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Assinale a alternativa em que a regência verbal
e o uso do sinal indicativo de crase estão em
conformidade com a norma-padrão.
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TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
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TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
I. O termo “interminável” (Texto 2) é formado por derivação prefixal e sufixal, a partir do verbo “terminar”.
II. A palavra “descontração” (Texto 2) é um exemplo de derivação parassintética, pois o prefixo e o sufixo foram adicionados simultaneamente.
III. O vocábulo “smartphone” (Texto 2) é um substantivo composto por justaposição, formado por dois radicais de origem inglesa.
É correto o que se afirma em:
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TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
I. Em “O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação...”, o sujeito da oração é composto, o que justifica a ausência de vírgula antes do verbo “cria”.
II. A estrutura “seja ele qual for” (Texto 2) deve, obrigatoriamente, ser isolada por vírgulas por constituir uma oração adverbial intercalada.
III. No período “Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração..., não passa da resposta...”, a vírgula após “Muitas vezes” é utilizada para isolar um adjunto adverbial de tempo deslocado para o início da frase.
É correto o que se afirma em:
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TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
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TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
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TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
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Vou-me embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive
E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d’água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcaloide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem. Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.
Após leitura do poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.
I. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo em destaque apresenta a colocação pronominal denominada mesóclise, que é bem comum nos textos dos escritores do cânone literário;
II. Nos versos “De tal modo inconsequente\ Que Joana a Louca de Espanha”, o termo em destaque classifica-se como pronome relativo;
III. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo “pra” não se adequa ao uso da normapadrão e deve ser, imediatamente, corrigido;
IV. Os verbos “escolherei”, “farei”, “andarei”, “montarei” e “subirei” estão conjugados na primeira pessoa do singular do futuro do presente do modo indicativo.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive
E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d’água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcaloide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem. Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.
Após leitura do poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.
I. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo em destaque apresenta a colocação pronominal denominada mesóclise, que é bem comum nos textos dos escritores do cânone literário;
II. Nos versos “De tal modo inconsequente\ Que Joana a Louca de Espanha”, o termo em destaque classifica-se como pronome relativo;
III. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo “pra” não se adequa ao uso da normapadrão e deve ser, imediatamente, corrigido;
IV. Os verbos “escolherei”, “farei”, “andarei”, “montarei” e “subirei” estão conjugados na primeira pessoa do singular do futuro do presente do modo indicativo.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
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No que diz respeito às funções da linguagem,
percebe-se que, no anúncio apresentado, a Coca-Cola usa, predominantemente:


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Leia, a seguir, o poema intitulado “Poema tirado
de uma notícia de jornal”, de Manuel Bandeira, e
responda à questão.
Poema tirado de uma notícia de jornal
Manuel Bandeira
João Gostoso era carregador de feira livre e morava
no morro da Babilônia num barracão [sem número]
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e
morreu afogado.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem.
Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.
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