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Quando se pensa na função do Supervisor Escolar, remete-se necessariamente a sua participação na montagem do currículo escolar. Na elaboração desse artefato social não podem deixar de estar presentes princípios de elaboração, no que concerne à ação supervisora.
Cabe, portanto, ao Supervisor, primordialmente as seguintes ações, EXCETO:
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A práxis compreende uma ação consciente e transformadora, no sentido da igualdade e democracia social, porém fundamentada pela teoria que a organiza e a sistematiza, resultando numa nova ação e na elaboração de uma nova teoria.
De acordo com o conceito de práxis, é correto afirmar que:
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Avalie se as ações a seguir contribuem para a reconstrução de uma escola pública que pretende ser competente e assumir um compromisso político com uma ação transformadora da vida social, no sentido de equidade social:
I - dotar a escola de mais recursos materiais como equipamentos eletrônicos e quadras esportivas;
II - integrar conteúdos e práticas pedagógicas ao contextosocial, no que se refere às questões e práticas sociais neles presentes;
III - contratar professores considerados os melhores de cada área para a função de docentes ;
IV - analisar os desafios da vida social para assim evitar o isolamento da escola, o que conduz à desarticulação entre conhecimento escolar e demais saberes e práticas sociais.
Estão corretas as afirmativas:
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Analisando o termo Supervisão, nos deparamos com o prefixo super, que aliado à visão pode levar a uma conotação errônea sobre aquele que tem poderes superiores para olhar o processo de ensino aprendizagem.
Essa conotação ingênua e frágil, no entanto, não diz respeito ao verdadeiro sentido da ação supervisora na escola. Com o propósito conceitual entende-se a Supervisão Escolar como:
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Os Sistemas de Ensino devem manter cursos e exames que compreenderão a base nacional comum do currículo habilitando jovens e adultos ao prosseguimento de estudos em caráter regular. Os exames supletivos, conforme a LDB 9394/96, realizar-se-ão no nível de conclusão para o ensino fundamental e no nível de conclusão para o ensino médio a todos os jovens e adultos maiores de:
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Apesar de não possuir definição estanque, a interdisciplinaridade precisa ser compreendida para não haver desvio na sua prática. O que caracteriza uma prática interdisciplinar é:
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A pedagogia de projetos ressalta a necessidade de abordar a complexidade do conhecimento escolar. Por isso, os projetos de trabalho e a visão educativa, à qual se vinculam , convidam a repensar a natureza da escola e do trabalho escolar, tanto em relação à compreensão das matérias, quanto aos temas trabalhados, o que faz com que o docente atue:
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Como prática educativa, a Supervisão Escolar, independente de formação específica em uma habilitação no curso de pedagogia, em cursos de pós-graduação, ou como um conjunto de conteúdos desenvolvidos no curso de Pedagogia, constitui-se num trabalho profissional que tem o compromisso de:
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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
É correto afirmar que, ao escrever o texto, o autor objetivou:
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Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público:
I - ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos;
II - bolsa de estudos, podendo ser até no exterior;
III - piso salarial profissional;
IV - repouso de um dia semanal;
V - aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim.
Estão corretas as afirmativas:
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Cadernos
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