Foram encontradas 670 questões.
Assinale, a seguir, a alternativa cuja oração em
destaque não se trata de uma oração subordinada
adjetiva.
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Cultura: por que e para quem?
Fernando Silva
Afinal, você tem cultura? A resposta é
simples: sim, você tem!
O conceito de cultura é bastante amplo e
definido com focos distintos, a depender-se da
corrente de pensamento ou dos estudiosos que a
interpretam. Entretanto, o termo está presente em
muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias
de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas
entre amigos e família e até em discussões pela
internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja
conflitos ligados ao uso de frases como “você não
tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog
do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e,
principalmente, para quem?
Alta cultura e baixa cultura?
Podemos começar por um curto panorama
acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta
dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do
crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este
campo foi e é essencial para análise e investigação
interdisciplinar que explora as formas de produção
de significados e da difusão nas sociedades atuais.
Dentre os trabalhos produzidos nessa área,
notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’
surgiram há muito tempo, datados entre os séculos
XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos
clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas
elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde
a cultura de massa, surgiram então como modos
classificativos de oposição ao que se considerava
erudito. Traços dessas definições marcaram nossa
sociedade. Na atualidade, não é difícil que se
encontre indivíduos que acreditam em formas de
cultura superiores a outras.
É comum que se utilize a cultura como
sinônimo de sabedoria, educação e refinamento.
Neste pensamento, entende-se que títulos
universitários, volume de leituras e até a inteligência
são aspectos que ditam o quão culturalmente
desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura
é uma palavra usada para classificar as pessoas e,
por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.
Pense no Brasil, um país rico em território,
com cinco regiões tão distintas, com crenças
múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla
diversidade. É impossível que se aponte culturas
superiores em detrimento de outras, afinal, existem
diversas formas de manifestação cultural. Se este
exemplo se aplica a um país, imagine em todo o
mundo.
“Um carnavalesco e um religioso não podem
ser classificados em termos de superior ou inferior”,
é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As
relações são complementares, e isto significa que
há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e
procissões.
A cultura nos parece uma ótima ferramenta
de compreensão das diferenças entre as sociedades
e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é
um mapa, através do qual as pessoas de um dado
grupo pensam, classificam, estudam e modificam o
mundo e a si mesmas.
Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/
cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
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Cultura: por que e para quem?
Fernando Silva
Afinal, você tem cultura? A resposta é
simples: sim, você tem!
O conceito de cultura é bastante amplo e
definido com focos distintos, a depender-se da
corrente de pensamento ou dos estudiosos que a
interpretam. Entretanto, o termo está presente em
muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias
de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas
entre amigos e família e até em discussões pela
internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja
conflitos ligados ao uso de frases como “você não
tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog
do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e,
principalmente, para quem?
Alta cultura e baixa cultura?
Podemos começar por um curto panorama
acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta
dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do
crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este
campo foi e é essencial para análise e investigação
interdisciplinar que explora as formas de produção
de significados e da difusão nas sociedades atuais.
Dentre os trabalhos produzidos nessa área,
notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’
surgiram há muito tempo, datados entre os séculos
XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos
clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas
elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde
a cultura de massa, surgiram então como modos
classificativos de oposição ao que se considerava
erudito. Traços dessas definições marcaram nossa
sociedade. Na atualidade, não é difícil que se
encontre indivíduos que acreditam em formas de
cultura superiores a outras.
É comum que se utilize a cultura como
sinônimo de sabedoria, educação e refinamento.
Neste pensamento, entende-se que títulos
universitários, volume de leituras e até a inteligência
são aspectos que ditam o quão culturalmente
desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura
é uma palavra usada para classificar as pessoas e,
por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.
Pense no Brasil, um país rico em território,
com cinco regiões tão distintas, com crenças
múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla
diversidade. É impossível que se aponte culturas
superiores em detrimento de outras, afinal, existem
diversas formas de manifestação cultural. Se este
exemplo se aplica a um país, imagine em todo o
mundo.
“Um carnavalesco e um religioso não podem
ser classificados em termos de superior ou inferior”,
é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As
relações são complementares, e isto significa que
há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e
procissões.
A cultura nos parece uma ótima ferramenta
de compreensão das diferenças entre as sociedades
e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é
um mapa, através do qual as pessoas de um dado
grupo pensam, classificam, estudam e modificam o
mundo e a si mesmas.
Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/
cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;
II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;
III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;
IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:
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Cultura: por que e para quem?
Fernando Silva
Afinal, você tem cultura? A resposta é
simples: sim, você tem!
O conceito de cultura é bastante amplo e
definido com focos distintos, a depender-se da
corrente de pensamento ou dos estudiosos que a
interpretam. Entretanto, o termo está presente em
muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias
de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas
entre amigos e família e até em discussões pela
internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja
conflitos ligados ao uso de frases como “você não
tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog
do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e,
principalmente, para quem?
Alta cultura e baixa cultura?
Podemos começar por um curto panorama
acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta
dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do
crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este
campo foi e é essencial para análise e investigação
interdisciplinar que explora as formas de produção
de significados e da difusão nas sociedades atuais.
Dentre os trabalhos produzidos nessa área,
notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’
surgiram há muito tempo, datados entre os séculos
XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos
clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas
elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde
a cultura de massa, surgiram então como modos
classificativos de oposição ao que se considerava
erudito. Traços dessas definições marcaram nossa
sociedade. Na atualidade, não é difícil que se
encontre indivíduos que acreditam em formas de
cultura superiores a outras.
É comum que se utilize a cultura como
sinônimo de sabedoria, educação e refinamento.
Neste pensamento, entende-se que títulos
universitários, volume de leituras e até a inteligência
são aspectos que ditam o quão culturalmente
desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura
é uma palavra usada para classificar as pessoas e,
por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.
Pense no Brasil, um país rico em território,
com cinco regiões tão distintas, com crenças
múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla
diversidade. É impossível que se aponte culturas
superiores em detrimento de outras, afinal, existem
diversas formas de manifestação cultural. Se este
exemplo se aplica a um país, imagine em todo o
mundo.
“Um carnavalesco e um religioso não podem
ser classificados em termos de superior ou inferior”,
é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As
relações são complementares, e isto significa que
há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e
procissões.
A cultura nos parece uma ótima ferramenta
de compreensão das diferenças entre as sociedades
e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é
um mapa, através do qual as pessoas de um dado
grupo pensam, classificam, estudam e modificam o
mundo e a si mesmas.
Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/
cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
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Considerando a Epistemologia e pedagogia
na educação física: inter-relações necessárias,
dos autores, Marcia e Silvio Gamboa, podemos
destacar a tentativa de responder à questão
inicial sobre as formas de desenvolvimento das
relações entre a prática e teoria pedagógica com
a epistemologia e a reflexão filosófica no campo
da educação física no Brasil, podemos apontar as
seguintes ponderações:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
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O cimento Portland é um dos materiais de
construção mais utilizado pelo homem, sendo
essencial na indústria da construção em diversas
aplicações como em argamassas, concreto,
estruturas, enfim, um grande campo de aplicação.
Diante dessa diversidade de aplicabilidade desse
material, existem diversos tipos de cimento Portland,
com características especificas ideais para escolha
de seu projeto. Sobre os tipos de cimento Portland e
suas siglas, assinale as afirmações como verdadeiras
(V) ou falsas (F):
( ) O cimento Portland comum é um produto que pode ser de dois tipos, sem adição de escória (CP I) e com adição de escória (CP I-S). É o tipo mais simples e por não possuir aditivos, oferece alta resistência inicial sendo indicado para obras onde não há requisitos especiais de durabilidade. Sua resistência a compressão com limite inferior a 28 dias é de 25 Mpa.
( ) O cimento Portland Composto é subdividido em 3 tipos: cimento com adição de escoria granulada de alto forno (CP II-E) que proporciona maior durabilidade em ambientes agressivos, como obras marítimas; cimento com material carbonático (CP II-F) oferecendo boa trabalhabilidade e podendo ser usado em obras gerais de construção; cimento com material pozolânico (CP II-Z) que apresenta pozolana aumentando a resistência química e durabilidade, sendo ideal para obras subterrâneas e em contato com águas agressivas. Todos os tipos apresentam resistência a compressão com limite inferior a 28 dias de 32 Mpa.
( ) O cimento Portland de alto forno (CP III) é o que possui menor resistência a ambientes agressivos para aplicação em esgotos e áreas litorâneas, sendo indicados para obras de infraestrutura, barragens e fundações profundas. Sua resistência a compressão com limite inferior a 28 dias é de 32 Mpa.
( ) Cimento Portland pozolânico (CP IV) oferece durabilidade normal e alto calor de hidratação, e a adição de pozolana cinza volante, reduz sua resistência a sulfatos. O mesmo possui um ganho de resistência mais lento e uma cura mais prolongada. Sua resistência a compressão com limite inferior a 28 dias é de 25 Mpa.
( ) Cimento Portland de alta resistência inicial (CP V) é recomendado para obras que exigem rapidez na execução, como pré-moldados, protendidos e reparos emergenciais. Sua composição é adicionada de escória e pozolana garantindo secagem rápida e excelente desempenho a curto prazo. Sua resistência a compressão com limite inferior a 07 dias é de 34 Mpa.
A sequência correta é:
( ) O cimento Portland comum é um produto que pode ser de dois tipos, sem adição de escória (CP I) e com adição de escória (CP I-S). É o tipo mais simples e por não possuir aditivos, oferece alta resistência inicial sendo indicado para obras onde não há requisitos especiais de durabilidade. Sua resistência a compressão com limite inferior a 28 dias é de 25 Mpa.
( ) O cimento Portland Composto é subdividido em 3 tipos: cimento com adição de escoria granulada de alto forno (CP II-E) que proporciona maior durabilidade em ambientes agressivos, como obras marítimas; cimento com material carbonático (CP II-F) oferecendo boa trabalhabilidade e podendo ser usado em obras gerais de construção; cimento com material pozolânico (CP II-Z) que apresenta pozolana aumentando a resistência química e durabilidade, sendo ideal para obras subterrâneas e em contato com águas agressivas. Todos os tipos apresentam resistência a compressão com limite inferior a 28 dias de 32 Mpa.
( ) O cimento Portland de alto forno (CP III) é o que possui menor resistência a ambientes agressivos para aplicação em esgotos e áreas litorâneas, sendo indicados para obras de infraestrutura, barragens e fundações profundas. Sua resistência a compressão com limite inferior a 28 dias é de 32 Mpa.
( ) Cimento Portland pozolânico (CP IV) oferece durabilidade normal e alto calor de hidratação, e a adição de pozolana cinza volante, reduz sua resistência a sulfatos. O mesmo possui um ganho de resistência mais lento e uma cura mais prolongada. Sua resistência a compressão com limite inferior a 28 dias é de 25 Mpa.
( ) Cimento Portland de alta resistência inicial (CP V) é recomendado para obras que exigem rapidez na execução, como pré-moldados, protendidos e reparos emergenciais. Sua composição é adicionada de escória e pozolana garantindo secagem rápida e excelente desempenho a curto prazo. Sua resistência a compressão com limite inferior a 07 dias é de 34 Mpa.
A sequência correta é:
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3957022
Ano: 2025
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
Provas:
Este método de esterilização é um dos mais
comuns e eficazes, utiliza vapor sob pressão
para eliminar microrganismos. É adequado para
materiais resistentes ao calor, como instrumentos
metálicos, vidros e borrachas. Com base na
descrição, assinale o método de esterilização
correspondente:
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Questão presente nas seguintes provas
Joana, 35 anos, comparece à Unidade Básica
de Saúde (UBS) com queixas de insônia, ansiedade
intensa e sensação de incapacidade para lidar
com problemas cotidianos após perder o emprego.
Durante a consulta, o médico observa que não há
sinais de psicose nem risco iminente de suicídio.
Joana nunca teve acompanhamento psiquiátrico
prévio.
Com base nos princípios da assistência em saúde mental na atenção básica, assinale a alternativa correta:
Com base nos princípios da assistência em saúde mental na atenção básica, assinale a alternativa correta:
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Questão presente nas seguintes provas
Lucas, 10 anos, foi levado pela mãe à Unidade
Básica de Saúde (UBS) para atualização do calendário
vacinal. Durante a consulta, a equipe observou que
o menino apresentava baixo rendimento escolar,
dificuldade de concentração, episódios frequentes de
bullying na escola e que a família enfrenta condições
socioeconômicas precárias. O profissional realizou
apenas a aplicação das vacinas e orientou o retorno
em 12 meses para nova avaliação, sem aprofundar
as demais questões apresentadas.
Com base nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta:
Com base nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O fator reumatoide (FR) é um autoanticorpo,
produzido pelo sistema imunológico, que pode
atacar o próprio organismo. Sobre a pesquisa
de FR como auxílio ao diagnóstico de doenças
autoimunes, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
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