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Quais os números cujo seu triplo, menos o seu dobro, mais o seu quadrado é igual a 6?
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O resultado da expressão matemática \( \dfrac {2} {4} × (\dfrac {7} {8} + \dfrac {9} {16}) ÷ \dfrac {1} {9} \), após as simplificações, é dado por:
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O Jorge está se preparando para participar de uma maratona que acontece na Argentina no mês de julho, na categoria sênior. Para que isso seja possível ele está realizando atividades físicas todos os dias. Desde o mês passado, Jorge caminha 5/4 de hora, corre 6/8 de hora e ainda tem disposição para fazer abdominais em 30 minutos todos os dias da semana. Sabendo disso, qual o tempo total de atividades físicas que Jorge faz semanalmente para se preparar para a maratona?
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
Esta fala soa familiar? “Mas já estragou? Comprei outro dia!”. Em alguns casos, equipamentos estragam rápido por defeitos reais, porém, há outro motivo por trás da vida curta dos eletroeletrônicos: a obsolescência programada.
A obsolescência programada é uma prática que ajuda os fabricantes a lucrarem mais, ou seja, faz com que os consumidores precisem gastar mais. Além de pesar no bolso, o problema prejudica o planeta e todas as suas formas de vida. [...]
A obsolescência programada, também conhecida como obsolescência planejada, é uma estratégia usada pelos fabricantes para assegurar que seus produtos se estraguem logo. Em outras palavras, para que tenham um tempo de vida útil curto para induzir o consumidor a comprar um modelo novo.
Acredita-se que essa estratégia começou a ser adotada a partir da Grande Depressão de 1929. Naquela época, com a economia ruim, muitos produtos ficavam parados no estoque e os fabricantes perceberam que a existência de bens duráveis era ruim para a economia e para a sua lucratividade.
Para ter uma ideia, basta saber que, “no início do século XX, as lâmpadas tinham uma vida útil média de 2.500 horas. Entretanto, após a Grande Depressão e a formação do cartel, o tempo de vida útil foi reduzido abruptamente para 1.000 horas”. [...]
Por um lado, pode parecer que a obsolescência programada é importante para movimentar o mercado, manter fábricas em funcionamento e até gerar empregos. Há, porém, um lado negativo bastante significativo.
Você não gosta de perder dinheiro, não é mesmo? Imagine se, a cada dois anos, você precisasse trocar sua smarTV de R$1.500 por uma nova simplesmente porque a “velha” estragou e o conserto não vale a pena? Quantas TVs você tem em casa e o quanto gastaria com essas trocas?
Ter de substituir um eletroeletrônico ainda novo em razão da obsolescência programada é algo que não agrada ninguém e pesa no bolso. Além disso, cada nova compra sinaliza ao mercado que os consumidores estão dispostos a ter mais produtos. Algo que, por sua vez, estimula a produção.
Eletroeletrônicos, assim como diversos outros bens e produtos, usam recursos do planeta para serem produzidos. E, como se não bastasse, a troca de equipamentos faz com que os “velhos” precisem ser descartados, gerando um alto volume de lixo.
Fonte: https://bhrecicla.com.br
Assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente correta.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
Esta fala soa familiar? “Mas já estragou? Comprei outro dia!”. Em alguns casos, equipamentos estragam rápido por defeitos reais, porém, há outro motivo por trás da vida curta dos eletroeletrônicos: a obsolescência programada.
A obsolescência programada é uma prática que ajuda os fabricantes a lucrarem mais, ou seja, faz com que os consumidores precisem gastar mais. Além de pesar no bolso, o problema prejudica o planeta e todas as suas formas de vida. [...]
A obsolescência programada, também conhecida como obsolescência planejada, é uma estratégia usada pelos fabricantes para assegurar que seus produtos se estraguem logo. Em outras palavras, para que tenham um tempo de vida útil curto para induzir o consumidor a comprar um modelo novo.
Acredita-se que essa estratégia começou a ser adotada a partir da Grande Depressão de 1929. Naquela época, com a economia ruim, muitos produtos ficavam parados no estoque e os fabricantes perceberam que a existência de bens duráveis era ruim para a economia e para a sua lucratividade.
Para ter uma ideia, basta saber que, “no início do século XX, as lâmpadas tinham uma vida útil média de 2.500 horas. Entretanto, após a Grande Depressão e a formação do cartel, o tempo de vida útil foi reduzido abruptamente para 1.000 horas”. [...]
Por um lado, pode parecer que a obsolescência programada é importante para movimentar o mercado, manter fábricas em funcionamento e até gerar empregos. Há, porém, um lado negativo bastante significativo.
Você não gosta de perder dinheiro, não é mesmo? Imagine se, a cada dois anos, você precisasse trocar sua smarTV de R$1.500 por uma nova simplesmente porque a “velha” estragou e o conserto não vale a pena? Quantas TVs você tem em casa e o quanto gastaria com essas trocas?
Ter de substituir um eletroeletrônico ainda novo em razão da obsolescência programada é algo que não agrada ninguém e pesa no bolso. Além disso, cada nova compra sinaliza ao mercado que os consumidores estão dispostos a ter mais produtos. Algo que, por sua vez, estimula a produção.
Eletroeletrônicos, assim como diversos outros bens e produtos, usam recursos do planeta para serem produzidos. E, como se não bastasse, a troca de equipamentos faz com que os “velhos” precisem ser descartados, gerando um alto volume de lixo.
Fonte: https://bhrecicla.com.br
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
Esta fala soa familiar? “Mas já estragou? Comprei outro dia!”. Em alguns casos, equipamentos estragam rápido por defeitos reais, porém, há outro motivo por trás da vida curta dos eletroeletrônicos: a obsolescência programada.
A obsolescência programada é uma prática que ajuda os fabricantes a lucrarem mais, ou seja, faz com que os consumidores precisem gastar mais. Além de pesar no bolso, o problema prejudica o planeta e todas as suas formas de vida. [...]
A obsolescência programada, também conhecida como obsolescência planejada, é uma estratégia usada pelos fabricantes para assegurar que seus produtos se estraguem logo. Em outras palavras, para que tenham um tempo de vida útil curto para induzir o consumidor a comprar um modelo novo.
Acredita-se que essa estratégia começou a ser adotada a partir da Grande Depressão de 1929. Naquela época, com a economia ruim, muitos produtos ficavam parados no estoque e os fabricantes perceberam que a existência de bens duráveis era ruim para a economia e para a sua lucratividade.
Para ter uma ideia, basta saber que, “no início do século XX, as lâmpadas tinham uma vida útil média de 2.500 horas. Entretanto, após a Grande Depressão e a formação do cartel, o tempo de vida útil foi reduzido abruptamente para 1.000 horas”. [...]
Por um lado, pode parecer que a obsolescência programada é importante para movimentar o mercado, manter fábricas em funcionamento e até gerar empregos. Há, porém, um lado negativo bastante significativo.
Você não gosta de perder dinheiro, não é mesmo? Imagine se, a cada dois anos, você precisasse trocar sua smarTV de R$1.500 por uma nova simplesmente porque a “velha” estragou e o conserto não vale a pena? Quantas TVs você tem em casa e o quanto gastaria com essas trocas?
Ter de substituir um eletroeletrônico ainda novo em razão da obsolescência programada é algo que não agrada ninguém e pesa no bolso. Além disso, cada nova compra sinaliza ao mercado que os consumidores estão dispostos a ter mais produtos. Algo que, por sua vez, estimula a produção.
Eletroeletrônicos, assim como diversos outros bens e produtos, usam recursos do planeta para serem produzidos. E, como se não bastasse, a troca de equipamentos faz com que os “velhos” precisem ser descartados, gerando um alto volume de lixo.
Fonte: https://bhrecicla.com.br
Há, ao longo do texto, uso recorrente de elementos conectivos que indicam adição de argumentos que apontam para uma mesma conclusão, conforme exemplificam os elementos destacados a seguir, EXCETO:
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
Esta fala soa familiar? “Mas já estragou? Comprei outro dia!”. Em alguns casos, equipamentos estragam rápido por defeitos reais, porém, há outro motivo por trás da vida curta dos eletroeletrônicos: a obsolescência programada.
A obsolescência programada é uma prática que ajuda os fabricantes a lucrarem mais, ou seja, faz com que os consumidores precisem gastar mais. Além de pesar no bolso, o problema prejudica o planeta e todas as suas formas de vida. [...]
A obsolescência programada, também conhecida como obsolescência planejada, é uma estratégia usada pelos fabricantes para assegurar que seus produtos se estraguem logo. Em outras palavras, para que tenham um tempo de vida útil curto para induzir o consumidor a comprar um modelo novo.
Acredita-se que essa estratégia começou a ser adotada a partir da Grande Depressão de 1929. Naquela época, com a economia ruim, muitos produtos ficavam parados no estoque e os fabricantes perceberam que a existência de bens duráveis era ruim para a economia e para a sua lucratividade.
Para ter uma ideia, basta saber que, “no início do século XX, as lâmpadas tinham uma vida útil média de 2.500 horas. Entretanto, após a Grande Depressão e a formação do cartel, o tempo de vida útil foi reduzido abruptamente para 1.000 horas”. [...]
Por um lado, pode parecer que a obsolescência programada é importante para movimentar o mercado, manter fábricas em funcionamento e até gerar empregos. Há, porém, um lado negativo bastante significativo.
Você não gosta de perder dinheiro, não é mesmo? Imagine se, a cada dois anos, você precisasse trocar sua smarTV de R$1.500 por uma nova simplesmente porque a “velha” estragou e o conserto não vale a pena? Quantas TVs você tem em casa e o quanto gastaria com essas trocas?
Ter de substituir um eletroeletrônico ainda novo em razão da obsolescência programada é algo que não agrada ninguém e pesa no bolso. Além disso, cada nova compra sinaliza ao mercado que os consumidores estão dispostos a ter mais produtos. Algo que, por sua vez, estimula a produção.
Eletroeletrônicos, assim como diversos outros bens e produtos, usam recursos do planeta para serem produzidos. E, como se não bastasse, a troca de equipamentos faz com que os “velhos” precisem ser descartados, gerando um alto volume de lixo.
Fonte: https://bhrecicla.com.br
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
Esta fala soa familiar? “Mas já estragou? Comprei outro dia!”. Em alguns casos, equipamentos estragam rápido por defeitos reais, porém, há outro motivo por trás da vida curta dos eletroeletrônicos: a obsolescência programada.
A obsolescência programada é uma prática que ajuda os fabricantes a lucrarem mais, ou seja, faz com que os consumidores precisem gastar mais. Além de pesar no bolso, o problema prejudica o planeta e todas as suas formas de vida. [...]
A obsolescência programada, também conhecida como obsolescência planejada, é uma estratégia usada pelos fabricantes para assegurar que seus produtos se estraguem logo. Em outras palavras, para que tenham um tempo de vida útil curto para induzir o consumidor a comprar um modelo novo.
Acredita-se que essa estratégia começou a ser adotada a partir da Grande Depressão de 1929. Naquela época, com a economia ruim, muitos produtos ficavam parados no estoque e os fabricantes perceberam que a existência de bens duráveis era ruim para a economia e para a sua lucratividade.
Para ter uma ideia, basta saber que, “no início do século XX, as lâmpadas tinham uma vida útil média de 2.500 horas. Entretanto, após a Grande Depressão e a formação do cartel, o tempo de vida útil foi reduzido abruptamente para 1.000 horas”. [...]
Por um lado, pode parecer que a obsolescência programada é importante para movimentar o mercado, manter fábricas em funcionamento e até gerar empregos. Há, porém, um lado negativo bastante significativo.
Você não gosta de perder dinheiro, não é mesmo? Imagine se, a cada dois anos, você precisasse trocar sua smarTV de R$1.500 por uma nova simplesmente porque a “velha” estragou e o conserto não vale a pena? Quantas TVs você tem em casa e o quanto gastaria com essas trocas?
Ter de substituir um eletroeletrônico ainda novo em razão da obsolescência programada é algo que não agrada ninguém e pesa no bolso. Além disso, cada nova compra sinaliza ao mercado que os consumidores estão dispostos a ter mais produtos. Algo que, por sua vez, estimula a produção.
Eletroeletrônicos, assim como diversos outros bens e produtos, usam recursos do planeta para serem produzidos. E, como se não bastasse, a troca de equipamentos faz com que os “velhos” precisem ser descartados, gerando um alto volume de lixo.
Fonte: https://bhrecicla.com.br
Considerando o fragmento acima, assinale a alternativa que apresenta um título coerente com o conteúdo do texto, sua temática central e a linha argumentativa apresentada.
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Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Araquari-SC
Quanto à sociedade limitada assinale a alternativa INCORRETA:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Araquari-SC
Geograficamente, quais municípios estão situados ao Leste de Araquari?
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