taverneiro ganhando confiança no espírito da mulher, que esta afinal nada mais resolvia só por si, e aceitava dele, cegamente, todo e qualquer arbítrio. Por último, se alguém precisava tratar com ela qualquer negócio, nem mais se dava ao trabalho de procurá-la, ia logo direito a João Romão.
Quando deram fé estavam amigados.
Em “...o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor...”(segundo parágrafo), a expressão destacada seria mais bem substituída por:
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Leia o enunciado e responda a questão:
Todas as minhas afirmações de hoje representam a criança e o sujeito da aprendizagem como ativos. Uma operação é uma atividade. A aprendizagem é possível apenas quando há uma assimilação ativa. É essa atividade de parte do sujeito que me parece omitida no esquema estímulo-resposta. A formulação que proponho coloca ênfase na ideia da auto-regulação, na assimilação. Toda ênfase é colocada na atividade do próprio sujeito, e penso que sem essa atividade não há possível didática ou pedagogia que transforme significativamente o sujeito.
A teoria retratada acima é:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
Princípio do SUS que significa a garantia do fornecimento de um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos, curativos e coletivos, exigidos em cada caso para todos os níveis de complexidade de assistência. Engloba ações de promoção, proteção e recuperação da saúde.
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Em: “Começaram a surgir rumores”, o termo destacado funciona sintaticamente como:
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915787
Ano: 2012
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e a Agencia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foram criados por intermédio da Lei Nacional N.º
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906993
Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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No contexto da execução orçamentária, podemos afirmar que ela compreenderá:
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