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A supervisão vai muito além de um trabalho meramente técnico-pedagógico, como é entendido com frequência, uma vez que implica uma ação planejada e organizada a partir de objetivos muito claros e ao posicionamento responsável frente ao trabalho educativo.
Nesse sentido, a supervisão deixa de ser apenas um recurso meramente técnico para se tornar um fator político, passando a se preocupar mais com o sentido e os efeitos da ação que desencadeia do que com os resultados imediatos do trabalho escolar.
Essa dimensão política da supervisão somente se torna efetiva quando atinge o(a):
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Diante de um paciente jovem e portador de compulsão alimentar, que alternativa terapêutica você escolheria dentre as listadas abaixo?
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Para a dentição decídua, qual o índice para a avaliação da prevalência de cárie mais utilizado?
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O Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, organizando-se e atuando de três maneiras distintas. Quando o Estado cria uma entidade e a ela transfere, por meio de lei, determinado serviço público, verifica-se a seguinte figura jurídica:
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O par de nervos cranianos responsável pela sensação gustativa do 1/3 posterior da língua, bem como a inervação secretomotora da glândula parótida é:
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Na forma prevista na Constituição Federal Vigente, é correto afirmar, a respeito do direito adquirido, que se trata de algo que:
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Calma, gente
Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros ("Há quanto tempo!"), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e - ai - rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.
Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: "A pé?!" Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é "perder'' tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.
Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.
Ilusão.
Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.
O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! - bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.
Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: "Você tem um minuto?" Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.
A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depauperado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso "tempo real". Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego.
O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, "riscando os cavalos" e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: "- Para quê? - Para nada". Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, empurram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.
É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: "Quando estiver com pressa, vá devagar''. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1 900 anos atrás: "Apressa-te devagar''. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: "Corre devagar, menino!"
Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados.
Ivan Angelo. Veja SP, 10/09/2003.
No trecho: "John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la.", as vírgulas foram corretamente empregadas para:
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Dentro do orçamento da seguridade social no Brasil foi criada a Desvinculação de Receitas da União (DRU), que se constitui em um mecanismo importante de transferência de recursos arrecadados:
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Luana
Luana chega pé ante pé, como uma sombra, perto de Thomas.
- Padre, padre, tô indo embora ...
- Pra onde, Luana? Onde você estava?
- Andei por aí, me escondendo. Vou pra rodoviária, dar um tempo. Não posso mais ficar aqui.
O Gibi vai me achar. Não tem jeito, não. Ele vem, vai arrebentar a turma e ainda vai apagar alguém com o 38. Não dá.
- Luana, o que ele quer?
Thomas intui que, por trás da tal história de paixão, Gibi queria alguma coisa.
- Ele diz pra todo mundo que é por causa da transa, mas não é, não. Eu sou pequena, esperta e abro um carro assim - estalava os dedos - daí ele puxa. Mas tô com medo. A barra tá pesada. Não quero mais voltar pra ele. Não quero. Tenho medo dele, que quase já me arrebentou, e da polícia.
- Vai pra Triagem, Luana.
- Não, ele descobre. Tem sempre alguém lá dentro pra cantar a bola. Tenho que ficar rodando.
Quando acalmar, aí eu vou.
- Está bem. Vou ficar de olho na Triagem pra saber de sua chegada. Aí falo com a assistente social, vou te ajudar.
- Se alguém abrir a boca aqui, o Gibi vai me buscar até no inferno. Por enquanto, tá limpo. Falei com a Madá, o Mocotó e o Fedelho, e eles vão segurar essa. Tchau, padre. Me ajuda.
- Está bem, Luana. E sossega, ninguém vai contar onde você está.
Thomas sente a esperança fugir do seu espírito.
"Como livrar essas crianças desse submundo, da violência dos adultos e protegê-las? Lua na tinha só treze anos, meu Deus, e estava sendo perseguida por uma quadrilha que não lhe daria trégua. Tinha que encontrar uma forma de tirá-la de São Paulo, levá-la para alguma instituição do interior, alertar o Juizado e denunciar Gibi. Sabia dos riscos, mas iria conseguir. Por enquanto ela se safaria, rodando para ganhar tempo. Avisaria a todos os educadores de rua, as associações, para que a menina recebesse proteção."
Thomas segura a cabeça entre as mãos e chora em silêncio, este era o pior Natal de sua vida. Não havia paz nem alegria. Perguntava-se como pudera, durante tantos anos, ter celebrado a missa e convivido com a família e amigos sem se inquietar com o Natal dos outros. Revê as noites na periferia, com gente pobre, boa, convivendo nos salões paroquiais para a divisão dos salgadinhos, após a Missa do Galo.
[...]
(Leila Rentroia lannone. Eu gosto tanto de você ... São Paulo, Moderna, 1988. p. 26-8, Coleção Veredas.)
O texto é bastante marcado por linguagem informal. A opção que traz um exemplo de tom mais formal é:
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2245967
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 3/2005, o ensino fundamental de 9 (nove) anos tem duas fases com características próprias, chamadas anos iniciais, com 5 (cinco) anos de duração, em regra para estudantes de 6 (seis) a 10 (dez) anos de idade; e anos finais, com 4 (quatro) anos de duração, para os de 11 (onze) a 14 (quatorze) anos de idade.
O ensino fundamental é de matrícula obrigatória para as crianças a partir dos 6 (seis) anos completos até o dia:
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